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A expansão da interdisciplinaridade na inovação

Hoje mais do que nunca, construir uma efectiva contactos interpessoais com os outros colaboradores da empresa e uma diversidade de pessoas fora dela é fundamental para agarrar as oportunidades de negócio e transformá-las em inovação sustentável.

Para se ser persuasivo, ser capaz de influenciar para a colaboração, sem usar o poder ou o dinheiro é necessário desenvolver competências de comunicação e de relacionamento com outras pessoas com conhecimentos em domínios que não os nossos.

Um trabalho eficaz só se consegue com apoio e disponibilidade para colaborar das outras pessoas dentro e fora da empresa.

Há uns anos atrás muitos de nós pensávamos que o futuro do nosso trabalho se traduzia numa grande especialização e de preferência quase exclusiva e de facto foi assim durante algum tempo. Bons salários, gratificações, promoções e os postos mais importantes eram absorvidos pelas pessoas moldadas em “I” (especialistas). Agora são as pessoas em forma de T que as tendem a absorver esses lugares e se ainda não estamos lá é a hora de começar a percorrer o caminho para lá chegar.

Mas não são só os empregadores que valorizam competências de relacionamento interpessoal e comunicação, conjuntamente com as técnicas e de um pensamento estratégico e de gestão de projectos quando se aborda a questão da inovação.

Henry Chesbrough diz: “Num mundo de inovação aberta, os especialistas estão disponíveis para a colaboração através de uma variedade de mecanismos, de modo que eles não precisam fazer parte de sua folha de pagamento, a fim de ajudá-lo a inovar…

Num mundo de inovação aberta, onde há uma riqueza de ideias úteis e as pessoas inteligentes, a capacidade de integrar essas peças disponíveis em soluções eficazes que agregam valor é tremendamente importante…

Desenvolver uma cultura que procura e recompensa aqueles gerentes com habilidades de integração, para tirar o máximo proveito de ambas as ideias internas e externas. Este é o talento chave para lutar num mundo de inovação aberta.”

Inovação aberta é um processo interdisciplinar que requer peritos de diversas disciplinas para trabalhar em conjunto ao longo de um projecto.

Há alguns bons exemplos, ver Elsevier, para reflexão sobre a forma como essa abordagem deve ser feita e como as equipas interdisciplinares se têm mostrado eficazes. No fundo é uma abordagem à diversidade que requer alguma atenção.

Um projecto de inovação aberta necessita de uma liderança capaz de conduzir uma visão holística na criação de valor para o consumidor e ao mesmo tempo estar alinhado com as competências e estratégias das organizações envolvidas.

Isto significa que, por exemplo os engenheiros ou outros especialistas em áreas específicas, devem ter um conhecimento básico de campos adjacentes ou de ligação para serem bons interlocutores e parceiros de colaboração, tanto dentro como fora da organização.

“O valor do pensamento multidisciplinar é aquela que muitos têm aflorado nos últimos anos. Isso inclui os pensadores em forma de T defendido por Bill Moggridge na IDEO, e o pensador I-com-um-serif em forma introduzida por Bill Microsoft Research Buxton, através do direito à colaboração entre os departamentos, funções e disciplinas que constituem actividade cruz verdadeira disciplinar. Isto, creio eu, é a formas que a inovação emerge em nossos tempos diabolicamente complexo.” Helen Walters

Pensar em pessoas em forma de t para inovação interdisciplinar é uma perspectiva atraente para os colaboradores das empresas assim como uma obrigação para organizações inovadoras.

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Dois mundos em convergência

 

No nosso mundo, há conjuntos de “dois mundos” que convém diferenciar de vez em quando, mas em que o propósito deve ser sempre a convergência, o que no fundo significa um novo modelo criado com os pontos relevantes de cada um deles.

Um desses casos é a confrontação ou coexistência do mundo dos negócios com o mundo do Design Thinking.

Design Thinking é um estado de espírito que permite formas de colaboração em equipas interdisciplinares com resultados surpreendentes. É movimento e maleabilidade.

No mundo dos negócios, as organizações com e sem fins lucrativos têm perspectivas diferentes quanto ao papel de design thinking, pelo menos reagem de forma distinta à sua presença.

Pensar design é uma maneira de, pensar em fazer algo numa dimensão que representa uma nova experiência de aprendizagem para todos, sobretudo para as pessoas de negócios e estas têm muito para retribuir com a sua experiência, facto que não pode ser ignorado ou minimizado.

Contudo muitas dessas pessoas de negócios teme o fracasso, têm aversão à imprevisibilidade e têm uma grande preocupação com o status.

São dois mundos onde aquilo que é mais importante, são as pessoas.

