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Não tenho tempo!

Aos colaboradores de uma organizam que pretendam explorar um projecto da sua autoria dentro do seu horário numa organização, é colocado um ambiente negativo de interrogações.

Não as interrogações que geram inovação como, “E se…?”, mas aquelas que andam aliadas ao cálculo e análise, e que se resumem em:

Quanto custa?

E se não resultar?

Há experiências por todo o mundo que comprovam que, a cedência de parte do tempo de trabalho de um colaborador para a criação e desenvolvimento de projectos, dá resultados, como na Google. Uma pequena ronda pela Web e criaremos uma listagem com dimensão suficiente para compreender a importância deste tema.

O tempo disponibilizado ou a disponibilizar traz autonomia ao colaborador o que se traduz em motivação.

A responsabilização pelos resultados num ambiente em que o relógio faz parte da liberdade criativa do colaborador é vista como uma reconhecimento.

E se resultar?

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5ZWC0kk77GI]

O colaborador deve ser devidamente e imediatamente reconhecido pelo seu trabalho.

Quanto custou?

É a hora de verificar que não foi uma despesa inútil, antes um investimento.

As organizações que procuram desenvolver (design thinking) as motivações intrínsecas tem uma vantagem acrescida em relação àquelas que preferem a “cenoura”, a aceitação por parte dos colaboradores de que fazem parte de uma grande equipa.

Essa equipa preocupa-se em aprender uns com os outros, em retirar do aborrecimento os seus colaboradores, e criar a colaboração e não a competição.

“A competição entre indivíduos, especialmente do género “o vencedor ganha!”, inibe a criatividade.

As restrições, como prazos, inibem a criatividade, embora existam algumas pessoas que têm consistentemente altas taxas de criatividade em tais condições.” Teresa Amabile – Wayne State University

Num artigo intitulado Open Innovation And Intrapreneurship For Small And Medium Sized Companies” – Stefan Lindegaard, coloca à discussão alguns pontos chave necessários à ascensão de uma SME, através da implementação da Inovação Aberta e do Intraempreendedorismo .

 

Novos Horizontes

Novos Horizontes

São eles :

v     O desafio – Manter a visão e não focar-se no controle.

v     As melhores pessoas também estão lá fora!

v     As pessoas são mais importantes que ideias – Não chega uma boa ideia, é preciso encontrar as pessoas certas e desenvolvê-las.

v     A Inovação é mais do que apenas produtos.

v     Pense em termos de eco-sistema – (Ver SAP sementes da Inovação)

v     Controle ou contribuição? As pequenas empresas só devem envolver-se em projectos quando o seu contributo é importante ou tem o controle.

v     Grandes empresas podem drenar uma SME.

v     Onde procurar/Forma de ser encontrado – Redes próprias e externas.

v     A empresa está pronta para Inovação aberta?

v     A Inovação aberta é comunicação. Twitter, Linkedin,etc.

 

Deixo agora espaço para dicas!

 

A minha está abaixo transcrita do blog de Stefan Lindegaard :

 

“José Baldaia on October 8, 

Find a way to get stronger!

It may seems bizarre but the concept that came to my mind while reading this post was “heterozygous”. This concept I associate to characteristics of “developed” societies.
In this case, Open Innovation and Entrepreneurship, the term (greater variety of combinations) can become useful if we apply the binomial dominant / recessive.

If we understand that a dominant is the one who sets the aspects or paths that should be disclosed and that recession is present, but doesn’t manifest unless it combines to another recessive entity, we can predict that:

1. In a situation, dominant company /dominant external do not enriches by diversity. It focuses on known threats and does not prevent the unknown (external and internal). Their people are at risk of developing their entrepreneurial potential in environments to much comfortable and limited.

2. As a dominant company and if the outside is recessive they have the control of threats and incorporates solutions. Their employees are subject to a healthy competition.

3. As a company recessive and external recessive they are subject to all the threats and overtake only in controlled environments. They are not allowed to explore others environments. Their employees can only grow with “finite horizons”.

It is therefore important that the company develops itself in a dominant / recessive way. That will be the best way to strengthen and motivate their resources internally.”

A Inovação Aberta está ainda e estará “aberta” à discussão.

Há boas práticas, apesar de não serem Inovação, que podem ser utilizadas quando adaptadas ao contexto!