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Não resisti e li!

 

““Manifesto” da UE Inovação direcciona o foco no financiamento e nas competências 

Publicado : terça-feira 10 de novembro de 2009 

Os embaixadores acreditam que uma ampla política de inovação, juntamente com o aumento do investimento em ciência, tecnologia e design, vai ajudar a tornar a Europa mais competitiva.

Posições:

Jean-Philippe Courtois, Presidente da Microsoft Internacional, disse que o futuro da Europa depende da imaginação do seu povo e pediu aos líderes políticos e empresariais para criar um ambiente que encoraja o pensamento criativo.

Ele disse que a tecnologia tem o potencial para transformar radicalmente a sociedade e criar novos empregos, mas o investimento nas competências é essencial.

“A aquisição de competências em TI, por exemplo, é tão fundamental como a leitura e a escrita”, disse Courtois, que falou em nome dos 27 embaixadores. Ele disse esperar que o manifesto sirva como um guia para a nova Comissão Europeia, quando está a elaborar o seu programa para os próximos cinco anos.

Prof Edward de Bono, outro dos embaixadores disse que as pessoas criativas podem ajudar a proporcionar “novas ideias” para ajudar a encontrar soluções inovadoras para os problemas da sociedade. De Bono, o pai do pensamento lateral, disse que os economistas são capazes de descrever os problemas, mas mostram-se menos eficazes quando se trata de resolvê-los.”

 

Em: EurActiv Newsletter: Innovation & Creativity [newsletters@news.euractiv.com]

Comunicando

As minhas ideias podem ser as nossas!

Não sei quantas pessoas em Portugal, apesar da oportunidade, leram esta notícia, mas fiquei Inovativamente satisfeito com o que li.

Porque:

Fica claro que é essencial o investimento em novas competências e não só em tecnologia (ferramentas).

A preocupação ambiental deixou de ser exclusivamente verde para ser também cinzenta e branca na referência ao pensamento criativo.

“O novo pensamento” pode ser fornecido (com ajuda).

As equipas interdisciplinares (economistas, engenheiros, psicólogos, designers, etc) têm futuro garantido. Todos podem gerar, conceptualizar e implementar ideias.

E fiquei mais atento ao meu último “post” em que referi o investimento português em I&D porque é bom saber para onde pode ir esse investimento!

“Embaixatriz de Inovação: U.E. colhem os benefícios dos investimentos da Europa em I & D 

Blanka Říhová é uma embaixatriz do Ano Europeu 2009 da Criatividade e Inovação”

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[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=h60tIUlNAr8]

Em Portugal, País de Fátima, fados e bola, fala-se pouco de cavalos.

Neste País à beira mar plantado, fala-se ainda menos de cavalos e de liderança.

No mesmo País quase nada se fala de Liderança e Inovação.

E não se fala mesmo nada de Cavalos, Liderança e Inovação.

Lembrei-me que Inovação também pode ser aberta e colaborativa. Pode ser um desafio para as empresas de consultoria! 

Estabelecer parcerias com proprietários de cavalos (há cavalos impressionantes em Portugal) para a promoção de  acções/outdoor  sobre Liderança e Inovação para os CEO´s das empresas portuguesas.

Os cavalos ajudam-nos a entender o exercício da Liderança!

Não é preciso pensar nos nossos neurónios “espelho”.

 Basta observar a natureza para usufruir de um bom exercício de criatividade.

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[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9tJ_hh4LSg8]Uma questão de metodologia?

 

Em Maio de 2006 a -National Science Foundation,USA”-  acolheu um workshop intitulado “The Scientific Basis of Individual and Team Innovation and Discovery” (Schunn, Paulus, Cagan, & Wood,2006).

 

Mais tarde, num artigo publicado em _ 2007 pela Cognitive Science Society –“The Cognition of Engineering Design—An Opportunity of Impact” Jonathan Cagan afirma :

 

“…I believe that to be most impactful, collaborative interdisciplinary partnerships should be pursued. Although cognitive psychologists are in a position to explore the mechanisms of creativity independently, innovation requires the pragmatics of application, of how engineers solve problems and what is important to the engineers in solving those problems; engineers are also driven to place the research in the context of application.…”… There are a few key areas that I feel are critical to explore: understanding fixation—what causes it and how to overcome it; understanding representation—how it aids in problem solving and how it changes to improve outcome or overcome fixation; group cognition—how the cognitive processes of individuals combine and collaborate for a group level representation and performance; computational studies—how models of cognition can be emulated on the computer, how those models can improve design tool performance, and whether exploration of those models can give insight into cognitive mechanisms of innovation; analogical reasoning—how analogies stimulate novel solutions to difficult engineering design problems; and expertise—how richer representations and knowledge can accelerate design performance.” (Jonathan Cagan,2007)

 

As complexas questões psicológicas que ultrapassam a competência dos investigadores começaram a ser feitas de forma multidisciplinar e interdisciplinar.

 

 “Os avanços na compreensão da cognição social e dos processos de grupo têm como resultado psicólogos preparados para liderar equipes interdisciplinares de investigação científica.” (John T. Cacioppo, da Univ. de Chicago)

 

A investigação multidisciplinar é caracterizada pela agregação do trabalho de diferentes especialistas, isto é, pelos investigadores que se apresentam na equipa com os seus conhecimentos para resolver problemas e depois voltam para suas próprias área de trabalho, praticamente inalterados pela colaboração.

A pesquisa interdisciplinar, pelo contrário, é caracterizada por sinergias entre os especialistas de um determinado tópico.

 

“Embora a inovação seja um dos benefícios potenciais das equipas interdisciplinares verifica-se que os grupos são menos criativos que os indivíduos “(Stroebe & Diehl, 1994).

 

Se um grupo está a ouvir uma sugestão criativa de uma pessoa, os outros membros do grupo passam a canalizar os seus esforços cognitivos para ouvir, em vez de gastar essa energia nos seus próprios esforços (por ex: em brainstorming).

Podem até esquecer os aspectos em que pensaram, reduzindo assim o número de “linhas” independentes de pensamento criativo gerado. O medo ou apreensão por possíveis avaliações podem provocar constrangimentos em alguns dos elementos da equipa e evitar que estes apresentem, mesmo que estas possam ser as melhores, opções que são afinal as que o grupo mais precisa ouvir.

 

Os líderes podem tomar a iniciativa de introduzir a informação compartilhada, para encorajar outros a fazer o mesmo, e para alargar o debate sobre um tema para permita a discussão de todas as informações pertinentes.

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“A criatividade do grupo também pode ser melhorada, se os indivíduos gerarem ideias individualmente antes das sessões de brainstorming. Cria-se assim um ambiente favorável para o que poderiam parecer à partida  ideias estranhas, e enfatiza-se a importância dos diversos saberes realizada pelos membros da equipa interdisciplinar ” (Brown & Paulus, 2002).

O investimento em Equipas Interdisciplinares de Inovação  parece ser a atitude a aplaudir para garantir resultados significativos em Inovação.