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The complexity with a face of simplicity

 

A new approach of concepts comes to food the possibilities and growth of design thinking.

“I’m a champion of elegance, simplicity and ease of use. But, as a business person, I also know that companies have to do to earn money, which means they have to deliver products that their customers want, and not the products that they believe that they should want. And the truth is that the simplicity does not sell. Why?” – Donald a. Norman

The hypothesis that now arises is a change to the structure of the debate on the rationale that underlies consumer preferences and how to be innovative.

On the one hand consumers complain more capacity in the products and therefore, more resources. Everyone wants ease of use, and therefore they want simplicity.

In the opinion of Norman this simple logic is false because it follows the implications in the opposite direction.

What people want are usable products, which translates by products understandable. It doesn’t matter so much what’s behind but how ease (simplicity) I go with path to where I want to reach.

Complexity is often necessary to obtain simple results. There are confusion and unnecessary complication, which must be eliminated.

We know that knowledge makes a difference we know that understanding defeat complexity. This understanding is facilitated by design think and how Tim Brown says:

“So what matters is that design thinking provides a cohesive and understandable conceptual model, for which the person understands what is being done, what is happening, and what is to be expected.

This requires a continuous informative feedback example of the need for regular contact with consumers. ”

We are talking about emotional design that is fundamental to the enjoyment of a product by a person.

The variable most important here is that the person feels in control of the operations and this is especially important when the “things” give error.

The key to the application of design thinking is when they know that things are bad, is assured that people will understand what is happening and know what to do.

The real question is simplicity in design, i.e. designing things that have the capacity required for the work, keeping responsiveness, the sense of control, and the pleasure of performing.

By this way a wide range of emotions are met and consequently the simplicity sells.

“I’ve always been a fan of the brand Muji brand. And especially like how simply Muji expresses its views on how simplicity is deceptively complex because it is a thoughtful process. “– John Maeda”

In design thinking all roads lead to the voice of consumers.

Do you want to comment? 

 

 

Pensar design. Simplicidade e o prazer da realização.

A complexidade com cara de simplicidade

Uma nova abordagem de conceitos vem alimentar as possibilidades e crescimento do pensar design.

“Eu sou um campeão da elegância, simplicidade e facilidade de uso. Mas, como uma pessoa de negócios, também sei que as empresas têm que fazer para ganhar dinheiro, o que significa que eles têm que entregar os produtos que seus clientes querem, e não os produtos que eles acreditam que eles deveriam querer. E a verdade é que a simplicidade não vende. Por quê?” – Donald A. Norman

A hipótese que agora surge é uma alteração à estrutura do debate sobre a lógica que sustenta as preferências dos consumidores e como ser inovador.

Por um lado os consumidores reclamam mais capacidade nos produtos e portanto, mais recursos. Toda a gente quer facilidade no uso, e por isso, querem simplicidade.

Na opinião de Norman essa lógica simples é falsa, pois segue as implicações no sentido inverso.

Os que as pessoas querem são produtos usáveis, o que se traduz por produtos compreensíveis. Não importa tanto o que está por trás mas a facilidade (simplicidade) com que eu caminho para onde quero chegar.

A complexidade é muitas vezes necessária para se obterem resultados simples. São a confusão e a complicação desnecessária, que devem ser eliminadas.

Sabendo nós que o conhecimento faz a diferença, sabemos que a compreensão derrota a complexidade. Essa compreensão é facilitada pelo pensar design e como diz Tim Brown:

“O que importa portanto é que o pensar design proporcione um modelo conceptual coeso e compreensível, para que a pessoa entenda o que está a ser feito, o que está a acontecer, e o que é de se esperar. Isto exige um feedback informativo contínuo a exemplo da necessidade de contacto regular com os consumidores.”

Estamos a falar de Design emocional que é fundamental para a fruição de um produto por parte de uma pessoa.

A variável mais importante aqui é a necessidade de a pessoa se sentir no controlo das operações e isto é especialmente importante quando as “coisas” dão erro.

A chave da aplicação de pensar design é ao saber que as coisas estão mal, está garantido que as pessoas vão entender o que está a acontecer e sabem o que fazer.

A verdadeira questão da simplicidade está no design, isto é, projectar coisas que têm a capacidade necessária para o trabalho, mantendo a compreensibilidade, a sensação de controlo, e o prazer da realização.

Desta forma um vasto campo de emoções são preenchidas e consequentemente a simplicidade vende.

“Eu sempre fui um fã da marca Muji marca. E gosto especialmente da forma como Muji simplesmente expressa o seu ponto de vista sobre como a simplicidade é enganosamente complexo, pois é um processo pensativo.” – John Maeda”

Em pensar design todos os caminhos vão dar à voz dos consumidores.

