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From ideas to challenges

Yesterday during a trip I took to Lisbon I had an interesting conversation with a friend about creativity and about the need to promote the initiative for the proposition of ideas by employees of an organization.

The concern was to make these employees, naturally, more active and engaged in the generation of ideas within the organization.

At some point I asked:

-Why don’t you promote a group of collaborators more enthusiastic about creativity and try that they define and create a climate or environment desirable of creativity?

It was understandable that the answer (objection) was the lack of availability of time on the part of developers for that.

This lack of availability only exists if we don’t have a management attention and if we don’t define priorities and this is achieved with passion for the mission.

This passion comes often by a process of contact and contagion with “stuff”, with the art and the humanities. An organization can provide without major costs that contact and can choose between its elements facilitators of contagion, that is those more enthusiastic and that propagate the passion for creativity and innovation.

 “Imagination, originality, and risk taking should not be byproducts of a university education. They should be its core.” – Jonathan Berger and Wolf Bryan


A few years ago Stanford University issued a challenge that is a good example for any organization, not only because organizations are institutions where you learn but also where they can teach. Let’s see the assumption:

Education in the arts and humanities is the foundation of a liberal arts education and serves three important roles. First, it prepares graduates to deal with the complexity, diversity, and ambiguity of human societies. Second, it draws out and develops personal creativity. Third, the arts bridge all cultures, providing access to the experience of people in other times and places. In the contemporary world in which Stanford graduates will lead and inspire, understanding complexity, finding creative solutions to problems, and navigating the richness of human culture are essential capabilities.”

What organizations need to learn is to live in harmony with the arts and the humanities to be able to embrace complexity, diversity and ambiguity as challenges able to generate emotions and joys.

When living with art is not just a sporadic visit to a Museum and becomes an integral part of the professional development the understanding of different cultural values becomes a reality.


An environment of contact with the art promotes creativity staff within an organization and must be well managed by a visionary leader.

A arte e as humanidades promovem iniciativas criativas


Das ideias aos desafios

Ontem durante uma viagem que fiz a Lisboa tive uma conversa interessante com um amigo sobre a criatividade e sobre a necessidade de promover a iniciativa para a proposição de ideias por parte dos colaboradores de uma organização.

A preocupação era fazer com que esses colaboradores naturalmente fossem mais activos e empenhados na geração de ideias dentro da organização.

A determinada altura perguntei:

– Porque é que vocês não promovem um grupo de colaboradores mais entusiasmados com criatividade e procuram que eles definam e criam um clima ou ambiente de criatividade desejável?

Era compreensível que a resposta (objecção) fosse a falta de disponibilidade de tempo por parte dos colaboradores para que isso acontecesse.

Essa falta de disponibilidade só existe se não se fizer uma gestão da atenção e se não se definirem prioridades e isto consegue-se com paixão pela missão.

Essa paixão chega muitas vezes por um processo de contacto e contágio com “coisas”, com a arte e com as humanidades. Uma organização pode fornecer sem grandes custos esse contacto e pode escolher entre os seus elementos os facilitadores de contágio, isto é aqueles mais entusiasmados e que propagam a paixão pela criatividade e inovação.

“A imaginação, a originalidade e a assunção de riscos não deve ser derivados de uma educação universitária. Devem ser o seu núcleo.” – Jonathan Berger e Wolf Bryan 

Há poucos anos Stanford University lançou um desafio que é um bom exemplo para qualquer organização, não só porque as organizações são instituições onde se aprende mas também onde se pode ensinar. Vejamos o pressuposto:

A Educação em artes e humanidades é o alicerce de uma educação em artes liberais e tem três papéis importantes. Primeiro, ele prepara os formandos para lidar com a complexidade, diversidade e ambiguidade das sociedades humanas. Em segundo lugar, destaca-se e desenvolve a criatividade pessoal. Em terceiro lugar, as artes ponte todas as culturas, proporcionando o acesso à experiência das pessoas em outros tempos e lugares. No mundo contemporâneo, em que graduados de Stanford vai liderar e inspirar, a compreensão da complexidade, encontrar soluções criativas para os problemas, e navegar a riqueza da cultura humana são capacidades essenciais.

O que as organizações devem aprender é a viver em harmonia com as artes e com as humanidades para serem capazes de abraçar a complexidade, diversidade e ambiguidade como desafios capazes de gerar emoções e alegrias.

Quando a convivência com a arte não se resume a uma visita esporádica a um museu e passa a ser parte integrante do desenvolvimento profissional a compreensão dos diferentes valores culturais passa a ser uma realidade.

Um ambiente de contacto com a arte promove a criatividade pessoal dentro de uma organização e deve ser bem gerido por um líder visionário.

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Still from the ” 2nd Annual Open Innovation Summit ” I gathered from twitter via Jose Briones some tips left about the challenges faced by companies when looking for partners in innovation.

They are put here as reflections and hopefully help us to see where hovers often the inertia of some companies.

Surrender to uncertainty.

The information we receive or request is absorbed, but our minds have limitations. Too much information inhibits the meaning of data and makes use of a time incorrectly.

If it is difficult to find the ideal information (correct and legible) , the harder it is to make decisions based on collections of data without meaning and without purpose. It’s a battle is not won, only serves to consume resources and delay decisions.

Surrender yourself to your experience and decide.

Buy when rent is sufficient

As with housing, if our project at a given moment in life has a specific purpose, why buy a house?

Does the feeling of ownership is so strong that force me to buy a patent, or is there an alternative?

Overlooking the white space

The opportunities for disruptive innovation can reside entirely in the company.

