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Tanta informação faz ruído

As organizações, das quais fazemos parte, não se podem restringir a lidar com o conhecimento como se este fosse uma obra de arte rara que é propriedade de poucos e admirada por muitos.

É certo que uma obra de arte representa muito mais que um objecto de admiração, porque para a realizar são necessárias muitas horas de aprendizagem e de investigação, desde a escolha da matéria-prima à escolha das ferramentas e locais de trabalho, passando pela observação e reflexão.

O conhecimento nas organizações para representar um factor de competitividade necessita de actualização constante.

Os novos ambientes de negócios são caracterizados não só pelo rápido ritmo de mudança, mas também pela natureza descontínua da mudança. Este novo ambiente, pela sua dinâmica de mudança descontínua, requer uma revisão à conceptualização da gestão do conhecimento.

A necessidade de adaptação pede uma nova abordagem na aprendizagem e na aquisição de novas competências.

Todos nós precisamos de aprender a aprender!

Há uns anos atrás os adultos eram os modelos de desenvolvimento de crianças, jovens e até mesmo adultos na progressão de carreiras, quando inseridos em organizações. Hoje é necessária uma inversão de papéis, que não passa só por aprender com as crianças, mas também passa, muitas vezes, pela aceitação de aconselhamento das gerações mais novas.

As crianças são curiosas, observam, questionam e experimentam e com isso aprendem a construir o futuro e a encarar a adversidade. As crianças aprendem a construir o seu caminho com melodias de informação e não com os ruídos e dissonâncias provocadas pelos adultos.

Numa organização não faltam oportunidades, para desempenhar este papel, que nos permite ter uma maior compreensão dos problemas e encontrar com maior facilidade soluções para os resolver.

A falta de curiosidade, nos adultos, deve-se fundamentalmente, no meu ponto de vista, à vontade de manutenção da nossa zona de conforto. Curiosidade implica acção, implica o inesperado e pode implicar medo do desconhecido.

Curiosidade é uma etapa na descoberta de novo conhecimento.

Mas, as crianças não se ficam pela curiosidade. Ao experimentar novos movimentos, ao manipular objectos, ao combinar cores, as crianças encontram lugar para a diversão, elas tratam a vida de forma harmoniosa apesar de tantos constrangimentos .

Os adultos, pelo contrário, estabelecem padrões de bom comportamento e determinam locais apropriados para a sua exibição.

São infelizmente demasiado ordeiros e protocolares. Negam a resiliência e gostam de enunciar os mandamentos que lhes foram ensinados. Hoje, mais que nunca, é útil deixar de ensinar como aprendemos e encontrar novas formas de desenvolver o bem-estar com criatividade, alegria e divertimento.

Por que é tão importante que as organizações ensinem os seus líderes a abraçar o que há de mais criativo e divertido?

Kate Nasser num artigo aponta o ruído do conhecimento como um possível obstáculo à criatividade ou às ideias criativas:

“A maioria dos líderes e equipas esperam que o seu conhecimento e experiência irão servi-los bem.  Nós escutamos isso por orientação durante a incerteza.  No entanto, em tempos de mudança,  é o nosso conhecimento demasiado ruidoso para ouvir novas ideias?”

Será que o conhecimento dos adultos produz mais ruído que melodia para a nossa curiosidade?

Que perguntas devo fazer a mim próprio sobre o meu conhecimento? E sobre o conhecimento dos outros?

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Have a nice week!

 

 

 

 

 

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