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Inovação e competências

O local de trabalho moderno é um sistema complexo adaptativo. Não há uma abordagem única que possa ser usada o tempo todo. ” – Harold Jarche

Esta é uma realidade que por vezes nos incita a tentar resolver problemas no espaço de uma hora ou, outras vezes, nos desafia a criar um serviço em 48 horas. As nossas competências estão em constante evolução no sentido da adaptação às exigências de um futuro que se quer promissor mas que se apresenta complexo.

Se pretendemos resolver problemas criando produtos ou serviços devemos levar em conta não apenas as necessidades dos consumidores ou utilizadores, mas também as suas infraestruturas sociais e culturais.

Estas estruturas sociais e culturais são sistemas complexos, isto é, são compostos por vários elementos (pessoas), diferentes entre si, mas interligados o que faz com que a sua representação seja vista como um todo não sobressaindo os aspetos particulares.

Isto é importante, porque um sistema deve ser tratado como um todo e devemos identificar as propriedades emergentes, que podem não ser estáticas e portanto, possuírem a capacidade de mudar e aprender com a experiência.

Um sistema de saúde é, um exemplo claro de complexidade, onde a capacidade de mudança é notória, nomeadamente quando assistimos a situações catastróficas. É também notória a capacidade de aprendizagem e de adaptação a novas situações, por isso são tratados como sistemas complexos e adaptativos, que incorporam uma dinâmica interdisciplinar.

São estes e outros exemplos que nos levam a pensar que competências são necessárias para enfrentarmos os desafios do futuro.

Por exemplo, o Institute For The Future avançou com uma reflexão sobre as dez competências que emergem para o futuro do trabalho num novo ambiente a curto prazo.

Se nós analisarmos as competências evocadas pelos autores desse trabalho vamos verificar que as competências de relacionamento se refinam e evoluem no sentido da adaptabilidade e interdisciplinaridade:

“Fazer sentido- Habilidade para determinar o significado mais profundo ou a importância do que está a ser expressado.

Inteligência social – Capacidade de se conectar aos outros num modo profunda e direcionado, para sentir e estimular reações e interações desejadas.

Pensamento adaptável – Proficiência no pensamento e capacidade de encontrar soluções e respostas além do que é rotineiro ou regra-base.

Competências culturais cruzadas – Capacidade de operar em configurações culturais diferentes.

Pensamento computacional – Capacidade de traduzir grandes quantidades de dados em conceitos abstratos e compreender raciocínios baseados em dados.

Literacia nova mídia – Capacidade de avaliar criticamente e desenvolver conteúdo que utiliza novas formas de mídia, e para aproveitar esses meios para comunicação persuasiva.

Transdisciplinaridade – Literacia em e capacidade para compreender conceitos através de múltiplas disciplinas.

Estado de espírito de design – Capacidade de representar e desenvolver tarefas e processos de trabalho para os resultados desejados.

Gestão de carga cognitiva – capacidade de discriminar e filtrar informações pela importância e compreender como maximizar funcionamento cognitivo usando uma variedade de ferramentas e técnicas.

Colaboração virtual – Capacidade de trabalhar de forma produtiva, dirigir compromisso e demonstrar a presença como membro de uma equipa virtual.”

A delimitação destas competências surge por força de um pensamento prospetivo sobre grandes mudança que poderão modelar a paisagem do futuro, sejam elas relacionadas com a longevidade, o papel das novas tecnologias ou com a conectividade global.

A nossa capacidade de encontrar soluções e respostas além do que é rotineiro ou regra-base, fruto de um pensamento rápido e regular pode ser a chave para resolver os problemas de adaptação que vamos sentir.

Não tem utilidade ficarmos mais ricos em conhecimento se ele não for compatível com a ação desejada.

Hoje, o local de trabalho é “um sistema complexo adaptativo”, inserido em estruturas sociais e culturais que representa uma diversidade enorme de opiniões que devem servir para facilitar a nossa adaptação ao meio ambiente onde estamos ou estaremos inseridos.

O que agora se começa a desenhar é a construção das nossas capacidades, tendo em conta duas necessidades, que embora distintas são complementares:

-A nossa necessidade de adaptação a um local de trabalho dinâmico e evolutivo, isto é, a nossa necessidade de criar competências para evitar desconforto ou para sobreviver e,

-A nossa necessidade de criar ou desenvolver competências para realizar a nossa atividade de forma eficaz e renovada.

Se queremos um papel de relevo na inovação é crucial que nos adaptemos (criar competências), para poder facilitar a adaptação dos outros através da inovação.

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