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Why? What is…? What for…? Where? How?

Sometimes we want to show our knowledge about what’s new, sometimes we try to find a solution to a problem, but we are faced with blocks of society.

We create anxiety and block, because we identify the arrival of criticism of our environment, in view of our possible actions.

They are often our past experiences, giving rise to these locks. We cannot forget our past and if the environment provides less good images of the past, reacted inappropriately.

If we want to be creative and find a solution to a problem we have to take a leap into a supportive environment.

The environment can be supportive, but can also be an obstruction (in organizations are almost always) and we can deliberately create an environment full of creative stimuli, or at least only very relaxing.

The creative environments can vary with people and moods. If depends only on us, we may want to try how we feel in a new environment, and check if built in an environment that inspires and promotes creativity.

Sometimes a blank sheet and a set of crayons is the spark to a flame of creativity.

In organizations, this environment is not so easy to find. Ideally, the organization develops a culture of creativity and innovation, but as this is often not possible, we can always use the epidemic principle:

– Behavior contagious.

– Small changes have big effects.

– Changes happen overnight.

People are highly social by nature and we as a people to easily respond to the presence of other people and often copied what we observe.

The competitive society that we are part it’s rich in value judgments and can easily lead us to appreciate others and their ideas, conveying uncertainty.

We ran, towards others with psychological security when we accept the person, when we use empathy and we do not evaluated them. We also have the psychological freedom to think, feel and contribute fully.

At heart, we are who originated the most blocks, specifically our subconscious when we are not being alert to the pitfalls of conventional thinking, removing from us the freedom to create.

It is our past, eminent builder of prohibited signs and red and yellow lights, which prevents us to move along the path of imagination and creativity. There are rules, standards and other annoyances that if one part are good constraints on the other hand inhibit our creative capacity. It is the logic instead of emotion and intuition.

Some cultures throughout history have promoted creativity more than others, creating conditions conducive to creative production.

In this century witnessed a further cycle in which some cultures seek to promote creativity while others just complain about the livelihood of traditional models.

“A key feature of creativity is not being afraid to fail” – Edwin Land

 

(Versão em português)

(Texto em Português depois deste)

 

My tree of knowledge!

It is more than known that organizations view knowledge as one of its competitive advantages in the form of strategic resource for resolving problems.

As a farmer dealing with her fruit so companies should treat knowledge.

If you want good fruit, which with its aroma delight their customers and providing juicy content, organizations must take care of their tree of knowledge from root to crown, not forgetting a healthy body.

Many companies have initiated a series of projects for knowledge management including using computer programs capable of storing data in astronomical amount.

Like a tree, it is necessary to safeguard the structure that supports any information derived from those data.

 

If a tree is loaded with fruit and is not aided by cuttings, a small wind drops some of its branches. The information does not bring too many advantages, however, complicates the decision about the relevance and application.

If a tree has not its roots well developed on the ground where it is deployed, will fall with the force of a storm. The way the knowledge was being constructed in the organization will identify its roots and dynamics of its structure. The closer the values and mission the structure is stronger and less dependent of deviations.

A tree has a limited or unlimited growth and so should be pruned more or less in line with the objectives of the farmer. Targeted cuts in business data eliminate redundant information and propitious error.

There are times, before flowering, the farmer is forced to apply natural products to prevent infestations, such as copper sulfate or soapy.

If an organization wants to see the product of their labor blossom, you have to collect the resulting knowledge of the nature of their business and spray your employees with the tacit fluid it holds. This provides new ideas that will lead to products of high quality and usefulness.

When a tree begins to bloom is initiated the process of pollination. Should be avoided cross-pollination, not being controlled. Being controlled there may be more flavorful and aromatic fruit. At the intersection of business information or intersection of ideas, may give rise to new knowledge. It should open the borders and explore new horizons and new winds.

The farmer is happy when they notice the color of its fruits and feel rewarded for having used the correct methodology in the life cycle of their trees. We only think of distribution channels to reach the final consumer.

Companies that have built their products with the help of a good knowledge management know that each moment is vital and that each component of your system is essential for the final result.

Producing knowledge has great advantages compared to its purchase in the market.

A culture of knowledge, explicit and tacit knowledge, requires continuous care throughout the life of the company.

The farmer’s left now to do composting in the industrial waste.

