Currently viewing the tag: "Tim Kastelle"

Podia ser mais simples?

Esta é a pergunta que deve ser feita com frequência num mundo como o nosso cujos bastidores se caracterizam por complexidade e fluxos de informação intermináveis. Quanto mais complexo é um sistema, mais informações fluem através dele.

Parece-me por isso que um bom trilho a percorrer é o da complexidade mínima, isto é, transformar as jornadas completas dos consumidores e utilizadores em experiências simples mas surpreendentes.

Muitos dos produtos e serviços criados hoje são mais sistemas complexos que simples objetos; eles frequentemente envolvem uma confluência de software, hardware e comportamento humano.” – Tim Brown

Adotar uma estratégia de simplicidade é um dos caminhos a percorrer mas devemos estar conscientes de que a simplicidade é um alvo móvel e relativo.

A velocidade de aceleração da inovação provoca uma evolução e não garante que uma solução seja a mais simples por muito tempo. Não são só os sistemas complexos que evoluem, também as coisas simples como pode parecer ser o comportamento das pessoas à nossa volta.

Para as organizações e naturalmente também para as pessoas, um qualquer atraso em relação à velocidade da implementação da inovação pode dar origem a uma quebra ou rutura no seu “equilíbrio”.

As várias gerações que hoje compõem o nosso ecossistema são um bom motor de evolução e são notoriamente visíveis as diferenças de velocidade de adaptação aos sistemas complexos que a sociedade vai gerando.

Isto não é particularmente preocupante porque os seres humanos, de uma forma geral, evoluem e são capazes de rumar na direção certa, isto é, a da simplicidade.

“Simplicidade e complexidade precisam uma da outra. Quanto mais complexidade há no mercado, mais o que é mais simples se destaca. E porque a tecnologia só vai continuar a crescer em termos de complexidade, há um benefício económico claro na adoção de uma estratégia de simplicidade que ajudarão a colocar o seu produto à parte.” – John Maeda

As pessoas precisam de coisas que lhes proporcionem uma relação de simplicidade e que conduzam a “comportamentos desejáveis”.

É portanto na procura da mudança de comportamentos que podemos encontrar uma forma simples de fazer as coisas, isto é, as empresas devem procurar conciliar a necessidade de proporcionar “coisas” simples mas que sejam eficazes no despoletar de comportamentos desejáveis (experiências gratificantes).

Contudo é importante assinalar que esses comportamentos desejáveis a que me refiro não são orientações de topo das organizações mas sim as vontades das pessoas que eventualmente participam em atividades de cocriação.

As empresas têm de ser capazes de abrir as portas às comunidades e promover a cocriação, a partilha de ferramentas e até o conhecimento para facilitar a extensibilidade e proporcionar a resolução de problemas localmente e face a especificidades.

Problemas locais são muitas vezes resolvidos com a intervenção no domínio dos comportamentos como é o caso da área da saúde.

“Penso que uma maneira de pensar sobre a aptidão no domínio organizacional é o conceito de propósito. As organizações que têm um propósito claro tendem a ser capaz de conceber de uma forma menos de cima para baixo.” – Tim Brown

É importante que no futuro o sentido da nossa ação enquanto atores ou personagens dos eventos que as organizações nos propõem seja o da cocriação para dessa forma a simplicidade se encaixar nas nossas necessidades, desejos e até vontades.

Para Tim Kastelle, as empresas que se encaixam no propósito são melhores. “Elas compartilham todas as características descritas para as empresas que estão pensando sobre inovação, mas são significativamente melhores na execução de ideias. Na prática, isso significa que eles são provavelmente razoavelmente boas no processo de gestão da ideia. Elas têm a capacidade de capturar ideias, ter um processo para selecionar as melhores, elas podem executar as ideias e eles podem levá-los a espalhar-se.”

Desta forma, as empresas com propósito podem com facilidade chegar mais perto dos utilizadores, dando-lhes acesso a um sem número de dispositivos ou ferramentas que os ajudem a alterar os seus comportamentos, de um estado menos bom para outro mais desejável. Imaginemos essa vontade aplicada no design da mudança de comportamentos relativos á alimentação e saúde.

O que importa em Design de comportamento:

“1. Nós, seres humanos, somos preguiçosos. BJ Fogg mapeou os seis elementos da simplicidade que representam esta realidade. Com esta nova visão, nós podemos identificar porque muitos projetos não conseguem atingir resultados. A simplicidade importa mais do que motivação quando se trata de influenciar as pessoas.

