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De que é feito o meu conhecimento?

Quando apreendo alguma coisa nova, em que é que eu penso?

Eu diferencio, o bom do mau, o feio do bonito, e sempre que me surgem ideias novas sobre um assunto, tal acontece, porque eu percepcionei coisas distintas.

Normalmente essas idéias são importantes para mim e tenho tendência a partilhá-las com o mundo que me rodeia. As pessoas sabem quem eu sou, conhecem as características que me estão associadas e darão ou não crédito à minha transferência de conhecimento.

Cabe-me decidir para onde transportar “as minhas novas ideias”. Esse lugar será onde supostamente elas terão mais implicações, mais impacto, ou poderão provocar maiores alterações. Pelo menos assim é esperado.

Mas ficam incertezas sobre os efeitos dessas transferências de conhecimento. Será que eu vou provocar o efeito desejado? Como é que eu posso avaliar os resultados das minhas novas ideias, das minhas diferentes percepções.

Certamente que há muita gente, neste momento, a observar e a pensar sobre o mesmo assunto. A que resultados terão chegado? O que terá contribuído para que, face aos mesmos objectos, tenham percepções diferentes?

O meu conhecimento só é útil se houver alguém interessado em ver, ouvir ou de alguma forma experimentar aquilo que tenho para transmitir. Mas quem? Devo restringir-me grupo de amigos ou clamar por novas audiências? Quem mais precisa das minhas distinções?

Todo o conhecimento que eu pretendo transferir, tem para mim um significado muito singular. Eu devo perguntar-me a quem me devo dirigir, aqueles que precisam do meu saber, mas também devo questionar: quem são eles?

Quem me lê, quem me ouve, quem me olha?

Em que mundo e com que valores o meu conhecimento é jogado?

Quando me dirijo a essa pessoa grupo ou plateia, num qualquer tipo de comunicação, é o ambiente que toma conta das palavras e dos gestos. È ele que faz com que as emoções dancem ou descansem.

É nesses ambientes e com essas pessoas ou estruturas de pessoas que eu vou analisar, o impacto das minhas novas ideias, as reacções de curiosidade ou de desinteresse. É nesses confrontos que eu vou avaliar a verdade da minha criatividade ou o poder da minha reflexão, e até que ponto existe uma linguagem alinhada com os interesses comuns.

Agora que respondi, a todas as minhas interrogações, vou defender com integridade e energia renovada, os meus pontos de vista, a minha percepção das “coisas”, as novas ideias.  

A observação e a reflexão são actividades que conduzem a processos criativos, susceptíveis de criação de valor, a inovação.

De entre algumas leituras,

 Em “Innovation Perspectives -Blogging Innovation”, podemos encontrar um conjunto de artigos escritos por vários autores com formações e orientações diversas que são credores de uma leitura contínua. Eis um exemplo:

 Steve Todd – Do you need permission to innovate?

…“Do I need permission to be productive? Absolutely not! Productive people earn the right to innovate. When an employee not only meets but exceeds their corporate goals, they’ve given themselves the right to explore new opportunities. So go ahead and get started. The worst thing that can happen is that management might be surprised to see your extra effort (hopefully they’ll be pleasantly surprised). Managers are also likely to be forgiving if they know that you’re someone who delivers.

Of course, lack of productivity works against you. If you can’t do your day job effectively, who’s going to believe you when you propose something innovative?”

 Jose Baldaia said…

Hello Steve!
This is a very clear and motivational article.
I think besides your permission an innovator needs her permission. In fact fear must be changed by audacity. Being part of productive people he may consider the permission already given.
If it is necessary, sometimes big ideas need it, he may forgot the command chain and make deliveries directly to the top. And if he had strong collaboration he has all the supports he needs to not have unethical behavior.

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=VoubEkokkC0]

Já em “The heart of innovation”  blog de “Idea Champions”, Mitch Ditkoff fala-nos da conversão de ideias que é uma boa ajuda para combater o criticísmo e aumentar a auto-estima.

“The Good Thing About Bad Ideas

“…The key for aspiring innovators? To find the value in what seems to be a “bad idea” and then use that extracted value as a catalyst for further exploration. The following technique, excerpted from Awake at the Wheel, shows you how…

…HOW IT WORKS:

1. Bring a challenge, question, or problem to mind.
2. Conjure up a really bad idea in response to it.
3. Tell another person about your bad idea.
4. The other person thinks of something redeemable about your bad idea — and tells you what it is.
5. Using this redeemable essence as a catalyst, the two of you brainstorm new possibilities….”

Hi Mitch!
This is what I call work on others ideas. It is very useful because we “can use the six hats” to mix the contents with different roles and it turns everyone more productive. May be with a large group this can transform brainstorming in a Fun Factory.

Posted by: Abaldaia.wordpress.com

São dois bons exemplos para combater sentimentos de fracasso na coloboração necessária para a mobilização de estratégias de inovação.

“The best ideas come as jokes. Make your thinking as funny as possible”.- David Ogilvy

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