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Design thinking – Why  simplicity?

The answer I seek guidance or involve two seemingly contradictory concepts, complexity and simplicity.

The complexity is the field of emergency services, composed of many different parts and connected in unpredictable flows.

Using the words of Tim Brown to find an anchor of writing, “I think the simplicity, complexity, or maximalist or minimalism all have a role to play in the design.”

From simple ideas we can create interactions with other ideas and the expected results are the complexity. The simple rules usually create complex results.

We therefore as a reality that carries an extra job when transpose this observation to other fields. I remembered now how many simple situations we have in organizations and that have become so complex and difficult to resolve because we added something on it.

By observing a pallet, a container or a lego, all objects representing simplicity we can identify four principles: predictability, affordability, performance and ability to agglomeration.

Inside organizations especially when teams are interdisciplinary and with various origins (domestic and foreign) if the organizational behavior is simple – keep it simple.

This way of using simple things to build complexity underlying the existence of the internet or set of Mandelbort, which became popular both for its aesthetic appeal as being a complicated structure due to a simple definition.

Donald Norman states that “once we recognize that the real issue is finding things that are understandable, we are halfway towards the solution. Good design can save us. How do we manage complexity? We use a series of simple design rules. For example, consider how three simple principles can transform an unruly cluster of confusing features an experience, structured and understandable: modularization, mapping and conceptual models. There are several important design principles, but these will make the point. ”

The question, more salient, that Norman refers is that we should not speak of simplicity but of understanding, which removes the polarization that I create at the beginning with the concepts.

But the content of thought is maintained through the use of modularization that is we have an activity (complex) and we divide it into smaller modules capable of managing. Is the case with HP multifunction printers designed to perform tasks with scanners, copiers and fax machines. HP has created a mechanism for joint control, “simplicity” to the same principle that governs the use of all functions.

Likewise when we seek to manage people or groups of people, we must seek the ignition (main function), to improve performance or manage conflicts.

Learning how to do a function we know how to do them all.

I understand and it is simple.

Maeda however, goes further and says that the first law, the laws of simplicity, is reducing.

Just because I am able and it works, does not mean I’ll have to add. I have to focus on people and realize that not all are scientists or have higher reasoning abilities or handling.

Not everyone has the same powers of empathy and not all have the same language skills or of technology use.

In a process of innovation often are imported  new profiles and environments that are not identified with the existing importer.

There are many differences that matter call to solve problems. Consider the action of P & G to solve big problems with simple things such as razors for ladies.

In the laws of simplicity referred arises also the question of the organization.

Build a sensible hierarchy so users are not distracted by features and functions that do not need. After most of the objects we use in everyday life are not games with a high difficulty of enforcement.

Similarly to the people who work in organizations do not build heavy and matrix hierarchies, in order to simplify the observation of authority and facilitate the flow of communication.

I have my tendency to simplicity and acknowledge that some things are never simple.

But if the guidance is to simplify without taking away comfort or well-being, create balance then the results are magnificent.

We will not need to multiple functions that sometimes it is better to ignore. The need is Queen!

We get to Law No. 10 – “Simplicity is about subtracting the obvious and adding the meaningful.”

Simplicity or Complexity?  What is the trend?

Pensar design – Porquê a simplicidade?

A resposta ou orientação que eu procuro envolve dois conceitos aparentemente contraditórios, a complexidade e a simplicidade.

A complexidade é o domínio da emergência, composto por muitas partes diferentes e conectadas em fluxos imprevisíveis.

Utilizando as palavras de Tim Brown, para procurar uma âncora de escrita, “acho que a simplicidade, complexidade, minimalismo ou maximalismo, todos têm um papel a desempenhar no design”.

A partir de ideias simples podemos criar interacções com outras ideias e esperar que os resultados sejam a complexidade. São as regras simples que usualmente criam resultados complexos.

Ficamos assim, como uma realidade que transporta um acréscimo de trabalho, quando transpomos esta constatação, para outros campos. Lembrei-me agora de quantas situações simples nós temos nas organizações e que vêm a tornar-se complexas e portanto de difícil resolução.

Ao observarmos uma palete, um contentor ou um lego, todos objectos representando a simplicidade podemos identificar quatro princípios: a previsibilidade, a acessibilidade económica, a performance e a sua capacidade de aglomeração.

