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Knowledge as a lever!

Trust is a building of emotions and thoughts, based on interactions conducted over time and the result of previous experiences.

A relationship of trust is a psychological state comprising the intention to accept the vulnerability based on the positive expectations of intent or behavior of another person.

May seem irrelevant but when we talk about creativity or when we have creative attitudes confidence emerges as a latent need.

We need to trust ourselves to accept share our ideas, or need to create a trust when we co-create.

Trust may be represented or felt at three distinct levels, ethical, behavioral and knowledge that make us vulnerable according to the concept of tolerable risk that we set for ourselves and for others at these levels.

In a world of virtual connections we trust in the other will accumulate with the experience that is translated by the positive feedback that we consider acceptable but that is not always perceived similarly by whom gives return and by whom does not.

This return is fundamental when we believe in the role that knowledge has on creativity and how often shared not hitherto disciplines are now targets of curiosity and questions. It is trust in who transfers knowledge.

But as the tacit knowledge is more specialized and the exchange of tacit knowledge is what leads to creativity, requires an understanding of the background of interlocutors that tacit knowledge exchange.

Similarly, we need to create trust, an understanding of the background of our interlocutors, to share ideas and to cocreate we will need to know the intentions and observable behaviors of individuals involved in sharing.

The level of trust that I have in me could allow my openness and consequently provide information or ideas because it allows me to accept the critical thinking and refine my thoughts about a particular subject.

The level of trust deposited in other allows me to not only have a starting point of predictable acceptance but also be able to expect a positive contribution to development of ideas or solve problems for which feel incapable.

A sustained balance between confidence in me and trust in others, that is reciprocal, is only possible to settle by feeling generated and perceived in these connections.

Will be predictable building a tool capable of analyzing all our journey in networks and through this analysis we assign the level of trust shown?

Is that confidence can be shaken by a disruptive way?

Is that confidence is related to the ability to establish connections and increase exponentially the stimuli and consequently creativity?



Criatividade, Conectividade e Confiança

O conhecimento como alavanca.

A confiança é uma construção de emoções e pensamentos, com base em interacções realizadas ao longo do tempo e o resultado de experiências anteriores.

Uma relação de confiança é um estado psicológico que compreende a intenção de aceitar a vulnerabilidade com base nas expectativas positivas das intenções ou comportamento de outra pessoa.

Pode parecer irrelevante mas quando falamos de criatividade ou quando temos atitudes criativas a confiança emerge como uma necessidade latente.

Precisamos de ter confiança em nós próprios para aceitar partilhar as nossas ideias ou precisamos de criar uma relação de confiança quando pretendemos co-criar.

A confiança pode ser representada ou sentida a três níveis distintos, ético, comportamental e conhecimento que nos tornam vulneráveis de acordo com a noção de risco aceitável que definimos para nós próprios e para os outros nesses níveis.

Num mundo de conexões virtuais a confiança que depositamos nos outros vai-se acumulando com a experiência que é traduzida pelo retorno positivo que entendemos aceitável mas que nem sempre é percebido da mesma forma por quem dá retorno e por quem não dá.

Este retorno é fundamental quando pensamos no papel que o conhecimento tem na criatividade e como muitas vezes disciplinas até então não partilhadas são agora destinos de curiosidade e de interrogações. É a confiança depositada em quem transfere conhecimento.

Mas como o conhecimento mais especializado é tácito e o intercâmbio de conhecimento tácito é o que leva à criatividade, é necessária uma compreensão dos antecedentes dos interlocutores para troca desse conhecimento tácito.

Da mesma forma que necessitamos, para criar confiança, de uma compreensão dos antecedentes dos nossos interlocutores, para partilharmos ideias e co-criarmos, vamos precisar de conhecer as intenções e os comportamentos observáveis das pessoas envolvidas na partilha.

O nível de confiança que eu tenho em mim próprio pode permitir a minha abertura e consequentemente disponibilizar informação ou ideias, pois permite-me aceitar o pensamento crítico e refinar os meus pensamentos sobre determinada matéria.

O nível de confiança depositado nos outros permite-me não só ter um ponto de partida de aceitação previsível como também poder esperar contributos positivos para desenvolvimento de ideias ou resolução de problemas para os quais me sinto incapaz.

Um equilíbrio sustentado entre a confiança em mim próprio e a confiança nos outros, que é recíproca, só é possível estabelecer-se pelo sentimento gerado e percebido nessas conexões.

Será previsível a construção de uma ferramenta capaz de analisar todo o nosso trajecto nas redes e através dessa análise nos atribua o nível de confiança demonstrado?

Será que a confiança pode ser abalada de forma disruptiva?

Será que a confiança está relacionada com a capacidade de estabelecer conexões e aumentar exponencialmente os estímulos e consequentemente a criatividade?

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Tasks and results

An organization wishing to be creative should be constantly looking for people with ability and willingness for collaboration between the various existing disciplines.

After all is this ability that distinguishes the multidisciplinary teams of interdisciplinary teams. In multidisciplinary team every individual seeks to defend its own specialty and special techniques which causes long approaches and probably weak conclusions.

In an interdisciplinary team, there is a collective ownership of ideas and a shared responsibility assumed.

