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A recompensa da distinção

Algumas pessoas têm medo de ser diferentes talvez porque pensam que dessa forma, não se encaixam num grupo ou numa equipa. Mas a verdade é que nós olhamos para o nosso ambiente de trabalho ou mesmo o nosso ambiente social e encontramos pessoas diferentes, mas sendo elas líderes ou não, são pessoas que fazem o que os outros não estão a fazer.

O que parece acontecer é que o medo de ser diferente ou o desejo de pertença e de conformidade leva-nos aos comportamentos aprendidos que salvaguardam a nossa sobrevivência, isto é, as imitações.

Notam-se bem os comportamentos de imitação quando alguém sente que a sua vida está em risco. Se uma pessoa foge de algo que considera perigoso, logo um grande número de pessoas imita o comportamento e foge também, sem sequer se ter apercebido do risco ou do suposto risco.

De igual forma tendemos a imitar comportamentos observados que julgamos dar prazer ou satisfação, como fazemos quando consideramos alguém como modelo, seja de desporto ou negócio, entretenimento ou saber.

A imitação tem que dar algum benefício e esses benefícios podem ser para aumentar a sobrevivência, o sexo, o poder, a autoestima, ou simplesmente o gozo pessoal. Quanto maior for o benefício, maior é a possibilidade de imitação.

Geralmente as pessoas, como têm a capacidade de pensar, lembrar o passado e projetar o futuro, usam diversos graus de imitação para atingir os seus objetivos. Contudo as pessoas que “tendem” a viver com pouca autoestima, não são dadas a grandes imitações.

Haverá no entanto limites no comportamento de imitação quando se trata de autoestima e prazer pessoal.

Certamente alguns de nós ou já estiveram dispostos ou conhecem alguém que já esteve disposto a percorrer alguns quilómetros para ter a sua refeição “especial” e para isso pagar um valor bem elevado.

O nosso comportamento enquanto consumidores é afetado por situações que funcionam como uma recompensa motivacional. As nossas preferências são muitas vezes influenciadas pelo carácter distintivo que apresentam as coisas e essa nossa necessidade de ser diferente ou possuir algo diferente tem impacto noutras ações.

“O carácter distintivo é um motivo importante de identidade que muitas vezes impacta nas preferências dos consumidores. As pessoas compram roupas distintivas, por exemplo, porque eles querem destacar-se dos outros, ou encomendam entradas exclusivas para diferenciar-se de seus parceiros num jantar. Assim quão exclusivo um determinado produto ou marca é, tem implicações importantes para a avaliação, escolha, e preferência.” – Jonah Berge e Baba Shiv

Se por um lado nós encontramos pessoas que procuram fazer a diferença quando inseridas em grupos ou na sociedade, por outro lado há pessoas cuja tendência é para alinhar as suas atitudes, crenças e comportamentos com aqueles que estão à sua volta. Esta é uma força poderosa que pode assumir a forma de pressão social explícita nas alturas em que nós mais gostamos de pensar em nós como indivíduos únicos.

É esta força, sob a forma de pressão social, que eventualmente justifica a fuga do estado diferente ou singular para o estado de pertença, quando vimos grandes grupos de pessoas usando a mesma marca de jeans, tabletes ou a tomar o café da mesma marca e a reclamar ao mesmo tempo a sua identidade distinta.

Quando falamos em inovação, nós procuramos ir para além da novidade, do estilo (design) ou de algo diferente e pretendemos que a nossa criação seja abrangente e chegue a grandes grupos de pessoas. Aquilo que é “único” é agora replicado e dirigido aos grupos, tribos ou clãs, de todo o mundo porque resulta da necessidade de satisfazermos necessidades ou desejos de pertença a grupos com características singulares.

Nós podemos ser diferentes se não estivermos tristemente sós e se soubermos respeitar as diferenças nos outros!

“ O que me interessa, no entanto, é a ironia da situação. Aqui todos nós somos, buscando singularidade, olhando para aquelas coisas que expressa perfeitamente a idiossincrasia de nossa personalidade peculiar. E ainda, nossa singularidade (pelo menos como consumidores) é mais uma farsa. De alguma forma, todos nós acabamos no mesmo lugar, perseguindo as mesmas tendências ao beber a mesma bebida, enquanto olhando para o mesmo aplicativo no mesmo telefone.” – Jonah Lehrer

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