Design Thinking e os processos cognitivos É fácil identificar, no nosso dia-a-dia, uma boa quantidade de objetos ou serviços mal concebidos, que representam uma má observação e deficiente identificação das necessidades das pessoas. São erros do passado que devem ser reavaliados e transformados num ponto de partida para a sugestão de um projeto alternativo, que [...]
Design Thinking e os processos cognitivos
É fácil identificar, no nosso dia-a-dia, uma boa quantidade de objetos ou serviços mal concebidos, que representam uma má observação e deficiente identificação das necessidades das pessoas.
São erros do passado que devem ser reavaliados e transformados num ponto de partida para a sugestão de um projeto alternativo, que seja mais eficiente, eficaz e amigo no uso. Muitas vezes uma boa prática induz em erros significativos.
É preciso corrigir, melhorar ou criar de novo, pois muitas vezes a melhor solução surge do desaprender ou de momentos de “inspiração” para tender para a simplicidade. Por exemplo, em determinadas alturas a preferência dos criadores de software era a acumulação de funcionalidades para criar um leque de escolha grande mas sem atender às necessidades dos utilizadores. Design thinking aponta-nos um caminho diferente.
Design thinking é uma estratégia de negócios que abraça a intuição e o pensamento associativo, de forma sistemática e com foco no utilizador /consumidor.
Design thinking move-se pela força de um imperativo chamado inovação e baseia-se na observação do comportamento das pessoas para a resolução de problemas em equipa (identificar, definir e solucionar problemas) onde o processo criativo surge como uma intersecção de argumentos e movimentos.
Por um lado temos os argumentos, isto é, o trabalho mental dedicado à exploração das tarefas e todo o raciocínio que isso envolve.
DT é um processo cognitivo (individual) que pode ser definido como o processamento orientado de informações, que inclui o pensamento divergente (processo parcial) entre outros, tais como a pesquisa, a geração de ideias (soluções) e as imagens mentais tão necessárias á construção do modelo mental. A estes processos parciais devemos juntar a avaliação de ideias e a estruturação ou reestruturação de toda a informação.
“Design pensamento” é um processo cognitivo e intelectual que equilibra o racional e o emocional – com efeito combinando o cérebro direito e cérebro esquerdo. Quando aplicado, ele harmoniza com outros modos de pensar e fecha as lacunas de conhecimento e informação, criando ordem e significado de refinação. Porque “design thinking” é um processo dinâmico, construtivo que é iterativo na natureza, desenvolvendo ideias requer avaliação, redefinição, representação e definição em curso.” Idris Mootee
Por outro lado temos os movimentos que são os aspetos comportamentais da atividade humana.
Nestas duas dimensões, a reflexão sobre as implicações dos aspetos psicológicos pode fornecer resultados surpreendentes. A esse propósito convém questionar até que ponto a imagem que um pensador design tem de si, pode influenciar o modo como observa as pessoas. Muitas vezes confundimos empatia com simpatia o que torna a identificação das necessidades, uma falsa partida.
O pensador design ao centrar-se nas pessoas, começa por si próprio, procurando compreender como pode gerir da melhor formas as suas competências na utilização das ferramentas disponíveis e de acordo com as diferenças existentes nas equipas onde colabora.
“Primeiro, nós perguntamos aos nossos designers que tipo de feedback é mais útil quando recebem críticas. Nós aprendemos que os nossos designers preferem apresentações ao vivo com feedback instantâneo quando o projeto está, pelo menos 75%, concluído e que o bom feedback é aquele que é bem composto e corresponde aos objetivos do projeto. O que os nossos designers não gostam é de generalizações, preferências pessoais e listas de reparações de lavandaria.
Do outro lado, também queríamos ouvir um pouco, sobre o que o resto dos nossos estimados colegas, esperavam das críticas do projeto. Soubemos que eles gostam de ouvir mais sobre os objetivos de nível alto, as razões por trás das decisões, a inspiração geral, e considerações sobre o tempo, a tecnologia e o orçamento. Também aprendemos que houve sentimentos que, como um todo, os nossos designers poderiam melhorar, sendo mais originais e visualmente menos complexos e mais leves, mais rápidos e mais flexíveis são qualidades desejáveis.” – Viget Inspire
Os caminhos que o design thinking tem a percorrer, ainda atravessam alguma turbulência onde há uma variedade saudável de disciplinas que transporta quadros de referência diversificados para se combinarem.
Por isso celebre as diferenças entre os membros da sua equipa.
Quer comentar?
Etiquetas
@ralph_ohr Andrea Meyer Arie Goldshlager Behavior Bob Sutton Bruce Nussbaum Comunicação Conhecimento Creativity Criatividade Deb Mills-Scofield Design Thinking Don Norman Ellen Weber Emotions Gary Hamel Gestão do conhecimento Greg Satell Henry Chesbrough Idris Mootee Innovation Inovação Inovação Aberta Integrative Thinking Integração Jeffrey Phillips Jesse Lyn Stoner John Maeda Jorge Barba Knowledge Knowledge transfer Lindegaard Motivação Open Innovation Paul Sloane Ralph Ohr Resolução de problemas Roger Martin Service design Stefan Lindegaard Storytelling Tim Brown Tim Kastelle Umair Haque Wim RampenArchives
- Maio 2013
- Abril 2013
- Março 2013
- Fevereiro 2013
- Janeiro 2013
- Dezembro 2012
- Novembro 2012
- Outubro 2012
- Setembro 2012
- Agosto 2012
- Julho 2012
- Junho 2012
- Maio 2012
- Abril 2012
- Março 2012
- Fevereiro 2012
- Janeiro 2012
- Dezembro 2011
- Novembro 2011
- Outubro 2011
- Setembro 2011
- Agosto 2011
- Julho 2011
- Junho 2011
- Maio 2011
- Abril 2011
- Março 2011
- Fevereiro 2011
- Janeiro 2011
- Dezembro 2010
- Novembro 2010
- Outubro 2010
- Setembro 2010
- Agosto 2010
- Julho 2010
- Junho 2010
- Maio 2010
- Abril 2010
- Março 2010
- Fevereiro 2010
- Janeiro 2010
- Dezembro 2009
- Novembro 2009
- Outubro 2009
- Julho 2009
- Abril 2009
- Fevereiro 2009
- Janeiro 2009

English
Português 