The creative teams are dynamic, given the diversity of talents that make them up or by how they face the conflict of ideas, either by how they manage the available energies (strengths or weaknesses).

The elements of creative teams are skilled in compensating for the weaknesses of one with the others forces. There is a constant challenge between them and the criticism is taken as a way to raise the level of enjoyment of creative play.

But when an organization is presented with a vertical structure, where the leadership is imposed and ideas circulate with difficulty the environment is not favorable to creativity.

The demand for a single answer to solving a problem that usually originates in a complex situation that corresponds to our everyday lives or looking for logic and standards to find solutions makes it difficult to offer answers based on ideas.

By direct and prolonged observation I think we can say that there are two main types of people:

Those in which the social aspect is remarkable, and

Those most oriented by the instrumentation.

In an organization people-driven instrumentation tend to adhere to standards and strategies that experience has taught them they are more apt to do.

This membership does not facilitate creativity.

When these people will be placed in jobs outside their specialization, creativity tends to develop but can be a conflict and then there is a tendency for regression of development.

We know or think that creativity calls for autonomy and responsibility and that one of the factors that the leverage it exposure to many stimuli from the experience with many diverse local experiences.

In addition, contact with other people allows the confrontation with divergent thoughts that promote consistency of the concept.

In order to blur the barriers to creativity and the conflicts that lead to failure to develop a social climate is important to highlight some aspects.

In an organization when an idea is presented by one of its members, the role of other employees with regard to knowledge is important at the stage of idea generation, as it is, according to Amabile, a prerequisite for creative success.

The interdisciplinary approach is highlighted here and lessens the tendency for orientation by instruments.

The complementarity of networks of team members is essential to promote the idea. If the other team members occupy a different role or a different level on the organization, working in another field of interest, or has connections with people different from the usual contacts, complementarity is evidenced.

Another type of conflict arises when it comes to height of the realization of the idea where the complexity and diversity of details makes the team members despair. At this point it is worth remembering that a results orientation and need for flexibility are the key.

Some studies indicate that successful creative people are aware of his weakness when confronted with the need to perform tasks and for that and for it to meet people qualified to assume the role of expert implementation.

Here the conflict does not exist because complementary personalities emerged.


Creativity is not typical of creative people, belongs to everyone.


Orientações e conflitos no processo criativo

Tarefas e resultados

Uma organização que pretenda ser criativa deve estar constantemente à procura de pessoas com capacidade e com disposição para a colaboração entre as várias disciplinas existentes.

Afinal é essa capacidade que distingue as equipas multidisciplinares das equipas interdisciplinares. Numa equipa multidisciplinar cada indivíduo procura defender a sua própria especialidade e técnicas privilegiadas o que provoca longas abordagens e provavelmente fracas conclusões.

Numa equipe interdisciplinar, há uma apropriação colectiva das ideias e uma co-responsabilização assumida.

As equipas criativas são dinâmicas, dada diversidade de talentos que as compõem, quer pela forma como encaram os conflitos de ideias, quer pela forma como gerem as energias disponíveis (forças ou fraquezas).

Os elementos de equipas criativas são hábeis na compensação das fraquezas de uns com as forças de outros. Há um desafio constante entre eles e as críticas são assumidas como uma forma de elevar o nível de diversão do jogo criativo.

Mas quando uma organização se apresenta com uma estrutura vertical, na qual a liderança é imposta e as ideias circulam com dificuldade o ambiente não é favorável á criatividade.

A procura de uma resposta única para a resolução de um problema que normalmente tem origem numa situação complexa que corresponde ao nosso quotidiano ou a procura de lógica e de normas para encontrar soluções torna difícil a oferta de respostas com base em ideias.

Por observação directa e prolongada penso que podemos afirmar que há dois grandes tipos de pessoas:

Aquelas em que o cunho social é marcante, e

Aquelas mais orientadas pela instrumentalização.

Numa organização as pessoas orientadas pela instrumentalização tendem a aderir a padrões e estratégias que a experiência lhes ensinou estarem mais propensos para realizar.

Esta adesão não facilita a criatividade.

Quando estas pessoas passam a estar inseridas em tarefas fora da sua especialização a criatividade tende a desenvolver-se mas pode surgir um conflito e há então uma tendência para a regressão desse desenvolvimento.

Nós sabemos ou pensamos que a criatividade apela à autonomia e à responsabilidade e que um dos factores que a alavanca é a exposição a muitos estímulos provenientes da vivência com muitas experiências em locais diversificados.

Para além disso, o contacto com outras pessoas permite a confrontação com pensamentos divergentes que promovem a coerência do conceito.

De forma a diluir as barreiras à criatividade e os conflitos que levam ao não desenvolvimento de um clima social importa realçar alguns aspectos.

Numa organização quando uma ideia é apresentada por um dos seus membros, o papel dos restantes colaboradores no que diz respeito ao conhecimento é importante na fase da geração de ideias, pois é, segundo Amabile, um pré-requisito para o sucesso criativo.

A interdisciplinaridade é aqui realçada e esbate a tendência para a orientação instrumentalizada.

A complementaridade das redes dos membros da equipa é essencial para a promoção da ideia. Se os outros membros da equipa ocupam  uma função diferente ou num nível diferente da organização, trabalhando noutro domínio de interesses, ou tem conexões com pessoas diferentes dos contactos usuais, a complementaridade é evidenciada.

