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Think design and Tools

The world is turbulent and things seem unexpected. Hence we feel the need to sit around a campfire conceptual and exchange stories. This ancient technology of storytelling reappears again to help solve problems.

Tim Brown says that the two main tools of design thinking are the prototypes (which produce ideas fast enough to fail and learn) and storytelling (things to be deployed with the sale of compelling narratives).

When we talk about prototyping we must think that it requires a change of mind because it makes you wonder:

– How to create a small version of the solution to try to assess quickly and more cheaply to their effectiveness?

An attitude of prototyping means that when I am facilitating a group and we are developing solutions, we started making prototypes in very short time because they help with the convergence of options and facilitate the sale internally.

The domestic sales in a working group are extremely important for the convergence of solutions.

But perhaps the more difficult it is get out of the silo designer and go to the open environment and fierce business.

An attitude of prototyping also means trying solutions in the real world a very small scale to obtain feedback saving time and money.

This attitude embodies the values of prototyping:

– Reduces the risk of the unknown and technical challenges.

– Transform the business model of unknown risk.

– Attracts resources – people and capital.

– Satisfy the speed required by the market.

– Allows you to search for and sell on time (early) to the market.

But how do we prove to the skeptics, entrepreneurs and business leaders, design thinking could actually work to meet the challenges of development and innovation?

“When it comes to innovation the formulation of the problem is often the most important part of the process leading to design a “unique” game-changing paradigm shift solution. You hear the term “frame” anytime in the field of innovation. Even the managers are using it. In fact a fundamental rule of innovation is not always accepted the problem that put us in hand, but reshapes itself to maximize the changes that we can do in space. “-Bruce Nussbaum

There is a misconception especially in the automotive industry where it says that the computer simulation can substitute for the actual construction of a prototype  but it is always necessary to do so.

Embed a reality as the managers where quick profit is an obsession requires a conscious attitude of persistence and courage.

Some tools presentations -business plans or PowerPoint- that we have at our disposal to communicate ideas or strategy, are simply insufficient, so we have to use another tool.

A large part of design thinking involves “telling stories” in a clear and attractive way.

Traditional methods of speaking to present ideas summarize our personal perspectives address different forms of interpretation and result in confusion. For this it is necessary to make use of a language accessible to business leaders but that contains the assumptions of design thinking.

Design thinking by nature is based on image and thereby exposing our ideas and strategies for easy interpretation.

In making movies, prototypes or scenarios design thinkers can enable people to experience it emotionally that ideas or strategy aims to describe.

Development initiatives of ideas must learn to be more involved in the role of convincing “storytellers” since a large part of its support comes from building and maintaining partnerships with organizations.

“I am interested in when two objects collide and generate a third. The third object is where the work is interesting.” – Bruce Mau

 

 

Pensar design e Ferramentas

O mundo está turbulento e as coisas parecem inesperadas. Daí sentimos a necessidade de nos sentarmos em torno de uma fogueira conceptual e trocar histórias. Esta antiga tecnologia de contar histórias, reaparece novamente para ajudar a resolver problemas.

Para Tim Brown as duas principais ferramentas do pensar design são os protótipos (que produzem ideias suficientemente rápidas para falhar e aprender) e a narração (coisas a serem implantadas com a venda de narrativas convincentes).

A prototipagem requer uma mudança de mentalidade porque obriga a perguntar:

– Como criar uma pequena versão da solução para tentar avaliar rapidamente e de forma mais barata a sua eficácia?

Uma atitude de prototipagem significa que quando estou a facilitar um grupo e estamos a desenvolver soluções, começamos a fazer protótipos em tempo muito curto, que ajudam com a convergência de opções e facilitam a venda internamente.

A venda interna num grupo de trabalho é extremamente importante para a convergência de soluções.

Mas talvez o mais difícil seja sair do silo de designer e passar ao ambiente aberto e feroz dos negócios.

Uma atitude de prototipagem também significa tentar soluções no mundo real, numa escala muito pequena, para obter feedback, poupando tempo e dinheiro.

Essa atitude incorpora os valores de Prototipagem:

– Diminui o risco do desconhecido técnico e os desafios.

– Transforma o modelo de negócio de risco desconhecido.

– Atrai recursos – pessoas e capital.

– Satisfaz a velocidade requerida pelo mercado.

– Permite pesquisar e vender atempadamente (cedo) ao mercado.

Mas como vamos provar aos cépticos, empresários e líderes de negócio, que o pensamento design pode realmente funcionar ao enfrentar os desafios de desenvolvimento e inovação?

“Quando se trata de inovação, a formulação do problema é muitas vezes a parte mais importante do processo, levando à concepção de um “unique” jogo de mudança, mudança de paradigma de solução. Ouve-se o termo “enquadrar” a qualquer hora no âmbito da inovação. Até os gestores e gerentes a estão a usar. Na verdade uma regra fundamental da inovação é, nem sempre se aceita o problema que nos põem em mãos, mas reformula-se para maximizar as mudanças que podemos fazer no espaço.” -Bruce  Nussbaum

Há um equívoco, especialmente na indústria automobilística, onde se diz que a simulação de computador podem substituir a construção de um protótipo real, mas é sempre necessário fazê-lo.

Incorporar uma realidade como a dos gestores onde o lucro rápido é uma obsessão requer uma atitude consciente de persistência e de coragem.

As ferramentas de apresentações, (planos de negócio ou PowerPoint) que temos à nossa disposição para comunicar ideias ou estratégia, são simplesmente insuficientes, por isso temos de fazer uso de outra ferramenta.

Uma grande parte do pensamento design envolve “contar histórias” de forma clara e atraente.

Os métodos tradicionais de uso da  palavra para apresentar ideias, resumem as nossas perspectivas pessoais face às diferentes formas de interpretação  e resultam em confusão. Para isso é necessário fazer uso de uma linguagem acessível aos líderes de negócios mas que contenha os pressupostos de pensar design.

