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Creativity and intuition

From some years ago till now I noted that many groups of people devoted all their energy to how they could maximize the profitability of their work.

The answer they found was learning to play with a minimum error possible and for as long as possible.

They were and are what I call the high competition of good copy!

On nothing that they do they add texture, richness and complexity to understand everyday life and meaning to his efforts.

If they eventually found some meaning it was or it is outside their working environment where any financial reward for their effort was translated into purchase of things that are “desirable” by others of their social sphere.

This was and is true today and yesterday, at any age and any social group.

Closed in obedience to the norms people forget their potential for creativity and intuition, as a result of forgetfulness ignores emotions and sustainable allocation of meaning to their acts.

We cover the daytime hours without finding a balance between work effort and the joy of accomplishment. When we put creativity at the service along with our intuition, we create an environment of simplicity and movement around us able to solve most of what we call problems every day.

Together, creativity and intuition, they form an inseparable duo, able to stimulate our curiosity and lead us to new discoveries and ask more questions, no matter what discipline is: art, music, literature, science or everyday life.

If you spend a little of our time to dig deep into the place of intuition and creativity in our work we can create an extremely interesting story of ourselves.

Telling our own story in the work environment is a reflection that takes us to the world of solutions.

First, because this story will enable us to identify “our tragedy”, i.e., the set of problems we face in work and family and social life as well as the implications between them.

Second, because easily find links that allow us to create shortcuts, simplifying the way for the creation of solutions.

Third, because the details fit in whole, giving a different meaning and broader problems that we detected and face.

Fourth, it frees our creative and intuitive capacity, leaving room for fun and for satisfaction with what we do, saying goodbye to most conflicts.

Being able to think about what is possible, without having to prove that truth before experiment is a capability within our reach.

Create can and should be an option to decide whether without having to justify why my way, and if I paint my story by the taste of my desire, then I get a happy ending.

Criar coisas novas e saber utilizar coisas novas!

Criatividade e intuição

Há uns anos atrás observei que muitos grupos de pessoas dedicavam toda a sua energia à forma como poderiam maximizar a rentabilidade do seu trabalho.

A resposta que encontravam, era reproduzir aprendizagens com um mínimo de erro possível e durante o máximo de tempo possível.

Eram e são aquilo que eu chamo a alta competição do bem copiar!

Em nada do que fazem adicionam textura, complexidade e riqueza para compreender a vida quotidiana e atribuir significado ao seu esforço.

Se eventualmente encontravam algum significado era fora do seu ambiente de trabalho onde, qualquer recompensa financeira pelo seu esforço era traduzida em aquisição de bens “cobiçados” por terceiros da sua esfera social.

Isto era e é verdade ontem e hoje, em qualquer idade e para qualquer grupo social.

Fechadas na obediência às normas as pessoas esquecem o seu potencial de criatividade e intuição e como resultado desse esquecimento ignoram emoções e atribuição de significado sustentável aos seus actos.

Nós percorremos as horas do dia sem encontrar um equilíbrio entre o esforço do trabalho e a alegria da realização. Quando pomos a criatividade ao nosso serviço conjuntamente com a intuição, nós criamos um ambiente de simplicidade e de movimento à nossa volta capaz de resolver a maior parte daquilo a que chamamos problemas de todos os dias.

Juntas, criatividade e intuição, formam uma dupla inseparável, capaz de incentivar a nossa curiosidade e levam-nos a novas descobertas e a fazer mais perguntas, seja em que disciplina for, arte, música, literatura, ciências, ou vida quotidiana.

Se gastarmos um pouco do nosso tempo a escalpelizar o lugar da intuição e criatividade no nosso trabalho nós conseguimos criar uma história extremamente interessante de nós próprios.

Contar a nossa própria história no ambiente de trabalho é um exercício de reflexão que nos transporta ao mundo das soluções.

Primeiro, porque essa história nos vai possibilitar identificar “o nosso drama”, isto é, o conjunto de problemas com que nos debatemos no trabalho e na vida familiar e social, bem como as implicações entre elas.

Segundo, porque com facilidade encontramos ligações que nos permitem criar atalhos, simplificando o caminho para a criação de soluções.

Terceiro, porque encaixamos os pormenores, no todo, dando um significado diferente e mais abrangente aos problemas que detectamos e enfrentamos.

Quarto, porque liberta a nossa capacidade criativa e intuitiva, deixando espaço para o divertimento e para a satisfação com o que fazemos, dizendo adeus à maior parte dos conflitos.

Ser capaz de pensar naquilo que é possível, sem ter que provar que é verdade antes de experimentar é uma capacidade ao nosso alcance.

Criar pode e deve ser uma opção para decidir e se, sem ter que justificar o porquê do meu caminho, eu pinto a minha história ao sabor do meu desejo, então eu consigo um final feliz.

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(Texto em Português a seguir a este)

There are no statistics of creativity!

I always had a special fondness for statistics! Not because they are critical to my decision but because they give rise to much creativity.

I think helping to predict the future is one of the functions of statistics that is producing the best possible information from the data available.

This is where the creativity is!

The choice of what is relevant, how they combine data, identification of connections or determination of correlations is a valuable aid for decision making.

But with creativity statistics do not help at all except when discussing the state of the economy where the results point in all directions and therefore there is something creative about it.

The point where I want to reach is that often we look at nuclear factors, said representative, and forget the fringes or borders .

It’s a bit like looking at an egg and thinking about yolks to make an omelet or a cake, forgetting the albumin and the shell, etc.

Small details make the difference.

Why instead we take the ideas to the core business, do not bring managers up to the fringes of the organization where they live most of the ideas?

In general, the edges are peripheral areas with high growth potential.

The core is inside the company with its core competencies and where the financial resources are and beyond.