2. Gatilhos quentes mudam as pessoas. Muitas pessoas argumentam que informação importa mais ao projetar para a mudança de comportamento. Não é assim. Disparadores quentes são o elemento mais poderoso na mudança de comportamento.

3. Hábitos diários são poderosos. Na verdade, hábitos diários são os mais poderosos de todos os comportamentos. Enquanto a tecnologia pode ajudar as pessoas criam bons hábitos a maioria das tentativas falham. Porquê? Alguns designers compreendem a psicologia da mudança de comportamento a longo prazo. Sabemos que é preciso para criar um hábito – em si mesmo, num cliente, no seu cão.

Design para a mudança de comportamento através de tecnologia móvel e social é novo, sem nenhum livro líder ou conferências para fornecer orientação.” – Stanford Persuasive Tech Lab

Quer comentar?

 

A parte submersa do valor das pessoas

As organizações estão sempre à procura de novas formas de reinventar a sua atividade e encontrar novas abordagens para otimizar o talento é um aspeto crítico do desempenho organizacional.

A otimização do talento é fundamental porque a batalha competitiva está centrada nas melhores pessoas, os verdadeiros criadores de valor, valor que cresce à medida que se incentiva e desenvolve a colaboração e à medida que se dinamizam as redes sociais e de trabalho.

“Uma empresa que está constantemente a explorar novos horizontes é provável que tenha uma vantagem competitiva para atrair e reter talentos. Quando uma empresa bem-sucedida, encalha e começa a listar os seus funcionários mais talentosos normalmente não fica por perto para tirar a água, eles saltam do barco. Uma empresa dinâmica terá funcionários que estão mais comprometidos, mais animados para aparecer para trabalhar todos os dias, e, portanto, mais produtivos.” – Gary Hamel

Não parece difícil imaginar que uma empresa que, para além de ser criteriosa nas suas contratações, promove o desenvolvimento de trabalho colaborativo cresce e consolida a sua força no mercado.

O que acontece é que os conjuntos dos talentos em colaboração se transformam num “engenho” altamente produtivo e criativo.

Mais ainda, quando uma empresa, ou os seus líderes, conhecem como funcionam essas redes formais e informais de talentos, eles têm acesso à sua energia vital e poderão geri-la de acordo com o interesse comum.

Alguns dos pontos-chave do desenvolvimento e comportamento organizacional, tais como a estrutura organizacional e a estrutura hierárquica, passam agora a ser o desenvolvimento e facilitação de redes de talentos.

Mas esta nova perspetiva de encarar o desempenho das pessoas não é fácil compreender e desenvolver. Muitas vezes a avaliação do desempenho é baseada na responsabilidade individual, apesar de hoje a maior parte do trabalho nas empresas poder ser um trabalho de colaboração. Mais, aquilo que eram os fluxos de trabalho e processos de tomada de decisão não são refletem hoje um espírito de colaboração, cocriação e cultura de inovação.

Há algum tempo atrás eu escrevi neste blog:

“Para Tim Kastelle, se nós procuramos gerir a inovação dentro de uma organização (meio ambiente) é mais fácil ser eficaz se entendermos como funcionam as redes. Para isso é preciso fazer uma análise de como funcionam as redes e tentar entender como as pessoas se relacionam uma com as outras e de que modo se realiza a partilha de conhecimento entre elas.

Esta metodologia usada por Tim Kastelle, (veja  “Innovation Leadership Network”) não só permite detetar os fluxos de informação, como permite verificar se há pessoas que não tem conexões e a partir daí tentar estabelecer procedimentos para que possam ser melhoradas ou reformuladas.”

Por isso, neste ambiente de mudança, é importante tomarmos consciência das redes formais e informais de talentos que as empresas incorporam e procurar, através do seu mapeamento, definir onde melhorar a colaboração dos seus elementos, através de processos de gestão de talentos, tendo sempre em atenção o ambiente de diversidade impulsionador de riqueza, que as redes representam.

O que acontece na natureza é verdade no negócio — a falta de diversidade limita a possibilidade de uma espécie para adaptar e alterar.

