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Why Design Thinking? Why Open Innovation?

Because it’s time to mention three factors epidemics, not because it is a disease, but because they can leverage the openness and understanding of Design Thinking and Open Innovation.

– Contagious Behavior.

– Small changes have big effects.

– Changes happen suddenly.

In my opinion these principles are applicable to both the DT and OI.

Analytical thinking, it is held in two forms of logic, deductive and inductive reasoning, to define the truths and certainties within organizations and beyond.

This way of thinking, is not really a disease, but I’m sorry purists, it is a general malaise in the organizations, which need to be dissolved in a epidemic way.

Contagious behavior which must be taken is the primacy of creativity and innovation.

There are small changes that have large effects and one of them, a big challenge, is to pass from a rigorous and analytical thinking for a balance between analysis and intuition.

Thinking design, aims to innovation and defining directions, uses abductive thinking.

According to Jeanne Liedtka abductive thinking is the “logic might be.”

Inductive thinking is “prove through observation that something actually works” and deductive thinking is “prove by reasoning principles that something must be.”

For me, the logic of what might be, is the convergence of the advantages of an approach to design thinking in an environment of Open Innovation.

This is the dance that is thought to follow. Is the change is Innovation.

The new practice should be more collaborative, but in a way that amplifies, rather than overcome the power of creativity of individuals, able to respond to unexpected opportunities, finding a balance between products or services and society.

Changes happen suddenly!

Design Thinking look, not only the needs of consumers but also for its environment and culture, which are asked to design thinkers are seeking to system failures, and to use their creativity to fill them.

In Open Innovation, second Lindegaard, “The boundaries between a firm and its environment have become more permeable; innovations can easily transfer inward and outward. The central idea behind open innovation is that in a world of widely distributed knowledge, companies cannot afford to rely entirely on their own research, but should instead buy or license processes or inventions (e.g. patents) from other companies. In addition, internal inventions not being used in a firm’s business should be taken outside the company (e.g., through licensing, joint ventures, spin-offs)”

The cases show that this path begins to emerge:

“InnoCentive is referenced as a good example of how design thinking can result in hundreds of ideas. CEO Dwayne Spradlin define this process [as] an example of design thinking contribute to social innovation “and quotes our partnership with the Global Alliance for TB Drug Development.” – InnoCentive

But who are the people who are available to launch these approaches “epidemic”?

These people overflowing curiosity, has ability to use tacit knowledge and develop the ability to be alert.

They are the same that have the ability to understand complex problems and identify the roots of the same problems, anticipating and seeing new scenarios.

These people are still able to generate new ideas and to synthesize them to the problem-solving.

What is your opinion?

 

Porquê Pensamento Design? Porquê Inovação Aberta?

Porque está na hora de enunciar os três princípios epidémicos, não porque se trate de uma doença, mas porque eles podem alavancar a receptividade e compreensão de Pensar design e Inovação Aberta.

– Comportamento contagioso.

– Pequena mudanças que têm grandes efeitos.

– As mudanças acontecem de repente.

Na minha opinião estes princípios são aplicáveis quer a DT quer a OI.

O pensamento analítico, sustenta-se em duas formas de lógica, raciocínio dedutivo e raciocínio indutivo, para definir as verdades e as certezas dentro das organizações e não só.

Esta forma de pensar, não é de facto uma doença, mas que me desculpem os puristas, é um mal-estar generalizado nas organizações, que urge dissolver de forma epidémica.

O comportamento contagioso que importa ter é o do primado da criatividade e da inovação.

Há pequenas mudanças que têm grandes efeitos e, uma delas, um grande desafio, é a passagem de um pensamento rigoroso e analítico para um pensamento de equilíbrio entre a análise e a intuição.

O pensamento design, tem como objectivos a inovação e a definição de direcções, utiliza o pensamento abdutivo.

De acordo com Jeanne Liedtka pensamento abdutivo é a “lógica do poderia ser”. Pensamento indutivo é “provar através da observação que algo realmente funciona”; Pensamento dedutivo é “provar através do raciocínio por princípios que algo deve ser”.

Para mim, a lógica do que poderia ser, é a convergência das vantagens de uma abordagem de pensamento design num ambiente de Inovação Aberta.

É esta a dança que o pensamento tem de acompanhar. É a mudança, é a Inovação.

A nova prática deve ser mais colaborativa, mas de uma forma que amplifique, em vez de subjugar o poder de criatividade dos indivíduos, capaz de responder a oportunidades inesperadas, procurando um equilíbrio entre produtos ou serviços e a sociedade.

As mudanças acontecem de repente!