The borders within organizations represent the initial phase of business ventures with high growth potential, for example, when new initiatives to the market or new working practices are introduced in the workforce.

It is therefore important that the edges in companies linked to the core in order to obtain resources and broaden horizons.

Are egg shells that allow protection but at the same time they are permeable to changes in the environment and are therefore a spokesman for the news of the world.

They talk about new products, new trends, a different view of the ecosystem and the future.

These fringes are carriers of new ideas and are both fertile grounds for their development. It is certain that they will find in the company’s core strength often driven by profits and certain statistically or advice.

The core needs to realize that these ideas are opportunities, some more promising than others and need to realize they do not have to apply great resources to turn those ideas into business.

Each day, an organization representing a growth of connections and knowledge to joining the seas of inspiration for developing the creativity that cannot be ignored .

Be on the fringes of government, sector or department or even the fringe of the organization, the border with the outside, there is an area to explore that cannot be described by a messenger.

The holders of power of decision and resource allocation have to make that trip up to the edges. If there is no availability for direct dialogue managers should at least hear the ideas included in their applications for managing ideas.

And if it has not, here’s some advice:

Talk to your pillow! The intuition is Queen!

 

 

A criatividade é órfã! Adopte-a!

Não há estatísticas de criatividade!

Eu sempre tive um apreço especial pelas estatísticas! Não porque elas sejam fundamentais para as minhas decisões mas porque elas dão azo a muita criatividade.

Eu penso que ajudar a prever o futuro é uma das funções das estatísticas ou seja produzir a melhor informação possível a partir dos dados disponíveis.

É aqui que entra a criatividade!

A escolha do que é relevante, a forma como se combinam os dados, a identificação de conexões ou determinação de correlações é uma preciosa ajuda para tomar decisões.

Mas em criatividade a estatística não ajuda em nada a não ser quando se fala do estado da economia em que os resultados apontam em todas as direcções e portanto há algo de criativo nisso.

O ponto onde quero chegar é que, muitas vezes olhamos para factores nucleares, ditos representativos, e esquecemos as franjas ou bordas.

É um pouco como olhar para um ovo e pensar em gemas para fazer uma omeleta ou um bolo, esquecendo-nos das claras e da casca.

Pequenos detalhes fazem a diferença.

Porque é que em vez de levarmos as ideias até ao núcleo das empresas, não trazemos os gestores até às franjas da organização onde residem grande parte das ideias?

De uma forma geral as bordas são zonas periféricas com elevado potencial de crescimento.

O núcleo é o interior da empresa com as suas competências principais e onde estão os recursos financeiros e não só.

As bordas dentro das organizações representam a fase inicial das iniciativas empresariais, com elevado potencial de crescimento, por exemplo, quando novas iniciativas orientadas para o mercado ou novas práticas de trabalho são introduzidas na força de trabalho.

Por isso é importante que nas empresas as bordas estejam ligadas ao núcleo para poderem obter recursos e alargar horizontes.

São as cascas do ovo que permitem a protecção mas ao mesmo tempo são permeáveis a alterações do meio ambiente e por isso são porta-voz das novidades do mundo.

Novos produtos, novas tendências, uma visão diferente do ecossistema e do futuro.

Estas franjas são portadoras de novas ideias e são simultaneamente terreno fértil para o seu desenvolvimento. É certo que vão encontrar no núcleo da empresa resistência muitas vezes impulsionada pelos lucros certos e ou estatisticamente aconselhados.

O núcleo precisa de perceber que essas ideias são oportunidades, umas mais promissoras que outras, bem como precisa perceber que não tem que aplicar grandes recursos para transformar essas ideias em negócios.

Cada amanhã, representa numa organização um crescimento de conexões e de conhecimento a que se juntam mares de inspiração para desenvolver a criatividade que não podem ser ignorados.

Seja nas franjas da administração, do sector ou departamento ou mesmo nas franja da organização, a fronteira com o meio exterior, há um território a explorar que não pode ser descrito por um mensageiro.

Os detentores de poder de decisão e de distribuição de recursos têm de realizar essa viagem até às bordas. Se não tiverem disponibilidade para o diálogo directo devem no mínimo auscultar as ideias inscritas nas suas aplicações de gestão de ideias.

E se nem isto tiver, aqui fica um conselho:

Converse com o travesseiro! A intuição é rainha!

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Create or copy

Among the learned behaviors those enhance more survival are imitations.

Are notorious the behaviors for imitating that we observe when someone feels that their life is at risk. If a person flees from something that feels dangerous, so a lot of people imitating the behavior and runs well, without even having understood the risk or suspected risk.

Likewise we tend to imitate observed behaviors that we feel give pleasure or satisfaction as we do when we consider someone as a model of anything, whether sports or business, entertainment and knowledge.

But there are limits on behavior imitation when it comes to self -esteem and personal pleasure.

Often behaviors are imitated if the person to imitate has a high status or is a carrier of confidence. In these cases it is not copy and imitate towards risk.

Imitation has to give some benefit and these benefits may be to enhance survival, sex , power , self -esteem, or simply personal enjoyment .

Usually people, as have the ability to think , remember the past and projecting the future, using various degrees of imitation to achieve its objectives.

-The greater the benefit the greater the possibility of imitation.

The person who “tend to” live with low self- esteem, are not given to great imitations. Those who seek to maintain and enhance self -esteem, tend to imitate behavior that can pass the physical appearance and behavior, that the person to imitate, possess or manifest.

As age advances the need for imitation decreases and is eventually replaced by the need to model. The pre-adolescents and adolescents are the age groups most vulnerable to imitation.

In the young adult begins to draw up a will of differentiation, a style that can keep a set of common characteristics with other offers aspects of clear differentiation.

Adults, in reasonable numbers, they become much more selective, and decide whether or not to imitate.