 O problema é que o pool genético na parte superior de muitas empresas é um lago estagnado. O Comité Executivo é geralmente composto por veteranos com muito tempo de serviço cujas experiências e atitudes são mais parecidos do que diferentes. A homogeneidade tem suas virtudes — ele facilita a comunicação e agiliza a tomada de decisão — mas também limita a capacidade da empresa ao responder a ameaças não convencionais e a oportunidades.” – Gary Hamel

Uma análise do mapeamento da rede organizacional e da sua diversidade pode ajudar os gestores a ver os tipos específicos de relacionamentos e colaborações que permitem que os funcionários se tornem mais eficazes e saber quais são as suas contribuições mais amplas de colaboração para a organização.

Um estudo recente intitulado, “Building a Well-Networked Organization” e apresentado em Mit Sloan Management Review fornece-nos uma hipótese interessante (adaptação) de identificação de alguns “tipos” de talentos que podemos encontrar nas organizações e a partir dos quais podemos tentar mapear as redes. São eles:

Talentos  de alto desempenho – São pessoas que tendem a destacar-se individualmente e, ao mesmo tempo, desenvolvem, alavancam e contribuem para as suas redes e as dos outros dentro ou fora da organização. As suas relações pessoais vão ajudá-los a ampliar os seus conhecimentos e permitem o acesso a recursos valiosos nas suas redes.

Talentos marginalizados –  São colaboradores com pontuação baixa em ambos os desempenhos individuais e contribuições de rede.

A eficácia dos empregados marginalizados muitas vezes pode ser melhorada, quer através de processos de gestão de desempenho quer de planos de desenvolvimento individual que criam uma rede informal conectando-os aos segmentos organizacionais críticos.

Talentos escondidos – Embora possam fazer contribuições significativas para os seus colegas de forma a beneficiar a organização, eles não aparecem nas listas de melhores talentos e, geralmente, não são considerados para promoções ou projetos de avaliações.

Talentos subutilizados –  Muitas organizações têm um grupo surpreendentemente grande de colaboradores que estão na categoria de desempenho superior, mas que têm relativamente pouca contribuição colaborativa. Por exemplo, é normal para as empresas a limitar a quantidade de cientistas e engenheiros que gastam tempo em reuniões e trabalhos da comissão.

Penso que uma abordagem aos recursos/talentos, através das redes de colaboração das empresas, que se podem mapear como sugerido, transforma a perspetiva de valor da empresa apresentada pelas metodologias tradicionais em algo muito surpreendente.

O que pensa disto?

Enjoy it!

 

Networking for Survival by  Deborah Mills-Scofield

We think about networking as a very modern notion, with our accumulation of virtual “friends,” “followers,” and people-who-might-be-useful-to-us-someday. To me, it is just an extension of what my people, my family have been doing since 70 AD — making critical connections that enable both our survival. The tools may have changed, but our reliance on the network has not. In fact, without the network, I literally wouldn’t be alive.

 

Innovation is Impossible by Tim Kastelle

James Altucher recently suggested that “Eat All You Want of the Foods You Love and Still Lose Weight” would be a great book title – that no matter what was inside, it would sell. It’s easy to see why. Many of us like to eat all we want of the foods we love, and we also want to lose weight, so if we could do both at the same time, wouldn’t that be great?

                                                                                                                                                      To Know, but Not Understand: David Weinberger on Science and Big Data by  David Weinberger via Ralph Ohr

In an edited excerpt from his new book, Too Big to Know, David Weinberger explains how the massive amounts of data necessary to deal with complex phenomena exceed any single brain’s ability to grasp, yet networked science rolls on.

                                                                                                                                                         The Philosophy of Motivation by Greg Satell

Peter Drucker, the legendary management theorist, told us that we have to “accept the fact that we have to treat almost anybody as a volunteer.”

                                                                                                                                                        Why Organizational Innovation Is So Difficult by Joe Evans

In all ecosystems, organisms that evolve to survive the elements of their environments will likely continue their existence. Those that do not continue to evolve will most likely perish. Likewise, for business organizations to evolve, they must innovate their products, services, technologies, policies, processes and structures to capitalize on social, economic and industry trends within their environment. This is easier said than done.

                                                                                                                                                      How To (Not) Get Smart About Big Data by Wim Rampen

If you are to believe the talk of twitter-town and its suburbs, due to the connectivity of numerous devices worldwide, we (will) also have available so much data, it is just waiting to be mined and will change how we do, well..,  just about everything. All this is being referred to as Big Data. The problem with all this data of course is the filtering.