Nas organizações, principalmente quando as equipas são interdisciplinares e de origens diversas (interna e externa), se o comportamento organizacional é simples deve manter-se simples.

Este caminho de utilizar coisas simples para construir complexidade está na base da existência da internet ou no conjunto de Mandelbort, que se tornou popular tanto por seu apelo estético como por ser uma estrutura complicada decorrente de uma definição simples.

Donald Norman afirma que “uma vez que reconhecemos que a verdadeira questão é descobrir coisas que são compreensíveis, estamos a meio caminho em direcção à solução. Um bom design pode salvar-nos. Como podemos gerir a complexidade? Nós usamos uma série de regras de design simples. Por exemplo, considere como três princípios simples pode transformar um aglomerado desregrado de recursos confusos numa experiência, estruturada e compreensível: modularização, mapeamento, modelos conceptuais. Existem inúmeros princípios de design importantes, mas estes irão fazer o ponto.”

A questão, mais saliente, que Norman refere é que, não devemos falar de simplicidade mas de compreensão, o que afasta a bipolarização criada com os conceitos.

Mas o conteúdo do pensamento mantém-se através do uso da modularização, isto é temos uma actividade (complexa) e dividimo-la em pequenos módulos passíveis de gestão. É o caso das impressoras multifuncionais HP concebidas para realizar tarefas com scanners, copiadoras e aparelhos de fax. A HP criou um mecanismo de controlo comum, “simplicidade”, para os mesmos princípios que rege o uso de todas as funções.

Do mesmo modo quando procuramos gerir pessoas ou grupos de pessoas, devemos procurar a ignição (função principal), para aumentar a performance ou gerir conflitos.

Aprendendo a fazer uma função, então sabemos como fazer todas elas.

Eu compreendo e é simples.

Maeda contudo, vai mais longe e diz que a primeira lei, das leis da simplicidade, é reduzir.

Só porque eu sou capaz e isto funciona, não significa que eu vou ter que adicionar. Eu tenho que me centrar nas pessoas e perceber que nem todos são cientistas ou possuem elevadas capacidades de raciocínio ou de manuseamento.

Nem todos têm as mesmas competências de empatia e nem todos têm as mesmas competências linguísticas ou de uso de tecnologia.

Num processo de inovação, muitas vezes, importam-se perfis e ambientes que não se identificam com os existente no importador.

Há muitas diferenças que importa chamar para resolver problemas. Veja-se a actuação da P& G par resolver grandes problemas com coisas simples, como as lâminas de barbear para senhoras.

Nas leis da simplicidade referidas surge ainda a questão da organização.

Construamos uma hierarquia sensata para que os usuários não se distraiam com características e funções que não precisam. Afinal a maior parte dos objectos que utilizamos no quotidiano não são jogos com elevado índice de dificuldade de execução.

Do mesmo modo para com as pessoas que colaboram nas organizações, não se construa hierarquias pesadas e matriciais, de forma a simplificar a observação da autoridade e a facilitar os fluxos de comunicação.

Eu tenho a minha tendência para a simplicidade e reconheço que há coisas que nunca serão simples.

Mas se a orientação for no sentido de simplificar sem retirar conforto ou bem-estar, criamos o equilíbrio, e então os resultados serão magníficos.

Não necessitarei de múltiplas funções que por vezes mais vale desconhecer. A necessidade é rainha!

Fiquemos com a Lei nº 10 – “A simplicidade consiste em subtrair o óbvio e acrescentar o significativo.”

Simplicidade ou complexidade? Qual a tendência? Comente!

O impacto da simplicidade

O desejo humano de olhar para algo que não é realizado pelo homem é, não só amplamente confirmado globalmente, como são desconhecidas as suas em termos de motivação ou efeito.

O impacto que, determinadas partes da constituição do nosso globo ou da vida nele existente e, que ainda não foram alterados profundamente, merecem um olhar demorado.

É um facto que a última década se caracterizou por uma velocidade excessiva que, não deu margem para grandes reflexões. Há sempre espaço para olhar a Natureza e evocar as palavras de Da Vinci:

“A subtileza do Homem nunca vai inventar uma invenção mais bela, mais simples e mais directa do que a natureza, porque nela nada de invenções está faltando, e nada é supérfluo.”