Um outro tipo de conflito surge quando se chega á altura da realização da ideia onde a complexidade e diversidade de detalhes faz com que os membros da equipa desesperem. Nesta altura é bom lembrar que uma orientação para resultados e necessidade de flexibilidade são fundamentais.

Alguns estudos referem que as pessoas criativas bem sucedidas estão conscientes da sua fraqueza quando se confrontam com a necessidade de executar tarefas e por isso e para isso reúnem-se de pessoas qualificadas para assumirem o papel de especialistas de implementação.

O conflito não existe porque a complementaridade de personalidades emergiu.


A criatividade não é própria de gente criativa, é própria de toda a gente.

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Create or copy

Among the learned behaviors those enhance more survival are imitations.

Are notorious the behaviors for imitating that we observe when someone feels that their life is at risk. If a person flees from something that feels dangerous, so a lot of people imitating the behavior and runs well, without even having understood the risk or suspected risk.

Likewise we tend to imitate observed behaviors that we feel give pleasure or satisfaction as we do when we consider someone as a model of anything, whether sports or business, entertainment and knowledge.

But there are limits on behavior imitation when it comes to self -esteem and personal pleasure.

Often behaviors are imitated if the person to imitate has a high status or is a carrier of confidence. In these cases it is not copy and imitate towards risk.

Imitation has to give some benefit and these benefits may be to enhance survival, sex , power , self -esteem, or simply personal enjoyment .

Usually people, as have the ability to think , remember the past and projecting the future, using various degrees of imitation to achieve its objectives.

-The greater the benefit the greater the possibility of imitation.

The person who “tend to” live with low self- esteem, are not given to great imitations. Those who seek to maintain and enhance self -esteem, tend to imitate behavior that can pass the physical appearance and behavior, that the person to imitate, possess or manifest.

As age advances the need for imitation decreases and is eventually replaced by the need to model. The pre-adolescents and adolescents are the age groups most vulnerable to imitation.

In the young adult begins to draw up a will of differentiation, a style that can keep a set of common characteristics with other offers aspects of clear differentiation.

Adults, in reasonable numbers, they become much more selective, and decide whether or not to imitate.

But this only works if imitation is linked to a strong appeal, which is naturally emotional.

Today with new technologies and social networks, we have seen episodes of very wide imitation. The people need a closer and without feeling constrained by censorship proximity, tend to imitate observed behaviors in the interactions they establish.

This imitation is manifested through, for example, writing and its contents, often tapering on common interests. This is not a “following phenomenon” but also a time that people want to be aware and not behind A or B.

There are then two paths to follow, for those who want to decrease behaviors of imitation:

Find their own identity and develop it in order to create a level of self -esteem and maintaining a safe balance with the environment or,

Seek to cultivate the difference and possibly evolve into a model to emulate, be it the level that is accepting the roles that were created or made available to them.

What do you think?

Comportamentos de imitação e de diferença

 Criar ou copiar

Entre os comportamentos aprendidos os que mais melhoram a sobrevivência são imitações.

 São notórios os comportamentos de imitação que observamos quando alguém sente que a sua vida está em risco. Se uma pessoa foge de algo que considera perigoso, logo um grande número de pessoas imita o comportamento e foge também, sem sequer se ter apercebido do risco ou do suposto risco.

Da mesma forma tendemos a imitar comportamentos observados que julgamos dar prazer ou satisfação, como fazemos quando consideramos alguém como modelo de qualquer coisa, seja desporto ou negócio, entretenimento ou saber.

Mas há limites no comportamento de imitação quando se trata de auto-estima e prazer pessoal.

Geralmente os comportamentos são imitados se a pessoa a imitar, tem um estatuto elevado ou é portador de confiança. Nestes casos trata-se de copiar e não de imitar face ao risco.

A imitação tem que dar algum benefício e esses benefícios podem ser para aumentar a sobrevivência, o sexo, o poder, a auto-estima, ou simplesmente o gozo pessoal.

Geralmente as pessoas, como têm a capacidade de pensar, lembrar o passado e projectar o futuro, usam diversos graus de imitação para atingir os seus objectivos.

Quanto maior for o benefício, maior é a possibilidade de imitação.

As pessoa que “tendem” a viver com pouca auto-estima, não são dadas a grandes imitações. Aqueles que procuram manter e reforçar a auto-estima, tendem a comportamentos de imitação, que podem passar pela aparência física e pelo comportamento, que a pessoa a imitar, possui ou manifesta.

À medida que a idade avança, a necessidade de imitação diminui e eventualmente é substituída pela necessidade de ser modelo. Os pré-adolescentes e adolescentes, são as faixas etárias mais vulneráveis à imitação.

Nos jovens adultos começa a desenhar-se uma vontade de diferenciação, um estilo próprio, que podendo manter um conjunto de características comuns com outros, apresenta aspectos claros de diferenciação.

Os adultos, em número razoável, tornam-se muito mais selectivos, e decidem ou não o que imitar.

Mas esta imitação só funciona se estiver ligada a um forte apelo, que é naturalmente emocional.