But this only works if imitation is linked to a strong appeal, which is naturally emotional.

Today with new technologies and social networks, we have seen episodes of very wide imitation. The people need a closer and without feeling constrained by censorship proximity, tend to imitate observed behaviors in the interactions they establish.

This imitation is manifested through, for example, writing and its contents, often tapering on common interests. This is not a “following phenomenon” but also a time that people want to be aware and not behind A or B.

There are then two paths to follow, for those who want to decrease behaviors of imitation:

Find their own identity and develop it in order to create a level of self -esteem and maintaining a safe balance with the environment or,

Seek to cultivate the difference and possibly evolve into a model to emulate, be it the level that is accepting the roles that were created or made available to them.

What do you think?

Comportamentos de imitação e de diferença

 Criar ou copiar

Entre os comportamentos aprendidos os que mais melhoram a sobrevivência são imitações.

 São notórios os comportamentos de imitação que observamos quando alguém sente que a sua vida está em risco. Se uma pessoa foge de algo que considera perigoso, logo um grande número de pessoas imita o comportamento e foge também, sem sequer se ter apercebido do risco ou do suposto risco.

Da mesma forma tendemos a imitar comportamentos observados que julgamos dar prazer ou satisfação, como fazemos quando consideramos alguém como modelo de qualquer coisa, seja desporto ou negócio, entretenimento ou saber.

Mas há limites no comportamento de imitação quando se trata de auto-estima e prazer pessoal.

Geralmente os comportamentos são imitados se a pessoa a imitar, tem um estatuto elevado ou é portador de confiança. Nestes casos trata-se de copiar e não de imitar face ao risco.

A imitação tem que dar algum benefício e esses benefícios podem ser para aumentar a sobrevivência, o sexo, o poder, a auto-estima, ou simplesmente o gozo pessoal.

Geralmente as pessoas, como têm a capacidade de pensar, lembrar o passado e projectar o futuro, usam diversos graus de imitação para atingir os seus objectivos.

Quanto maior for o benefício, maior é a possibilidade de imitação.

As pessoa que “tendem” a viver com pouca auto-estima, não são dadas a grandes imitações. Aqueles que procuram manter e reforçar a auto-estima, tendem a comportamentos de imitação, que podem passar pela aparência física e pelo comportamento, que a pessoa a imitar, possui ou manifesta.

À medida que a idade avança, a necessidade de imitação diminui e eventualmente é substituída pela necessidade de ser modelo. Os pré-adolescentes e adolescentes, são as faixas etárias mais vulneráveis à imitação.

Nos jovens adultos começa a desenhar-se uma vontade de diferenciação, um estilo próprio, que podendo manter um conjunto de características comuns com outros, apresenta aspectos claros de diferenciação.

Os adultos, em número razoável, tornam-se muito mais selectivos, e decidem ou não o que imitar.

Mas esta imitação só funciona se estiver ligada a um forte apelo, que é naturalmente emocional.

Hoje com as novas tecnologias e com as redes sociais, assistimos a episódios de imitação muito alargados. As pessoas por necessidade de uma maior proximidade e sem se sentirem constrangidos por censuras de proximidade, tendem a imitar comportamentos observados nas interacções que estabelecem.

Essa imitação manifesta-se através da escrita e dos seus conteúdos, afunilando muitas vezes em interesses comuns. Não se trata de um fenómeno de seguidismo, uma vez que as pessoas querem estar a par e não atrás de A ou B.

Há então dois caminhos a seguir, para quem quer diminuir comportamentos de imitação:

Encontrar uma identidade própria e desenvolvê-la no sentido de criar um patamar de auto-estima seguro e mantendo um equilíbrio com o meio envolvente ou,

Procurar cultivar a diferença e, possivelmente evoluir para modelo a imitar, seja ele a que nível for aceitando os papéis que criou ou que foram postos à sua disposição.

O que acha?

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Combinations of color and music

Every day we face challenges without a minute’s rest! The challenges we face increase and we become more and more anxious. Then wetry to lower the anxiety increasing our capacity to solve problems .

On the other hand, if these challenges fall we tend to relax and if our skills are weak, easily create boredom.

Moreover, with the development of our skills we can also create boredom if challenges decreasing.

Major challenges and skills are synonymous of great results.

Anxiety is a psychological state that involves somatic, emotional and behavioral disorders.

The use of color and music in an environment of creativity and innovation may deserve some consideration when facing anxiety.

Hypothesis: – What if I used to color and music as tools for development of inspiration and creativity?

How could I combine them?

The answer is not found here, but is a guideline to facilitate the discovery of the path.

In some works of research already done on the effect of color on human behavior and emotions, it was noted that our personal and cultural associations affect our experience of color.

Colors are seen as warm or cool, mainly because of the associations we make in the course of lived experience. We make associations like, blue and sea green and meadow. Warm colors seem closer to the viewer than cool colors.

The perception is also influenced by the colors we use or observe.

Although red, yellow and orange colors are considered exciting brightness can change the emotional burdens brought on us by the so-called cold colors.

Colors have effects on the body and the mind. The red can be shown to stimulate the senses and elevate blood pressure, while blue has the opposite effect and calms.

What is behind the color?

The color inspires creativity and encourages individuals to generate new ideas. The use of color not only helps people in “artistic projects”, color stimulates creative thinking for writing and storytelling and to help evaluate and resolve issues.

Of course there are people who do not use color as a basis of inspiration. It is the case that Twila Tharp in his book “Creative Habit” says “I walk into a large white room.”

Yet, not only the color, arouses in us feelings unpredictable.

Take the music!

The music can be described in terms of melody, harmony and rhythm that give rise to different musical compositions, showing differently, each of the three musical elements.

The color can also be described in terms of elements, where the three primary colors are Cyan, Magenta yellow.

