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(See video): Needs talking to us!

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Motivated only till competencies

When I read a Tweet from @ Martin_Jordan “Insights into people’s behavior are the fuel for innovation. — Dennis Boyle  @IDEO, immediately I signed my agreement and thought who observes the behavior of people.

The ability to comment is a skill that must of course be resident on someone and this person need energy to overcome barriers and to be integrated in an ecosystem.

It is necessary the motivation to be creative and the best direction to take is by walking the paths of observation of the behavior of people.

Creativity can be defined as the competence of any problem identification and idea generation that lead us to innovation.

There is a theory of motivation that proposes that the motivation is based on feelings of personal competence.

According to this theory the motivation increases when a person performs a task successfully. But we know that any organization is composed of individuals with different skills and motivations, and most successful companies know how to make individual skills available to the group.

The more effectively way of a business be able to operate within a framework of cooperation is to take advantage of individual successes and thrive as a whole.

However the demand for meaning to the existence of different answers against adversity or obstacles does not stay there.

Another approach shows us a differentiation between intrinsic and extrinsic motivation. The motivation to go to work is concerned, because the activity will bring some reward at the end. We are intrinsically motivated when, seek compromise and well-being in the things we do and this leads us to creativity.

How we use fuel innovation perhaps is easier to understand if we take some time to think on work by Ryan and Deci!

Differentiating extrinsic motivation in types that differ in their degree of autonomy, Ryan and Deci, classify gradations of motivation the genocidal theory of self-determination.

Lack of motivation-Is a state where lack of intention to act. People leave theirself “go on the wave”.

External Adjustment – Activities are made exclusively to comply with external requests. People feel controlled.

Adjustment by introspection – Activities are carried out to get a reward or avoid a punishment, but these things are internal, for example, to avoid the blame or anxiety.

Regulation Identified – People identify themselves with the activities, which are seen as important personally.

Integrated Adjustment – Regulation identified was fully integrated in our “self”.

Intrinsic motivation – Activities that are performed only by the satisfaction of doing it.

These are some of the conditions of departure for a thorough observation of behavior of people and believe that not all that perform go as deep as desired because the energy available is not enough for a trip of this magnitude.

There is subtle but important differences between people who seek to play activities to meet its strengths, which are natural, therefore, feel competent, and people who feel enjoyment face challenges and try out new skills and that are typical of successful entrepreneurs.

If we look only situations that make us feel competent, it is likely that the age let us look bad, and it is unlikely that we have satisfaction with what we do.

People, who have managed to find competence in new skills, found, for sure, the motivation to develop more creative work and better adapted to the real needs of people.

We can’t give motivation, we can facilitate it!

 

Viajar até ao comportamento das pessoas com criatividade!

Motivado só até à competência

Ao ler um tweet de @Martin_Jordan “A capacidade da observação profunda do comportamento das pessoas é o combustível para a inovação” – Dennis Boyle da @IDEO, imediatamente subscrevi o meu acordo e pensei em quem observa o comportamento das pessoas.

A capacidade de observação é uma competência que tem naturalmente de estar residente em alguém e essa pessoa necessita de energia para ultrapassar barreiras e para se integrar num ecossistema.

É necessária a motivação para se ser criativo e a melhor direcção a tomar é percorrendo os caminhos da observação do comportamento das pessoas.

A criatividade pode ser definida como a competência de identificação de qualquer problema e na geração de ideias que nos levam à inovação.

Existe uma teoria da motivação que propõe que a motivação é baseada nos sentimentos de competência pessoal.

Segundo esta teoria a motivação aumenta quando uma pessoa realiza com sucesso uma tarefa. Mas nós sabemos que toda e qualquer organização é composta por indivíduos com diferentes motivações e competências, e as empresas mais bem sucedidas sabem como tornar as competências individuais disponíveis para o grupo.