Mas apesar de não conseguir igualar as obras da Natureza, os homens e mulheres, podem aí recolher inspiração, não deixando nunca a noção de que esses princípios da Natureza, simplicidade, direcção e equilíbrio são o âmago da criatividade, da inovação, da mudança.

Se nós pretendemos desenvolver as nossas competências nessas áreas temos de criar um ambiente propício.

Durante a última década possivelmente comemos uma variedade enorme de comidas diferentes, e embora possa levar algum tempo para apreciar os sabores novos, saber como mastigar e engolir a comida não precisa de grande aprendizagem. Se nós tivéssemos alguém para nos ensinar a mastigar a comida cada vez que tentássemos algo novo, certamente ficaríamos aborrecidos.

Algo de semelhante se passou com outros produtos, nomeadamente com a tecnologia o que levou a alguma saturação.

O impacto da simplicidade!

Nós sabemos, agora, que a simplicidade cativa cada vez mais num ambiente em que as interacções são mais complexas. Tomar decisões ou fazer escolhas, torna-se cada vez mais difícil, onde o inesperado circula com livre-trânsito.

Onde existe instabilidade e velocidade clama-se por simplicidade, a única forma de rentabilizar o tempo e criar harmonia.

“Eles querem produtos simples, simples orientação, e as coisas que funcionam de forma rápida e simples pela primeira vez, sem muito esforço extra.

Além de ouvir os clientes, as empresas também precisam de conceber os seus produtos e serviços a partir da perspectiva do cliente. Quando Intuit desenvolveu pacote de software de contabilidade para PME’S, os desenvolvedores do produto perceberam que a maioria dos pequenos empresários não estavam familiarizados com a linguagem da contabilidade, e na verdade foram intimidados por ela. Então, em vez de usar o termo “contas a receber”, chamaram-lhe “o dinheiro dentro”. Da mesma forma, “contas a pagar” se tornou “o dinheiro fora.” Como resultado do desenvolvimento de um produto a partir da perspectiva do cliente, a Intuit vendeu 100.000 cópias do software no primeiro ano.” Selling Simplicity — Not Just Marketing It – HBR

O Google, por exemplo, tem um interface de utilizador que é, sem dúvida, simples. É tão simples como um logótipo ou uma caixa de texto. Não há botão enviar. Não há publicidade. A aplicação mais popular da web tem o design mais simples.

A simplicidade muitas vezes implica trabalho árduo e complexo, mas é a demanda do utilizador.

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Vale a pena ver e procurar a direcção!

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=4qQFl5K_0pc]

“Três regras de trabalho: Fora da desordem encontrar simplicidade; Da discórdia encontrar harmonia, No meio da dificuldade reside oportunidade.” – Albert Einstein

 
 

Reduzir

John Maeda

é professor de Media Arts & Sciences do MIT e no seu livro “As leis da Simplicidade” fala de 10 leis, orientações ou reflexões para enfrentar a complexidade da “tecnologia”, onde proliferam os menus e os manuais.

A primeira lei da simplicidade de Maeda é reduzir. Não é necessariamente benéfico adicionar funções tecnológicas só porque podemos. Será que muita gente precisa deles? Ou será porque pensei neles e já está!

Os recursos que temos devem estar organizados com uma hierarquia clara para os utilizadores e para que não haja lugar a distracção com características e funções que não precisam.

Tantas vezes nos queixamos de não ter tempo e afinal somos utilizadores de ferramentas que nos devoram as horas. Nós queremos ter tempo para aprender porque pensamos que o conhecimento torna tudo mais simples. Menos tempo com o uso e mais com o usufruto.

Ser sociável é um bem ao alcance de todos o que permite explorar a complexidade das relações. Esta complexidade resulta da diferença entre as pessoas e torna as relações mais ricas, mas estas são simples. É o elogio da diferença: complexidade e simplicidade precisam uma da outra.

As relações sociais precisam de um contexto. O contexto, proporciona-nos emoções e reside na simplicidade que gera confiança.

Maeda fala ainda do fracasso e de como se deve aceitar que algumas coisas não são simples.

E finalmente a única: “A simplicidade consiste em subtrair o óbvio e acrescentar o significativo.”

John Maeda apresenta três soluções:

Distanciamento – O afastamento torna o que parece “MAIS”, “menos”

Abertura – Dá uma visão mais simples.

