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The message!

In the last post mentioned that an idea proposed by an employee to his organization contains a message that would be constructed from the responses to the questions raised in the text and then I concluded with:

“It’s time to leave the logic home and use creativity to convince someone to accept our idea.”

We have identified our audience and we have the logic aside in order to work our mind with the freedom necessary for creativity.

The logic will be re-used when we will need support for our position.

The first step or the opening is always difficult to achieve and lead a series of questions to which we should answer in advance.

Our goal is to involve the audience and for that it is necessary to foresee the situation in which the message will be transmitted and should be prepared for complications. A series of cards on the sleeve give answers to questions raised.

One of these letters is the metaphor that for not have normally a precise meaning allows us to structure our idea throughout history. In the background we represent one thing with another thing and cause an interaction.

But how can we frame the past events related to our idea of a way to tell a good story, that is, a story that leads people to see the action that we are suggesting, in a natural way?

This is where our creativity is more accurate. Our idea is already a month since it was entered in the application and has been discussed. All these moments are relevant to our story.

The organization also has a history that must be used to frame our idea and making it relevant at the time of decision making.

Well ! But how?

With the message in our possession and armed with the necessary skills, we can only ask:

What is the best way to make a presentation?

The presentation will depend on a decision and the decision maker is a good leader or not but our idea has a story to tell.

“A really good idea is simple, unexpected and relevant. And unites extremes: it risks a lot, but nevertheless, it is easy to implement. Everyone should talk about it, but customers should not be angry with this.Nadja Schnetzler

 Good leaders understand the power of influence, and great leaders understand how the preparatory work and necessary research influences how an idea becomes appealing.

A Mensagem

No último post referi que uma ideia proposta por um colaborador à sua organização contém uma mensagem que seria construída a partir das respostas às questões então levantadas e concluí com:

“Está na altura de deixar a lógica em repouso e usar a criatividade para convencer alguém a aceitar a nossa ideia.”

Nós já identificamos o nosso público e já deixamos a lógica de lado de forma a trabalharmos a nossa mente com a liberdade necessária à criatividade.

A lógica voltará a ser usada quando eu necessitar de apoio para a minha posição.

O primeiro passo ou a abertura são sempre difíceis de conseguir e provocam uma série de questões às quais devo responder antecipadamente.

O nosso objectivo é envolver a audiência e para isso é necessário prever a situação em a mensagem será transmitida e estarmos preparados para as complicações. Uma série de cartas na manga darão respostas a questões levantadas.

Uma dessas cartas é a metáfora que por não ter, normalmente um significado preciso, permite-nos estruturar a nossa ideia ao longo da história. No fundo estamos a representar uma coisa com outra coisa e a provocar uma interacção.

Mas como é que nós podemos enquadrar factos passados relacionados com a nossa ideia de uma forma a contar uma história útil, isto é, uma história que leva as pessoas a ver a acção que nós estamos a sugerir, de uma forma natural?

É aqui que a nossa criatividade é mais precisa. A nossa ideia já tem um passado desde que foi inscrita na aplicação e tem sido discutida. Todos estes momentos são relevantes para a nossa história.

A organização também tem uma história que deve ser utilizada para enquadrar a nossa ideia e torná-la pertinente no momento da tomada de decisão.

Pois! Mas como?

Com a mensagem na nossa posse e armados de todas as competências, resta-nos perguntar:

Qual é a melhor maneira de fazer a apresentação?

Da apresentação dependerá uma decisão e seja o decisor um bom líder ou não a nossa ideia tem uma história para contar.

“A ideia realmente boa é simples, inesperada e relevante. E une os extremos: ela se arrisca muito, mas, no entanto, é fácil de implementar. Todos devem falar sobre ela, mas os clientes não devem ficar irritados com isso.Nadja Schnetzler

Os bons líderes compreendem o poder de influência, e os grandes líderes compreendem como o trabalho de preparação e de investigação necessária influencia a forma como uma ideia se torna atraente.

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Expecting the unexpected

Every day there are so many new ideas being presented, and new discoveries are made, and many of these ideas and new discoveries are built on ideas of others.

These “others “are not always scientists or experts or creative on their own discipline in which they are specialists.

The diversity of sources is as important as the diversity of work to achieve innovation.