A forma mais eficaz um negócio poder funcionar dentro de um quadro de colaboração, é tirar proveito de sucessos individuais e prosperar como um todo.

Contudo a procura de significado para a existência de respostas diferentes face a adversidades ou obstáculos, não fica por aí.

Uma outra abordagem, mostra-nos uma diferenciação entre a motivação extrínseca e a intrínseca. A motivação para ir para o trabalho é extrínseca, porque a actividade vai trazer alguma recompensa no fim. Nós estamos intrinsecamente motivados quando, procuramos o compromisso e o bem-estar nas coisas que fazemos e isso conduz-nos à criatividade.

A forma como nós utilizamos o combustível para a inovação talvez fique mais fácil de entender se tirarmos algum tempo para pensar no trabalho de Ryan e Deci!

Diferenciando motivação extrínseca em tipos que diferem no seu grau de autonomia, Ryan e Deci, classificam gradações de motivação a que chamaram teoria da auto-determinação.

Ausência de motivação –  É um estado onde falta de intenção de agir. As pessoas deixam-se “ir na onda”.

Regulação externa – As actividades são feitas exclusivamente para satisfazer solicitações externas. As pessoas sentem-se controladas.

Regulação por introjeção – As actividades são realizados para conseguir uma recompensa ou evitar uma punição, mas essas coisas são internas, por exemplo, para evitar a culpa ou ansiedade.

Regulação Identificada – As pessoas identificam-se com as actividades, que são vistas como pessoalmente importantes.

Regulação Integrada – Uma regulação identificada foi totalmente integrada no nosso “auto”.

Motivação Intrínseca – Uma actividade que é realizada apenas pela satisfação inerente ao facto de a fazer.

Estas são algumas das condições de partida para uma observação profunda do comportamento das pessoas e acredito que nem todos os que a realizam vão tão fundo quanto necessário porque a energia de que dispõem não é suficiente para uma viagem desta dimensão

Há uma diferença subtil, mas importante, entre as pessoas que procuram desempenhar actividades ao encontro dos seus pontos fortes, o que é natural, pois, sentem-se competentes, e as pessoas que sentem o gozo de enfrentar desafios e testar novas habilidades e que são típicas de empresários bem sucedidos, os empreendedores.

Se nós procurarmos apenas situações que nos fazem sentir competentes, é provável que a idade nos deixe ficar mal, e é improvável que tenhamos satisfação com o que fazemos.

As pessoas que conseguiram procurar a competência em novas habilidades, encontraram, por certo, a motivação para desenvolver mais trabalho criativo e melhor adaptado às verdadeiras necessidades das pessoas.

A motivação não se dá, facilita-se!

(Texto em Português depois deste)

The details that make a difference!

People are used to look at the whole as the image they want to capture for later incorporate as knowledge.

This is useful because they allow a greater assimilation of sets and facilitates responses by elimination, addressing situations of adversity.

An understanding of how the acquisition, translation and distribution of information are processed in individuals can help an organization to deal with adversity or favorable moments for their development.

The organizations are not isolated cells in an environment and despite everyone thinking so many organizations and their primary responsibility living in silos.

The external environment of a person or organization has been defined as the environment that includes all events and / or variables in the world that has any effect on the activities or results of a person or organization.

It is this environment that will bring us the wealth of information needed to update our knowledge and looking for a new world.

The observation planes we build, to identify this world are full of details that require attention and expertise.

Some managers sometimes remind the gargoyles on top of buildings.

That world includes data and behaviors, the latter being crucial for the survival of our relationship with others. And are the details (some) that make a difference, details that we detected through observation and often feel the need to experiment.

There is a longstanding distinction between experimentation and observation.

To experience it is necessary to isolate, prepare and handle things in the hope of producing useful evidence. Note is to meet the interesting details of things perceived under conditions more or less natural, or, by extension, things perceived during an experiment.

Look for an orange, and enjoy their color and shape would be observing it. Extract the juice and apply reagents to measure the acidity would be to conduct an experiment.