“Feel the music as a pressure a bite on the body, see letters and numbers that evoke different colors, flavors or colors, is something that the game may seem strange. People are not hallucinating, suffering from synesthesia that makes you see sounds, feel colors or taste shapes. And that’s how people with synesthesia, see the world.”

An recent “invention”, “ColorCube” was designed to help visualize the relationships of colors within the three-dimensional space of color, can also be used as a visualization tool, to map the color music.

” The music, like color, when classified in terms of melody , harmony and rhythm, can be described in relation to other genres such as color differences , mapping it to a three-dimensional structure based on the color space. This method of categorization can be used to describe the differences between music in and among them several genres in a way that reinforces what is already intuitively understood by those who love and appreciate music. “- colorcube

A small note of curiosity in psychophysical theory, any psychological correlation between music and color must derive mainly from physical stimuli, which, like the radiant energy, have only two variables: the scale, causing the intensity or brightness / brightness, and length wave, causing musical tone or hue.

Not forgetting that inventions are often not innovation, here’s another curiosity:

In 1922, a native Dutch singer made a kind of a color organ “called” Clavilux in New York. In 1926, this instrument is used in Philadelphia Orchestra playing Rimsky Korsakov ‘s ‘ Seherzade ‘ and is currently in New York , Museum of Modern Art.

Criatividade sem cor e sem musica?

Combinações de cor e música

Diariamente enfrentamos desafios sem um minuto de descanso! Os desafios que enfrentamos aumentam e ficamos mais e mais ansiosos. Então para baixar a ansiedade procuramos aumentar as nossas capacidades de resolução de problemas.

Por outro lado, se esses desafios diminuem temos tendência a relaxar e, se as nossas competências são fracas, facilmente criamos tédio.

Mais ainda, com o desenvolvimento das nossas competências podemos também criar tédio se os desafios diminuírem.

Grandes desafios e grandes capacidades são sinónimos de grandes resultados.

A ansiedade é um estado psicológico que envolve aspectos somáticos, emocionais e comportamentais.

A utilização da cor e da música em ambientes de criatividade e inovação pode merecer alguma reflexão.

Hipótese: – E se eu utiliza-se a música e a cor como ferramentas para inspiração e desenvolvimento de criatividade?

Como poderia combiná-las?

A resposta não será encontrada aqui, mas fica uma orientação para facilitar a descoberta do caminho.

Em alguns relatos de investigação, já realizados, sobre o efeito da cor no comportamento humano e nas emoções, verificou-se que as nossas associações pessoais e culturais afectam nossa experiência de cor.

As cores são vistos como quente ou fria, principalmente por causa das associações que fazemos no decorrer da experiência vivida. Fazemos associações como, azul e mar, verde e prado. As cores quentes parecem mais próximos do observador do que as cores frias.

A percepção também é influenciada pelo tipo de cores que usamos ou observamos.

Embora o vermelho, amarelo e laranja sejam consideradas cores excitantes o brilho pode alterar as cargas emocionais provocadas em nós pelas cores ditas frias.

As cores têm efeitos sobre o corpo e sobre a mente. O vermelho ao ser mostrado pode estimular os sentidos e elevar a pressão sanguínea, enquanto o azul, tem o efeito oposto e acalma.

O que está por detrás da cor?

A cor inspira a criatividade e incentiva os indivíduos na geração de ideias novas. O uso da cor não só ajuda as pessoas em projectos “artísticos”, a cor estimula a criatividade de pensamento para a escrita e para contar histórias e ajuda a avaliar e resolver as questões

Claro que há pessoas que não utilizam a cor como base de inspiração privilegiada. È o caso de Twila Tharp que no seu livro Creative Habit diz que “Eu passeio numa grande sala branca!”.   

Contudo nem só a cor desperta em nós sentimentos imprevisíveis.

Vejamos a música!

A música pode ser descrita em termos de melodia, harmonia e ritmo, que dão origem a diferentes composições musicais, evidenciando de maneira diferente, cada um dos três elementos musicais.

A cor também pode ser descrita em termos de elementos, onde as três cores primárias ciano, magenta e amarelo.

“Sentir a música como uma pressão, uma picadela no corpo, ver letras e números que evocam cores diferentes, ou paladares com cores, é algo que à partida pode parecer estranho. As pessoas não são alucinadas, sofrem de sinestesia que as faz ver sons, sentir cores, ou o paladar das formas. E é assim que as pessoas que sofrem de sinestesia, vêem o mundo.”

Uma “invenção” recente, “Colorcube”, foi projectada para ajudar a visualizar as relações das cores, dentro do espaço tridimensional da cor, também pode ser usado, como uma ferramenta de visualização, ao mapear a cor da música.

“A música, como a cor, se categorizados em termos de melodia, harmonia e ritmo, pode ser descrita em relação a outros estilos musicais como diferenças de cor, mapeando-a para uma estrutura tridimensional com base no espaço de cores. Este método de categorização pode ser usada para descrever as diferenças entre a música dentro e entre elas, vários géneros musicais, de uma maneira que reforça o que já é intuitivamente compreendido por aqueles que amam e apreciam a música.” – colorcube

Uma pequena nota de curiosidade, em teoria psicofísica, qualquer correlação psicológica entre a música e cor, devem provir principalmente dos estímulos físicos, que, como a energia radiante, têm apenas duas variáveis, a amplitude, causando intensidade ou brilho/luminosidade, e comprimento de onda, causando tom musical ou matiz.

Não esquecendo que invenções não são muitas vezes inovação, aqui fica mais uma curiosidade:

Em 1922, um cantor holandês nativo fez uma espécie de um órgão de cor “chamado” Clavilux em Nova York. Em 1926, este instrumento é utilizado em Philadelphia Orchestra  tocando Rimsky Korsakov s ‘Seherzade’, e está actualmente em Nova York, Museu de Arte Moderna.