Hoje com as novas tecnologias e com as redes sociais, assistimos a episódios de imitação muito alargados. As pessoas por necessidade de uma maior proximidade e sem se sentirem constrangidos por censuras de proximidade, tendem a imitar comportamentos observados nas interacções que estabelecem.

Essa imitação manifesta-se através da escrita e dos seus conteúdos, afunilando muitas vezes em interesses comuns. Não se trata de um fenómeno de seguidismo, uma vez que as pessoas querem estar a par e não atrás de A ou B.

Há então dois caminhos a seguir, para quem quer diminuir comportamentos de imitação:

Encontrar uma identidade própria e desenvolvê-la no sentido de criar um patamar de auto-estima seguro e mantendo um equilíbrio com o meio envolvente ou,

Procurar cultivar a diferença e, possivelmente evoluir para modelo a imitar, seja ele a que nível for aceitando os papéis que criou ou que foram postos à sua disposição.

O que acha?

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Imagination and influence

Imagine the case of an employee who developed an idea and proposed it to his organization through an application such as Teepin.

In the explanation of this application we read:

“The ideas are then introduced and discussed by all employees, who can then vote and comment, maintaining always informed about the discussion and the various states of development of these ideas.

The Teepin reinforces group, placing all employees as part of solving problems and creating new solutions.”

When the developer presented his idea he had done the right questions, diagnosed the problems critics had designed a set of solutions to address the key issues, established a set of priorities for action, and now felt confident with his idea.

The idea could be discussed and looked like he was ready! However he has the fear of not being sufficiently persuasive for that the idea becomes innovation. The idea when being explicit in the application may be discussed.

Now begins a new game, the game’s influence coming through to be able to tell the best story ever.

Some ground rules:

– There is a social convention more or less implicit in every society where we feel we must repay in kind what another person has provided us.

After a choice is made, we are under internal and external pressure to remain consistent with our commitment.

When we decide what to do in certain situations we look at what others have done similar.

People say yes usually to the people they like.

– People are more easily influenced by those they consider to be the legitimate authorities.

– The rarest thing is more valuable and is soon noticed.

The influence is critical to your ability to lead the ride of your idea and impact your organization. It is a skill that needs exercise. Increase the effectiveness of our influence depends on our ability to tell a memorable story and get people to commit to that idea.

For this influence to be effective we must start by reflecting:

What do we achieve?

– Who we need to influence or get the okay to develop the idea?

– What do we exactly want to convey?

– How do we deliver the message?

What often we want to achieve, it is not just “the success of our creative activity”, but all the way to get there.

We cannot yet be sure that someone holds the position or the role that was desirable, they play.

When someone is in strong opposition or when we have several opportunities to get involved with someone, we need to create an opening for another point of view.

If our goal is to convince someone of something they have to be prepared to decide.

But who are those people?

We need to understand, who our audience is so we can know the direction of our message. We need to know until what point they are conscientious of the problem that origins our idea as a solution and until what point they have the necessary knowledge to understand it.

If somehow our audience has a shaped perspective about the problem or about our idea it’s necessarily to know how much it is a positive one.

Our entire message will be built from the answers to the posed questions.

It is time to let logic in stand-by and to use creativity to succeed with the acceptation of our idea.

Good work!

Jogar com a nossa ideia

Imaginação e influência

Imaginemos o caso de um colaborador que desenvolveu uma ideia e a propôs à sua organização através de uma aplicação como o Teepin.

Na apresentação desta aplicação podemos ler:

“As ideias são inseridas e discutidas por todos os colaboradores, que as podem seguir, votar e comentar, mantendo-se sempre informados sobre a discussão e os diversos estados de evolução dessas ideias.

O Teepin reforça o espírito de grupo, colocando todos os colaboradores como parte da resolução de problemas e da criação de novas soluções.”

Quando esse colaborador apresentou a sua ideia ele já tinha feito as perguntas certas, diagnosticados os problemas críticos, tinha concebido um conjunto de soluções para solucionar as questões chave, estabelecido um conjunto de prioridades de recurso, e agora sentia-se confiante com a sua ideia.

A ideia podia ser discutida e parecia que ele estava pronto! Contudo havia o receio de não ser suficientemente persuasivo para que a ideia se torne inovação. A ideia ao estar explicitada na aplicação, pode ser discutida.

Agora começa um novo jogo, o jogo da influência que passa por ser capaz de contar a melhor história de sempre.

Algumas regras do jogo:

– Existe uma convenção social mais ou menos implícita em todas as sociedades onde sentimos que deve restituir em espécie o que outra pessoa nos proporcionou.

Depois de uma escolha ser feita, estamos sob pressão interna e externa para manter a coerência com o nosso compromisso.

Quando decidimos o que fazer em determinadas situações olhamos para o que os outros semelhantes fizeram.

As pessoas dizem normalmente sim às pessoas de quem gostam.

– As pessoas são mais facilmente influenciadas por aqueles que consideram ser as autoridades legítimas.

– A coisa mais rara é mais valiosa e é logo percebida.

A influência é fundamental para a nossa capacidade de liderar a viagem da nossa ideia e ter impacto na organização. É uma habilidade que necessita de exercício. Aumentar a eficácia da nossa influência depende da nossa capacidade de contar uma história memorável e levar as pessoas a se comprometerem com essa ideia.

