Enjoy it Beyond the Social Network: Tips for Engaging Professional Relationships to Last a Lifetime by Gary Polsky It used to be that you met someone at a meeting or a mixer, had a real conversation with them, perhaps saw them again at a luncheon, exchanged an email or phone conversation, and eventually, developed [...]
Enjoy it
Beyond the Social Network: Tips for Engaging Professional Relationships to Last a Lifetime by Gary Polsky
It used to be that you met someone at a meeting or a mixer, had a real conversation with them, perhaps saw them again at a luncheon, exchanged an email or phone conversation, and eventually, developed those initial interactions into a long-term business relationship.
Innovation and Social Leadership by Riitta Raesmaa
My brain is bubbling after the TEDxHelsinki event – a creatively built lineup of innovative speakers. The themes were exactly those I’ve been working on lately: Entrepreneurship, innovation, age & generations, and leadership. So here are random thoughts I’d like to share.
Lee Chipman: I Can Do Anything by Whitney Johnson
Lee Chipman is a busy mother of five girls. When she’s not baking, cleaning or helping with homework, she enjoys decorating her home.
Get Your Process Right to Innovate Successfully by Tim Kastelle
Ideally, you’ll have both. But I suspect that if it’s either/or, process wins.
There is an interesting example from the world of chess in Michael Nielsen’s fantastic new book Reinventing Discovery: The New Era of Networked Science. The book discusses how our improved ability to network via the internet is changing the face of science. It’s an interesting book, and also an important one and I recommend it highly.
Deconstructing the Design Thinker by Sohrab Vossoughi via Ralph-Ohr
The term ‘design thinking’ has lost some of its lustre of late, particularly in business publications. In my view, this is the natural result of throwing around a term with a bit too much enthusiasm and not enough understanding, and it is truly unfortunate, because the qualities it describes have never been more important.
The Future by Design by Greg Satell
The future has a nice ring to it. It is fairly busting with promise. We can let our dreams run wild, imagine that some of the bullshit we currently have to endure will subside and that cool new things will replace boring old ones.
Sketchnotes of Ezio Manzini at School of the Art Institute of Chicago by Craighton Berman
This past Monday evening, on an unseasonably warm night in Chicago, sustainability expert Ezio Manzini gave a thought-provoking lecture at the School of the Art Institute of Chicago. Mr Manzini is a Professor of Industrial Design at Politecnico Milano, and is a renowned expert in the application of strategic design for sustainability.
Why We Cannot Perceive the World Objectively by Michael Michalko
People tend to think of perception as a passive process. We see, hear, smell, taste or feel stimuli that impinge upon our senses. We think that if we are at all objective, we record what is actually there.
Have a nice week!
Curiosidade e a cor A poderosa, insaciável, e extraordinária curiosidade visual levou Leonardo a buscar o significado da estrutura e padrão do corpo como microcosmo e o universo como macrocosmo. Para ele desenhar era compreender. – Rachel Evans A criatividade exige concentrar a nossa atenção em algo em que antes não nos concentramos muito. [...]
Curiosidade e a cor
A poderosa, insaciável, e extraordinária curiosidade visual levou Leonardo a buscar o significado da estrutura e padrão do corpo como microcosmo e o universo como macrocosmo. Para ele desenhar era compreender. – Rachel Evans
A criatividade exige concentrar a nossa atenção em algo em que antes não nos concentramos muito.
Concentre-se num arco-íris!
O que eu li no twitter, “@redmamba: imagining having breakfast with @j4ngis & @Jabaldaia. It would be like swimming in a rainbow of creative fun”, foi o que deu origem a este artigo.
Se ao observarmos como as coisas são feitas actualmente e não estamos apenas a deleitar-nos com as maravilhas que nos rodeiam ou não estamos apenas a lamentar-nos do que nos faz falta e quisermos tomar a iniciativa e criar algo, então temos que largar nossos padrões actuais de pensar.
Um passeio à beira-mar ou um passeio pela montanha pode ajudar.
Já experimentou olhar o que o rodeia do cimo de uma montanha?
Provavelmente vai sentir uma vontade enorme de continuar a explorar o mundo e começar a estabelecer conexões dos seus pensamentos, num movimento que parece infinito.
A inspiração para ideias alternativas muitas vezes acontece na periferia das coisas ou das suas representações e por analogias.
Já experimentou agarrar uma solução desenvolvida num campo diferente do seu problema e aplicá-la a esse problema?
Quando éramos crianças, pelo menos alguns de nós, fomos educados com algum recurso a analogias numa tentativa de desenvolver as nossas habilidades para resolver os nossos pequenos problemas, mas essas habilidades foram-se desvanecendo.
A criatividade não uma característica inata das pessoas, é adquirida e deve acompanhar-nos toda a vida. A imaginação é mais importante que o conhecimento porque é ela que nos faz dançar nas nuvens e tomar banho bum arcoíris.
Numa pesquisa de 2008, de 5.000 psicólogos infantis em 29 países (incluindo o Reino Unido, Canadá, França, EUA, Japão, etc.) a esmagadora maioria concordou em cinco pontos-chave que os pais precisam saber:
1. As crianças sobredotadas são criadas – não nascem.
2. Como as crianças aprendem e pensam é mais importante que aquilo que aprendem e pensam.
3. Quando aprender é divertido, as crianças aprendem mais e mais rápido.
4. A maioria das crianças não é ensinada a aprender de forma mais eficaz, mas de forma mais simples para memorização de dados para o de curto prazo.
5. Porque as crianças têm mentes que são esponjas virtuais, elas estão mais receptivas à aprendizagem nos anos de formação (3-8) e é durante essa idade que formam a raiz central da sua personalidade e formam os seus processos mentais e padrões. Algures entre as idades de 80-10 interrompem a programação e as suas mentes “fecham” e assim como a forma como eles analisam e resolvem problemas aos 8 anos é geralmente como irão fazê-lo aos 28 anos e o resto de suas vidas.”
Mas tal como o arco-íris nos surge em qualquer idade também a imaginação e criatividade podem e devem fazer parte do nosso quotidiano. Nadar num arco-íris de criatividade deve ser o nosso exercício regular de manutenção do pensamento claro e divertido que é aconselhado a crianças, jovens e adultos.
A criatividade também precisa dessas rotinas e fazendo exercício mantemos a nossa capacidade de resolução de problemas e melhoramos a nossa relação com a sociedade.
Nós não nascemos génios criativos mas todos podemos participar da festa das cores e tentar encontrar o pote de ouro no fim do arco-íris.
“Os génios criativos percebem essências, funções e padrões que lhes permitem fazer ligações abstractas e conceituar ideias originais. Nós fomos educados para não fazer isso. Ao longo do tempo, temos cultivado o hábito de colocar a ênfase maior em separar os indivíduos em dados e focar os detalhes.
Um arco-íris parece ser um objecto composto de arcos coloridos. Se você considerasse que o arco-íris era um objecto e caminhasse na sua direcção, ele não seria encontrado. Em vez disso, iria encontrar gotas de chuva a cairo e luz solar. Se estudou as gotas de chuva e luz solar como eventos separados, você nunca iria entender o arco-íris. No entanto, se você estudar a inter-relação entre a luz e chuva, você vai descobrir a essência do arco-íris, que é a mistura de chuva e refracção da luz pela chuva. É um processo, não um objecto. – Michael Michalko
Liberte a imaginação e mergulhe no arco-íris!
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