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Making decisions and weighing risks

 

A reflection on various approaches to the role of intuition and engaged in decision making can lead us to better understand the innovation environment.

The choice, of “good” or “less good” idea, implies a decision (evaluation). These follow the path laid down by decision makers and agree or not to the level most desired innovation.

This path as Jeffrey Phillips says, from the idea or concept of interest is done in accordance with the propensity of decision makers (leaders) to:

Assignment – The leader or decision maker has already decided on the idea that they need to be implemented.

Patronage – The Executive recognizes a problem or solution and uses teams to create ideas.

Adoption – There is an idea that appears to bubble and convinced the executive, which adopts it.

Spin-out – There are ideas that do not fit the strategy or existing lines of business, but because they are disruptive give rise to a new business, a new company.

It is therefore not surprising that among thousands of ideas just a few or only one reaches its destination .

However the choices made by who holds the power of decision are not only supported on databases and frameworks for well-designed demonstration. They involve emotions that are often responsible for large enterprises.

Emotions are not a homogeneous phenomenon.

There are four types of functions that should be differentiated according to the function it serves the emotion in decision-making.

– The first function provides information about pleasure and pain for the construction of emotions that do not involve cognitive assessment of the decision situation.

– The second function is to allow quick choices under time pressure.

– The third function is to draw attention to relevant aspects of a decision problem.

– The fourth function is to generate commitment concerning morally and socially important decisions.

But what are the motivational aspects of emotions?

How do these emotions transmit the energy to go from idea to implementation?

When we feel something “to do”, we instrumentalize emotions towards the search for targets. This feeling is forward-looking and is steeped in progress or development.

This feeling that we call intuition is linked to decision-making to leverage ideas through a chosen path and that is not always equal an organization.

Intuition can be neither fully conscious nor fully unconscious.

Turns out that the intuitive signals are conscious, they can be monitored and its influence on behavior can be controlled by the individual in a flexible way and sensitive to the context.

Intuition can be seen as the use of cognitive models of excellence (heuristics ) and represent themselves in this way as rules based on experience and in planning substituting other algorithmic -based search that reaches the correct solutions after the combined problem with all possible solutions .

It can be called sacred values which contain strong emotions and lasting.

Sacred values are the values that are seen as absolute and not negotiable and therefore are prevented from being traded with other values.

The sacred values may work as an heuristic and facilitate decisions.

We can thus say that there is a link between the emotion and intuition when making decisions, and communication processes and social risk judgments.

Most emotions are socially constructed, and one of its main functions is to regulate and coordinate social interactions, which dominate most people intuitively, for better or for worse.

The idea of decision makers isolated and rational has been replaced by the idea of decision makers as social beings who communicate with others and experience many emotions in the planning and coordination of their actions.

 

Ideias, Intuição e Inovação

 

Tomar decisões e medir riscos

 

Uma reflexão sobre várias abordagens ao papel da intuição e afectos na tomada de decisão, pode levar-nos a compreender melhor o ambiente da inovação.

A escolha das “boas” ou “menos boas” ideias implica uma tomada de decisão (avaliação). Estas seguirão o caminho traçado pelos decisores e chegarão ou não ao patamar mais desejado, a Inovação.

Esse caminho para Jeffrey Phillips , desde a ideia ou conceito com interesse é feito de acordo com a propensão dos decisores (líderes) para:

Atribuição – O líder ou decisor já decidiu sobre qual a ideia que precisa para ser implementada.

Patrocínio – O executivo reconhece um problema ou solução e usa as equipas para criar ideias.

Adopção – Há uma ideia que aparece a borbulhar e convenceu o executivo, que a adopta.

Spin-out – Há ideias que não se encaixam na estratégia ou linhas de negócios existentes, mas por serem disruptivas dão lugar a um novo negócio, uma nova empresa.

Não é pois de estranhar que de milhares de ideias apenas algumas ou somente uma chegue ao seu destino.  

Mas as escolhas feitas por que detém o poder de decisão não são apenas suportadas em bases de dados e quadros de demonstração bem elaborados. Elas envolvem emoções que são muitas vezes responsáveis por grandes empreendimentos.

As emoções não são um fenómeno homogéneo.

Há quatro tipos de funções que devem ser diferenciados de acordo com a função que serve a emoção no processo de decisão.

– A primeira função fornece informações sobre prazer e dor para a construção de emoções que não implicam avaliação cognitiva da situação de decisão.

– A segunda função é permitir escolhas rápidas sob pressão de tempo.

– A terceira função é chamar a atenção para aspectos relevantes de um problema de decisão.

– A  quarta função é gerar o compromisso relativo à moral e decisões socialmente importantes.

Mas quais são os aspectos motivacionais das emoções?

Como é que essas emoções transmitem a energia necessária para passar da ideia à implementação?

Quando nós sentimos que algo “é para fazer” estamos a instrumentalizar emoções no sentido da procura de objectivos. Este sentimento é orientado para o futuro e está imbuído de progresso ou desenvolvimento.

Este sentimento a que podemos chamar intuição, está ligada a tomada de decisão para alavancar ideias através de um caminho escolhido e que nem sempre é igual numa organização.

A intuição pode ser nem inteiramente consciente nem totalmente inconsciente.

Acontece que se os sinais intuitivos são conscientes, eles podem ser monitorizados e a sua influência no comportamento pode ser controlada pelo indivíduo de uma forma flexível e sensível ao contexto.

A intuição pode ser vista como a utilização de modelos cognitivos por excelência (heurísticas), e constituem-se, dessa forma, como regras baseadas na experiência e no planeamento substituindo outras baseadas na procura algorítmica que chega às soluções correctas depois de ter combinado o problema com todas as soluções possíveis.