 Energia – Usando menos ganha

Simplicidade, usabilidade e elegância ajudam. Basta pensar.

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Complexidade ou simplicidade

Uma nova abordagem de conceitos vem alimentar as possibilidades e crescimento do pensar design.

“Eu sou um campeão da elegância, simplicidade e facilidade de uso. Mas, como uma pessoa de negócios, também sei que as empresas têm que fazer para ganhar dinheiro, o que significa que eles têm que entregar os produtos que seus clientes querem, e não os produtos que eles acreditam que eles deveriam querer. E a verdade é que a simplicidade não vende. Por quê?” – Donald A. Norman

A hipótese que agora surge é uma alteração à estrutura do debate sobre a lógica que sustenta as preferências dos consumidores e como ser inovador.

Por um lado os consumidores reclamam mais capacidade nos produtos e portanto, mais recursos. Toda a gente quer facilidade no uso, e por isso, querem simplicidade.

Na opinião de D.A. Norman essa lógica simples é falsa, pois segue as implicações no sentido inverso.

Os que as pessoas querem são produtos usáveis, o que se traduz por produtos compreensíveis.

A complexidade é necessária: é a confusão e a complicação desnecessária que deve ser eliminada.

Sabendo nós que o conhecimento faz a diferença, sabemos que a compreensão derrota a complexidade.

O que importa portanto é que o pensar design proporcione um modelo conceptual coeso e compreensível, para que a pessoa entenda o que está a ser feito, o que está a acontecer, e o que é de se esperar. Isto exige um feedback informativo contínuo a exemplo da necessidade de contacto regular com os consumidores evocada por Tim Brown.

MUJI

Estamos a falar de Design emocional que é fundamental para a fruição de um produto por parte de uma pessoa.

A variável mais importante aqui é a necessidade de a pessoa se sentir no controlo. Isto é especialmente importante quando as coisas dão erro. A chave é o design, ao saber que as coisas estão mal, está garantido que as pessoas vão entender o que está a acontecer e sabem o que fazer.

A questão não está entre adicionar recursos e simplicidade, entre a adição de capacidade e facilidade de uso. A verdadeira questão é sobre o projecto: projectar coisas que têm a potência necessária para o trabalho, mantendo a compreensibilidade, a sensação de controlo, e o prazer da realização.

“Eu sempre fui um fã da marca Muji marca. E gosto especialmente da forma como Muji simplesmente expressa o seu ponto de vista sobre como a simplicidade é enganosamente complexo, pois é um processo pensativo.” – John Maeda”

Em pensar design todos os caminhos vão dar à voz dos consumidores.

 

Adormecida por muito tempo!

Uma semana rica em “meforma” e “informa”.

Alguns pontos de vista que mereceram a minha reflexão dominada pela paixão e pela visão e que convem guardar:

“People With Passion Drive Innovation Success” 

by Jeffrey Phillips –Blogging Innovation 

 …”Now, to me, a person who loves change and new ideas, I can’t imagine why anyone wouldn’t leap at the chance to participate in innovation. Sign me up! But I’ve discovered that while “everyone” can be innovative, many people usually aren’t, and there are several good reasons for that. Understanding the reasons, and identifying the people who can or will overcome the barriers, will make your innovation effort more successful.”…

Jose Baldaia said…

“Hi Jeffrey
To all that reasons you talk, resistance to change, resignation, comfortable environment and negativism or prejudice I will add lack of happiness.
I think that people work better with fun and if we want to develop a innovation culture we need to create an appropriate environment for inspiration, creation and implementation.
I also do not like to see people going out from their places, but it is hard sometimes to involve them in new activities and I had experienced that. Some people prefer negotiation to retirement instead behavioral changes.
To me the best way to promote innovation is to change the environment. Innovation is contagious.”

Importa estar atento e preparar o futuro, eis um bom conselho:

Dragons at Your Door – How Chinese Cost Innovation is Disrupting Global Competition – Blog I Innovate!