Para que essa influência seja eficaz comecemos por reflectir:

– O que queremos alcançar?

– Quem nós precisamos de influenciar ou de quem precisamos de obter o “ok” para desenvolver a ideia?

– O que é que nós exactamente queremos transmitir?

– Como vamos entregar a mensagem?

O que, muitas vezes, queremos alcançar, não é apenas “o sucesso da nossa actividade criativa, isto é, é todo o caminho para lá chegar.

Nós podemos ainda não ter certeza de que alguém detém a posição ou o papel que era desejável, eles desempenharem.

Quando alguém está em forte oposição ou quando nós temos várias oportunidades de nos envolvermos com alguém, precisamos de criar abertura para um outro ponto de vista.

Se o nosso objectivo é convencer alguém de alguma coisa eles têm de estar preparados para decidir.

Mas quem são essas pessoas?

Nós precisamos compreender quem é a nossa audiência para sabermos como dirigir a nossa mensagem. Precisamos de saber até que ponto eles estão conscientes do problema que deu origem à nossa ideia como solução e até que ponto eles tem o conhecimento necessário para o compreender.

Se eventualmente a nossa audiência tem uma perspectiva formada sobre o problema ou sobre a nossa ideia é necessário saber até que ponto ela é positiva.

Toda a nossa mensagem será construída a partir das respostas às questões levantadas.

Está na altura de deixar a lógica em repouso e usar a criatividade para convencer alguém a aceitar a nossa ideia.

Bom trabalho!

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Deviations and trends

Jorge Barba was kind enough to tell me in twitter (@jorgebarba)  a post from John Mahaffie entitled “The Rock Becomes the bear, the bear and Become a rock “. This title reminded a number of situations that will certainly live longer and that represent frustration or expectations not realized.

It was thus a journey, an acquisition or purchase and even deepens a relationship. After all, the smiling future we wanted for ourselves and for all, it was not here!

Indeed, as John says ” Humans are superbly evolved for pattern recognition, but we mix into that skill a tendency to see what we expect to see, and sometimes what we want to see.”

Humans perceive their environment primarily in two ways. One with a top-down processing where sensory events are interpreted based on a combination of what happens in the external world and thoughts on the existing experiences and expectations.

When perception is based on what is expected, it is called a perceptual set, a predisposition to experience an event in a particular way.

For example, if we are involved in any activity that disturbs others, we only hear their complaints if we are called to attention to listen.

Of course the motivation may also influence the way this event is perceived.

The other way we have to understand our environment is bottom up, where processing depends less on what is already known or predictable and more on the nature of the external stimulus.

If there are no preconceptions about what to expect the suggestions present in the stimulus are used with greater intensity. This implies working elementary stimuli in a situation in order to put them together to create a significant stimulus.

Our perception abilities rely so much on external stimuli such as the expectation and knowledge. People pay attention to the world around them and learn to ignore information that is irrelevant to their needs at any time.

But John Mahaffie throws us into the adventure of exploring the future which also leads us to our predictions and expectations about solving problems and satisfying needs.

The typical truth or what is representative for us is something that can lead to imagine (prevent?) the future based on assumptions that are ultimately oversights.

He referred to widespread abuse of culture, as if what we do is what is right or will be accepted as such. On this theme, I wrote something about the appreciation of cultures and knowledge.

He also says that the project, i.e. when we design our lives for tomorrow, we forget that the launch ramps have discontinuities which reconciled with our experiences lead us to a leap in the dark.

It seems clear that despite our experiences assume a major role in our perception they are not synonymous of representativeness. But remember that emotions play an important role in our perception.

The effects of emotion on perception tend to blur over time, hence to realize the benefits without emotion, we should wait a little, and expect that the perception is served cold.

Looking at my role as consumer or user I realize that I am often influenced by recent experiences on which my ecosystem is not alien. It is my willingness to create or to include me in a trend, because after all I too am a conformist.

People are highly social by nature and we as a people to easily respond to the presence of other people and even just to think that someone can see us, we are troubled .

A competitive society that we are part, is rich in value judgments and can easily lead us to appreciate others and their ideas, even when we are aware that the procedure is not correct.

We ran, towards others with psychological security when we accept the person, when we use empathy and not evaluated.

All mental processes derive, ultimately, of sensory perception, ie the senses of sight, hearing, taste, touch, smell.

The sensory perception, in turn, is conditioned by four factors:

–      The sensitivity of the organism.

–      The character or quality of the stimulus.

–      The degree of impact of past experience.

–      The all you get.

This conditioning of course differs from individual to individual and from situation to situation, but without wanting to abuse the labeling, can say that standardization comes at some point common to all these elements of the process of perception.

Yet it is the impact that our past experience and accumulated that standardization is rooted more.

The new experiences that bring many sensations are compared and related to the experience and records accumulated over the years.

” We need to keep reminding ourselves of our human capacity for misinterpreting what we’re seeing, assuming continuity, finding what we’re looking for, and, especially, for wishful thinking.”- John B. Mahaffie

But it is up to us to choose

Criatividade! A minha percepção adulterada do futuro

Desvios e tendências

Jorge Barba teve a amabilidade de me indicar no twitter um post de John Mahaffie intitulado “A rock becomes a bear, and a bear becomes a rock”. Este título fez lembrar uma quantidade de situações que certamente já vivemos e que representam a frustração ou expectativas não concretizadas.