                                                                                                                                                    How Design Thinking Can Enrich Business and Marketing Innovation by  BEN WOOD, MARK WHITING & DAVID STOCKS

Design empowered innovation combines the best of right and left brain thinking. It has the capacity to deliver better ideas, with more relevance, realized earlier.

Have a nice week!

 

 

Enjoy it!

 

Improving Your Idea Generating Skills… by  Paul Williams

A hunch is your creativity trying to tell you something” – Unknown

So where do you find yourself and what are you doing when you get a great idea…or any idea?

I’ll bet that you said something close to one of these:

Cultivating Innovation When The Future Is Unknowable by Joe Brewer via Ralph-Ohr

Sometimes what we think we know is more consequential than what we actually know.  As we nestled into our beds on the night of September 10th, 2001 most of us did not know that we would awaken to a terrorist attack that would unleash a decade of global unrest.

Before You Decide Vision Is Passé: 8 Reasons Why Vision Matters by Jesse Lyn Stoner

Have you ever been part of a team that magically came together? -where everyone thoroughly enjoyed being part of the team, worked together in synchronicity, and where you were really proud of what you accomplished?

The Rise of Shared Value by Arie Goldshlager

The JWT’s trendspotters recently included The Rise of Shared Value in their Top Ten trends for 2012:

Large Organizations and the Business Model Canvas by Paul Hobcraft

Recently I was having a ‘conversation’ with Alexander Osterwalder concerning the limited adoption of the Business Model Canvas within large organizations. I was asking him if he agreed and if he had any thoughts on this.

                                                                                                                                                 How permission to innovate leads to accidental innovation by Jorge Barba

Two weeks ago I wrote about the four signs that show that you have a culture of innovation. Well here’s another one:

A good sign that you’re innovating is when employees don’t ask for permission to do so. They just do it.

Use Your Value Proposition to Avoid Fatal Business Models by Tim Kastelle

What do you think of when you think of Swiss Watches?

You probably think of high-end brands, that have been making well-crafted watches for many years. Brands like Rolex, or Patek Philippe, or George Clooney and his Omega:

2012 – The Year of the Interface by Greg Satell

Besides his impressive array of trysts, Captain Kirk had very little on today’s average Joe. Personal communicators are now old hat, tricorders are right around the corner and even teleportation no longer seems completely out of reach.

Reinventing Collaboratively by Deborah Mills-Scofield

After co-creating on Business Model Generation with author Alex Osterwalder, I received an invitation from Steve Denning to review a book he was writing on transforming management (The Leader’s Guide to Radical Management).

Are You Standing Out Today? By Nilofer Merchant

People buy two categories of things.

The distinct. And the generic.

The distinct items are the things that have a limited commodity, that are artisan in nature, that are worth paying a premium for. They stand out for some reason. The generic items are, well, the things you find on Amazon.

Have a nice week!

Enjoy it

Customer Service in 2012 and Beyond Technology.. by Wim Rampen

Today’s post is triggered by Esteban Kolsky’s 2012 prediction for Customer Service markets. His predictions make sense, because Esteban is a good analyst that understands his job and takes it seriously. And since I do not understand a lot about the IT market, and frankly don’t want to, I advice you to trust Esteban’s views on that.

IDEO’s Steve Bishop on the Future of Sustainable Design Thinking by Rachel Signer

Steve Bishop is global lead of environmental impact at the design and business innovation firm IDEO. At IDEO, Bishop helps companies build brands, develop new products, and design new innovation processes inspired by principles of sustainability.

Ten Tensions in Innovation – Revised by Tim Kastelle

The single most important management skill to develop is a tolerance for ambiguity. Why? Because we often must manage objectives that are contradictory. For example, Firms that are successful at innovation are able to simultaneously come up with ideas that allow them to take advantage of what they’re really good at (exploitation) while also being able to search for novel new ideas (exploration).

Do Experts Slow Innovation? By Joseph F Coughlin via Ralph-Ohr

Innovation – everyone says they want it, but when it’s time to personally embrace it and change what they do everyday there is often reluctance, if not outright resistance.

 

Innovation in Psychology by Moses Ma

This blog is about innovation and invention of things, and I was recently provided an opportunity to glimpse into the creation of one of humanity’s greatest inventions – psychotherapy. A new film.

The New Psychology of Marketing by Greg Satell

Clearly, psychology and marketing are deeply related. What we buy is a function of how we think and what we think is a product of the way our minds work.

