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É tempo de mudança. É tempo de inovar.

“Felizmente, as empresas podem-se preparar agora para a alterada dinâmica de contratação que têm pela frente. Tudo o que têm que fazer é, parar de agir como grandes empresas burocráticas e impessoais, e começar a criar um movimento rápido e uma atmosfera vibrante. As empresas vão precisar de imitar as empresas pequenas em ascensão e oferecer iniciativas empresariais como uma coisa natural. As equipas terão de ser menores, as organizações mais planas, e os valores da sinceridade, informalidade e inovação deve ser introduzidos na cultura. As pessoas vão precisar de sentir que o que dizem interessa, independentemente da classificação e título. Talvez, o mais importante, as organizações precisam entender que quando a recuperação chegar, as estrelas deixarão de esperar, à volta, para lhes ser dada a autoridade para tomar decisões ou de ser promovido. A alternativa de executar o seu próprio show, tem um apelo muito forte.” – Jack Welsh – Business Week

A àrvore dos caminhos.

Não é inocente o significado subjacente nestas palavras de J.W.

É um alerta a todos os responsáveis de Recursos Humanos, que durante muito tempo tem preenchido a sua vida profissional, e não só, com as imagens de desalento e até de desespero por parte de quem perdeu o seu emprego.

Os Recursos Humanos enquanto parte integrante das organizações têm sido olhados, e têm-se deixado olhar, como elementos fracos na cadeia de valores organizacionais.

Agora eles vão assumir o seu verdadeiro papel que é o de liderar recursos, recursos humanos que sentem, tem vontade, são capazes e querem crescer. São potenciais empreendedores, são uma perspectiva nova de gestão e liderança.

O todo é maior que a soma das partes!

Os Recursos Humanos deverão inovar nos processos de comunicação, nas formas de promover o bem-estar, nas perspectivas e modelos de crescimento pessoal de cada colaborador em diferentes contextos incluindo os facultados pela WEB 2.0.

Devem atribuir significado à colaboração, gerindo as combinações de talentos e inovando nos planos de reconhecimento e recompensa e na nova leitura de Visão, Missão e Valores.

Eles fazem parte dos hemisférios direito e esquerdo das organizações, são arautos de normas e de motivações, de disciplina e de criatividade, de sucesso e de recuperação.

Inovar para os responsáveis de RH passa por criar uma nova dimensão, mais integradora e aberta, para o todo, cada vez maior que a soma das partes

Rowan Gibson escreveu ontem em – Blogging Innovation– um artigo intitulado “When Innovation Goes Wrong” sobre um tema que convém voltar a falar.

A Inovação financeira é perigosa?

Quem são esses inovadores de “derivados” e outros?

Vale a pena ler o artigo de Gibson!! Deixo aqui o meu comentário ao artigo.

Jose Baldaia said…

Innovation never goes wrong!

Innovation must be looked for sides, users and innovators.
What are wrong are in fact the assumptions of promoters and clients!

If we believe that it there is no risk when we launch a new product or an innovative model for business we are saying that this “innovation” is already tested by other companies.

A few years ago here in Portugal the Insurance Company where I work, in the late 1980s, launched a financial product called PPR (….). My job at the time was trainee the commercial stuff in “How to deal with objections and how to identify
needs of the clients. The result of the work around that product and during several years, risk management and ethical sales, made the product life longer till our days.
By the other side some Insurance Companies (national and international) with similar products (derivates) don’t achieve their goals. They missed risk and they had non ethical performance.
It’s true “Learn now, earn tomorrow”.
The notion of risk is necessary for both sides: Companies and Customers.
I ask my self, when I see the adoption of some innovations if the promoters know the concept of contextualization. Some things are true in Europe but false for Africa.
As you say is fundamental the validation of critical presumptions of the project and they need to evaluate the impact of negative results in the company image
and at their business partners.

I believe that in Financial Innovation we don’t apply the principle “The whole is bigger than the sum of the parts”. If someone do it, “That’s magic”!

Depois recordei-me de umas leituras feitas há 20 anos atrás!

Como nadar no meio dos tubarões!

Como nadar no meio dos tubarões!

Harvey Mackay publicou em 1989 um livro:-“Como nadar no meio dos tubarões sem ser comido vivo”. Hoje  reli (alguns capítulos!).

É um pouco ciclico este modo de vida variando apenas na intensidade das vivências.

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Sonhei que vivia num País extremamente desenvolvido , com Responsabilidade Social interiorizada por todos e onde as novas tecnologias não só eram facilitadoras como havia oportunidade de as adquirir e usufruir.

Nesse País ninguém tinha receio de  sofrer da Tragédia dos Comuns (ver Hutch Carpenter) e ser abalroado por centenas de Twitters ou posts “Faceanos” ou ainda sem receio de participar em foruns de discussão onde só existem convites para workshops ou seminários ou anúncios de Livros que vão descodificar todas as verdades.

Ainda estava a sonhar quando me apercebi que me tinha sido dada a possibilidade de construir o meu plano curricular e prosseguir a minha carreira de estudante ao longo da vida.

Recordo-me que as primeiras matérias que eu queria abordar eram:

  1. Filosofia – Adorava poder voltar a uma discussão, daquelas a sério, onde não se chega a lado nenhum mas se fica a conhecer o interlocutor e se sai com a auto-estima bem em cima. Conhecer a história do pensamento e criar habilidades para questionar!
  2. Matemática– Gostava de reiniciar uma apredizagem e conseguir explicar o que são algoritmos e para que servem. Toda a gente os usa mas ninguém lhes liga. Treinar a agilidade mental é fundamental.
  3. Mandarim – Impressionante aquilo a que eu teria acesso. Biliões de Tweets e amigos parecidos com alguém que eu conheço. Milhões de experiências e contactos para eu poder vender os meus legumes. Colher experiências de um País com uma riqueza cultural extraordinária.
  4. Português – Relembrar Gil Vicente e o Auto das Barcas e pedir a Manoel de Oliveira que realizasse um fime sobre elas. Estudar o português dos SMS e dos tweets para traduzir  o Ensaio sobre a Cegueira de Saramago. Verificar que a literatura portuguesa encerra um património impressionante e que não foi digitalizado.
  5. Jogos – Era a matéria que eu mais queria! Todas as outras abordagens da ciência e afins passavam por “jogos de vida”. Só de vida! Xadrez para a cena politica. Gamão para a Economia . Damas para o Desenho. Póquer para a àrea financeira. Rumminkub para Biologia, etc. Era lindo!! Os jogos poderão ter um papel importante na dimensão da aprendizagem.

 

Quando acordei entrei num pesadelo! A realidade é outra. Passamos (eu, ele e outros) tantos anos a aprender coisas, e quando já sabiamos fazer… “Pimba”!. Agora vais aprender, ao longo da vida, novas coisas!

E tudo o que era não formal ou informal ficou sem registo, sem qualificação. Consta do meu curriculum que eu fiz …e que portanto como tenho um documento a comprovar eu sou…!

Mas o que não consta é que eu fiz mas que agora não faço. Consta que eu realizei com sucesso e muito, mesmo muito, uma panóplia de disciplinas, cadeiras ou  acções. Mas não diz que com elas eu sou competente.

 

 

Competência? Competente mas não Qualificado!!Qualificação?

Talvez o meu curriculum de sonho me ajude um dia a não ter dúvidas! Há qualquer coisa neste País que não bate certo!