O pensar design, por natureza, é baseado em imagem e portanto expõe as nossas ideias e estratégias para fácil interpretação.

Ao fazer filmes, cenários ou protótipos, os designers permitem que as pessoas experienciem emocionalmente o que as suas ideias ou estratégia tem como objectivo descrever.

As iniciativas de desenvolvimento de ideias têm de aprender a envolver-se mais no papel de convincentes “contadores de histórias”, já que uma grande parte de seu apoio vem da construção e manutenção de parcerias com organizações.

“Eu estou interessado no momento em que dois objectos colidem e geram um terceiro. O terceiro objecto é onde o trabalho é interessante”. – Bruce Mau

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The prototypes and the kids!

When I see children playing wonder what will happen through their heads while handling those objects that mimic the objects used by adults.

They do not give them the same use than their parents but almost always have more fun than these. Storytelling add functions and solve problems that despite fantastic are often symbols of dramatic situations.

And all this happens with a story and a prototype or reduced imitation of a being or object.

“The prototypes are used to push towards concrete evidence at each stage of the journey of innovation. At IDEO, we use prototypes to provide the parties with the capacity to evaluate an idea, through direct and experiential learning, and create a common vision that informs all involved. The prototyping is increasingly valuable as we face more abstract design concepts for business ecosystems and the large-scale space plans. “- Tim Brown

The stories exist as to the content or organization of a subject within a system or as stories told around the people, settings and activities that used an interactive system. The same elements that contribute to a compelling story, novel or movie are important to a successful product or service offering.

Good stories contain within itself a construct “unique” that is the journey of an idea or process by which it passes.

“There’s discovery to be made and wonder to be felt on the journey that not only enrich the final, but in many ways define it.” J. J. Abrams

With an effective narrative, the ideas are embraced and adopted by the recipient. It’s a happy ending that came in a rapid efficient and effective way.

We need to tell stories using the medium that best fits the message from video, immersive environments, narrative, animation, even comic books to convey the intent.

The idea or product contains a potential stream of emotions that matter.

– I’m a huge fan of prototyping. Prototyping just about anything is faster and more effective than ever before. It makes hypothetical questions go away and surfaces real issues. It gets things moving. And most important of all, prototyping eliminates fear…

 Here’s my new prototype rule of thumb: your prototype has to be better (better build quality, faster interface, better lighting, whatever) than the finished product is going to be. That’s what people expect anyway–they see your prototype and take off 20% for reality. – Seth Godin

This is a clear situation in some cases, the prototype is better than the final product, however the prototype in his journey to fulfill its mission to overcome barriers and challenges not foreseen, which in itself is an added value to view .

The story of building the final prototype has a doubly happy final, satisfy the desires and needs of the client and feed the knowledge of the organization that develops the idea.

Contar histórias e protótipos!

Os protótipos e as crianças!

Quando vejo crianças a brincar imagino o que se passará pelas suas cabeças ao manusear aqueles objectos que imitam os objectos utilizados pelos adultos.

Elas não lhes dão o mesmo uso que os seus pais no entanto quase sempre se divertem mais do que estes. Contam histórias, acrescentam funções e resolvem problemas que apesar de fantásticos são muitas vezes símbolos de situações dramáticas.

E tudo isto acontece com uma história e um protótipo ou imitação reduzida de um ser ou objecto.

“Os protótipos são usados para empurrar em direcção à prova concreta em cada etapa da viagem de inovação. No IDEO, usamos protótipos para proporcionar às partes com a capacidade de avaliar uma ideia, através da aprendizagem directa e experiencial, e criar uma visão comum que informa todos os envolvidos. A prototipagem é cada vez mais valiosa à medida que temos de enfrentar conceitos de design mais abstractos de ecossistemas de negócios e para os planos espaciais de grande envergadura.” – Tim Brown

As histórias existem como o conteúdo ou a organização de um tema dentro de um sistema ou como histórias contadas em torno das pessoas, definições e actividades em que é utilizado um sistema interactivo. Os mesmos elementos que contribuem para uma história convincente, filme ou novela são importantes para um produto de sucesso ou oferta de serviços.

As boas histórias contêm em si uma construção “unique” que é a viagem de uma ideia ou processo pelo qual ela passa.

“Há descoberta a ser feita e maravilha a ser sentida na viagem que não só enriquecem o final, mas em muitos aspectos o definem. J.J. Abrams

Com uma narração eficaz, as ideias são abraçadas e aprovadas pelo destinatário. É um final feliz que chegou de uma forma rápida eficiente e eficaz.

Para contar histórias devemos usar o meio que melhor se adapta desde a mensagem de vídeos, ambientes imersivos, narrativas, animações, até mesmo quadrinhos para transmitir a intenção.

A ideia ou produto contêm um potencial de emoções que importa transmitir.

– Eu sou um grande fã de prototipagem. Prototipagem apenas sobre qualquer coisa é mais rápido e mais eficaz do que nunca. Faz perguntas hipotéticas ir embora e superfícies problemas reais. Ele faz as coisas em movimento. E o mais importante de tudo, prototipagem elimina o medo.

Aqui está o meu novo protótipo regra de ouro: o protótipo tem que ser melhor (Melhor qualidade de construção, interface mais rápida, melhor iluminação, seja qual for) que o produto final vai ser. Isso é o que as pessoas esperam de qualquer forma – vêem o seu protótipo e tirar 20% para a realidade – Seth Godin

Esta é uma situação clara em alguns casos, o protótipo é melhor do que o produto final, no entanto o protótipo na sua viagem cumpriu a sua missão ao ultrapassar barreiras e enfrentar desafios não previstos, o que por si só é um valor acrescentado à ideia.