Are We Happy Yet? The Unexpected Links Between Happiness and Choice by Alice LaPlante via Riitta Raesmaa

The key to happiness lies in the choices you make, or so they say.

Yet, new research by long-time collaborators Jennifer Aaker, Cassie Mogilner, and Sep Kamvar suggests that people don’t make choices based on a single or shared notion of happiness.

What If You Changed and No One Noticed? By Jesse Lyn Stoner

Have you ever tried changing a behavior and no one noticed you were different? It’s not uncommon.

Jim was a “hands-on boss.” He had high standards and his team performed well. However, they depended on him for almost all decisions, and as a result he worked long hours and on weekends.

Have a nice week!

 

Enjoy it!

 

Status Quophiles and Quophobes by Deborah Mills Scofield

Ever know anyone who will explicitly say he/she doesn’t think innovation is important? No! So listen carefully for the magic word – “but”.   Some of you know how much I love to challenge the status quo so here’s my theory: Status Quophiles see the glass as half empty and want to make sure it doesn’t become totally empty.  Status Quophobes are Innovators – they see the half empty glass as half full, waiting to be filled up!

Life’s What You Make It by Tim Kastelle

Well, we’re all getting older. What do you make of it? I ran across an interesting post by Ben Casnocha, which referenced an article by Benjamin Schwarz which includes this comment on John Updike:

The Pitfalls of Prediction by Greg Satell

Prognostication is a multi-billion dollar industry.  We have weathermen, Wall Street Analysts, political pundits and futurologists.  They all claim some expertise.

 

Hang Your Work in a Tree Tonight by Jesse Lyn Stoner

If you do what you love for a living, you’ll never work a day in your life. ~anonymous

An appealing thought, if it means living an integrated life.
However…there’s a big difference between living an integrated life and being consumed by work.

Creativity And Innovation In Small And Medium Size Firms by Idris Mootee

I am in Egypt this week and trying to finish three big Power Point decks, writing 6 documents and finished reading 63 documents with a slow Internet connection. And trying to finalize the editorial content for March 2012 issue of my magazine. It is not easy.

Collaboration Revs Results by Robyn McMaster

Bantering ideas back and forth triggered new insights for me and four other leaders around around the table.  Innovative possibilities spoken helped us see past familiar approaches to consider the experimental.  At times ideas were spoken so quickly it was hard to keep up!

Change will happen whether you like it or not by Jorge Barba

Companies are still scrambling with the rise of social networks like Twitter. If people think you suck they’ll gladly express themselves and let everyone else who listens to them. Oh and by the way, this happens in real-time.

8 Dangers of Collaboration by Nilofer Merchant

Most of what is written about collaboration is positive. Even hip. Collaboration is championed enthusiastically by the Enterprise 2.0 experts, as well as leading thinkers like Don Tapscott as the crucial approach for the 21st century.

Do Nice Guys Finish Last?  By Jonah Lehrer via Ralph-Ohr

In 1948, the legendary baseball manager Leo Durocher declared that “nice guys finish last.” Although Durocher would later deny the quote, his pithy line summarizes a popular and pessimistic take on human nature. When it comes to success, we assume that making it to the top requires ethical compromises.

Have a nice week!

Enjoy it

 

Beyond the Social Network: Tips for Engaging Professional Relationships to Last a Lifetime by Gary Polsky

It used to be that you met someone at a meeting or a mixer, had a real conversation with them, perhaps saw them again at a luncheon, exchanged an email or phone conversation, and eventually, developed those initial interactions into a long-term business relationship.

Innovation and Social Leadership by Riitta Raesmaa

My brain is bubbling after the TEDxHelsinki event – a creatively built lineup of innovative speakers. The themes were exactly those I’ve been working on lately: Entrepreneurship, innovation, age & generations, and leadership. So here are random thoughts I’d like to share.

Lee Chipman: I Can Do Anything by Whitney Johnson

Lee Chipman is a busy mother of five girls. When she’s not baking, cleaning or helping with homework, she enjoys decorating her home.

 

Get Your Process Right to Innovate Successfully by Tim Kastelle

Ideally, you’ll have both. But I suspect that if it’s either/or, process wins.

There is an interesting example from the world of chess in Michael Nielsen’s fantastic new book Reinventing Discovery: The New Era of Networked Science. The book discusses how our improved ability to network via the internet is changing the face of science. It’s an interesting book, and also an important one and I recommend it highly.