Foi assim numa viagem, numa aquisição ou compra e até no aprofundar de uma relação. Afinal, os futuros risonhos que queríamos para nós e para todos, não chegaram!

De facto como diz John “Os seres humanos são soberbamente evoluídos para reconhecimento de padrões, mas misturamos a essa habilidade uma tendência para ver o que esperamos ver, e às vezes o que queremos ver.”

Os seres humanos percebem o seu ambiente, basicamente de duas formas. Uma com um processamento de cima para baixo onde os eventos sensoriais são interpretados com base numa combinação do que ocorre no mundo externo e sobre os pensamentos existentes, experiências e expectativas.

Quando a percepção é baseada no que é esperado, ela é chamado um conjunto de percepção, uma predisposição para experimentar um evento de uma forma particular.

Por exemplo, se estamos envolvidos numa actividade qualquer que incomoda terceiros, só ouviremos as suas reclamações se formos chamados à atenção para as ouvirmos.

Naturalmente a motivação também pode influenciar a forma como esse evento é percebido.

A outra forma que temos para perceber o nosso ambiente é de baixo para cima, onde o processamento depende menos do que já é conhecido ou previsível e muito mais sobre da natureza do estímulo externo.

Se não há preconceitos sobre o que esperar, as sugestões presentes no estímulo são usadas com maior intensidade. Isto implica trabalhar os estímulos elementares numa situação de forma a colocá-los juntos para criar um estímulo significativo.

As nossas habilidades de percepção confiam tanto em estímulos externos como na expectativa e no conhecimento. As pessoas prestam atenção ao mundo à sua volta e aprendem a ignorar informações que são irrelevantes para as suas necessidades em qualquer momento.

Mas John Mahaffie lança-nos na aventura de explorar o futuro o que também nos leva às nossas previsões e expectativas quanto à resolução de problemas e satisfação de necessidades.

A verdade típica ou o que tem representação para nós é algo que nos pode levar a imaginar (prevenir?) o futuro, baseados em pressupostos que afinal são descuidos.

Ele refere o abuso da generalização cultural, como se o que nós fazemos é que está correcto ou vai ser aceite como tal. Sobre este tema, escrevi algo sobre a valorização das culturas e o conhecimento.

Diz ainda que quanto projectamos, isto é quando desenhamos a nossa vida no amanhã, esquecemo-nos que as rampas de lançamento tem descontinuidades o que conciliado com as nossas experiências nos leva a um salto no escuro.

Parece claro que, apesar de as nossas experiências assumirem um papel relevante na nossa percepção elas não são sinónimo de representatividade. É bom não esquecer que as emoções têm um papel importante na nossa percepção.

Este efeitos da emoção na percepção, tendem a diluir-se com o tempo, donde, para perceber sem as vantagens da emoção, devemos aguardar um pouco, e esperar que a percepção seja servida “fria”.

Analisando o meu papel de consumidor ou utilizador eu dou conta que muitas vezes eu sou influenciado por experiências recente a que o meu ecossistema não é alheio. É a minha disponibilidade para criar ou para me incluir numa tendência, porque afinal eu também sou conformista.

As pessoas são por natureza altamente sociais e nós, como pessoas com facilidade reagimos à presença de outras pessoas e até mesmo, só de pensar que alguém pode observar-nos, ficamos incomodados.

A sociedade competitiva de que fazemos parte, é fértil em juízos de valor e, pode facilmente levar-nos a avaliar os outros e às suas ideias, mesmo quando estamos consciente de que o procedimento não é correcto.

Nós funcionamos, perante os outros com segurança psicológica quando aceitamos a pessoa, quando usamos empatia e não as avaliamos.

Todos os processos mentais derivam, em último caso, da percepção sensorial, isto é, dos sentidos da visão, audição, paladar, tacto, olfacto.

A percepção sensorial, por sua vez, é condicionada por quatro factores:

A sensibilidade do organismo.

O carácter ou a qualidade do estímulo.

O grau de impacto de experiência passada.

O todo que recebe.

Este condicionamento difere naturalmente de indivíduo para indivíduo e de situação para situação, mas sem querer abusar de rotulagem, pode-se dizer que a padronização toca nalgum ponto comum a  todos estes elementos do processo de percepção.

Contudo é no impacto que a nossa experiência passada e acumulada que a padronização mais se enraíza.

As novas experiências que trazem consigo inúmeras sensações, são comparadas e relacionadas com as experiências e registos acumulados ao longo dos anos.

“Precisamos lembrar-nos da nossa capacidade humana de interpretar mal o que estamos a ver, assumindo a continuidade, encontrando o que procuramos, e, principalmente, por ilusões.” – John B. Mahaffie

Mas cabe-nos a nós escolher!

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I like simple things!

The big difference between people and not people is that the first know how to make distinctions between simple things and complex things. The others do not distinguish, for them, sensation and perception are the same or similar.

Although closely related, sensation and perception play two complementary functions, but different in how we interpret our world.