“Os dois mundos, design e empresas ainda precisam aprender a encontrar-se no meio do caminho. Pense numa organização em que o design desempenha um papel central, dirigindo, e não há realmente apenas um cliché de um grande exemplo para usar: Apple. Mas o que a Apple tem em Steve Jobs é o que toda a organização, que procura abraçar o design como um verdadeiro factor de diferenciação, precisa: de um especialista em negócios, que é capaz de agir como um campeão de todo coração, do valor do design.” – Helen Walters

Pensar design requer uma atitude diferente que é, ir além dos estudos de casos ou de trocas de boas práticas. Os negócios não podem contentar-se em transferir uma solução de uma empresa para outra.

Design thinking permite-nos colaborar e abarcar a complexidade que cada vez maior que as empresas enfrentam porque o trabalho realizado é caracterizado pela interdisciplinaridade e onde não ter medo de estar errado é um sentimento comum.

As equipas interdisciplinares têm o potencial para uma maior criatividade nas organizações.

Quando imbuídas de pensamento crítico, as equipas interdisciplinares produzem trabalho criativo, e os seus membros podem activamente de exprimir as suas ideias sem medo de interferir com as relações interpessoais, mesmo que isso signifique ter que ser agressivo e teimoso em perspectivas dissidentes defendendo a mudança e melhoria.

Os conflitos em design thinking são vistos como oportunidades para actividades criativas.

Na verdade, os nossos sentimentos negativos podem fornecer um sinal de que tudo não está bem e assim proporcionar uma perseguição persistente de respostas criativas para o descontentamento existente.

Estes sentimentos negativos parecem ser a cobertura privilegiada dos intervenientes em processos em que se pretende fazer convergir design thinking e negócios.

Quando nós procuramos a convergência nas equipas interdisciplinares sabemos que estas são fruto de uma variedade de especializações funcionais e perspectivas divergentes o que à primeira vista não vai facilitar a produção de ideias criativas.

Os membros dessas equipas não produzem necessariamente trabalho criativo porque os seus membros estão relutantes em partilhar as suas perspectivas “exclusivas” (ideias únicas) e porque ao fazer isso podem prejudicar a sua imagem, podem parecer incompetentes ou criar conflitos.

“O que precisamos é de uma abordagem à inovação, que seja potente, eficaz e amplamente acessível, que pode ser integrada em todos os aspectos do negócio e da sociedade, e que os indivíduos e as equipas podem usar para gerar ideias inovadoras que estão a ser implementadas e, portanto, têm um impacto ” Tim  Brown (Change by Design)

Enjoy it!

 

THE DARK SIDE OF BEST PRACTICES by Michael Wade via @ariegoldshlager

How can you possibly argue with best practices? These practices are, more often than not, superior to your own. Indeed, best practices embody how the best firms within an industry conduct business. By adopting them, you can share in that success. So, if they are better than what you currently have, and they are proven to be effective in your industry, then why not make the switch?

 

The Power of Synthesis and the Problem with Experts by Greg Sattel

How much do we need specialized experts for the information economy?

If history is any guide, probably not much.  It makes little sense for capable people to spend an entire career doing the same job when they would probably be much more effective if they gained experience in more than one area.

 

Are you Benevolent Dictator or BrainPowered Facilitator? By Ellen Weber

10 Key differences between…Leader traits.

 

The Rotman Design Challenge: A Review by Helen Walters

In recent years, calls for a more creative or innovative approach to, well, pretty much everything but our financial instruments, have become more pointed. As the western economy in particular has evolved away from its industrial roots and as the Internet has wrought digital havoc on the old, understood ways of doing things, so have many accepted that the education of those who will effectively lead progress toward a healthy, sustainable future must also shift — and fast.

 

Insultants not Consultants: Balancing Mastery and Questioning by Jorge Barba

Though people/clients see me as a Consultant, I’ve never really liked the label of Consultant and don’t really consider myself one because I don’t specialize. I’m more of an ‘Insultant in Residence’, not a Consultant.

 

Get in touch with your Inner Jester to have a more joyful life by Teresa Van Lanen

Here I am just recently flying a kite on the beach and laughing. Having fun and laughing on vacation is not too hard to do for most of us. But at times finding our inner jester can be difficult. With April fools day upon us I felt this topic would make a great article, enjoy!

 

Four Roadblocks for a Corporate Network Culture by Stefan Lindegaard

In working with companies that are trying to build a networking culture, here are some reasons I’ve identified for why such efforts can fail or not reach the hoped-for degree of success.

 

The art of innovation by Kate Oakley, Brooke Sperry and Andy Pratt via @ralph_ohr

In the 21st century, the UK’s economic competitiveness and social wellbeing will increasingly depend on our ability to innovate. A significant part of the innovation process revolves around ‘creativity’ – the ability to generate new ideas, or to restructure and redeploy old ones.

 

When Customer Rebellion Becomes Open Revolution by Umair Haque

What if your business isn’t just fundamentally ill-equipped to survive and thrive in the 21st century — but is actually unequipped for it?