“O novo desafio competitivo lançado pelas empresas chinesas não é comparável a nada visto pelas empresas ocidentais desde que os japoneses entraram no mercado, com seus carros e com a electrónica de consumo, há vinte anos atrás….”

jabaldaia

“Não é o famoso tigre de papel, mas antes um sinal para o “ocidente” deixar a acomodação e pensar em competições de outro nível. Daniel Pink já falava no factor Asia ao abordar a criatividade e as direcções que ela deve tomar. As empresas têm que procurar as necessidades reais dos seus consumidores e seguir-lhes o coração. A oferta passa por dar significado aos produtos e não tanto por apresentar uma panóplia imensa de “utensílios” sem utilidade. Criar algo de útil, simples e que faça parte do meu consumo sustentável.”

Jorge Barba – Game Changer

Passion cannot be replicated, it comes from within

To make people believe in our vision (dream) we have to be able to make them care, and to do that we have to be able to communicate it with passion. When we speak with emotions it’s like we’re sending other people our own energies, we’re connecting with them on a deeper level and we want them to feel what we feel.

Jose Baldaia  

Passion is enthusiasm and it has color. I think it is also contagious as a lot of emotions we experienced. But it is true that if we don´t share our visions we cannot achieve our goals.
The most important thing a leader must have is a life full of dreams, inside and outside their organization with family and friends, because it is this balance that allows happiness and creates passion.
If their Mission and Vision for the organization is aligned with his life I think leaders will be successfully.

Pensar e ouvir para pensar o quão simples, por vezes, é inovar!

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Afunilo um monte de ideias…

a que chamo convergência (apróximação a um valor definido de uma visão comum ou opinião ou ainda para um estado de equilibrio).

No linguagem de negócios podemos dizer que se trata de uma técnica, onde ideias de diferentes àreas ou participantes de um grupo de trabalho são colocadas juntas para encontrar uma única solução óptima a um problema definido de forma clara.

Ao procurar resolver um problema não devo apenas procurar a única solução.

É importante que seja única e se possível que resulte da subtração de elementos não rentáveis ou meramente acessórios. Algumas aplicações informáticas são um bom exemplo disso (excesso de funcionalidades).

Esta possibilidade (subtrair) vai de alguma forma comprometer um velho hábito que é “…e se tivesse mais isto? Ficava mais completo!”.

Eu diria ficava mais completamente complicado, (não confundir com complexo).

Importa a simplicidade, sinónimo de agilidade de processo e de rapidez. A simplicidade facilita a aprendizagem e permite a abragência da população a que se destina o processo ou produto e promove a elegância.

Um conceito, que emerge e que acomanha muitas vezes o negócio, chamado elegância, aquilo que não é habitual e é simples ou uma questão de bom gosto até nas palavras. 

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=6ILQrUrEWe8]

De uma nuvem de ideias convergiu uma solução fruto de subtracções cujo resultado foi a elegância com requintes de simplicidade!

A inovação!

Aconselhamento: Leitura sobre o trabalho de John Maeda

A viragem comportamental não se assiste apenas em quem pede, ela é fundamentel para quem trabalha a necessidade.

Para além da capacidade de observação e da necessidade de empatia  com os

Conforto e simplicidade

Conforto e complexidade

membros dos grupos onde o pensador design se insere é importante que ele seja capaz de converter uma necessidade num pedido.Interiorizar que é preciso aprender com a vida dos outros e não se centrar na validação das suas ideias. Isto é um passo para óptimas realizações.

 Nem sempre as ideias são boas e muitas vezes ao fazer o balanço da sua vida, o pensador verifica que no seu portfólio, há muitos insucessos.

Lentos e pesados

 David Kelley da IDEO guarda muitos desses insucessos e Tim Brown declinou a um dos seus mais antigos funcionários o pedido de um hangar para guardar protótipos de uma vida de trabalho.        

Elegante e potente

É necessária uma viragem comportamental de dentro para fora, para além do indivíduo.

Para se poder libertar o poder do pensar design (Kevin Clark e Ron Smith-IBM) é necessário que o pensador design recorra a:

Inteligência emocional – Conectar os dois hemisférios docérebro e alinhar a “cabeça, o coração e o “estômago” (Marc Gobé)

Inteligência integral – Manter a ideia geral na cabeça.

Inteligência experiencial – Compreender, observar, conceptualizar, validar e implementar.

Se um pensador design não puder usar desta liberdade corremos o risco de sermos absorvidos por uma  complexidade inútil.

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A inovação passa pela simplicidade e elegância.