Any culture, industry, discipline, department and organization has its own way of dealing with the problems, their own metaphors, models and methodologies. But often, the best ideas cross disciplinary boundaries and look to other fields for new ideas and issues. Many significant advances in art, business, technology and science, rose through the cross-fertilization of ideas. And to give a corollary nothing will stagnate a field more quickly than keeping the ideas out. “- Calvin Coolidge

We call cross-pollination to associations and connections among seemingly unrelated ideas or concepts to break new ground.

The role of a pollinator of ideas is similar to a gardener or florist dedicated to pollinate their flowers. He is equipped with a wide range of interests an avid curiosity, and an aptitude for teaching and learning.

In an organization, a pollinator of ideas does the work of bees and transports outside ideas into it. These are people with openness, able to write down every step and feature, close observers gather inspiration with ease and are skilled storytellers.

Never cease to identify constraints.

Cross-pollination in nature, leads to the emergence of resistant plants and superior quality. When we launched a project with the assumption that cross-pollination may help innovate more easily find the ways necessary for creative innovation.

How IDEO sees the cross-pollination?

1. Show and tell. IDEO Tech Box, a collection of hundreds of promising technologies, is a systematic approach to collect and share what they know.

2. Hire people with diverse backgrounds. Filter out job applications looking for someone that will expand the talent pool or extending the capabilities of the company.

3. Create multidisciplinary project rooms and create lots of room for accidental or impromptu meetings between people from different groups.

4. Crossing cultures and geographies. An international team appears well mixed pollination, of course, other cultures.

5. Host a weekly series to speak. Almost every week a thinker of world-class shows himself to share his thoughts with them.

6. Learn from the visitors. Hear what customers or potential customers say about your industry, your company, your point of view.

7. Look for various projects. A wide range of client work allows us to make cross-pollination from one world to another.

If we feel that our ideas are really good, perhaps not advisable to cross them with others if the risk of complication is clearly visible. However, when we feel that our ideas are a good start to the way we want, we must cross them and test results. Diversity is good mate.

If you register our ideas and interbreed with others in our organization we risk being happy!

“In my experience, what makes Virgin innovation is a strong sense of self, the ability to experience the ability to cross- fertilize ideas and a willingness to change. The company has grown largely not through the deployment of a master plan, but through an accumulation of learning and ideas caused by threats, accidents and luck. Richard Watson

 

Cruzando espaços e ideias

Esperando o inesperado

Todos os dias, há tantas ideias novas que estão a ser apresentadas, e novas descobertas são feitas, e muitas dessas ideias e novas descobertas são construções sobre ideias de outros.

Esses “outros” não são sempre os cientistas ou peritos ou criativos numa disciplina própria ou na qual são especialistas.

A diversidade de fontes é tão importante como é a diversidade de trabalhos para se chegar à inovação.

“Toda a cultura, indústria, disciplina, departamento e organização tem sua própria maneira de lidar com os problemas, as suas próprias metáforas, modelos e metodologias. Mas muitas vezes as melhores ideias atravessam fronteiras disciplinares e olham para outros campos para novas ideias e questões. Muitos avanços significativos na arte, negócios, tecnologia ciência, surgiram através da fertilização cruzada de ideias. E para dar um corolário, nada fará estagnar um campo mais rapidamente do que manter as ideias de fora.” – Calvin Coolidge

Chamamos polinização cruzada a associações e conexões entre ideias aparentemente sem relação ou conceitos para abrir novos caminhos.

O papel de um polinizador de ideias, é semelhante a um horticultor ou floricultor que se dedica à polinização das suas flores. Equipado com um vasto conjunto de interesses, uma curiosidade ávida, e uma aptidão para ensino e aprendizagem.

Numa organização, um polinizador de ideias, faz o trabalho das abelhas e transporta ideias exteriores para dentro dela. São pessoas com abertura, capazes de anotar cada passo e característica, observadores atentos recolhem inspiração com facilidade e são hábeis contadores de histórias.

Não deixam nunca de identificar restrições.

Na natureza a polinização cruzada, conduz ao aparecimento de plantas resistentes e de qualidade superior. Ao lançarmos um projecto com a assunção de que a polinização cruzada pode ajudar a inovar, mais facilmente encontraremos os caminhos criativos necessários à inovação.

