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Diversidade ou equipas interdisciplinares

 

Quando as pessoas vêem a sua organização com uma luz abrangente mas orientada, quando as pessoas sentem a colaboração, a abertura a novas ideias, e a organização é capaz de avaliar e desenvolver novas ideias com justiça, focada numa visão clara de inovação e são reconhecidas pelo seu trabalho, essas pessoas são mais criativas.

Pelo contrário, as pessoas são menos criativas se o ambiente é de competição interna, se há lutas políticas de departamentos ou aversão a novas ideias e ao assumir de riscos e de incerteza.

E as pessoas são mais criativas quando…

Os resultados do projecto “apoiam fortemente a noção de que a participação de representantes diversas instituições de ensino superior nas quatro redes e, especialmente, a combinação das artes e outras disciplinas, fornece um quadro altamente favorável para abordar um tema multifacetado como a criatividade”.

As pessoas acreditam facilmente que a diversidade na criatividade e inovação é uma boa aposta. Mas quando a inovação é necessária e urgente, a maioria das pessoas acredita que uma resposta é dada pela capacidade das pessoas privilegiando muitas vezes equipas com características mais homogéneas.

Por outras palavras a diversidade é vista como algo interessante e possivelmente divertido, mas a necessidade urgente faz considerar a capacidade como crítica em muitas situações.

“O núcleo da diversidade reside na compreensão de que somos melhores artistas intérpretes ou executantes, melhores líderes, melhores prestadores de serviços e pessoas melhores quando nós nos cercamos com aqueles que são diferentes de nós. No entanto, a realidade é que, a maioria dos adultos estão mais confortáveis com pessoas que são apenas como eles.” – Alicia Arenas

Nessa mesma realidade, a diversidade, geralmente supera a capacidade, e as equipas construídas com base na diversidade (interdisciplinares), superam as equipas baseadas na competência de uma disciplina.

Para as empresas serem inovadoras de facto, devem compreender que as melhores inovações, frequentemente, são provenientes dos níveis mais baixos da organização e que a inovação pode e deve ter lugar em qualquer área funcional.

As organizações inovadoras incutem uma cultura de inovação em toda a organização. Essa cultura assenta na estimulação de ideias e na criatividade, não esquecendo que o aparecimento do fracasso ou insucesso segue a convicção de quanto mais cedo falhar menos custos acarreta.

Numa empresa com cultura de inovação, a gestão e os seus pares são investidores de risco e lidam com a incerteza, assumindo esse papel ao procurar recolher um grande número de ideias de diversas origens sejam elas culturais, funcionais ou académicas.

Mas não basta o desejo, não basta querer inovação e pensar que tudo o resto são facilidades.

As organizações têm de criar condições para que a criatividade se desenvolva através das conexões entre as pessoas.

È importante que se quebrem as barreiras culturais e as barreiras entre as disciplinas, fazendo com que as pessoas se encontrem e aprendam uns com os outros.

As novas ideias surgem nas fronteiras do conhecimento de cada um de nós quando emprestamos à arte um pouco de ciência, quando um inovador pensa como um designer ou um engenheiro abraça um filósofo.

Escultores, cientistas, poetas, filósofos, financiadores, pintores, psicólogos, arquitectos, matemáticos, informáticos, etc., devem todos convergir para a criatividade e inovação.

Quando uma organização disponibiliza aos seus colaboradores uma estrutura para focar contextos e ferramentas (análise de contexto, analogias e mistura conceptuais) para estabelecer conexões entre a diversidade dos seus colaboradores então é possível criar uma nova Renascença.

“As melhores ideias vêm das margens das disciplinas ou da sobreposição de abordagens diferentes povos…” Quando você construir uma equipa deveria incentivar a diversidade e trazer o exterior para dentro, (consumidores, parceiros…)”Tom Hulme -Ideo

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