Deconstructing the Design Thinker by Sohrab Vossoughi via Ralph-Ohr

The term ‘design thinking’ has lost some of its lustre of late, particularly in business publications. In my view, this is the natural result of throwing around a term with a bit too much enthusiasm and not enough understanding, and it is truly unfortunate, because the qualities it describes have never been more important.

 

The Future by Design by Greg Satell

The future has a nice ring to it.  It is fairly busting with promise.  We can let our dreams run wild, imagine that some of the bullshit we currently have to endure will subside and that cool new things will replace boring old ones.

 

Sketchnotes of Ezio Manzini at School of the Art Institute of Chicago by Craighton Berman

This past Monday evening, on an unseasonably warm night in Chicago, sustainability expert Ezio Manzini gave a thought-provoking lecture at the School of the Art Institute of Chicago. Mr Manzini is a Professor of Industrial Design at Politecnico Milano, and is a renowned expert in the application of strategic design for sustainability.

Why We Cannot Perceive the World Objectively by Michael Michalko

People tend to think of perception as a passive process. We see, hear, smell, taste or feel stimuli that impinge upon our senses. We think that if we are at all objective, we record what is actually there.

 

Have a nice week! 

Enjoy it!

 

Sorry, Marketing’s 4P framework is not dead.. by Wim Rampen

Why Do B-Schools Still Teach The Famed 4P’s Of Marketing, When Three Are Dead?That was the question raised by Jens Martin Skibsted and Rasmus Bech Hansen and it received some good traction. Skibsted and Hansen argue that the only P of the four alive is Product.

4 Roles for Your Innovation Team by Tim Kastelle

Here’s a persistent innovation management question: is it better to have a dedicated team responsible for innovation, or should this responsibility be distributed throughout your entire organisation? The best answer depends on your circumstances. But if you set up a dedicated team, it’s important to consider what role you want them to play. There are four different roles that a dedicated innovation team can fill.

Reward insight or reward ideas? Both and… by Jorge Barba

This is a tricky question.

First of all, insights are different from ideas. Insights are more important than ideas. Breakthrough businesses are build on insights, not ideas. Ideas come after the insight. Yet in innovation circles we constantly hear that we should reward people for coming up with ideas. What about rewarding people for insights?

The Ultimate Code by Greg Satell

Digeratti are an unusual bunch.  Branded with distinctive facial hair configurations and fueled by caffeine, they run around coding, pitching, inventing and envisioning a bold new future.

GEN Z IN THE WORKPLACE – THOUGHTS AFTER #TCHAT by Pam Ross

There was a great discussion, and at times, debate, on #TChat last week, all about Generation Z and the workplace.  It feels like we just learned about Gen Y and how to engage them in the workplace, and it’s already time to prepare for Gen Z!

What Do Workplace Pit Bulls Do to Accountability? By Kate Nasser

Leaders, do you appoint someone the workplace pit bull believing it will make everyone more responsible and accountable? Let’s considerwhat workplace pit bulls do to accountability.

Two Collaborative Care Case Studies by Arie Goldshlager

The Collaborative Chronic Care Network (C3N) is certainly a very inspiring case of Collaborative Care Networks:

“Americans receive only 50% of recommended care and typically perform only about half of the “self-management” procedures and behaviors necessary to keep them healthy.

Explained: Why We Don’t Like Change by Heidi Grant Halvorson via Ralp-Ohr

Thinking about trying to shake things up at work? Brimming with new ideas and strategies? Hoping to get your organization to try a new way of doing things, or maybe just get your family to alter their holiday traditions a bit? Good for you.

Have a nice week!

 

 

 

 

 

Enjoy it                                                                                                                                                   

What is Intelligence? By Greg Sattel

We know intelligence when we see it.  Witty repartee at a cocktail party. Outstanding results on standardized tests.  Winning the big prize on a quiz show.

 

Why Most Meetings Suck by Ellen Weber

When Tom Hansen said most meetings suck, he hit on a rampant waste of human talent today.

That problem begs the question: How do you engage talents, considering that:

 

Innovation When All You Have is a Noodle by Tim Kastelle

Most of the inspirational innovation stories that we hear are about technology firms like Google, Amazon and Apple. This sometimes makes it difficult to help people find the connections to their work if they are in less sexy industries, like mining, education or government.

 

Diagnose and Cure Team Drift by  Jesse Lyn Stoner

One of the most common complaints I hear from managers is, “I want to re-energize our team. We used to be cohesive and enjoy working together.