Firms must recycle all the information they have in paper or deposits in banks of digital data.

Recycle  reinvent  and share!

A minha árvore de conhecimento!

É mais do que conhecido que as organizações vêem o conhecimento como uma das suas vantagens competitivas, na forma de recurso estratégico para a resolução de problemas.

Como um agricultor trata das suas fruteiras assim as empresas deveriam tratar o conhecimento.

Se pretendem bons frutos, que com o seu aroma deliciam os seus clientes e que forneçam conteúdos sumarentos, as organizações terão de tratar da sua árvore do conhecimento desde a raiz à copa, sem esquecer um tronco saudável.

Muitas empresas têm iniciado uma série de projectos de Gestão do conhecimento que incluem a utilização programas informáticos capazes de armazenar dados em quantidade astronómica.

Como numa árvore, é necessário acautelar a estrutura que suporta a eventual informação resultante desses dados.

Se uma árvore está carregada de frutos e não está auxiliada com estacas, uma pequena ventania derruba alguns dos seus ramos. A informação em demasia não traz vantagens, pelo contrário, dificulta a tomada de decisão quanto á relevância e à sua aplicação.

Se uma árvore não tem as suas raízes bem desenvolvidas no terreno onde está implantada, cairá com a força de uma intempérie. A forma como o conhecimento foi sendo construído na organização vai identificar as suas raízes e a dinâmica da sua estrutura. Quanto mais perto dos valores e missão, mais forte a estrutura e menos sujeita a desvios.

Uma árvore tem um crescimento determinado ou indeterminado e assim deverá ser mais ou menos podada, de acordo com os objectivos do agricultor. Nas empresas os cortes selectivos de dados, eliminam informação redundante e propiciadora de erro.

Há alturas, antes da floração, em que o agricultor se vê forçado a aplicar produtos naturais para impedir infestações, como é o caso do sulfato de cobre ou as saponárias.

Se uma organização quer ver o produto do seu trabalho florir, terá que recolher o conhecimento resultante da natureza da sua actividade e pulverizar os seus colaboradores com o fluido tácito que detém. Isso proporciona novas ideias que darão lugar a produtos de alta qualidade e utilidade.

Quando uma árvore começa a florir dá-se início ao processo de polinização. Deve ser evitada a polinização cruzada, não sendo esta controlada. Sendo controlada poderão surgir frutos mais saborosos e aromáticos. Nas empresas o cruzamento de informação ou intersecção de ideias, pode dar origem a um novo conhecimento. Há que abrir as fronteiras e explorar novos horizontes e novos ventos.

O agricultor fica feliz quando repara na cor dos seus frutos e sente-se recompensado por ter utilizado a metodologia correcta neste ciclo de vida das suas árvores. Já só pensa nos canais de distribuição até chegar ao consumidor final.

As empresas que construíram os seus produtos, com o auxílio de uma boa gestão de conhecimento, sabem que cada momento é vital e que cada componente do seu sistema é essencial para o resultado final.

Produzir conhecimento tem grandes vantagens face à sua aquisição no mercado.

Uma cultura de saber, de conhecimento explícito e tácito, requer cuidados continuados ao longo da vida da empresa.

Ao agricultor resta agora fazer a compostagem com os resíduos da laboração.

Às empresas, resta reciclar toda a informação esteja ela em depósitos de papel ou em bancos de dados digitais.

Recicle, reinvente e partilhe!

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Nascidos em …

O que vai acontecer nas nossas organizações, para reter a sabedoria acumulada dos Baby Boomers, nascidos entre 1946 e 1966, quando estes começarem a ir para a reforma?

Seria fácil ler rapidamente, todos esses anos de experiência, competências e conhecimentos, capazes de serem compreendidos pelas gerações mais novas, se tivessem sido gravados de forma simples e acessível.

Mesmo nessas condições, ainda teríamos de esperar pelo resultado de lutas incessáveis pela sucessão, no reino da sabedoria.

Alguma coisa precisa de ser feita, para facilitar a transferência de experiência e conhecimento de um “sábio” para um substituto menos experiente.

Além do pouco tempo disponível, para essa tarefa de sentar-se, com o detentor da sabedoria, acresce a complexidade da absorção, graças à engenhosa forma como a sabedoria foi construída. Os sábios não sabem explicar como chegaram à sabedoria.

