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O valor real das pessoas

“No actual ambiente de negócios de dados abundantes, a ênfase no pensamento analítico está aumentando em vez de diminuir.” – Melba Kurman

Apesar de o conhecimento de uma organização poder não ser a soma dos vários conhecimentos individuais ou sectoriais, as organizações tendem a esquecer muito do que vai para além dos dados.

Ter conhecimento sobre o conhecimento significa possuir a verdadeira compreensão da vantagem do conhecimento e para compreender essa vantagem, importa responder a algumas interrogações.

Que dimensão, relevância e quantidade, do conhecimento é discutido na sua organização?

Até que ponto é bem percebida a sua distribuição e valor?

As organizações podem usar o conhecimento para assegurar uma vantagem estratégica se conseguirem gerar maior valor através do conhecimento de produtos, pessoas e processos.

Se uma organização proporciona produtos ou serviços “inteligentes”, isto é, úteis e com fácil usabilidade e que permitem maior rendimento por parte dos consumidores, ela podem conseguir alguma vantagem competitiva face à concorrência.

Nós sabemos que em muitas empresas, há muitas diferenças ao nível de desempenho, entre os diferentes grupos que realizam um mesmo processo.

Parece também não haver dúvidas que o conhecimento em pessoas é o recurso mais valioso que uma organização pode ter e apesar disso muitas organizações tratam estes “recursos” como recursos físicos, ou nomes com funções e com habilidades especiais para determinadas tarefas.

O que as organizações precisam é de olhar para as pessoas como pessoas em toda a sua dimensão humana e não apenas como portadores de informação. As pessoas são portadoras de conhecimento explícito e de conhecimento tácito, este mais difícil de exprimir e de codificar.

Para converter o conhecimento em valor e portanto numa forma mais explícita, é necessário criar um espírito de colaboração para um projecto comum.

O conhecimento tácito existente nos colaboradores e nos clientes das empresas pode fluir mais facilmente se proporcionarmos uma melhor interacção humana, de tal forma que o conhecimento seja difundido em todo a organização e não apenas por alguns. Essa disseminação alargada quando é apoiada desperta a geração de novas ideias e conhecimentos.

O conhecimento mais valioso que uma organização tem, está na mente dos seus colaboradores e dos seus suportes, especialmente os clientes.

No entanto, a interrogação que os gestores em inovação mais levantam é:

Como é que eu posso conciliar os números e as pessoas?

O que nós temos de aprender é a dar vida aos números, procurando encontrar sentido nos dados encontrados, tanto mais que hoje as redes da internet fornecem uma quantidade surpreendente de dados.

É preciso pensar nas pessoas, nas suas necessidades e descobrir a história que está por detrás dessas necessidades. Uma abordagem puramente baseado em dados para a compreensão das necessidades dos clientes diz-nos onde os clientes têm estado e o que eles fizeram, mas não dizem porque eles agiram daquela maneira.

Uma abordagem apenas baseada em números referentes a colaboradores pode dar a dimensão de uma empresa, mas não dá o valor real dessa mesma empresa. 

Com uma preocupação constante nas pessoas, incluindo um ambiente estimulante com planos de desenvolvimento pessoal, motivação e recompensa adequada bem como sistemas de reconhecimento as organizações são dinâmicas e o futuro é uma realidade.

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