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Há setenta anos atrás (aproximadamente) foi assim:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=YTvU9j3og5k]

Vejamos agora as previsões mais optimistas de Eric Schmidt – CEO  da Google numa análise de Marshal Kirkpatrick – RedWriteWeb:

  • Daqui a cinco anos a internet será dominada por conteúdo em língua chinesa.
  • Os adolescentes de hoje são o modelo de como a web funcionará  em cinco anos – eles saltam de app para app (application) sem problemas.
  • Cinco anos é um factor de dez em Lei de Moore, O que significa que os computadores serão capazes de muito mais nessa altura do que são hoje.
  • Dentro de cinco anos  haverá banda larga bem acima de 100MB de desempenho – e as distinções entre a distribuição de TV, rádio e web vão-se embora.

  • “A informação em tempo real é tão valiosa como todas as outras informações”. Existem muitas empresas além de  Twitter e Facebook a trabalhar em tempo real.
  • “Nós podemos indexar informações em tempo real, agora, mas como poderemos classificá-las?”
  • É por causa dessa mudança fundamental, no sentido da informação gerada  pelo utilizador, que as pessoas vão ouvir mais outras pessoas do que as fontes tradicionais. “Aprender a classificar” é o grande desafio da época.
  • ” Schmidt acredita que o Google pode resolver esse problema.

Clique aqui para ouvir a entrevista!

A Inovação passa também pela gestão do conhecimento.

Informação não é conhecimento, assim como dados não são informação, só por si!

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[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=9tJ_hh4LSg8]Uma questão de metodologia?

 

Em Maio de 2006 a -National Science Foundation,USA”-  acolheu um workshop intitulado “The Scientific Basis of Individual and Team Innovation and Discovery” (Schunn, Paulus, Cagan, & Wood,2006).

 

Mais tarde, num artigo publicado em _ 2007 pela Cognitive Science Society –“The Cognition of Engineering Design—An Opportunity of Impact” Jonathan Cagan afirma :

 

“…I believe that to be most impactful, collaborative interdisciplinary partnerships should be pursued. Although cognitive psychologists are in a position to explore the mechanisms of creativity independently, innovation requires the pragmatics of application, of how engineers solve problems and what is important to the engineers in solving those problems; engineers are also driven to place the research in the context of application.…”… There are a few key areas that I feel are critical to explore: understanding fixation—what causes it and how to overcome it; understanding representation—how it aids in problem solving and how it changes to improve outcome or overcome fixation; group cognition—how the cognitive processes of individuals combine and collaborate for a group level representation and performance; computational studies—how models of cognition can be emulated on the computer, how those models can improve design tool performance, and whether exploration of those models can give insight into cognitive mechanisms of innovation; analogical reasoning—how analogies stimulate novel solutions to difficult engineering design problems; and expertise—how richer representations and knowledge can accelerate design performance.” (Jonathan Cagan,2007)

 

As complexas questões psicológicas que ultrapassam a competência dos investigadores começaram a ser feitas de forma multidisciplinar e interdisciplinar.

 

 “Os avanços na compreensão da cognição social e dos processos de grupo têm como resultado psicólogos preparados para liderar equipes interdisciplinares de investigação científica.” (John T. Cacioppo, da Univ. de Chicago)

 

A investigação multidisciplinar é caracterizada pela agregação do trabalho de diferentes especialistas, isto é, pelos investigadores que se apresentam na equipa com os seus conhecimentos para resolver problemas e depois voltam para suas próprias área de trabalho, praticamente inalterados pela colaboração.

A pesquisa interdisciplinar, pelo contrário, é caracterizada por sinergias entre os especialistas de um determinado tópico.

 

“Embora a inovação seja um dos benefícios potenciais das equipas interdisciplinares verifica-se que os grupos são menos criativos que os indivíduos “(Stroebe & Diehl, 1994).

 

Se um grupo está a ouvir uma sugestão criativa de uma pessoa, os outros membros do grupo passam a canalizar os seus esforços cognitivos para ouvir, em vez de gastar essa energia nos seus próprios esforços (por ex: em brainstorming).

Podem até esquecer os aspectos em que pensaram, reduzindo assim o número de “linhas” independentes de pensamento criativo gerado. O medo ou apreensão por possíveis avaliações podem provocar constrangimentos em alguns dos elementos da equipa e evitar que estes apresentem, mesmo que estas possam ser as melhores, opções que são afinal as que o grupo mais precisa ouvir.

 

Os líderes podem tomar a iniciativa de introduzir a informação compartilhada, para encorajar outros a fazer o mesmo, e para alargar o debate sobre um tema para permita a discussão de todas as informações pertinentes.

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“A criatividade do grupo também pode ser melhorada, se os indivíduos gerarem ideias individualmente antes das sessões de brainstorming. Cria-se assim um ambiente favorável para o que poderiam parecer à partida  ideias estranhas, e enfatiza-se a importância dos diversos saberes realizada pelos membros da equipa interdisciplinar ” (Brown & Paulus, 2002).

O investimento em Equipas Interdisciplinares de Inovação  parece ser a atitude a aplaudir para garantir resultados significativos em Inovação.