No entanto a necessidade de transferência persiste, e ou continuamos o processo milenário de transferência, de boca a boca, ou encontramos um processo contínuo e sistemático para o fazer.

O que nós encontramos hoje, ao falar de mudança, é mais sobre a sabedoria que os funcionários possuem e utilizam e menos sobre o conhecimento.

Como é que uma organização retém, esta sabedoria na sua posse?

Através da narração e dos contadores de histórias. Uma história bem contada prende a atenção do ouvinte e logo proporciona a sua retenção.

Para a reter a sabedoria é necessário capturá-la e o que devemos procurar é:

A colecção completa das regras fundamentais que o detentor da sabedoria acumulou ao longo dos anos.

Uma lista, o mais abrangente possível, das suas ferramentas de trabalho.

O mapa de contactos e relacionamentos, bem como as formas, que o sábio utilizou enquanto conselheiro.

O plano que ele elaborou e utilizou para se cercar de talentos e de excelências.

As narrativas completas das suas experiências mais significativas e que lhe serviram de exemplo para desenvolver a sua sabedoria.

A descrição das competências utilizadas, e a forma como as aplicou face aos desafios com que se foi deparando.  

Um conto, onde cada capítulo, faz justiça aos aspectos mais relevantes da sua sabedoria, e onde se pode entender a dinâmica de crescimento que, ao longo dos anos, estruturou o conhecimento de forma a ser aplicado e passível de transferência.

Ninguém individualmente, ou nenhum pequeno grupo, pode ter esperança de fornecer todos os sábios necessários, a um projecto complexo.” D. Leonard/Walter Swap

Fontes – Deep Smarts – HBR e Linda Smiith – The Refirement Network

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O conhecimento é material?

Uma das primeiras características da materialidade é que a matéria é sempre limitada, ou seja, a quantidade de matéria, num determinado local e em determinadas condições, é limitada.

O conhecimento não pode pertencer a todos? Não pode, sequer pertencer a muitos?

A humanidade tem uma determinada quantidade de conhecimentos à sua disposição, mas nem toda a gente o possui. O conhecimento possui qualidades completamente diferentes conforme a dosagem da sua aquisição ou internalização é tomado em grandes quantidades ou pequenas quantidades.

O conhecimento “complexo” aumenta todos os dias e novas competências são exigidas a nível pessoal, dos grupos e das organizações. Os níveis de competências são alterados à medida que a dificuldade e a complexidade aumentam.

Face à grande variedade de informação aumenta a dificuldade na tomada de decisão. A avaliação da qualidade e sustentabilidade da informação torna-se mais complexa.

As consequências são um alargamento de competências gerais e uma dependência de peritos ou especialistas.

A utilização e a transferência do conhecimento tornam-se mais importantes e extensíveis às actividades económicas e sociais.

A incerteza dissemina-se.

Aumentar a complexidade num ambiente aberto e dinâmico, como temos hoje, exige um desenvolvimento excepcional de flexibilidade e adaptabilidade dos indivíduos e organizações. Estamos perante um cenário de desenvolvimento de competências e de crescimento de intensidade do conhecimento.

Num sistema complexo e envolvente de conhecimento intensivo, os agentes que nele participam têm não só de aprender, como também de aprender a aprender e sobretudo a adaptar-se e a criar algo de novo.

A crescente intensidade do conhecimento na nossa vida, é expressa na passagem do poder físico e destreza para o processamento e avaliação de ideias, da manipulação de materiais para os símbolos, da acção para o intelecto.

O fluxo de conhecimento precede o fluxo de dinheiro. Aplicação do conhecimento gera riqueza material. Conhecimento, sob a forma de capital intelectual, é um trunfo para ser cultivado e partilhado.

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Epistomofobia ou o medo do conhecimento

Quantas vezes tive medo de conhecer o resultado de uma análise ou,  o que significava determinada olhar?

O conhecimento do medo que temos nesta circunstância leva a um comportamento de rejeição, no sentido em que, evitamos a confrontação com o relato de acontecimentos ou a experimentação de consequências.

São reacções desagradáveis, caracterizadas pela ansiedade e que, quando vividas de forma intensa podem ser definidas como fobias.

O estímulo específico que provoca a reacção pode ser identificado.

O objecto temido, muitas vezes não, tem as qualidades perigosas esperada pelo indivíduo, o que isto significa, simplesmente, é que a intensidade da reacção de uma pessoa com fobia a um objecto é desproporcional ao perigo real.