Como a IDEO vê a polinização cruzada

1. Mostrar e contar. A IDEO Tech Box, uma colecção de centenas de tecnologias promissoras, é uma abordagem sistemática para colectar e compartilhar o que sabemos.

 

2. Contratar pessoas com diversas origens. Filtraram as candidaturas de emprego à procura de alguém que vai expandir o pool de talentos ou extensão das capacidades da empresa.

 

3. Criar salas projecto multidisciplinar e criar lotes de espaço para reuniões acidental ou improvisada entre pessoas de grupos diferentes.

4. Cruzar culturas e geografias. Uma equipa bem misturada internacional parece polinização cruzada, naturalmente, de outras culturas.

 

5. Hospede uma série semanal para discursar. Quase todas semanas, um pensador de classe mundial mostra-se a partilhar os seus pensamentos connosco.

 

6. Aprenda com os visitantes. Ouça o que os clientes ou potenciais clientes dizem sobre a sua indústria, a sua empresa, o seu ponto de vista.
7. Busque diversos projectos. Uma ampla gama de trabalho do cliente permite que se faça polinização cruzada de um mundo para outro.

Se nós sentimos que as nossas ideias são realmente boas, talvez não seja aconselhável cruzá-las com outras quando o risco de complicação é claramente visível. No entanto quando sentimos que as nossas ideias são um bom começo para o caminho que desejamos, devemos cruzá-las e testar os resultados. A diversidade é boa companheira.

Se registarmos as nossas ideias e as cruzarmos com outras na nossa organização corremos o risco de sermos felizes!

“Na minha experiência, o que faz Virgin inovação é um forte senso de si, a capacidade de experiência, a habilidade para fertilizar as ideias cruzadas, e uma vontade de mudar. A empresa tem crescido em grande parte, não através do desdobramento de um plano mestre, mas através de uma acumulação de aprendizagem e ideias causados por ameaças, acidentes e sorte.” Richard Watson

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Attitudes and behavior

Often unexpected reactions are what we see when we express our ideas that we think are seeds of innovation.

Expected or not attitudes ranging from the simple silence up to “Wow.”

Attitude is a psychological tendency that is expressed by evaluating a particular entity (in this case the idea) with some degree of favor or disfavor.

But from where are the attitudes?

These attitudes are the result, first, of parental influence over the years we have been molding.

Furthermore our peers, friends and persons of reference also help to mold our tendencies along with the media.

An important part of those responsibilities, it is however to our own experience with the attitudes, i.e., enhancing or not past attitudes.

Almost without realizing it when we think about the possibility of having a specific behavior, we work our mind based on the personal factor and social factor.

The personal factor is our attitude directed towards the implementation of behavior while the social factor is presented as the subjective norm that is the perception we have of how people or groups of people that are important for us accept or reject the behavior that may arise.

Now imagine that I have a good idea I think , capable of causing an extraordinary benefit to others and appreciate that creates great value in the organization.

If the behavior expected from people is negative I will have to amend it.

But to change people’s behavior, we have to change their intentions, and to change intentions we must change their attitudes or norms about the behavior.

And last but not least to change an attitude or norm, we must change beliefs about the behavior.

Some types of belief that we may want to change:

One type of belief is a thought that links an object (or person) with a characteristic or quality.

Our belief that an object has certain qualities and the way we assess those other qualities, form our attitudes towards the subject.

Ex: If that ball is blue and is round, about the size of a football and contains a signature that says I believe that Ronaldo was signed by him.

Another type of belief is a thought that ties our performance of certain behaviors. These beliefs about behavioral outcomes and related assessments results form our attitudes in performing behaviors.

One another type of belief is a thought that links the performance of our behavior with the approval or disapproval of people who are important to us.

Be the qualities of the object or person is the way I experience or the approval or not I get, I believe that my attitude is this or that.

And if I believe or I’m convinced that my attitude is the best face that idea, I try to convince others through observation, through the acceptance of information from any source as someone else or by inference of new beliefs than ever know.

When presenting my idea I do it in a warm atmosphere which provides a vision of quality , complementing the information with reputable third parties and conclude with successful experiences that infer a good future for my idea.