Podem ser chamados valores sagrados que encerram emoções fortes e duradouras.

Valores sagrados são os valores que são vistos como absolutos e não negociáveis e, consequentemente, estão impedidos de ser transaccionados com outros valores.

Os valores sagrados podem funcionar como uma heurística e facilitar as decisões.

Pode-se assim dizer que existe um elo de ligação entre, a emoção e a intuição, quando se tomam decisões e, os processos comunicacionais e sociais em julgamentos de risco.

A maioria das emoções são socialmente construídas, e uma das suas principais funções é regular e coordenar as interacções sociais, o que a maioria das pessoas dominam de forma intuitiva, para melhor ou para pior.

A ideia, dos decisores ou tomadores de decisão isolada e racional, tem sido substituída pela ideia, de tomadores de decisão como seres sociais que comunicam com os outros e experimentam variadíssimas emoções no planeamento e coordenação das suas acções.

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See the paths of ideas.

Going from ideas and opportunities for products and services have traditionally been seen as the role of business and industry.

This is still largely true, but often good ideas cannot make a trip to the creation of products, services and even new businesses.

New and good ideas, it is said often are not as vulgar as that. Many good ideas reside in the queue but others were killed by neglect or lack of competencies.

This happens partly because many of the ideas that were released did not find a fertile environment to germinate. Moreover many of the evaluators or evaluation teams of ideas do not meet the minimum requirements for the job!

Imagine our small garden or yard like a small business or our farm like a big company. Any of these environments to be productive in need of care ranging from working the soil, sow with knowledge, deal with its growth and harvest. For all that is necessary the knowledge of the farmer that being alone does not progress or adapt to a changing environment.

With the ideas you pass the same! The key to the development of ideas and the collection of products is collaboration.

The author or creator of an idea or its re

presentation must be of an amount of information that is not always explicit.

When someone in the company proposes a new concept the first reaction is instinctive and the idea will be approved or rejected . It is anyway an evaluation process that immediately labels the idea and for which you must be awake. The ideas do not choose who should cultivate or promote its cultivation.

The most radical ideas are more easily subject to the barrier of conservatism and good ideas usually the first to sound ridiculous.

In a company as well as being necessary to promote the generation of ideas balancing on capital of existing knowledge and in a context, it is also necessary to follow an evaluation process of ideas that do not kill the bud.

The most effective means to perform an initial analysis of an idea is an assessment based on criteria , that is , it is necessary to establish some basic criteria that are essential to determine whether or not it is likely that an idea and works well.

At this stage the farmer selected the best ideas in the light soils and it has the region’s climate and other human and physical resources.

It is important to focus on that when employees of a company launching an idea for approval or discussion it should contain some basic ingredients:

– The idea is certainly the future!

– The idea fits the company’s strategy or give rise to a good deal.

– The idea can be converted into products or services that bring added value.

– You can test the idea.

– The idea withstands adversity.

If eventually we forget how many ideas are saved the best we have to do is review them and reevaluate them!

Many of the old ideas that were rejected, possibly today are seeds of innovation.

Not always a farmer uses the same kinds of seeds on the ground that enjoys.

 

Escolher as ideias como sementes de inovação!

Caminhos das ideias.

Passar de ideias e oportunidades para produtos e serviços tem sido tradicionalmente visto como o papel das empresas e da indústria.

Isso é ainda em grande parte verdade, mas, muitas vezes, as novas ideias não conseguem fazer uma viagem para a criação de produtos, serviços e até novas empresas.

Novas ideias e boas, diz-se com frequência, não são tão vulgares quanto isso. Muitas boas ideias residem em filas de espera, outras há que foram mortas por negligência ou falta de competência.

Isto acontece, por um lado porque muitas das ideias que foram lançadas não encontraram um ambiente fértil para germinarem. Por outro lado muitos dos avaliadores ou equipas de avaliação de ideias não cumprem os requisitos mínimos para a função!

Imaginemos a nossa pequena horta ou jardim à semelhança de uma pequena empresa ou a nossa quinta à semelhança de uma grande empresa. Qualquer destes ambientes para ser produtivo precisa de cuidados que vão desde trabalhar o solo, semear com saber, tratar do seu crescimento e colheita. Para tudo isso é necessário o saber do agricultor que estando sozinho não progride nem se adapta às mudanças do meio.

Com as ideias passa-se o mesmo! A chave do desenvolvimento de ideias e da colheita dos produtos é a colaboração.

O autor ou criador de uma ideia ou da sua representação é possuidor de uma quantidade de informação que nem sempre é explícita.

Quando alguém numa empresa propõe um novo conceito a primeira reacção é instintiva, e será de aprovação ou de rejeição. É de qualquer forma um processo de avaliação que imediatamente rotula a ideia e para o qual é necessário estar desperto. As ideias não escolhem quem as deve cultivar ou promover o seu cultivo.

As ideias mais radicais estão sujeitas com mais facilidade à barreira do conservadorismo e normalmente as boas ideias a primeira vez soam a ridículo.

Numa empresa para além de ser necessário fomentar a geração de ideias, aproveitando o capital de conhecimento existente e contextualizado, é também necessário seguir um processo de avaliação de ideias que não as mate à nascença.

Os meios mais eficazes de executar uma análise inicial de uma ideia é uma avaliação baseada em critérios, isto é, é necessário determinar alguns critérios básicos que são essenciais para determinar se é provável ou não que uma ideia funcione e bem.

Nesta fase o agricultor seleccionou as melhores ideias tendo em conta os solos que dispõe bem como o clima da região e os restantes recursos humanos e físicos.

É importante focar que quando os colaboradores de uma empresa lançam uma ideia para aprovação ou discussão ela deve conter alguns ingredientes fundamentais:

– A ideia tem seguramente futuro!