 

The Science of Irrationality by Jonah Lehrer via Ralph Ohr

Here’s a simple arithmetic question: “A bat and ball cost $1.10. The bat costs $1 more than the ball. How much does the ball cost?”

                                                                                                                                                     Innovation’s Natural Force by Deborah Mills-Scofield

A few weeks ago, I was driving by an abandoned Ford plant in Lorain, OH.   The plant, a key regional employer closed in 2005.  What struck me were the parking lots.  Some of them had become fields!

                                                                                                                                                     

Is innovation really going to save the economy? By Jorge Barba

First of all, I’m not even sure what we want out of innovation. If we take what we see out there as a signal, then we sure aren’t innovating anything.

 

Creativity in Business: My Interview with Bill Smith, PhD by Michelle James

Interview # 31 in our Creativity in Business Thought Leader Series is with 
Bill Smith, PhD, President of  ODII. Bill is an innovative thinker and practitioner in the field of leadership, organization and social development.

 

Service Design: The Most Important Term You Haven’t Heard Of by Darren Weiss

James Rock, the managing director and chief business designer for Cultivar Consulting Limited, a business and services design consultancy, talks about service design, its benefits and why it’s important for your business.

Have a nice week!

É verdade! O conflito surge das diferenças!

Quando observamos as pessoas em equipas, podemos verificar que as suas diferenças em termos de poder, valores e atitudes vão contribuir para a criação de conflitos e para evitar as consequências negativas que podem resultar destas divergências, a resolução de conflitos deve ser feita de forma rápida e abertamente.

Num dos últimos artigos aqui escritos eu fiz referência à grande utilidade que a análise de redes pode ter para observarmos e identificarmos a dinâmica de grupos de inovação.

Até que ponto o mapeamento é útil na resolução de conflitos que impeçam o ritmo de execução desejado?

Se uma pessoa é um nó importante no processo de inovação, qual é o resultado provocado pelo seu desaparecimento da rede?

As conexões têm um custo para as organizações e parece ser fácil entender que uma boa gestão das redes não só permite o desenvolvimento de um clima de satisfação como facilita a mudança quando necessária dentro das organizações”

Nós sabemos que o conflito não é necessariamente destrutivo e que quando gerido correctamente, pode resultar em benefícios para uma equipa.

Muitas vezes na origem dos conflitos estão factores de comunicação, factores estruturais e factores pessoais.

As barreiras, muitas vezes barragens, de comunicação estão entre os factores mais importantes, mas isso não é novidade.

Os silêncios são os obstáculos mais difíceis de ultrapassar, pois encerram a ausência de retorno. Por muitas perguntas que façamos, a resposta tarda ou não chega. Estes silêncios podem estar bem representados (pontos laterais sem conexões) na imagem resultante do mapeamento realizado por Tim Kastelle (ver: A análise de redes em inovação pode surpreender-nos)

 

Os muros erguidos à comunicação são sinónimos, muitas vezes, de insegurança ou resultam de fracas competências específicas e a insuficiência na partilha de informações, algumas vezes tem como subjacente uma luta pelo poder que gera conflitos.

Por outro lado, também favorecem o conflito as diferenças de interpretação e de percepção.

Mas as divergências estruturais, que dão origem a conflito, incluem a dimensão e sistemas da organização, a estabilidade ou sua falta no posto de trabalho, como é o caso de rotatividade. Os níveis de participação, nas equipas de trabalho podem ser detectados no mapeamento das conexões e são passíveis de resolução pela gestão.

Apesar de ser possível detectar através do mapeamento das conexões muitos factores potencialmente geradores de conflitos, há que contar com aqueles eventualmente ocultos e que surgem das relações de interdependência, entre os colaboradores de uma organização.

Os gestores, muitas vezes, despendem, grande parte do seu plano de trabalho, com os factores pessoais que incluem a insuficiência de auto-estima do colaborador, e a fraca definição dos objectivos pessoais que em nada contribuem para o bom funcionamento de equipas de inovação.

A metodologia apresentada por Tim Kastelle tem-me sugerido muitas formas de aplicabilidade. Esta foi uma tentativa de levantar o véu sobre a possibilidade de identificar e resolver conflitos partindo da observação do mapeamento de conexões.

Os conflitos nas organizações são potenciais barreiras à inovação até serem resolvidos.

O que pensa disto?