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Diversity

People tend to expect that others find that they can solve problems, instead of taking the initiative to seek or anticipate problems. Often these people accumulate problems awaiting resolution.

One of the reasons why people avoid encountering problems is the ease with which discard them. They can always say that the problem isn’t theirs because this is a very complex or because it goes beyond the limits of their duties.

The non-presence of proactive behaviors in many people makes often the approach to the problem and their identification a late decision.

For many others what matters is thinking that they are capable of creating or discovering problems and identify this problem or build the problem.

These people prefer to start new things, discover problems where apparently everything is okay. There is a level of dissatisfaction that sometimes is hardly seen by colleagues or partners work because organizations generally reward the good execution of a replication.

When an organization found these two “types” of persons jointly with others, we see a problem often difficult to resolve – diversity.

The diversity of individual preferences in work teams, often translated in interdisciplinarity, can be seen as a potential conflict, but it has many advantages.

There is an advantage in interdisciplinary teams that results from generalist training of team members, when they have the possibility to discuss interventions of third parties in areas of expertise. The consequences are predictable because the “threats” are known.

But despite this and other benefits for people with creative preferences in organizations remains limited and constitute a disadvantage for them and for the organization.

This disadvantage stands when organizations seek to follow the paths of innovation and the composition of its human resources is consists predominantly with trend of no creative people.

“Innovation is only possible when challenging the norm and questioning a brief one has been given, becomes inherent to working when trying to find the best possible answer to a problem. More precisely when opportunity finding becomes more important than problem solving, which leads to answers that were not apparent or existing before – where designing is related very closely to inventing.” – Christiane Drews 

Is nice to be able to create problems, take pro-active attitudes and learn to appreciate different cognitive preferences among people.

When an organization can create synergies between the creators of problems and individuals with other preferences all phases of a creative process are benefited.

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Criatividade – Criação e conceptualização de problemas

A diversidade

As pessoas tem tendência a esperar que os outros encontrem problemas que elas possam resolver, em vez de tomarem a iniciativa de procurar ou antecipar problemas. Muitas vezes estas pessoas acumulam problemas à espera de resolução.

Uma das razões porque as pessoas evitam encontrar problemas é a facilidade com que se descartam deles. Elas podem sempre dizer que o problema não é deles porque este se apresenta muito complexo ou porque ultrapassa os limites das suas funções.

A não presença de comportamentos pró-activos em muitas pessoas faz com que, muitas vezes, a abordagem ao problema e a sua identificação seja tardia.

Para muitas outras pessoas o que importa é pensar que é capaz de criar ou descobrir problemas e de identificar esse problema ou construir o problema.

Estas pessoas preferem começar coisas novas, descobrir problemas onde aparentemente tudo está bem. Existe um nível de insatisfação que às vezes é mal visto pelos colegas ou parceiros de trabalho porque as organizações recompensam de uma forma geral a boa execução de uma replicação.

Quando numa organização encontramos estes dois “tipos” de pessoas conjuntamente com outros, encaramos um problema frequentemente difícil de resolver – a diversidade.

A diversidade de preferências de pessoa nas equipas de trabalho, muitas vezes traduzida em interdisciplinaridade, pode ser encarada como um potencial conflito, mas tem muitas vantagens.

Há uma vantagem nas equipas interdisciplinares que resulta da formação de competências generalistas por parte dos membros da equipa, quando têm a possibilidade de discutir intervenções de terceiros nas suas áreas de conhecimento. As consequências passam a ser previsíveis porque as “ameaças” são conhecidas.

Mas apesar desta e de outras vantagens a presença de pessoas com preferências criativas nas organizações continua a ser diminuta e a constituir uma desvantagem para estes e para a organização.

Essa desvantagem evidencia-se quando as organizações procuram trilhar os caminhos da inovação e a composição dos seus recursos humanos é constituída predominantemente por pessoas com tendência não criativa.

A inovação só é possível quando se desafia a norma e questionando uma nota que tenha sido dada, torna-se inerente ao trabalho ao tentar encontrar a melhor resposta possível para um problema. Mais precisamente quando encontrar uma oportunidade se torna mais importante do que a resolução de problemas, o que leva a respostas que não eram aparentes ou existentes antes – quando concepção está relacionada muito de perto com o inventar. Christiane Drews 

É bom ser capaz de criar problemas, ter atitudes pró-activas e saber apreciar diferentes preferências cognitivas entre pessoas.

Quando uma organização consegue criar sinergias entre os criadores de problemas e os indivíduos com outras preferências todas as fases de um processo criativo são beneficiadas.

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The ability to identify problems!

Our ability to create ideas is surprising and often we are faced with the difficulty of assigning meaning.

One idea is a purpose for an action whose meaning is closely connected with the definition of a problem, it can go from the clarification of one aspect to the situation like solving a delicate problem as the distribution of drinking water in desert areas .

To solve a problem begins with a problem definition that is perhaps the most important part in the settlement process, i.e. to correctly identify the problem to be solved.