A história da construção do protótipo tem um final duplamente feliz, satisfaz os desejos e necessidades do cliente e alimenta o conhecimento da organização que desenvolve a ideia.

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 Storytelling and reinterpretation!

Storytelling has now become a necessity not only for leaders of organizations, but also consultants and facilitators on innovation.

A good story helps build confidence articulating values, inspiring action, leading to innovation, knowledge sharing, building of communities and generate people who believe in the messages transmitted. It creates bonds difficult to disconnect.

– The stories move us to action.

Action requires risk and action is innovation. Our willingness to take risk is rooted in our emotions and those on our values.

How can I translate my values on emotions so that can inspire action towards innovation?

– Telling a story!

Innovation is a vital need for business competitiveness and innovation makes sense only with risk taking. We know however that many managers, rooted not on emotions but in analysis, refusing to ease the possibility of risk. The same goes for most of the employees of companies to defend their comfort zone.

– The stories shape the way we respond.

We are confronted every day with new information, new developments that confront us with reality and that requires interpretation. Is this information good or bad? Make sense?

– The stories teach us to act.

If I feel the desire to act upon hearing a story is because she inspires me. Feeling is to leave, the emotions hit my mind, and enhance “the values” that are in me, values that have created the meaning of good or bad in news that I received.

If our goal is to move towards action, our story must contain the values that drive us to action and one of the most fruitful ways of doing this is to seek interaction with other participants listeners or readers.

What could possibly mean for us afraid or scared to take a step, can be reinterpreted by other participants in the story and be converted to courage or boldness.

Similarly other emotions or negative feelings synonyms of discomfort  in relation to the action, can be reinterpreted such as the threat, anxiety, irritability, frustration or disappointment.

– All these emotions can be experienced as contentment or satisfaction, through a shared history as well.

We understand that our past is responsible for our values and for the intensity with which we use them, but we almost never know explain why we do yhat.

In fact, to tell or hear a story there is always some questions unanswered:

Who tells the story?

Who hears the story?

Where are listening to the story?

When are they listening to the story?

Why are hearing the story?

In a move towards action and innovation the history gets behind the entire wardrobe to be used under the right moment in history! A story well dressed is synonymous of elegance!

Em direcção à acção com storytelling!

 

Storytelling e a reinterpretação

Contar histórias tornou-se já uma necessidade, não só, de líderes de organizações, mas também de consultores e facilitadores de inovação.

Uma boa história ajuda a estabelecer a confiança, articulando valores, a acção inspiradora, provocando a inovação, a partilha de conhecimentos, a construção da comunidades e gerar pessoas que acreditam nas mensagens transmitidas. Criam-se laços difíceis de desligar.

– As histórias movem-nos para a acção.

A acção requer riscos e a acção é inovação. A nossa vontade para assumir riscos está enraizada nas nossas emoções e estas nos nossos valores.

Como é que posso traduzir os meus valores em emoções capazes de inspirar acção em direcção à inovação?

– Contando uma história!

A inovação é uma necessidade vital para a competitividade das empresas e a inovação só faz sentido com a assunção de riscos. Nós sabemos no entanto que muitos gestores, enraizados não em emoções mas em análise, recusam com facilidade a possibilidade de risco. O mesmo se passa em relação à maior parte dos colaboradores das empresas para defesa da sua zona de conforto.

– As histórias moldam a forma como nós respondemos.

Nós somos confrontados todos os dias com nova informação, novidades que nos confrontam com a realidade e que requer interpretação. Será esta informação boa ou má? Faz algum sentido?

– As histórias ensinam-nos a agir.

Se sinto essa vontade de agir ao ouvir uma história é porque ela me inspira. Sentir é deixar que as emoções assaltem o meu estado de espírito, e realcem “os valores” que há em mim, valores esses que criaram o significado de bom ou de mau na novidade que recebi.

Se o nosso objectivo é a movimentação em direcção à acção, a nossa história deve conter os valores que nos impelem para acção e uma das formas mais frutíferas de o fazer é procurar a interacção com os outros participantes ouvintes ou leitores.

Aquilo que eventualmente possa significar para nós receio ou medo ao dar um passo, pode ser reinterpretado pelos outros participantes na história e ser convertido em coragem ou ousadia.

Do mesmo modo outros sentimentos ou emoções negativas ou sinónimos de desconforto, em relação à acção, podem ser reinterpretadas, tais como a ameaça, a ansiedade, irritação, frustração ou decepção.

– Todas estas emoções podem ser sentidas como contentamento ou satisfação, através de uma história bem partilhada.

Nós compreendemos que o nosso passado é responsável pelos nossos valores e pela intensidade com que fazemos uso deles, mas quase nunca sabemos explicar porque o fazemos.

De facto, ao contar ou ouvir uma história há sempre algumas perguntas em aberto:

Quem conta a história?

Quem ouve a história?

Onde estão a ouvir a história?

Quando é que estão a ouvir a história?

Porque estão a ouvir a história?

Num movimento em direcção à acção/inovação a história trás consigo todo este guarda-roupa que deve ser usado de acordo com o momento certo na história! Uma história bem vestida é sinónimo de elegância!

 

This is an imagined interview with three players in the today’s world on the role of storytelling in innovation, in trading and in life in general.

The difficulty we feel in many cases to explain or clarify the meaning of our message can be removed with the narrative, with our well-told story.

An innovative idea that is intended, for example, must be transmitted with passion. It is the heat of passion that thrills our listeners, readers or viewers.

But it is also necessary to learn to tell stories, because today a story told badly can be worse than an analysis with limited data.

 That is today, and the future? Let’s ask Michael Margolis!

-“What future trends or directions do you foresee for story/storytelling/narrative? What’s next for the discipline? What future aspirations do you personally have for your own story work? What would you like to do in the story world that you haven’t yet done?