The feeling refers to the process of feeling our environment through touch, taste, sight, hearing and smell. This information is sent to our brains, which comes into play.

The sensation is a passive process, in the sense that we do not have to be consciously committed to a “feel” the process.

Perception can be defined as active in the selection process, organization and interpretation of information reaching the brain through the senses.

Perception is therefore the way we interpret those feelings and make sense of everything around us.

For example, the sense of ownership, we have in our body depends on the spatial and temporal correlation between the sensory stimuli, visual, tactile, etc.., which arise from our body. This correlation leads to the formation of “body image,” an internal representation of our body.

Perception is the process, constant, where the human mind organizes the vast amount of material received, records and forwards to cognition. The aim is to select the sensations that are of importance or interest to the person, and this happens continuously and often unconsciously.

For example most optical illusions are the result of incongruent design elements at opposite ends of parallel lines, the influence of background patterns on the overall design, the adjustment of our perception of the limits to high-contrast images after resulting from eye movements or displays kinetics, or the inability to interpret the spatial structure of an object from the context provided by image.

In the initial phase of perception, seems to be forming patterns or contours that dominate. It is an important step to reduce the amount of superfluous details in sensations, and finding familiar patterns and understandable.

At this point we select the patterns that need to react or require conscious attention.

With a little reflection on our part, we found that many times, “we the feeling already…”, and easily associate with a standard (or reference model) known.

The whole is always different from the sum of its parts.

The standards of training in the human mind, according to the approach of the theory of form (Gestalt) seem to obey some regularity:

Proximity. Small shapes and objects that are near each other tend to cluster together.

Similarity. Objects that are similar are interrelated and easily be seen as a unit.

Closure or totality. The objects that are grouped together are seen as a whole.

Simplicity. The reality is organized or reduced to the simplest form possible.

We call “beauty” that feeling of pleasure that is an effort to realize and from the success in finding a structure, background, initially hidden in the artwork.

Como eu gosto, de coisas simples!

A grande diferença entre as pessoas e as não pessoas é que, as primeiras sabem fazer distinções entre coisas simples e complexas. As outras não fazem distinções, para elas, sensação e percepção são iguais ou semelhantes.

Embora intimamente relacionados, sensação e percepção desempenham duas funções complementares, mas diferentes na forma como interpretamos o nosso mundo.

A sensação refere-se ao processo de sentir o nosso meio ambiente através do tacto, paladar, visão, audição e olfacto. Essa informação é enviada para os nossos cérebros, onde entra em jogo.

A sensação é um processo passivo, no sentido em que não temos de estar conscientemente comprometidos com um “sentir” o processo.

Percepção pode ser definida como activa no processo de selecção, organização e interpretação das informações que chegam ao cérebro pelos sentidos.

Percepção é portanto, a nossa forma de interpretar essas sensações e dar sentido a tudo que nos cerca.

Por exemplo, o sentimento de posse, que temos do nosso corpo, depende da correlação espacial e temporal entre os estímulos sensoriais, visual, táctil, etc., que surgem do nosso corpo. Esta correlação leva à formação da “imagem corporal”, uma representação interna do nosso corpo.

A percepção é o processo, constante, onde a mente humana organiza a imensa quantidade de material recebido, regista e encaminha à cognição. O objectivo é seleccionar as sensações que têm importância ou de interesse para a pessoa, e isto acontece de forma contínua e muitas vezes inconsciente.

Por exemplo a maioria das ilusões de óptica são o resultado de elementos de design incongruentes em extremos opostos de linhas paralelas, da influência de padrões de fundo sobre a concepção global, do ajustamento da nossa percepção nos limites das áreas de alto contraste, de imagens posteriores resultantes de movimentos dos olhos ou das exposições cinéticas, ou da incapacidade para interpretar a estrutura espacial de um objecto a partir do contexto fornecido pela imagem.

Na fase inicial da percepção, parece ser formação de padrões ou contornos que domina. É um passo importante, para reduzir a quantidade de detalhes supérfluos nas sensações, e encontrar padrões familiares e compreensíveis.

Nesta altura seleccionamos os padrões que precisam de uma reacção ou necessitam de atenção consciente.

Com um pouco de reflexão da nossa parte, verificamos que muitas vezes, “temos a sensação de já…”, e facilmente associamos a um padrão (modelo ou referencial) conhecido.

O todo é sempre diferente da soma das partes.

Os padrões de formação na mente humana, segundo a abordagem da teoria da forma (Gestalt) parecem obedecer a algumas regularidades:

Proximidade. Pequenas formas e objectos que estão próximos uns dos outros tendem a agrupar-se juntos.

Similaridade. Objectos que são semelhantes serão relacionados entre si e, facilmente serão vistos, como uma unidade.

Encerramento, ou a totalidade. Os objectos que são agrupados juntos, são vistos como um todo.

Simplicidade. A realidade é organizada ou reduzida à forma mais simples possível.

Podemos chamar “beleza”, aquela sensação de prazer que resulta do esforço para perceber, e do sucesso em encontrar uma estrutura de fundo, inicialmente escondido na obra de arte.

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(Texto em Português depois deste)

View, emotions and speculation

“Designers are experts in using the power of observation. The observation has the power to inspire and inform. In my experience your best source of expertise in observation-oriented innovation is the design community. “- Tom Kelly, IDEO

The use of visual stimuli helps designers to produce more and better results. It’s her observation skills that translate into inspiration.