– A ideia encaixa-se na estratégia da empresa ou pode dar origem a um bom negócio.

– A ideia pode ser convertida em produtos ou serviços que trazem mais-valia.

– É possível testar a ideia.

– A ideia resiste às adversidades.

Se eventualmente nos esquecemos de quantas ideias estão guardadas o melhor que temos a fazer é revê-las e reapreciá-las!

Muitas das ideias antigas que foram rejeitadas, possivelmente são hoje sementes de inovação.

Nem sempre um agricultor utiliza os mesmos tipos de sementes no terreno que usufrui.

(Texto em Português depois deste)

Technological intuition?

 

The five senses and the sixth!

Design thinking is all about the upgrade within the constraints.

Discover what the new needs are and how to meet them. The restrictions have changed significantly in recent years and created many new needs.

What was before will not be in the future.

To internalize this approach, we need to leave the world in search of changing needs and behavior.

To be creative we must be optimistic and confident. We need to broaden our horizons with divergence.

We need to look for every possible approach, every new way of doing things, even if it means taking something that seems to go against common sense or standard practice.

It is needed an approach to the five senses to learn how to meet the real needs of people and how to motivate them to value creation, using solutions in an elongated funnel, when the narrowing of options for solution.

It is also need to address the sixth sense as that which is presented here by PranavMistry

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“> Insight Technology

This project represents an people-centered attitude and seeks a technology for the masses and not for the laboratory.

The actual adoption of technology is very useful and made a lot of intuition.

People are what matters when it comes to creativity and ask them to turn dreams into reality.

 

Intuição tecnológica?

 

Os cinco sentidos e o sexto!

Pensar design é tudo sobre a actualização dentro das restrições.

Descobrir o que são as novas necessidades e como atendê-las. As restrições alteraram significativamente, nos últimos anos e criaram muitas necessidades novas.

O que foi antes não vai ser no futuro.

Para interiorizar essa abordagem, precisamos sair para o mundo à procura de mudanças nas necessidades e no comportamento

Para se ser criativo é preciso ser optimista e confiante. É preciso alargar os horizontes com a divergência.

Olhar para cada abordagem possível, a cada nova maneira de fazer as coisas, mesmo que isso significa considerar algo que parece ir contra o senso comum ou prática padrão.

Uma abordagem aos cinco sentidos para conhecer como satisfazer as necessidades reais das pessoas e como as motivar para a criação de valor, utilizando nas soluções um funil alongado, aquando do estreitamento das opções de solução.

Também uma abordagem ao sexto sentido como aquele que é aqui apresentado por PranavMistry

Este projectorepresenta uma atitude centrada nas pessoas e visa uma tecnologia para as massas e não para laboratório.

A adopção efectiva da tecnologia é feita com muita utilidade e muita intuição.

As pessoas são o que importa, no que toca à criatividade e eles pedem para transformar os sonhos em realidade.

Intuition and Storytelling

 

Intuition is a demonstration not conscious of knowledge that arises immediately and it is not available for processes of analytical or rational thoughts.

This outage is related to our inability to find a justification for certain decision-making that we call intuition. It is not instinct because instinct has no link with the past experience.

 

It is indeed the finest expertise in knowledge acquisition and provides tremendous advantages in solving complex problems.

 

The experience, knowledge and intuition nurture our senses which in turn help in the construction of common sense.

 

Being a good source of common sense intuition, enables us to easily induce conclusions and thus to provide an accumulation of empirical knowledge.

Use your intuition does not mean finding immediate answers and appropriate for all problems, but allows us, when we use it, to bring submerged experiments but important for decision making.

The importance of intuition has been observed in many decisions that have leveraged innovation and successful businesses in telling these stories we are transferring tacit knowledge, which otherwise would not be possible

The stories revolve around every aspect of a thorny thing that is intuition.

How can we trust and in whom we place our trust? How can we question the authority of a physician, a family member, or a system?

“Two physicians, one old and sage, the other young and tired, each miss the diagnosis of Groopman’s own critically ill infant on a hot July 4th. They miss this not because they were ill-prepared, ill-intended, or bad men, but because they failed to listen to the child’s parents. The child is saved only because his parents trust their own intuition that something is very wrong, and so they seek other help. A patient is spared quite toxic chemotherapy because Groopman feels there is less wrong with him than another physician thinks.

He remembers the teaching of one of his medical school mentors, “Don’t just do something, stand there.”

Patience, he reminds us, is the virtue that allows other virtues to flourish. A man with widely metastatic melanoma does not win a place in an experimental treatment study: the few spots available are chosen by lottery. The patient is given an alternative therapy that should not work, as a sort of consolation prize. The treatment he did not receive, viewed as “the Holy Grail” by researchers, proves to be a dismal failure; Groopman’s patient has an unprecedented response to the alternative therapy, and lives for decades beyond what should be expected of one with his disease.

The man’s mother interprets this as the agency of his guardian angel; Groopman and the patient stand mute in the face of a creation that is so inscrutable.

Groopman also mentions prayer-his own, over a dying father and a sick son, and those of his patients. He recounts a patient’s death while Groopman is absent from the hospital for High Holiday services.

Stories of Intuition and Choice in the Changing World of Medicine

Intuition does not come at any time, you sometimes need some sleep.

 

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Maus sentimentos má decisão!

A pessoa, que é capaz de analisar com precisão os seus sentimentos tem melhor desempenho na tomada de decisão, independentemente das emoções que vivenciam no memento. Isso ocorre porque, as pessoas parecem ser mais capazes de evitar que, esses sentimentos tenham um impacto directo na sua estratégia de tomada de decisão, assumir ou não assumir um risco.