The future of storytelling resides in Generation Y, otherwise known as Millennials. This important demographic, aged 18-29 and numbering over 60 million in the United States and 120 million in Europe, represent what I call the “Story Generation.” (Keep in mind, the numbers and age boundaries are still being debated, but these are simply conservative estimates). In our youth-obsessed culture, this generation has assumed the role of trend-setter and taste-maker, far eclipsing the reach of Generation X and even challenging the uber-dominance of Baby Boomers on our collective culture. – Michael Margolis “ astoriedcareer

This message is a clear indication of a promising path, but in reality today, with our ideas, with new processes and our will as we manage change?

Suppose we create a story that inspires change. Business leaders and organizations have become believers and points the way ahead. Now it is important not to lose the progress accomplished. Forget about PowerPoint and the best practices stay focused and expand its story.

Do you think this is a problem? Let us ask to Roger Martin!

– What is the solution?

My solution? Think about a strategic options as being just a happy story about the future. It doesn’t have to be right and it doesn’t even have to be sensible. It just has to result in your organization being in a happy place in the future. In fact, if it were absolutely right and utterly sensible, your company would probably already be doing it.

 – And then all testing and analytical advisers? What do we do?

“It doesn’t have to be constructed analytically. It is a holistic story — here is where we would find ourselves playing and how we would see ourselves winning. The only real requirement is that it be a happy, aspirational story. If it isn’t happy, it isn’t worth being an option in the first place.”

– And who tells the story?

“If every participant tells one another a happy story, the group will have a wonderful list of options — and quite quickly, because participants won’t feel that they have to work super hard and be terribly careful and be highly logical. The standard on all of those dimensions is brought way down. Meanwhile, the creativity is elevated way up — because these are just stories; happy stories.” Roger Martin

Thank you to both for having afforded these moments!

 

 

Conversa imaginada com…

Esta é uma entrevista imaginada, com três protagonistas do mundo de hoje, sobre o papel de storytelling na inovação nos negocias e de um modo geral na vida.

A dificuldade que sentimos em muitos casos em explicar ou clarificar o significado da nossa mensagem pode ser retirada com a narrativa, com a nossa história bem contada.

Uma ideia que se pretende inovadora, por exemplo, tem de ser transmitida com paixão. É o calor dessa paixão que faz vibrar os nossos ouvintes, leitores ou espectadores.

Mas também é necessário aprender a contar histórias, porque hoje uma história mal contada pode ser pior que uma análise com poucos dados.

E no futuro? Vamos perguntar a Michel Mafrgolis! 

– “ Quais serão as futuras tendências ou direcções que prevê para a história / contar histórias / narrativa? O que vem a seguir para a disciplina? Que futuro e aspirações tem pessoalmente, para o seu próprio trabalho com histórias? O que gostaria de fazer no mundo das histórias que ainda não fez?

O futuro da narrativa reside na Geração Y, também conhecida como “Millennials”. Este importante demográfica, com idades entre 18-29 e numeração mais de 60 milhões nos Estados Unidos e 120 milhões na Europa, representam o que eu chamo de “Geração Story”. (Tenha em mente que os números limites de idade e ainda estão sendo debatidas, mas estes são apenas estimativas conservadoras). Na nossa cultura obcecada pela juventude, essa geração tem assumido o papel de criador de tendências e criador de gosto, longe do alcance da eclipsada geração X e até mesmo desafiando a super dominadora geração de Baby boomers na nossa cultura colectiva.”

Esta mensagem é claramente uma indicação de um caminho promissor, mas na realidade de hoje, com as nossas ideias, com os novos processos e com a nossa vontade como vamos gerir a mudança?

Suponhamos que conseguimos criar uma história que inspira mudanças. Os líderes das empresas ou organizações tornaram-se crentes e a luz verde assinala o caminho. Agora é importante não perder o avanço conseguido. Esqueça o PowerPoint e as boas práticas e mantenha-se focado e expanda a sua história. E se isso for um problema?

Perguntemos a Roger Martin!

– Qual é a solução?

“ A minha solução? Pense em uma das opções estratégicas como sendo apenas uma história feliz sobre o futuro. Ela não tem que ser certa e não tem sequer a ser razoável. Ela só tem que resultar na sua organização e estar num lugar feliz no futuro. Na verdade, se fosse absolutamente certo e totalmente sensível, a sua empresa, provavelmente, já estaria a fazer isso.”

– E então todas as análises e conselheiros analíticos? O que fazemos?

“Não tem de ser construído analiticamente. É uma história holística – é aqui onde nos iríamos encontrar e jogar como nos iríamos ver a ganhar. A única exigência é que seja uma história feliz, uma aspiração. Se não estiver feliz, não vale a pena ser uma opção, em primeiro lugar.”

– E quem conta a história?

“Se cada participante conta uma outra história feliz, o grupo terá uma maravilhosa lista de opções – e muito rapidamente, porque os participantes não sentem que têm de trabalhar duro e ser super nem terrivelmente cuidadoso e ser muito lógico. A norma em todas essas dimensões é trazida para baixo. Enquanto isso, a criatividade é uma forma elevada até – porque estas são apenas histórias, histórias felizes.”

Muito obrigado aos dois por terem proporcionado estes momentos!

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It’s awesome!

 

This is an exclamation made after verification of results from work on one or more ideas.

This is a sort of base for a multitude of recipes but giving them all the flavor and authenticity beyond the unmistakable aroma of a success.

It is the result of a handful of design, indeed two, or that ability to create something that has meaning and utility.

The utility is a privileged destination of creation.

With a background music played by a team well constructed we tune up the last touches to the symphony.

So with that background you can appreciate the image in its entirety in order to establish new relationships, using metaphor as a way of thinking and get the whole is greater than the sum of its parts.The interdisciplinary teams are experts in achieving these goals.

