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(Texto em Português depois deste) 

The reason is to understand

 

Never the notion of our ability to manage complexity and change was so important, as it is today, given our fast pace of life and the high number of stimuli to which we are subject.

To manage complexity and change, the first step is to understand the internal mechanisms that make change so difficult, and that serve as food to our natural resistance, when faced with something new.

 

Change comes to us in the form of three dimensions, the source, the duration and impact.

These dimensions are beginning to have meaning when we observe the resistance manifested by the leaders of organizations or businesses. It is then that matter talk on design thinking, but silent, if our goal is to develop work through design thinking.

When our intention is to make everyone in a company to use the design thinking as an attitude, our direction must be thinking design “” and not “about”.

“About” design think is possibly what I do here on this blog, by sifting through words and concepts and looking for a coherent and dynamic line of thoughts.

The “through” arises from some forays in business by design and that have sought to create an attitude of design in business managers and leaders. Such an attitude is noted in the creation of products, services and processes, which are profitable and satisfactory for people and businesses.

Adapted from an article by Fred Callopy five theoretical categories that characterize design attitude that emerged from the data supplied by various professional design are as follows:

-Consolidate meanings in a multidimensional way.

-Create, bringing to life.

-Embrace the discontinuity and stop while the project still has life.

-Embrace the empathy.

-Create commitment to aesthetics.

How design thinking can help us, in the seas of change, but in silence, navigate to succeed?

Sometimes silence is the great assurance to understand.

How so?

“Building on the user-centric roots of industrial design, Design has an ethnographic core that allows businessmen and others to connect with any and all cultures, real and digital, anywhere around the world. And Design’s ability to learn from these cultural connections and translate that data into new concepts for products and services gives it the power to generate revenue and profits in a global economic environment of deepening uncertainty. If Six Sigma and management thinking were our guides to efficient choice-making and profit maximization in yesterday’s era of global hegemony, stability and homogeneity, then Design is our guide to deep consumer understanding, generative option-making and strategic brand finding in an era of global heterogeneity, instability and diversity.

I would like to end on a philosophical note. One reason why people are turning to Design today is that it is essentially optimistic. Design has a future-facing perspective and a tool-using core competence. The whole purpose of Design is to make the new. In a world of uncertainty and cascading change, Design can be our navigator. We should embrace it. “Bruce Nussbaum

Easily people say, how do we build, how do we pay.

We are very comfortable in our world, and are very reverential. Still we are not really strong and courageous to criticize others.

We are indeed very silent.

We must stop only be performers, we need to be visionary and look to the future, and we need a completely new business model.

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Momentos que requerem silêncio em Pensar design

O motivo é a compreensão

Nunca a noção da nossa capacidade para gerir a complexidade e a mudança foi tão importante, como é hoje, dado o nosso rápido ritmo de vida e o elevado número de estímulos a que estamos sujeitos.

Para as gerir, o primeiro passo é compreender os mecanismos internos que tornam a mudança tão difícil, e que servem como alimento à nossa resistência natural, quando confrontados com algo novo.

A mudança surge-nos sob a forma de três dimensões, a fonte, a duração e o impacto.

Estas dimensões começam a ter significado quando observamos a resistência manifestada pelos líderes de organizações ou negócios. É nessa altura que importa falar em pensar design, mas em silêncio, se o nosso objectivo é desenvolver algum trabalho “através” de pensar design.

Quando a nossa intenção é fazer com que todos numa empresa, usem o pensamento design como uma atitude, a nossa direcção deve ser pensar design “através” e não “acerca”.

“Acerca” de pensar design é eventualmente o que faço aqui neste blogue, peneirando palavras e conceitos e procurando uma linha coerente e dinâmica de pensamentos.

O “através” surge de algumas incursões nos negócios por parte do design e que têm procurado criar uma atitude de design nos gestores e líderes de negócios. Tal atitude observa-se na criação de produtos, serviços e processos, que são rentáveis e satisfatórios para as pessoas e para as empresas.

Adaptei de um artigo de Fred Callopy cinco categorias teóricas que caracterizam atitude de design que surgiram a partir dos dados fornecidos por vários profissionais de design são os seguintes:

– Consolidar significados de forma multidimensional.

– Criar, trazendo a vida.

– Abraçar a descontinuidade e parar enquanto o projecto ainda tem vida.

 – Abraçar a empatia.

– Criar compromisso com estética.

Como é que o pensar design pode ajudar neste mar revolto de mudança, em silêncio, a navegar até bom porto?

Por vezes o silêncio é a grande garantia de que compreendemos.

 “Como assim? Baseando-se nas raízes de centrado no utilizador do design industrial, o design tem um núcleo etnográfico que permitiu aos empresários e outros conectarem-se com todas e quaisquer culturas, real e digital, em qualquer lugar do mundo. A capacidade do design de aprender com essas ligações culturais e traduzir esses dados em novos conceitos de produtos e serviços confere-lhe o poder de gerar receitas e lucros num ambiente económico global de aprofundamento da incerteza.

Se Seis Sigma e pensar a gestão foram os nossos guias de escolha eficiente de decisões e na maximização do lucro na era de ontem de hegemonia global, a estabilidade e homogeneidade, então, numa era de heterogeneidade global são a instabilidade e a diversidade e pensar design pode ser o nosso guia para a compreensão profunda do consumidor, a visualização de possibilidades, opção geradora de decisões e o encontrar a marca estratégica.

Gostaria de terminar com uma nota filosófica. Uma das razões pelas quais as pessoas se estão a voltar, hoje, para o pensar design, é que ele é essencialmente optimista. Pensar design tem uma perspectiva de encarar o futuro e uma ferramenta usando competências chave. O objectivo geral do design é fazer o novo. Nós vivemos uma vida de beta constante, um lugar de incerteza e mudança em cascata. Neste novo mundo, pensar pode ser o nosso navegador. Nós devemos adoptá-la. “Bruce Nussbaum

Com facilidade as pessoas dizem, como é que vamos construir, como é que vamos pagar. Estamos muito confortáveis no nosso mundo, e somos muito reverenciais. Ainda não somos realmente fortes, e corajosos para criticar os outros.

Estamos, de facto, muito silenciosos.

Temos que parar de só ser executantes, temos que ser visionários e encarar o futuro, e precisamos de um modelo de negócio totalmente novo.

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