Assim que uma pessoa tem consciência das suas emoções, passa a corrigir muitos vícios emocionais.

Ao pensarmos sobre os efeitos negativos das emoções no local de trabalho, imaginamos que as pessoas perdem todos os efeitos positivos dos sentimentos, incluindo a eficácia na decisão, o compromisso e a criatividade. Em vez de rejeitarmos ou restringirmos as emoções, devemos encontrar de usar os efeitos positivos da emoção em nós próprios e em toda a organização.

A tomada de decisão é sempre, um passo na consolidação do conhecimento, a caminho da sabedoria.

Há várias boas razões para utilizarmos os sentimentos ao tomar decisões, uma delas é que a nossa vida não é estruturada como era, e é muito mais dinâmica. Por outro lado somos confrontados com muito mais situações que não são padronizadas ou são inesperadas.

Nestes casos é bom ter a intuição por perto. A solução só nos chega através da nossa mente subconsciente, e não através de uma cadeia longa de derivações lógicas ou do resultado de um computador a partir de uma complexa simulação.

Como é que a emoção trabalha?

A nossa mente subconsciente, encontra as ligações entre a sua nova situação e os vários padrões de experiências passadas. Se calhar, não nos lembramos da maior parte dessas experiências e teria sido extremamente difícil tê-las registado para uso posterior, no entanto, o nosso subconsciente lembra-se dos ensinamentos de padrões e pode rapidamente contextualizar as novas circunstâncias padrões e enviar uma mensagem de sabedoria, na língua dos sentimentos.

 

Quando é bom ter a intuição por perto?

Em situações de tomada de decisão onde uma abordagem racional não é possível por questões de rapidez. Onde o relógio manda!

  1. Em situações de mudança constante das variáveis em jogo.
  2. Quando o problema está mal estruturado.
  3. Quando temos de lidar com situações ambíguas, incompletas ou conflituosas.
  4. Em situações em que não á nada comparável, isto é, totalmente novas.

O que é que nós usamos?

O modo intuitivo de pensar é um processo é dominado por nossa mente subconsciente, mesmo usando a mente consciente para formular ou racionalizar os resultados finais.

A informação é processada em paralelo e não sequencialmente.

Estamos mais ligados ligado com as nossas emoções.

Alternativas

A principal alternativa para a abordagem baseada em intuição é o pensamento racional. O processo de tomada de decisão racional baseia-se principalmente na lógica e na análise quantitativa. Conscientemente analisamos todas as opções e formulamos os principais critérios para avaliar os resultados esperados.

Com base nos resultados esperados e nos seus pesos relativos, avaliamos as nossas opções face à utilidade que percebemos. Finalmente, escolhemos a opção que tem a classificação mais alta.

Análise racional ainda desempenha papel crucial em muitas situações, especialmente quando temos critérios claros e temos de lidar com extensos dados quantitativos, como acontece com as finanças.

 

Lembre-se que, até a intuição pode ser enganado se muitos de seus factos estão errados ou ausentes. Seja leal e justo consigo próprio!

 

Vá lá! Tome consciência dos seus sentimentos e seja feliz! Depois, escreva!

Visualização, emoções e especulação

“Os designers são peritos no uso do poder de observação. A observação tem o poder de inspirar e informar. Na minha experiência a melhor fonte de especialização em observação orientada para a inovação é a comunidade design.” – Tom Kelly -Ideo

O uso de estímulos visuais ajudam os designers a produzir mais e melhores resultados. È a sua capacidade de observação que se traduz em inspiração.

Esses resultados são frequentemente atribuídos à intuição dos designers. Intuitivamente sabemos, ou acreditamos que, há uma conexão significativa entre intuição e inovação. A criatividade nunca é vista sem ser acompanhada pela intuição.

E como é que pensar design transporta esta bagagem?

Hogarth, identifica competências e práticas demonstradas por pessoas intuitivamente talentosas:

     A sua capacidade de visualização.

     A sua capacidade de reconhecer emoções e aprender com elas.

     A sua vontade de especular e considerar as alternativas.

   Os seus hábitos de testes de percepção, emoções e especulações.

A psicologia estudou, exaustivamente, as maneiras pelas quais as pessoas organizam e escolhem entre a vasta gama de estímulos que lhes são apresentados, principalmente ao nível do estímulo visual.

A percepção é influenciada por uma variedade de factores, incluindo a intensidade e dimensões físicas do estímulo.

As actividades dos órgãos dos sentidos, são resultado de efeitos da estimulação anterior, ou a experiência passada do sujeito, bem como de factores de atenção, motivação e estados emocionais de um indivíduo.

Os estímulos influenciam a organização visual percebida de acordo com a sua proximidade uns com os outros, sua semelhança, a tendência para o sujeito em perceber números completos, bem como a capacidade do sujeito para distinguir figuras importantes de um plano.

Por vezes, os estímulos não surgem isolados no meio, existe uma tendência para interpretar um objecto da mesma maneira, independentemente de variações, tais como distância, ângulo de visão, ou o brilho. Nestas alturas importa sair fora da caixa para visualizar o lado de fora, ou por detrás, dos objectos no meio ambiente em que nos encontramos.

Para melhorar a nossa capacidade de resposta, para a resolução de um problema, e face a um número elevado de estímulos, temos de nos concentrar num número limitado, e ignorar aqueles que são considerados menos importantes.

Estudos recentes têm demonstrado que os estímulos são realmente percebidos no cérebro, enquanto os órgãos sensoriais apenas recolhem os sinais.

Um limite absoluto, é a intensidade mínima física de um estímulo, que normalmente um sujeito pode perceber, ao passo que um limiar de diferença é a quantidade mínima de mudança de um estímulo, que pode ser conscientemente detectada pelo assunto

Nos limiares da percepção, está o caminho da inovação.