When reading the emotions, capacity made possible by empathy, we know where to go those who are recipients of our work.

Empathy is whether being in the place of the other and this promotes the improvement of any environment.

If to a set of attitudes, such as design thinking, read and understand all the others we join a game or fun environment, the future is even brighter.

The games and playful exercises are good levers for success.

It’s the joy of creation as a trademark.

 All this has a meaning!

Innovating means completely rethink how to achieve a goal, and in some cases this may mean a redefinition of our objective.

Innovating means to adapt environments (objects, services…) to new demands and needs of younger’s and older.

Innovation means coming up with a new idea can create a better world and help build better children in a changing world.

Innovating means to be able to create solutions for the mistakes that my and other generations before being committed and also able to prevent another generation realize the same mistakes.

Innovating means to create positive learning environments applying this to a new context.

 

There are as we go along in our journey of life, we thinking of leaving something as a sign of our presence, can serve to tell later.

It is  storytelling!

Telling a story is important both to assign meanings to things that want to create, to build links and report the steps of the creative journeys.

Are these six attributes (“A Whole New Mind – Daniel Pink) that should be part of a process of innovation.

 

 

É impressionante!

 

Esta é uma exclamação proferida depois de verificado o resultado do trabalho sobre uma ou várias ideias.

Esta é uma espécie de base para uma multiplicidade de receitas, mas que confere a todas elas sabor e autenticidade para além de um aroma inconfundível a sucesso.

É fruto de uma mão cheia de design, aliás duas, ou aquela capacidade de criar alguma coisa que tem significado e utilidade.

A utilidade é um destino privilegiado da criação.

Com uma música de fundo tocada por uma equipa bem construída afinam-se os últimos toques para a sinfonia.

Assim se pode apreciar a imagem na sua totalidade de forma a estabelecer novas relações, a utilizar a metáfora como forma de pensamento e conseguir que o todo sejam maior que a soma das partes. As equipas interdisciplinares são exímias em alcançar estes objectivos.

Ao ler as emoções, capacidade possibilitada pela empatia, sabemos para onde vão aqueles que são os destinatários do nosso trabalho.

Empatia é saber estar no lugar do outro e isso promove a melhoria de qualquer ambiente.

Se a um conjunto de atitudes, como o pensar design, o ler a totalidade e o perceber os outros, juntarmos um ambiente de jogo ou divertimento, até o futuro é risonho.

Os jogos e os exercícios lúdicos são boas alavancas para o sucesso. É a alegria como marca da criação.

Tudo isto tem significado!

Inovar significa repensar completamente a maneira como alcançar um objectivo e, em alguns casos, isso pode significar a redefinição do objectivo que perseguimos.

Inovar significa adaptar o ambiente às novas exigências e necessidades dos mais novos aos mais velhos

Inovar significa chegar com uma nova ideia capaz de criar um mundo melhor e permitir criar filhos melhores num mundo em transformação.

Inovar significa ser capaz de criar soluções para os erros que a minha e outras gerações anteriores cometeram e ser também capaz de evitar que outras gerações comentam os mesmos erros.

Inovar significa criar ambientes de educação positivos, aplicando o presente a um novo contexto.

 

Há medida que vamos avançando no nosso percurso de vida, vamos pensando em deixar algo, como testemunho da nossa presença, que possa servir para contar depois.

É o contar da história!

Contar uma história é importante quer, para atribuir significados às coisas que criamos quer, para construir ligações e relatar os passos das viagens criativas.

São estes seis atributos (“A Whole New Mind” – Daniel Pink) que devem fazer parte de um processo de inovação.

(Texto em Português depois deste)

A story of our future

If we look back and go down to the moments that we want to remember, we realize that what happened led to what we are today.

No matter the assignment of responsibilities for the good times and bad, because those moments have been played out and leave a trail marking the path.

A story is a fact wrapped in an emotion that requires an action that transforms our world.

The truth is that in doing this story, with hindsight, it appears not always the same. There will be times when the past will seem brighter and others where the bad moments stand out. It has something to do with the environment or with recent experiences.

But if we look to the future and we want to do our report, the report of what will happen we do not avoid the past.

The past has determined the way up here and makes the decision for the future, not least by attempting to deny the unpleasant experiences that should not be repeated. It is as simple as avoiding making the same mistakes or a matter of learning.

It is the construction of our story!

That car accident I suffered, without injury, comes to mind and remember that in future I will not buy a car with those features or I drive slower!

Thus our story makes the future less uncertain because it warns us and gives us tools to develop our project.

And if our project is to make our idea being adopted by others, or developed by us in collaboration with others, then we must tell a compelling story about the qualities of our beautiful idea.

Our idea is dressed for success and we can complement the figures to present, with examples, stories, metaphors and analogies to make our positions alive.

The use of the “color” given to the story together with language of the living word, lends a compelling and tangible quality to our point of view.

We know how to tell our story with emotion and we are able to transmit to those who listen to us. With the story of the idea goes to the same thing, we have our idea inside out and make sure that all elements fit each other so that the effect is to cause maximum and the emotions that we seek in others.

An innovative idea that is intended, for example, must be transmitted with passion. It is the heat of passion that thrills our listeners, readers or viewers.

A story always has a hero who is present in the story and that is not the rapporteur. That’s a hero who through our words is always looking to our partners.

The story contains situations or times of adversity which it is necessary to overcome. It is the masked anti-hero barrier, difficulty or embarrassment. It’s the familiar objection, often present but silent on who hears us.

The story has moments and some are to reflect, to call the conscience or reason in order to enforce our idea.

The story is about change and transformation. It is the embodiment of desire that transforms an unbeliever in a follower.

By telling stories about our ideas, we make ourselves aware of who hears or reads, we create a sense of trust that allows the development of the idea and make sure others are part of our story and follow us in the route to success.

