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Curiously simple

My curiosity always questions why a movement is there, or what emotions are linked to that movement at certain points within the music. It’s important to know and think what you are dancing about as you don’t want to disrespect the choreography, the choreographer nor perform the dance with the wrong emotions. It all comes back to the joys of learning and developing your skills on how to execute movements.”

We feel curiosity when we feel a gap between what we know and what we do not know, so it all comes back to learning.

Curiosity can be defined as a need or desire for knowledge that is essential for motivation.

Curiosity is our main ally in understanding the complexity that involves many challenges we face today.

Almost everything seems complex and yet many of us are looking for is simplicity.

Recent studies Say That most leaders and managers (CEOs) Identified complexity to the challenge. They want the creative leadership, to reinvent relationships with customers and Adopt a customer-centric approach.

It “seems in fact a complex world When dealing with relationships with people in an environment in constant development, But there are tools to decode this complexity and present it the simplicity.

For example, stories are an important component of direct sales. The stories always Have Been a fundamental part of any business model works, Although with different strategies.

Different Strategies in the narrative Have a very strong role in knowledge transfer. If we’re in the situation face to face, There Is Almost Always room for a very sentimental approach Can Effectively grab the attention of recipients. This personalization Contribute to identification with the content and the information to Be transferred.

The goal of any story is to create enough curiosity to take a step forward. Curiosity Plays a critical role in the brain’s innate Ability to Bridge the Gap Between what we know and not know of.

We tell stories because we want to Achieve These stories and what results we want to Achieve is the comprehension of complex things.

And I think the best way to tell the story of how simplicity can live with   complexity is seeing here  The laws of simplicity  – John Maeda

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Três espaços – Complexidade, Curiosidade e Storytelling

A minha curiosidade pergunta sempre, por que é que um movimento está lá, ou porque as emoções estão ligadas a esse movimento, em determinados pontos, dentro da música. É importante saber e pensar o que se está a dançar, sobre como não se queria desrespeitar a coreografia, o coreógrafo, nem executar a dança com as emoções erradas. Tudo volta para as alegrias de aprender e desenvolver as competências para executar os movimentos.”

Nós sentimos a curiosidade quando sentimos uma lacuna entre o que sabemos e o que não sabemos, por isso tudo volta à aprendizagem.

A curiosidade pode ser definida como uma necessidade, ou desejo de conhecimento que é fundamental para a motivação.

A curiosidade é o nosso principal aliado para compreender a complexidade que envolve muitos desafios com que nos deparamos hoje.

Quase tudo parece complexo e contudo o que muitos de nós procuramos é a simplicidade.

Estudos recentes dizem que grande parte dos líderes e gestores (CEOs) identificaram a complexidade como um desafio. Eles querem uma liderança criativa, reinventar relações com os clientes e adoptar uma abordagem centrada no cliente.

Parece um mundo de facto complexo quando se abordam as relações com pessoas num ambiente em constante desenvolvimento, mas há instrumentos capazes de descodificar essa complexidade e apresentá-la como simplicidade.

Por exemplo, as histórias são um componente importante da nas vendas directas. As histórias sempre foram uma parte fundamental em qualquer modelo de negócio funciona, embora com estratégias diferentes.

As diferentes estratégias na narrativa têm um papel muito forte na transferência de conhecimentos. Se estivermos numa situação cara-a-cara, há, quase sempre, lugar a uma abordagem sentimental pode muito efectivamente capturar a atenção dos destinatários. Esta personalização contribui para uma identificação com o conteúdo e com a informação a transferir.

O objectivo de qualquer história é criar curiosidade suficiente para dar um passo em frente. Curiosidade desempenha um papel crítico na capacidade inata do cérebro de preencher a lacuna entre o que sabemos e o que não sabemos.

Contamos histórias porque queremos que essas histórias atinjam resultados.

E eu penso que a melhor maneira de contar a história de como a simplicidade convive com a complexidade é seguindo as leis da simplicidade de John Maeda

 
 

 

A minha sandwich em Design Thinking

A resposta ou orientação que eu procuro envolve dois conceitos aparentemente contraditórios, complexidade e simplicidade.

Complexidade é o domínio da emergência, composto de muitas partes diferentes e conectadas que flui e é imprevisível.

É como diz Tim Brown, “acho que a simplicidade, complexidade, minimalismo, medialismo maximalismo, todos têm um papel a desempenhar no design. Noutra altura afirmava também que ”as ideias simples são mais úteis quando podem interagir com outras ideias simples para criar complexidade. Voltar para regras simples criar resultados complexos.”

Uma das propostas de conceito de simplicidade, diz que , simplicidade é construída com base em quatro princípios: a previsibilidade, a acessibilidade económica, a performance e a sua capacidade de aglomeração. É um pouco como o lego, a palete ou o contentor.

Este caminho de utilizar coisa simples para construir complexidade está na base da existência da internet ou no conjunto de Mandelbort, que se tornou popular tanto por seu apelo estético como por ser uma estrutura complicada decorrente de uma definição simples.

Donald Norman afirma que “uma vez que reconhecemos que a verdadeira questão é descobrir coisas que são compreensíveis, estamos a meio caminho em direcção à solução. Um bom design pode salvar-nos. Como podemos gerir a complexidade? Nós usamos uma série de regras de design simples. Por exemplo, considere como três princípios simples pode transformar um aglomerado desregrado de recursos confusos numa experiência, estruturada e compreensível: modularização, mapeamento, modelos conceptuais. Existem inúmeros princípios de design importantes, mas estes irão fazer o ponto.”

A questão, mais saliente, que Norman refere é que, não devemos falar de simplicidade mas de compreensão, o que afasta a bipolarização criada com os conceitos. Mas o conteúdo do pensamento mantém-se através do uso da modularização, isto é temos uma actividade (complexa) e dividimo-la em pequenos módulos passíveis de gestão. É o caso das impressoras multifuncionais HP concebidas para realizar tarefas com scanners, copiadoras e aparelhos de fax. A HP criou um mecanismo de controlo comum, “simplicidade”, para os mesmos princípios que rege o uso de todas as funções.

Aprendendo a fazer uma função, então sabemos como fazer todas elas. Eu compreendo e é simples, mas Maeda vai mais longe e diz que a primeira lei, das leis da simplicidade, é reduzir.

Só porque eu sou capaz e isto funciona, não significa que eu vou ter que adicionar. Eu tenho que me centrar nas pessoas e perceber que nem todos são cientistas ou possuem elevadas capacidades de raciocínio ou de manuseamento. Há muitas diferenças que importa chamar para resolver problemas. Veja-se a actuação da P& G par resolver grandes problemas com coisas simples, como as láminas de barbear para senhoras.

Nas leis da simplicidade referidas surge ainda a questão da organização. Construamos uma hierarquia sensata para que os usuários não se distraiam com características e funções que não precisam. Afinal a maior parte dos objectos que utilizamos no quotidiano não são jogos com elevado índice de dificuldade de execução.

Eu tenho a minha tendência para a simplicidade e reconheço que há coisas que nunca serão simples. Mas se a orientação for no sentido de simplificar sem retirar conforto ou bem-estar, criamos o equilíbrio, e então os resultados serão magníficos. Não necessitarei de múltiplas funções que por vezes mais vale desconhecer. A necessidade é rainha!

Fiquemos com a Lei nº 10 – “A simplicidade consiste em subtrair o óbvio e acrescentar o significativo.”

Simplicidade ou complexidade? Qual a tendência? Comente!