 

As nossas atitudes face a uma ideia!

Atitudes e comportamento

Reacções muitas vezes inesperadas são o que observamos quando expressamos as nossas ideias que julgamos serem sementes de inovação.

As atitudes esperadas ou não vão desde o simples silêncio ate ao “Uau!”.

Uma atitude é tendência psicológica que se expressa através da avaliação de uma determinada entidade (neste caso ideia) com algum grau de favor ou desfavor.

Mas de onde vêm as atitudes?

Essas atitudes são resultado, por um lado, da influência parental que ao longo dos anos nos foi moldando.

Por outro lado os nossos pares, amigos e pessoas de referência também contribuem para formar as nossas tendências juntamente com a comunicação social.

Uma parte importante dessas responsabilidades cabe no entanto à nossa própria experiencia com as atitudes, isto é, reforçando ou não atitudes passadas.

Quase sem darmos por isso quando nós pensamos sobre a possibilidade de ter um comportamento específico, nós trabalhamos a nossa mente com base no factor pessoal e no factor social.

O factor pessoal é a nossa atitude direccionada para a execução do comportamento enquanto o factor social se apresenta como a norma subjectiva ou seja a percepção que temos de como as pessoas ou grupos de pessoas que são importantes para nós aceitam ou rejeitam o comportamento que poderá surgir.

Agora imaginemos que eu tenho uma ideia que considero boa, capaz de causar um benefício extraordinário a terceiros e que estimo cria grande valor na organização.

Se o comportamento esperado das pessoas é negativo eu terei de o alterar.

Mas para alterar o comportamento das pessoas, nós devemos alterar suas intenções e para alterar intenções, nós devemos  alterar as suas atitudes ou normas sobre o comportamento.

E finalmente, mas não menos importante para mudar uma atitude ou norma, nós devemos mudar crenças sobre o comportamento.

Alguns tipos de crença que poderemos, querer mudar:

O primeiro tipo de crença é um pensamento que vincula um objecto (ou pessoa) com uma característica ou qualidade.

As nossas crenças de que um objecto tem certas qualidades e as nossas avaliações correspondentes dessas qualidades, formam as nossas atitudes em direcção ao objecto.

Ex: Se aquela bola é azul e é redonda, tem o tamanho de uma bola de futebol e contém uma assinatura que diz Ronaldo eu acredito que foi assinada por ele.

O segundo tipo de crença é um pensamento que vincula o nosso desempenho de alguns comportamentos. Estas crenças acerca dos resultados comportamentais e a correspondente avaliações dos resultados formam as nossas atitudes na realização de comportamentos.

O terceiro tipo de crença é um pensamento que vincula o nosso desempenho de um comportamento, com a aprovação ou desaprovação, de pessoas que são importantes para nós.

Seja pelas qualidades do objecto ou pessoa, seja pela forma como experiencio ou pela aprovação ou não que recebo, eu acredito que a minha atitude será esta ou aquela.

E se eu acredito, ou fico convencido, que a minha atitude é a melhor face aquela ideia, eu procuro, convencer os outros através da observação, através da aceitação das informações de alguma fonte como outra pessoa ou por inferência de crenças novas do que já sabem.

Ao apresentar a minha ideia eu faço-o num ambiente acolhedor o que proporciona uma visão de qualidade, complemento com as informações de terceiros com reputação e concluo com experiências de sucesso que infiram um bom futuro da minha ideia.

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From the idea to the …

As a result of some processes in facilitating idea generation, sometimes appears a distinguished that deserves applause. It is on the podium it has passed with top marks for assessment including checking of alignment with company strategy.

Even when metrics are good, even when everything seems to run well, a bad execution and the idea does not comply with the designs that were drawn. It failed.

The problem may be in the physical design of the product, for being too heavy, too large or too complex. Incremental actions too often in one package take the imperfect achievements.

It is important that the design takes into account the needs of consumers that mean something to him and to serve a purpose. It is important that this involves active participation and not passive consumerism.

Daniel Pink talks about the psychodynamics of affluence and says: “Once the satisfied our needs tend to look to experience significant emotional and satisfying”.

Many services and products have crossed the barrier of our needs and after all there are still unmet needs and hidden needs.