Storytelling is not a secret is the ability to feel and be felt!

You have got an idea?

 

 

Se eu quiser que a minha ideia seja inovação, conto uma história!

A história do nosso futuro

Se olharmos para trás e percorrermos os momentos de que nos queremos lembrar, damos conta que o que aconteceu deu origem ao que somos hoje.

Não importa a atribuição de responsabilidades pelos bons e maus momentos, porque esses momentos foram vividos e deixarem um rasto que assinala o caminho percorrido.

Uma história é um facto envolto numa emoção que obriga a uma acção que transforma o nosso mundo.

A verdade é que ao fazermos esse relato, olhando para o passado, ele não surge sempre da mesma maneira. Haverá alturas em que o passado parecerá mais sorridente e outras em que os maus momentos sobressaem. Tem um pouco a ver com o meio ambiente ou com experiências recentes.

Mas se olharmos para o futuro e quisermos fazer o nosso relato, o relato do que vai acontecer, também não evitamos o passado.

O passado determinou o caminho até aqui, e condiciona a tomada de decisão para o futuro, quanto mais não seja pela tentativa de negar as vivências desagradáveis e que não devem ser repetidas. Tão simples como evitar cometer os mesmos erros ou uma questão de aprendizagem.

É a construção da nossa história!

Aquele acidente de automóvel que sofri, sem danos físicos, vem à memória e lembra que no futuro, ou não compro um carro com aquelas características, ou ando mais devagar!

Desta forma o nosso relato torna o futuro menos incerto porque nos previne e nos dá ferramentas para desenvolver o nosso projecto.

E se o nosso projecto é fazer com que a nossa ideia seja adoptada por outros, ou desenvolvida por nós com a colaboração de outros, então teremos de contar uma história convincente, sobre as qualidades da nossa belíssima ideia.

A nossa ideia está vestida de sucesso e podemos complementar os dados numéricos a apresentar, com exemplos, histórias, metáforas e analogias para tornar as nossas posições vivas.

A utilização da “cor” dada pela história conjugada com uma linguagem da palavra viva, empresta uma qualidade convincente e tangível ao nosso ponto de vista.

Nós sabemos contar a nossa história com emoção e somos capazes de a transmitir a quem nos ouve. Com a história da ideia passa-se a mesma coisa, contamos a nossa ideia de dentro para fora e fazemos com que todos os elementos se encaixem uns nos outros, para que o efeito seja máximo e provoque as emoções que procuramos nos outros.

Uma ideia que se pretende inovadora, por exemplo, tem de ser transmitida com paixão. É o calor dessa paixão que faz vibrar os nossos ouvintes, leitores ou espectadores.

Uma história tem sempre um herói que está presente na história e que não é o relator. Um herói que, através das nossas expressões, está sempre a olhar para os nossos interlocutores.

A história contem os momentos ou situações de adversidade, que é necessário ultrapassar. É o anti-herói mascarado de barreira, dificuldade ou constrangimento. É familiar da objecção, muitas vezes presente mas silenciosa em quem nos ouve.

A história tem momentos e alguns são para reflectir, chamar a consciência ou a razão, de forma a fazer prevalecer a nossa ideia.

A história é mudança e transformação. É a incorporação de um desejo, que transforma um incrédulo num seguidor.

Ao contar histórias sobre as nossas ideias, colocamo-nos a par de quem os ouve ou nos lê, criamos um sentimento de confiança que permite o desenvolvimento da ideia e fazemos com que os outros façam parte da nossa história e nos acompanhem na rota do sucesso.

Contar histórias não é um segredo é a capacidade de sentir e fazer sentir!

Tem uma ideia?

(Este artigo foi revisto e traduzido de um artigo meu anterior)

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 (Versão em Português depois desta)

Trust  in knowledge transfer

Our amount of knowledge in general decreases in value as time passes, a global world constantly changing, which makes a lot of acquired knowledge, museum pieces perfectly obsolete.

This increases the need to generate new knowledge, but not limited to explicit knowledge, perhaps even more tacit knowledge.

Tacit knowledge is knowledge that is most difficult to express, either because it is so new and unknown or because it is so deeply embedded in our practices that we are not even aware of it.

But the knowledge held in our silo, is useless unless it is transferred and disseminated. This applies to the individual and the organization.

Although some argue that the knowledge held in silos, whatever its nature, is a safeguard to security of the company against the competition, but not sharing carries greater risks of survival. There are companies who know the risks of isolation and outline strategies for knowledge management including its share

One of the ways, more fun and effective of tacit knowledge transfer, is storytelling. The emotional charge contained in the stories makes the meaning of the message to be integrated more quickly and more deeply.

The stories stimulate our senses in all directions which makes the establishment of a trust relationship between the meter and the receiver. The pure analysis of the facts does not provide the same level of confidence.

“Storytelling is natural it’s easy, fun and energizing. The stories help us understand the complexity. Stories can enhance or change perceptions. The stories are easy to remember. Involve our feelings … Storytelling allows individuals to see themselves in a different light and, consequently, make decisions and change their behavior in accordance with these new perceptions, ideas and identities. “Stephen Denning

It is important to remember that the narration does not always work. Storytelling cannot surpass the quality of the underlying idea being conveyed.

If we seek a strong idea exceeds the expectations that you are registered, or if that idea is sound, storytelling can be a disappointment.

Storytelling is not prescriptive it is not like selling insurance or a bank account. A story that lets the audience draw its conclusions and this leads to a climate of trust.

Storytelling does not replace analytical thinking, but complements it because it is often easier to understand the data in light of a good story.

A key element to the success of public relations is the ability to create a compelling story. Storytelling can involve the audience, build confidence and clarify perceptions of influence.

When we create a brand or build confidence to believe about a brand, a well-structured story with good characters is a great tool to underpin these objectives.