The challenge begins with obtaining a clear understanding of the potential of the company. The attitudes of ease in the action lead to the demand outside of what can be done indoors.

The company must accept the challenges as they are – hard!

Look haystacks instead of needles

The perfectionist’s feelings are enemies of discernment when it translates into trying to collect all the possible elements for a decision or activity. A good challenge is to find a pre- definition of the elements to use. Companies and their agents often follow the philosophy that the more alternatives the better choice or decision, but the hype creates chaos.

Omit the obvious

A weak selection or screening of international resources available also leads to indecision and / or poor choices. It is a good investment, one that makes good screening resources, as is reflected in lower costs and clearer information.

The trust also becomes easier to establish.

Transporting the heavy artillery

Flag as target a network simple and well-equipped with new technologies is crucial.

Some companies like to stop the kind of armed forces and publicly display its entire arsenal of human and material resources, but the war here is another. The useful and agile is the best for this fight.

Measure once, cut two

The joint needs to be done to attract partners with the right solutions.

After all this is not a sale or a purchase or a visit to the shelves of a supermarket of ideas. It is a partnership where we try to monetize resources and knowledge to find the desired solution.

Invest globally without local targeting

It’s a big challenge for some companies when it comes to their habits and beliefs, but for most, perhaps, is a huge challenge in all disciplines of work.

Forget the art, not appreciating the science

The identification of patterns, so useful in certain circumstances, call for the powers of observation. Creativity is a fundamental act in the identification of partners. The exploration of new concepts and skills facilitates a process of acceptance or adoption and is in itself a challenge.

Tell not sell

A partnership is not restricted to participants of the signing of a protocol or agreement. It is necessary that all employees participate actively in the process in which companies have worked and the more effectively way to do it is include those employees as part of the story.

Motivation is key in this passage.

And don’t forget “ Vanity of vanities; all is vanity”

Ideias e desafios em Inovação Aberta



Ainda com origem no  “2nd Annual Open Innovation Summit” recolhi do twitter via Jose Briones algumas dicas deixadas sobre os desafios colocados às empresas quando procuram parceiros em inovação.

São postos aqui como reflexões e que espero ajude a perceber onde paira muitas vezes a inércia de algumas empresas.

Render-se à incerteza.

A informação que recebemos ou solicitamos é absorvida, mas a nossa mente tem limitações. Demasiada informação inibe o significado dos dados e faz usar o tempo de uma maneira incorrecta.

Se é difícil encontrar a informação ideal (correcta e legível), mais difícil é tomar decisões com base em colecções de dados sem significado e sem propósito. È uma batalha que não se ganha, apenas serve para consumir recursos e adiar decisões.

Renda-se à sua experiência e decida.

Comprar quando alugar é suficiente

Tal como com uma habitação, se o nosso projecto num determinado momento da vida tem um propósito específico, para quê comprar casa?

Será que o sentimento de propriedade é assim tão forte que me obrigue a comprar uma patente, ou haverá alternativas?

Vislumbrar o espaço em branco

As oportunidades de inovação disruptiva podem residir inteiramente na empresa.

O desafio começa com a obtenção de uma noção clara das potencialidades da empresa. As atitudes de comodismo na acção levam à procura fora daquilo que pode ser feito dentro.

A empresa deve aceitar os desafios como eles são – Árduos!

Procure palheiros em vez de agulhas

Os sentimentos perfeccionistas são inimigos do discernimento quando se traduzem em tentar recolher todos os elementos possíveis para uma decisão ou actividade. Um bom desafio é encontrar uma pré-definição dos elementos a usar. As empresas e os seus representantes muitas vezes seguem a filosofia de que quanto mais alternativas melhor é a escolha ou decisão, mas o exagero cria o caos.

Omitir o óbvio

Uma fraca selecção ou triagem dos recursos internacionais disponíveis também leva à indecisão e/ou a más escolhas. É um bom investimento, aquele que se faz numa boa triagem de recursos, pois traduz-se em menos custos e informação mais claro.

A confiança também se torna mais fácil de estabelecer.

Transportar a artilharia pesada

Marcar como alvo uma rede de trabalho simples e bem apetrechada de novas tecnologias é fundamental.

Algumas empresas gostam de fazer paradas do tipo das forças armadas e mostrar publicamente todo o seu arsenal de recursos humanos e materiais, mas a guerra aqui é outra. O útil e ágil é o mais indicado para este combate.

Medir uma vez, cortar duas

A articulação das necessidades deve ser feita de forma a atrair os parceiros com as soluções correctas.

Afinal de contas não se trata de uma venda nem de uma compra, nem de uma visita às prateleiras de um supermercado de ideias. É uma parceria onde se procura rentabilizar recursos e conhecimento para encontrar a solução pretendida.

Investir global sem segmentação local

É um grande desafio para algumas empresas no que toca aos seus hábitos e crenças, mas para a maioria, talvez, é um gigantesco desafio em todas as disciplinas de trabalho.

Esquecer a arte, não apreciando a ciência

A identificação de padrões tão útil em determinadas circunstâncias chama pelas competências de observação. A criatividade é um acto fundamental na identificação de parceiros. A exploração de novos conceitos e competências facilita um processo de aceitação ou adopção e constitui por si só um desafio.

Contar sim, vender não

Uma parceria não se restringe aos participantes da assinatura de um protocolo ou acordo. È necessário que todos os colaboradores participem de forma activa no processo em que as empresas se empenharam e a forma mais eficaz é fazendo com que esses colaboradores façam parte da história.

A motivação é fundamental nesta travessia.