The problem definition requires the participation of a team that makes a lot of questions to identify the problem. Often what is called the problem is merely a consequence or a particular aspect of the problem.

My ideas are “good ideas “if in fact they fit into the defined problem. Sometimes the problem is represented by a hidden or unexpected need.

If indeed we want a clear identification of a problem do not succeed without recourse to observation. Observation is crucial in defining the problem as it differentiates what is says it does what it really does.

When we seek to follow a particular functional flow to identify a problem we did not find meaning in what is said and once again the systematic observation and questions are enlightening helping us to find it.

The diversity that a team brings when he observes the environment in which supposedly is a problem, eases a vision that allows cross- examine the various perspectives to understand the problem including its contextualization.

Our idea is still expected to apply to the resolution.

It is only truly valid when identifying the problem is finished and it is possible when what we say is what we think or want to say. The identification must be clear.

Have an idea, rather, have a reasonable amount of ideas, it often seems frustrating, because the impetus to want to put into action is caught by the definition of the problem.

That is also why the problem definition helps to refine our ideas, allowing the rapid elimination of tenders full of failure and leveraging our environments more conducive to creativity. In most cases sooner if failure is success faster because time is not used in search of small improvements.

A work team that correctly identifies a problem becomes the owner of a more comprehensive knowledge and problem-solving facilitator.

Good ideas that we have, are “good” only once evaluated, this is after we have verified that correspond to the interest of the organization they will be developed and that have the desired solution requirements.

Good ideas are only good ideas if they can get into action. A good way to keep them alive is to describe them and make a recording for consideration and discussion.

The more an interdisciplinary team is better the expected result with an idea. Often the borders of various disciplines are solutions of high potential for resolution.

The way I see a problem may seem to me correct, but the way a team sees a problem is certainly more suitable to their resolution.

It’s time to play the role of ID problems!

 

Onde pára o problema? Alguma ideia?

A capacidade de identificar problemas!

A nossa capacidade de criar ideias é surpreendente e deparamo-nos frequentemente com a dificuldade de lhe atribuir significado.

Uma ideia é um propósito para uma acção cujo significado está intimamente ligado com a definição de um problema, que pode ir da clarificação de um aspecto ou situação até à solução de um problema delicado como a distribuição de água potável em áreas desertas.

Resolver um problema parte de uma definição do problema que é talvez a parte mais importante no processo de resolução, ou seja identificar correctamente o problema a ser resolvido.

A definição do problema requer a participação de uma equipa que faça muitas perguntas para identificar o problema. Muitas vezes o que se chamou de problema não passa de uma consequência ou de um aspecto particular do problema.

As minhas ideias são “boas ideias” se de facto elas se encaixam no problema definido. Muitas vezes o problema é representado por uma necessidade oculta ou inesperada.

Se de facto pretendemos uma identificação clara de um problema não o conseguiremos sem recorrer à observação. A observação é fundamental na definição do problema pois diferencia o que se diz que se faz do que realmente se faz.

Muitas vezes quando procuramos seguir um determinado fluxo funcional para identificar um problema não encontramos significado naquilo que nos é dito e mais uma vez a observação e as perguntas sistemáticas são esclarecedoras.

A diversidade que uma equipa traz quando observa o ambiente onde supostamente se encontra um problema, facilita uma visão cruzada que permite apreciar as várias perspectivas de entender o problema incluindo a sua contextualização.

A nossa ideia ainda tem de esperar para se candidatar à resolução.

Ela só é verdadeiramente válida quando a identificação do problema estiver concluída e isso é possível quando aquilo que nós dizemos for aquilo que nós pensamos ou pretendemos dizer. A identificação tem de ser clara.

Ter uma ideia, melhor, ter uma razoável quantidade de ideias, muitas vezes parece frustrante, porque o ímpeto de as querer colocar em acção é travado pela definição do problema.  

Também por essa razão a definição do problema ajuda a refinar as nossas ideias, permitindo a rápida exclusão das propostas cheias de insucesso e alavancando ambientes mais propícios à nossa criatividade. Na maior parte dos casos quanto mais cedo se falha mais rápido é o sucesso porque não se utiliza tempo á procura de pequenas melhorias.

Uma equipa de trabalho que identifica um problema correctamente passa a ser detentora de um conhecimento mais abrangente e facilitador da resolução de problemas.

As boas ideias que temos são “boas” só depois de avaliadas, isto é depois de verificarmos que correspondem ao interesse da organização onde vão ser desenvolvidas e que possuem os requisitos de solução pretendidos.

As boas ideias só são boas ideias se poderem entrar em acção. Uma boa forma de as manter vivas é descrevê-las e proceder a um registo para apreciação e discussão.

Quanto mais interdisciplinar for uma equipa melhor o resultado esperado com uma ideia. Frequentemente nas fronteiras das várias disciplinas se encontram soluções de elevado potencial de resolução.

A forma como eu vejo um problema pode parecer-me correcto, mas a forma como uma equipa vê um problema é certamente mais adequada à sua resolução.

Está na hora de desempenhar o papel de identificador de problemas!