Keeping the principle that the idea is solid, that is, do not tell a story full of emotions, but that has nothing to do with reality, our knowledge of the body where this idea is based, is transferred to our audience and assimilated , resulting in roots that support the tree where the fruit comes for the organization.

Building confidence in the transfer or sharing of knowledge is fundamental to the development of individuals and organizations.

Storytelling can foster trust between the various partners in the processes of change, but once established this trust, you must not disappoint the audience won.

How about trust? Share!

Confiança na transferência de conhecimento

A nossa quantidade de conhecimento de uma forma geral diminui de valor à medida que o tempo passa, num mundo global constantemente em mudança, o que faz de muito conhecimento adquirido, peças de museu perfeitamente obsoletas.

Isso aumenta a necessidade de gerar novos conhecimentos, mas não exclusivamente conhecimento explícito, talvez até, mais conhecimento tácito.

O conhecimento tácito é o conhecimento que é o mais difícil de expressar, ou porque ele é tão novo e desconhecido ou porque é tão profundamente enraizada em nossas práticas que não estamos mesmo conscientes disso.

Mas o conhecimento retido no nosso silo, não tem utilidade se não for transferido e disseminado. Esta afirmação é válida para o indivíduo e, para a organização.

Embora haja quem argumente que o conhecimento retido em silos, seja qual for a sua natureza, é uma salvaguarda à segurança da empresa face à concorrência, mas a sua não partilha, acarreta riscos maiores de sobrevivência. Há empresas que conhecem os riscos do isolamento e delineiam estratégias para a gestão de conhecimento incluindo a sua partilha

Uma das formas, mais divertidas e eficazes, de transferir conhecimento tácito, é contar histórias. A carga emocional contida nas histórias faz com que o sentido da mensagem seja integrado com mais rapidez e de forma mais profunda.

As histórias estimulam os nossos sentidos em todas as direcções o que faz com que se estabeleça uma relação de confiança entre o contador e o receptor. A análise pura dos factos não transmite o mesmo nível de confiança.  

“Contar histórias é natural, é fácil, divertido e dá energia. As histórias ajudam-nos a compreender a complexidade. As histórias podem melhorar ou mudar percepções. As histórias são fáceis de lembrar. Envolvem os nossos sentimentos… Contar histórias permite aos indivíduos verem-se sob uma luz diferente e, consequentemente, tomar decisões e mudar seu comportamento em conformidade com estas novas percepções, ideias e identidades “.Stephen Denning

É importante lembrar que a narração nem sempre funciona. Contar histórias não pode ultrapassar a qualidade da ideia subjacente a ser transmitida.

Se nós procuramos numa ideia sólida ultrapassar as expectativas que lhe estão inscritas, ou se essa ideia não é sólida, contar histórias pode ser uma desilusão.

Contar histórias não é impositivo, não é como vender um seguro ou uma conta bancária. Um relato permite que a audiência tire as suas conclusões e isso conduz a um clima de confiança.

Contar histórias não substitui o pensamento analítico, mas complementa-o porque muitas vezes é mais fácil de entender os dados à luz de uma história bem contada.

Um elemento fundamental para o sucesso das relações públicas é a capacidade de criar uma história convincente. Contar histórias pode envolver a audiência, construir a confiança e clarificar percepções de influência.

Quando criamos uma marca ou cremos construir confiança à volta de uma marca, uma história bem estruturada e com bons personagens é um óptimo instrumento para alicerçar esses objectivos.

Mantendo o princípio de que a ideia é sólida, isto é, não contamos uma história cheia de emoções mas que nada tem a ver com a realidade, o conhecimento que temos do corpo onde essa ideia se baseia, é transferido para a nossa audiência e assimilado, dando origem a raízes que suportam a árvore onde, tem origem os frutos da organização.

A construção de confiança na transferência ou partilha de conhecimento é fundamental para o desenvolvimento dos indivíduos e das organizações.

Contar histórias pode alimentar a confiança entre os vários interlocutores dos processos de mudança, mas uma vez criada essa confiança, é necessário não desiludir a audiência conquistada.

Mais confiante? Conte!

Intuition and Storytelling

 

Intuition is a demonstration not conscious of knowledge that arises immediately and it is not available for processes of analytical or rational thoughts.

This outage is related to our inability to find a justification for certain decision-making that we call intuition. It is not instinct because instinct has no link with the past experience.

 

It is indeed the finest expertise in knowledge acquisition and provides tremendous advantages in solving complex problems.

 

The experience, knowledge and intuition nurture our senses which in turn help in the construction of common sense.

 

Being a good source of common sense intuition, enables us to easily induce conclusions and thus to provide an accumulation of empirical knowledge.

Use your intuition does not mean finding immediate answers and appropriate for all problems, but allows us, when we use it, to bring submerged experiments but important for decision making.

The importance of intuition has been observed in many decisions that have leveraged innovation and successful businesses in telling these stories we are transferring tacit knowledge, which otherwise would not be possible

The stories revolve around every aspect of a thorny thing that is intuition.

How can we trust and in whom we place our trust? How can we question the authority of a physician, a family member, or a system?

“Two physicians, one old and sage, the other young and tired, each miss the diagnosis of Groopman’s own critically ill infant on a hot July 4th. They miss this not because they were ill-prepared, ill-intended, or bad men, but because they failed to listen to the child’s parents. The child is saved only because his parents trust their own intuition that something is very wrong, and so they seek other help. A patient is spared quite toxic chemotherapy because Groopman feels there is less wrong with him than another physician thinks.

He remembers the teaching of one of his medical school mentors, “Don’t just do something, stand there.”

Patience, he reminds us, is the virtue that allows other virtues to flourish. A man with widely metastatic melanoma does not win a place in an experimental treatment study: the few spots available are chosen by lottery. The patient is given an alternative therapy that should not work, as a sort of consolation prize. The treatment he did not receive, viewed as “the Holy Grail” by researchers, proves to be a dismal failure; Groopman’s patient has an unprecedented response to the alternative therapy, and lives for decades beyond what should be expected of one with his disease.