If the aim of our observation is to know what feelings and emotions of people in the face of certain stimuli does not necessarily have to use the trial. Just look at the situations identified with the stimuli, or questioning people.

But to observe or ask people there are some basics below:

– People do not predict what they can do in the future.

– People amplify the truth to be closer than they think we want to hear, or what is socially acceptable.

– By telling what they do, people are saying what they remember what they do.

– When reporting what they remember, people rationalize their behavior.

It is also important to note that the observers do not always use declarative sentences to describe the results observed, not always achieve desirable levels of empathy. To observe we often use drawings, photographs, make audio or video recordings, etc.

The detail or small point is a differentiator and is watching him that we create conditions to innovate and meet the needs of people.

 

 

Os pormenores que fazem a diferença!

As pessoas estão habituadas a olhar para o todo como sendo a imagem que querem captar para posteriormente incorporarem como conhecimento.

Isso é útil porque permitem uma assimilação maior de conjuntos e facilita respostas, por eliminação, face a situações de adversidade.

Uma compreensão de como a aquisição, tradução e distribuição da informação é processada nos indivíduos, pode auxiliar uma organização a lidar com as circunstâncias adversas ou favoráveis no seu desenvolvimento.

As organizações não são células isoladas num ambiente e apesar de toda a gente pensar assim muitas organizações e os seus principais responsáveis vivem em silos.

O ambiente externo a uma pessoa ou organização, tem sido definido como o ambiente que inclui todos os eventos e/ou variáveis no mundo que tenha qualquer efeito sobre as actividades ou resultados de uma pessoa ou organização.

É esse ambiente que nos vai trazer toda a riqueza de informação, necessária à actualização do nosso conhecimento e à procura de um mundo novo.

Os planos de observação que construímos, para identificar esse mundo, estão repletos de pormenores que exigem atenção e perícia.

Alguns gestores fazem lembrar por vezes as gárgulas no topo dos edifícios.

Esse mundo inclui dados e comportamentos, sendo estes últimos cruciais para a sobrevivência do nosso relacionamento com os demais. E são os pormenores (alguns), que fazem a diferença, pormenores que detectamos através da observação e que muitas vezes sentimos necessidade de experimentar.

Existe uma distinção de longa data entre a experimentação e a observação.

Para experimentar é preciso isolar, preparar e manipular as coisas na esperança de produzir provas úteis. Observar é atender aos pormenores interessantes de coisas percebidas sob condições mais ou menos naturais, ou, por extensão, as coisas percebidas no decorrer de uma experiência.

Olhar para uma laranja, e apreciar a sua cor e forma seria observá-la. Extrair o sumo e aplicar reagentes para medir a acidez seria realizar uma experiência.

Se o objectivo da nossa observação é saber quais os sentimentos e emoções das pessoas face a determinado estímulo, não temos necessariamente de utilizar a experimentação. Basta observar em situações identificadas com os estímulos, ou questionar as pessoas.

Mas para observar ou questionar as pessoas há alguns princípios a seguir:

– As pessoas não prevêem o que podem fazer no futuro.

– As pessoas amplificam a verdade para estar mais perto do que elas acham que nós queremos ouvir, ou que é socialmente aceitável.

– Ao contar o que fazem, as pessoas estão a dizer do que elas se lembram que fazem.

– Ao relatar o que se lembram, as pessoas racionalizar o seu comportamento.

É importante, ainda, ter em conta que os observadores não usam sempre sentenças declarativas para relatar os resultados observados, isto é nem sempre atingem níveis de empatia desejáveis. Para observar frequentemente desenhamos, fotografamos, fazemos gravações de áudio ou vídeo, etc.

O detalhe ou pormenor é diferenciador e é ao observá-lo que criamos condições para inovar e satisfazer as necessidades das pessoas.

 (Texto adaptado de um artigo deste blog)
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