O medo do conhecimento, quando vivido de forma intensa, também chamado de epistomofobia ou Gnosiofobia, pode ser resultado de um condicionamento ou de uma repressão.

Quando experimentamos ansiedade numa situação particular existe a possibilidade de a voltarmos a experimentar em situações futuras e deforma repetida. Por outro lado pensamentos, sentimentos ou emoções, considerados inaceitáveis, podem ser reprimidos e ao encontrarmos algo que simbolize o medo projectamos ansiedade.

O medo da informação (dados úteis) e do conhecimento (recolha adequada de informação), é verificável em muitas situações de suspeita de doença, aumento de peso, análise de situação financeira, cumprimento de obrigações, etc. É facilmente “resolvido” por “Eu não sabia, desculpe!”.

O medo do conhecimento e da sabedoria situa-se ao nível da confrontação do nosso saber com o dos outros. É verificável quando apresentamos os nossos pontos de vista e reconhecemos a necessidade de apoio de outras pessoas para aquilo que dizemos. É de alguma maneira falta de segurança na justificação das nossas propostas.

Se nos encontramos face a uma plateia alargada, o medo reveste-se de dois mantos. Por um lado temos medo de não ter conhecimento adequado e por outro temos medo da sabedoria de quem nos ouve.

O medo é a principal fonte de superstição e uma das principais fontes de crueldade. Saber vencer o medo é o princípio da sabedoria – Bertrand Russell

 

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Validade do conhecimento

 Temos por princípio que o “conhecimento ideal” é absolutamente certo. Mas o que podemos saber ao certo?

Só uma pequeníssima parte do conhecimento pode ser conclusivo (a terra é redonda, na perspectiva da sua configuração física, porque em termos de negócios o “Mundo é plano”). 

Grande parte do conhecimento geral é de natureza conjectural, experimental, hipotética. Pode ser contestado, mas não comprovado. Os resultados de testes significam a sua manutenção ou a sua rejeição. A pergunta mais razoável a fazer será, o que é altamente provável.

Para tentar resolver alguma dessas questões e para dar sentido, razão de ser ao que aqui se escreve, é necessária uma nomenclatura padronizada, de relações e entidades, de forma a evitar conflitos de interpretação. Não faz sentido estarmos a falar da mesma coisa e atribuirmos nomes diferentes a essas coisas.

A norma existe para a maioria dos domínios de conhecimento.

 

Os dados recolhidos em qualquer investigação podem ser processados de forma, a que apareçam numa nomenclatura de uma norma, como por exemplo “Guia de referência de Bioinformática”.

Desta forma, e face ao crescente número de domínios de investigação, é possível simplificar o mapeamento do conhecimento e torná-lo mais acessível pois permite trabalhar a partir de diferentes pontos de vista para ser compreendido pela sua verdade comum.

 Outro aspecto que importa considerar é a língua em que esses dados e informações são transmitidos. Escrever em Inglês, é considerada a forma virtuosa para evitar expressões redundantes ao expressar a mesma ideia, talvez em uma tentativa de caracterizar completamente a ideia de diferentes pontos de vista.

Mapeamento do conhecimento permite a compreensão de uma complexa constelação de verdade, simplificado pela expressão em uma linguagem unificada.

As complexas relações de causa e efeito, que surgem junto com os dados recolhidos podem ser enumerados como listas de factos.

Quando pretendemos divulgar esses factos, hoje utilizamos a Web, os especialistas, de determinado domínio, extraem-nos da literatura para serem colocados de forma computável. 

Este processo é chamado de “extracção de facto”, e é a base de uma nova economia da informação. A ficha de extracção produz novos direitos autorais de propriedade intelectual, que pode ser distribuídos para o benefício de todos.

O raciocínio assistido por computador resulta da interacção da extracção de factos com um mapa do conhecimento, o que permite a compreensão de um problema mais complexo.

A diferença entre técnicas anteriores de inteligência artificial e o mapeamento do conhecimento é que os papéis da pessoa e da máquina são mais bem definidas, com cada um realizando as tarefas em que estão especializados a fazer.

Um trilho específico de factos através de um mapa do conhecimento é chamado de linha de raciocínio, uma cadeia de raciocínio ou um argumento.

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