Since a long time design has the power to enrich our lives by committing our emotions through the image, form, texture and color, sound and smell. They are experiences meaningful and satisfactory.

We use our empathy and knowledge of people to design experiences that create opportunities for an alliance and active participation by consumers.

This is achieved by so-called “engineering experiences”

See-Plann-Act-Refine-Communicate.

It is based on observation and contact with the experiences of users who fill the walls with notes, flow charts, photographs, etc., or fill out applications with ideas and then to a party that built a prototype to help us think.

You have to get the ideas and with an effective approach to apply them not only products and experiences but also the process of innovation.

To be effective, i.e. to achieve full results we must develop our approach, the tools and experiences. Posture is the perspective of our world and our role in it. Tools are the models we use to organize our world and our thinking. Experiences are what built and developed our skills and sensibilities.

For an idea to become an experience must be treated with the same care with which it was conceived.

A successful experiment requires the active involvement of consumer, user or customer. This customer experience that appears authentic, genuine and powerful should be worked by employees placed in a culture of experience. Every detail must be designed with great care and precision.

“There is not such a difficult thing to do. The hardest part is taking the first step – breaking with its usual way of working and going out to the world. Tim Brown (in Fast Company , 2007)

Socorro! Tive uma boa ideia! E agora?

Da ideia até ao…

Como resultado de alguns processos de facilitação de geração de ideias, por vezes, aparece uma que se distingue e merece um aplauso. Ela está no pódio porque passou com nota máxima na avaliação incluindo a verificação do alinhamento com a estratégia da empresa.

Mesmo quando as métricas estão bem, mesmo quando tudo parece correr bem, uma má execução e a ideia não cumpre os desígnios para que estava traçada. Falhou.

O problema pode estar no desenho físico do produto, por ser muito pesado, muito grande ou muito complexo. Frequentemente demasiadas incrementações num só pacote levam a realizações imperfeitas.

É importante que esse desenho tenha em conta as necessidades do consumidor, que signifique algo para ele e que sirva um propósito. È importante que implique uma participação activa deste e não um consumismo passivo.

Daniel Pink fala da Psicodinâmica da afluência e diz: “Uma vez as satisfeitas as nossas necessidades tendemos a olhar para experiências emocional e significativamente satisfatória.”

Muitos serviços e produtos já ultrapassaram a barreira das nossas necessidades e apesar de tudo continuam a existir necessidades não encontradas e necessidades ocultas.

Desde há muito tempo que o design tem o poder de enriquecer as nossas vidas ao comprometer as nossas emoções através da imagem, forma, textura, cor, som e cheiro. São experiências significativas e satisfatórias.

Devemos usar a nossa empatia e conhecimento das pessoas para desenhar experiências que criem oportunidades para uma aliança e participação activa por parte do consumidor.

Isso consegue-se com a chamada “engenharia das experiências”

Ver-PlanearActuarRefinarComunicar. 

É com base na observação e contacto com as experiências dos utilizadores que se preenchem paredes com apontamentos, fluxogramas, fotografias, etc., ou se preenchem aplicações informáticas com ideias e se parte depois para um protótipo que construímos para nos ajudar a pensar.

É preciso pegar nas ideias e com uma abordagem eficaz aplicá-las não só a produtos e experiências mas também ao processo de inovação.

Para sermos eficazes, isto é, para atingirmos resultados plenos, temos de desenvolver a nossa postura, as ferramentas e as experiências. Postura é a nossa perspectiva do mundo e o nosso papel nele. Ferramentas são os modelos que usamos para organizar o nosso mundo e o nosso pensamento. Experiências são o que construiu e desenvolveu as nossas competências e sensibilidades.

Para uma ideia se transformar numa experiência tem de ser tratada com o mesmo carinho com que foi concebida.

Uma experiência de sucesso requer uma participação activa do consumidor, utilizador ou cliente. Essa experiência do consumidor que parece autêntica, genuína e forte deve ser trabalhada por empregados inseridos numa cultura de experiências. Cada pormenor deve ser desenhado com profunda reflexão e precisão.

“Não é uma coisa tão difícil de fazer. A parte mais difícil é dar o primeiro passo – rompendo com sua maneira habitual de trabalhar e sair para o mundo.” Tim Brown (em Fast Company-2007)