 

Art and design in service of our world by John Maeda

I’m on a video call with the World Economic Forum Global Agenda Councils that links together experts across the world in response to global challenges. The topic of our call is centering around the situation in Japan. Prof. Toshiko Mori of Harvard shared how there is a gallery in Tokyo that is informing citizens, using art and design, as to how one-third of the electricity in Tokyo utilizes the failed nuclear powered plants — and the importance of saving energy right now in Tokyo.

I hope you enjoyed this! Have a nice week!

Enjoy it!

 

Putting Higher Principles into Innovation Management: How to Be Guided by The Classical Approach to People by Deb Mills-Scofield

As innovation becomes a prevalent activity in organizations is it time to rethink how we approach the culture of innovative people? Deborah Mills-Scofield who previously worked with Bell Labs and now consults on innovations practice, argues we need a return to timeless values if we are going to make innovation sustainable.

 

Why Customer Services isn’t always that important! By Wim Rampen

When reading “the web” one could be lead to think that a company’s poor Customer Services is the worst that could happen. Any mistake in this area would easily set off negative word-of-mouth. Armed with Social Media the “crowds” will seriously harm the brand(ed) reputation, seriously damaging a company’s growth opportunity. Some even consider Customer Services the new Marketing. The importance of Customer Services though, which in lots of cases is considered to be the same as the importance of a company’s (multi channel) customer services contact center, can easily be overrated.

 

A Lesson in Engaged Artistry by Gianpiero Petriglieri via Ralph Ohr

Orchestra conductors are surely overexploited by management thinkers to describe what effective leaders do in organizations. They attract and inspire talent, strive for excellence, discipline improvisation, foster innovation, set pace, build and resolve tension, and transform potential cacophony into melodious harmony—all with unique, personal style.

 

Innovation starts with empathy by Jorge Barba

A recent article on Fast Co. Design ‘Innovation always starts with empathy‘ got me thinking about empathy and for some reason I remembered the above text from  Colours of the wind from Disney’s Pocahontas.

 

14 smart tips from single women entrepreneurs by Daniel Pink

Erin Albert is a multi-talented, multi-tasking pharmacy professor at Butler University (Go Bulldogs! Beat Wisconsin!) who runs a couple of businesses and is pursuing a law degree on the side. Since she obviously has lots of time on her hands, she’s also just written a book.

 

“Design Thinking” Isn’t a Miracle Cure, but Here’s How It Helps by Helen Walters

The term has come in for a lot of scorn. But it’s because we haven’t been clear about what it actually entails, argues Helen Walters.

 

How Innovation and IT Drive Productivity by Andrea Meyer

Point: Getting maximum benefit from innovation requires new organizational practices

Story: In their book Wired for Innovation, Erik Brynjolfsson and Adam Saunders show how innovation and IT drive productivity growth. Productivity growth explains how cars, for  example, went from costing an average of three years of salary a century ago to costing only seven months of salary today

 

How Technology Evolves by Greg Sattel

Sometimes it’s hard to tell if technology is something to love or to fear. Are computers making us smarter or dumbing us down? Are genetically modified foods a miracle or a menace?

 

Have a nice week!

Words that matters!

 

Selecting the Best Idea is a Universal Innovation Problem by John Steen

 Tim and I write a lot about managing innovation as a process. This is important for a number of reasons, but the two main ones are that if we manage innovation this way then it isn’t dependent on any particular person and that it is proactive and constant rather than reacting to a crisis. In short, its about managing innovation as a sustainable contribution to the performance of the organization.

The Essence of Disruption by Tim Kastelle

Here’s Quincy Smith, who was the head of digital content at CBS at the time, talking about traditional media’s response to Google and the digital revolution (from Googled by Ken Auletta):

Metaphors Be With You! By Mitch Ditkoff

If you want to originate breakthrough business solutions, you will need to think differently than you usually do. In a phrase, you will need to “get out of the box.”

Creative communication is critical to success today, urges Sam Horn by Michelle James – Innovation Tools

 The Modern Corporation: It’s About People, People by Helen Walters

As turmoil continues to roil economies both large and small, as politicians struggle to figure out how to deal with the conditions of the 21st century, and as the United States and the West heads into what Paul Krugman describes as no less than “The Third Depression”, a new way of thinking about management and innovation is making the rounds.

How I learned to stop worrying and love idea collection by Jeffrey Phillips

If like me you are a film buff, you may be familiar with the Peter Sellers movie Dr. Strangelove.  The subtitle has always been my favorite:  How I learned to stop worrying and love the bomb.  In case you haven’t seen it, I’d highly recommend it. 

Building Corporate Innovation Capability: Great Initiative from Statkraft by Stefan Lindegaard

I have been invited to work with Statkraft, Europe’s largest renewable energy company on their Innovation Agent Programme. This is the second year, I am involved in this programme and I am quite impressed by their efforts.

Enjoy it!