The man’s mother interprets this as the agency of his guardian angel; Groopman and the patient stand mute in the face of a creation that is so inscrutable.

Groopman also mentions prayer-his own, over a dying father and a sick son, and those of his patients. He recounts a patient’s death while Groopman is absent from the hospital for High Holiday services.

Stories of Intuition and Choice in the Changing World of Medicine

Intuition does not come at any time, you sometimes need some sleep.

 

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A história da transferência de conhecimento

 

Alguém falou de “inovação” e toda agente acorreu para ouvir!

Toda a gente correu porque queriam entrar na ideia, queriam vivê-la.

Ao ouvir contar a história, sobre como aquela equipa conseguiu tamanhos resultados, as pessoas sentiam como se estivessem a trabalhar com a sua equipa, mas ainda sem saber, o que fazer em relação a algumas questões cruciais, num ambiente sombrio, e de repente, descobrem a solução miraculosa.

Essas pessoas experimentaram a história, como se tivessem saboreado um belíssimo manjar.

No processo, a história, e a ideia que reside dentro dela, pode tornar-se dessas pessoas. Elas não sentem a história como observadores externos, ou como uma crítica em relação a algo ou alguém. Elas sentem a história como participantes activos na história.

A teoria do conhecimento foi refinada pelos contadores de histórias.

“Eu penso, logo existo” deu lugar ao “Nós participamos, e portanto, estamos“.

Ao contar histórias fazemos com que as pessoas sejam mais existenciais através da sua participação com os outros e com o mundo que os envolve a todos.

O que se passa aqui é um processo de identificação com a história, um objecto querido e disponível. As pessoas passam a sentir-se a si próprias envolvidas no processo, que se pretende, neste caso, transfira conhecimento.

A história facilita a compreensão do que pretendemos transmitir e essa compreensão resulta da construção por interacções sociais. Desta forma, a transmissão do conhecimento ou do sistema, que lhe está inerente, é realizada por internalização e integração no nosso quadro de referência.  

Esse conhecimento, que até então, não era possível de integrar, foi, através da história, compatibilizado com os nosso quadro conceptual e interiorizado.

Toda a história funciona bem até ao momento em que descarrila, isto é, quando o fluxo de conhecimento não encontra uma boa recepção.

Imaginemos, que pretendemos contar a história de um bom exemplo, uma boa prática, que foi realizado algures e num determinado momento por pessoas devidamente identificadas.

Aqui a arte de contar histórias tem que passar pela justificação do movimento ou deslocação.

-“Isso pode ser verdade lá, mas aqui não é possível!”

As mesmas causas sob as mesmas condições produzem efeitos semelhantes?

Que história preciso de contar para que o conhecimento de práticas seja transferível?

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O relato do nosso futuro

Se olharmos para trás e percorrermos os momentos de que nos queremos lembrar, damos conta que o que aconteceu deu origem ao que somos hoje.

Não importa a atribuição de responsabilidades pelos bons e maus momentos, porque esses momentos foram vividos e deixarem um rasto que assinala o caminho percorrido.

Uma história é um facto envolto numa emoção que obriga a uma acção que transforma o nosso mundo.

Verdade é que ao fazermos esse relato, olhando para o passado, ele não surge sempre da mesma maneira. Haverá alturas em que o passado parecerá mais sorridente e outras em que os maus momentos prevalecem.

Mas se olharmos para o futuro e quisermos fazer o nosso relato, o relato do que vai acontecer, também não evitamos o passado. O passado determinou o caminho até aqui, e condiciona a tomada de decisão para o futuro, quanto mais não seja pela negação de vivências desagradáveis, que não devem ser repetidas.

É a construção da nossa história!

Aquele acidente de automóvel que sofri, sem danos físicos, vem à memória e lembra que no futuro, ou não compro um carro com aquelas características, ou ando mais devagar!

Desta forma o nosso relato torna o futuro menos incerto porque nos previne e nos dá ferramentas para desenvolver o nosso projecto.

E se o nosso projecto é fazer com que a nossa ideia seja adoptada por outros então contamos uma história convincente.

Podemos complementar os dados numéricos a apresentar com exemplos, histórias, metáforas e analogias para tornar as nossas posições vivas. A utilização da cor dada pela história conjugada com uma linguagem da palavra viva, empresta uma qualidade convincente e tangível ao nosso ponto de vista.

Nós sabemos contar a nossa história como emoção e somos capazes de a transmitir a quem nos ouve. Com a história da ideia passa-se a mesma coisa, contamos a nossa ideia de dentro para fora e fazemos com que todos os elementos se encaixem uns nos outros, para que o efeito seja máximo e provoque as emoções que procuramos nos outros.

Uma ideia que se pretende inovadora, por exemplo, tem de ser transmitida com paixão. É o calor dessa paixão que faz vibrar os nossos ouvintes, leitores ou espectadores.

A história tem um herói que está sempre presente na história, e que não é o relator. Um herói que está sempre a olhar para os nossos interlocutores.

A história contem a adversidade, que é necessário ultrapassar. É o anti-herói mascarado de barreira ou dificuldade. É familiar da objecção de quem nos ouve.

A história tem momentos e alguns são para reflectir, chamar a consciência, a razão de forma a fazer prevalecer a nossa ideia.

A história é mudança e transformação. É a incorporação de um desejo, que transforma um incrédulo num seguidor.

Ao contar histórias sobre as nossas ideias, colocamo-nos a par de quem os ouve ou nos lê, criamos um sentimento de confiança que permite o desenvolvimento da ideia e fazemos com que os outros façam parte da nossa história.

Conte lá!

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