These results are often attributed to the intuition of designers. Intuitively we know, or believe that there is a significant connection between intuition and innovation. Creativity is never seen without being accompanied by intuition.

And how design thinking carries this baggage?

Hogarth identifies skills and practices demonstrated by talented people intuitively. Some of theme:

  • Their ability to see.
  • Their ability to recognize emotions and learn from them.
  • Their willingness to speculate and consider the alternatives.
  • Their habits of perception tests, emotions and speculations.

The psychology has studied extensively the ways in which people organize and choose among the wide array of stimuli presented to them, especially at the level of visual stimuli.

The perception is composed of a series of processes that begins with the reception of stimuli and which follows a selection process. The stimuli are then organized into some patterns that make sense with the data received.

Who receives gives meaning and interprets the data and checks whether it is right or wrong what he received. In the last phase the receiver reacts.

This entire sequence of processes, perception is influenced by a variety of factors including the intensity and physical dimensions of the stimulus.

We know that the activities of the sense organs are the result of effects of previous stimulation, or the subject’s past experience as well as factors of attention, motivation and emotional states of an individual.

The visual stimuli influence the perceived organization according to their proximity to each other, their similarity, the tendency for the subject to realize the full numbers, as well as the ability of the subject to distinguish important figures of a plan.

Sometimes when the stimuli do not appear isolated in the middle there is a tendency to interpret one object in the same way, regardless of variations, such as distance, angle, or brightness.

At such times it is important getting out of the box to view the outside or behind the objects in the environment where we are.

To improve our ability to respond to the resolution of a problem and deal with a large number of stimuli, we need to focus on a limited number, and ignore those that are considered less important.

Recent studies have shown that stimuli are actually perceived in the brain, while sensory organs merely gather the signals.

An absolute limit is the minimum intensity of a physical stimulus that a subject can normally perceive, whereas a difference threshold is the minimum amount of change of a stimulus, which can be consciously detected by the subject.

It is in the thresholds of perception that is the way to innovation!



Visualização, emoções e especulação

“Os designers são peritos no uso do poder de observação. A observação tem o poder de inspirar e informar. Na minha experiência a melhor fonte de especialização em observação orientada para a inovação é a comunidade design.” – Tom Kelly -Ideo

O uso de estímulos visuais ajudam os designers a produzir mais e melhores resultados. È a sua capacidade de observação que se traduz em inspiração.

Esses resultados são frequentemente atribuídos à intuição dos designers. Intuitivamente sabemos, ou acreditamos que, há uma conexão significativa entre intuição e inovação. A criatividade nunca é vista sem ser acompanhada pela intuição.

E como é que pensar design transporta esta bagagem?

Hogarth, identifica competências e práticas demonstradas por pessoas intuitivamente talentosas:

     A sua capacidade de visualização.

     A sua capacidade de reconhecer emoções e aprender com elas.

     A sua vontade de especular e considerar as alternativas.

     Os seus hábitos de testes de percepção, emoções e especulações.

A psicologia estudou, exaustivamente, as maneiras pelas quais as pessoas organizam e escolhem entre a vasta gama de estímulos que lhes são apresentados, principalmente ao nível do estímulo visual.

A percepção é composta de um série de processos que se inicia com a recepção dos estímulos e à qual sucede um processo de selecção. Os estímulos são então organizados em alguns padrões para que façam sentido com os dados recebidos.

Quem recebe dá significado e interpreta os dados e verifica se está certo ou errado o que recebeu. Na última fase o receptor reage.

Toda esta sequência de processos, a percepção, é influenciada por uma variedade de factores, incluindo a intensidade e dimensões físicas do estímulo.

Sabemos que as actividades dos órgãos dos sentidos, são resultado de efeitos da estimulação anterior, ou da experiência passada do sujeito, bem como de factores de atenção, motivação e estados emocionais de um indivíduo.

Os estímulos influenciam a organização visual percebida de acordo com a sua proximidade uns com os outros, a sua semelhança, a tendência para o sujeito em perceber números completos, bem como a capacidade do sujeito para distinguir figuras importantes de um plano.

Por vezes, quando os estímulos não surgem isolados no meio, existe uma tendência para interpretar um objecto da mesma maneira, independentemente de variações, tais como distância, ângulo de visão, ou o brilho.

Nestas alturas importa sair fora da caixa para visualizar o lado de fora, ou por detrás, dos objectos no meio ambiente em que nos encontramos.

Para melhorar a nossa capacidade de resposta, para a resolução de um problema, e face a um número elevado de estímulos, temos de nos concentrar num número limitado, e ignorar aqueles que, são considerados menos importantes.

Estudos recentes têm demonstrado que os estímulos são realmente percebidos no cérebro, enquanto os órgãos sensoriais apenas recolhem os sinais.

Um limite absoluto, é a intensidade mínima física de um estímulo, que normalmente um sujeito pode perceber, ao passo que um limiar de diferença é a quantidade mínima de mudança de um estímulo, que pode ser conscientemente detectada pelo assunto.

É nos limiares da percepção que está o caminho da inovação!

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