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I take a bunch of ideas to the funnel…

… That I call convergence (approximation to a value defined a common vision or opinion or even to equilibrium).

In business language we can say that this is a technique where ideas from different areas or participants of a working group are put together to find a single solution to a problem defined clearly.

“Having more insights is fun and engaging. It gives your brain a great lift of dopamine from the novel connections. It helps energize you to get things done, and helps people unlock some of life’s toughest puzzles. The trouble is, we have to get used to letting our non-conscious brains do the work. Relax, let go, and you might find a whole world of new insights emerging.”- Dr. David Rock

In seeking to resolve a problem we shouldn’t just look for the only solution.

In an organizational context, we tend to try to solve complex problems, putting pressure on ourselves, or meet a lot of data, causing a thunderous noise in our brain. What he needs is less noise, but also not absolute silence.

For example, if we need to solve a complex problem, rather than meet a set of experts and expect a solution, it is preferable to many times each one by itself to relax after that to submit its proposal for a solution.

Often in these moments of relax, we eliminate aspects not relevant or we find shortcuts less visible to reach a solution.

It is important that this solution is unique and if possible resulting from removal of unprofitable elements or merely ancillary. Some computer applications are a good example of this (excess functionality).

This possibility (subtract) will somehow compromise an old habit that is “… and if I had more this? It will be more complete! “.

I would say it will stay more completely complicated, (not to be confused with complex).

It imports the simplicity, synonymous ofprocess agility and quickness. Simplicity facilitates learning and allows the comprehensiveness of the process or product and promotes the elegance.

A concept that emerges and accompanying business, often called elegance, what is unusual and is simple or a matter of good taste even in words.

The elegance of processes, products or services seems only achieve when the solution found emerges from relaxed environments. Our brain thanks! 

So it is that from a cloud of ideas has converged a solution fruit of subtractions whose result was elegance with refined simplicity!

Those are things about what it matters a reflection! Don’t you think?

 

 

Inovação – Convergência, simplicidade e elegância!

Afunilo um monte de ideias…

a que chamo convergência (aproximação a um valor definido de uma visão comum ou opinião ou ainda para um estado de equilíbrio).

No linguagem de negócios podemos dizer que se trata de uma técnica, onde ideias de diferentes áreas ou participantes de um grupo de trabalho são colocadas juntos para encontrar uma única solução para um problema definido de forma clara.

“Ter mais insights é divertido e envolvente. Isso dá ao cérebro uma grande elevação de dopamina a partir das ligações estabelecidas. Isso ajuda a criar energia para fazer as coisas, e ajuda as pessoas a desvendar alguns dos enigmas mais difíceis da vida. O problema é que temos que nos acostumar a deixar nossos cérebros não conscientes fazer o trabalho. Relaxar, deixar ir, e poder-se-á encontrar todo um mundo de novas perspectivas emergentes.” Dr. David Rock

Ao procurar resolver um problema não devo apenas procurar a única solução.

Num contexto organizacional, temos tendência, ao tentar resolver problemas complexos, a colocar pressão sobre nós mesmos, ou reunir um monte de dados, que provocam um ruído estrondoso no nosso cérebro. O que ele precisa, é de menos ruído, mas também não de silêncio absoluto.

Por exemplo, se precisamos de resolver um problema complexo, em vez de reunirmos um conjunto de pessoas peritas na matéria e esperar uma solução, é preferível muitas vezes que cada um por si relaxe para depois apresentar a sua proposta de solução.

Com frequência nestes momentos de relaxe,  eliminam-se aspectos não relevantes ou se encontram atalhos menos visíveis para chegar a uma solução.

É importante que essas solução seja única e se possível que resulte da subtracção de elementos não rentáveis ou meramente acessórios. Algumas aplicações informáticas são um bom exemplo disso (excesso de funcionalidades).

Esta possibilidade  (subtrair) vai de alguma forma comprometer um velho hábito que é “…e se tivesse mais isto? Ficava mais completo!”.

Eu diria ficava mais completamente complicado, (não confundir com complexo).

Importa a simplicidade, sinónimo de agilidade de processo e de rapidez. A simplicidade facilita a aprendizagem e permite a abrangência da população a que se destina o processo ou produto e promove a elegância.

Um conceito, que emerge e que acompanha muitas vezes o negócio, chamado elegância, aquilo que não é habitual e é simples ou uma questão de bom gosto até nas palavras.

A elegância dos processos, produtos ou serviços parece só se atingir quando a solução encontrada emerge de ambientes relaxados. O nosso cérebro agradece!  

E é assim que de uma nuvem de ideias convergiu uma solução fruto de subtracções cujo resultado foi a elegância com requintes de simplicidade!

São coisas sobre que importa reflectir! Não acha?