O pensar design olha, não apenas as necessidades dos consumidores, mas também para o seu meio ambiente e cultura e, o que se pede aos pensadores design é que procurem as falhas nos sistemas e, que usem a sua criatividade para as preencher.

Em Inovação Aberta, segundo Lindegaard, “as fronteiras entre uma empresa e o seu ambiente tornaram-se mais permeáveis; as inovações podem facilmente transferir-se para dentro e para fora. A ideia central por trás da inovação aberta é que num mundo de conhecimentos amplamente distribuído, as empresas não podem dar-se ao luxo de confiar exclusivamente nas suas próprias pesquisas, mas em vez disso, compram processos de licenciamento ou de invenções (por exemplo, patentes) de outras empresas.

Os casos que apontam neste caminho começam a surgir:

“InnoCentive é referenciado como um bom exemplo de como o pensar design pode resultar em centenas de ideias. CEO Dwayne Spradlin define este processo “[como] um exemplo de pensar design contribuir para a inovação social” e cita a nossa parceria com a Aliança Global para TB Drug Development.” – Innocentive

Mas quem são as pessoas que estão disponíveis para lançar estas abordagens “epidémicas”?

São pessoas que transbordam curiosidade, com capacidade para empregar o conhecimento tácito e desenvolver a capacidade de estar alerta.

São os mesmos que têm capacidade para compreender problemas complexos e identificar as raízes dos mesmos problemas, antecipando e visualizando novos cenários.

São ainda capazes de gerar ideais novas e de as sintetizar para a resolução de problemas.

Qual é a sua opinião?

Precisa-se de interdisciplinaridade!

Não é de mais voltar a salientar que, uma equipa é um número determinado de indivíduos, que trabalham em conjunto para a realização de uma tarefa que têm em mãos.

 Trabalho em equipa facilita o desenvolvimento contínuo de competências de cada um dos membros da equipa, imprimindo um sentido de responsabilidade e compromisso com o trabalho.

MIt students Work

 Quando pensamos em pequenas e médias empresas construir uma equipa torna-se um processo crítico. Normalmente falamos da formação de equipas passando por quatro estágios, o processo de desenvolvimento da equipa, o confronto, a aplicação de normas e a execução.

A minha preocupação anterior era abrir caminho para combinar o o pensar design com a inovação aberta, para entender como isso poderia ajudar as PME’s. Aqui, o tema comum é a integração, ou a capacidade de integrar e comunicar design, ideias práticas e técnicas de forma coerente, quando estamos na presença de indivíduos portadores de diferentes perfis profissionais.

Como agregar de forma combinado as partes e, transforma-las num “Todo”, mais valioso?

 Algumas das competências do pensador design não se enquadram na paisagem da criatividade, como é o caso da capacidade de síntese, avaliação e análise, ou mesmo capacidades motoras.

Muitas vezes encontramos, em recém-licenciados de design, independentemente da disciplina, falta de discernimento para ligar as suas actividades de design com o contexto dos negócios.

Frequentemente as capacidades de comunicação oral e escrita estão aquém do necessário. Essas competências podem ser desenvolvidas através do desempenho do papel de “contador de histórias, que também é extremamente útil para vender as ideias.

Embora o pensar design seja um processo, onde o ambiente possibilita uma observação cirúrgica, a exemplo do que Leonardo da Vinci fazia, essa preocupação com o detalhe não existe ou está diminuída.

São estas algumas das competências que irão ser confrontadas com os líderes de negócios e são elas que podem pôr em causa a credibilidade do pensar design.

Os negócios que se propõe, em pensar design, são geridos por valores de respeito, optimismo, partilha, inovação e compromisso.

São os diferentes timbres de percepção e as diferentes tonalidades emocionais que se vão confrontar ao criar equipas interdisciplinares. Estas são uma mais-valia extraordinária, quando resolvidos todos os conflitos cognitivos. A final de contas, combinar as várias abordagens possíveis é melhor do que acumular pareceres diferentes.

Do outro lado, mas no mesmo projecto, gestores, financeiros, engenheiros, etc., combinarão com a mestria do pensar design. Há lugar a inspiração e um diferente olhar sobre o utilizador

“Finalmente, a fim de ganhar conhecimento do negócio prático, e uma compreensão mais clara dos gestão de projectos, os estudantes de arquitectura têm de ser mais comprometidos com a profissão e com outras disciplinas. Os alunos podem e devem ser incentivados a respeitar e aprender com os arquitectos e as disciplinas em que tradicionalmente se encontram fora das paredes do estúdio de design.” –Katherine A. Bojsza, – Instituto Americano de Estudantes de Arquitectura

Já não se fala de equilíbrio!

Fiquei um pouco surpreso com a caixa luminosa, no tweeter, da HBR “Melhores decisões através da Analítica”.

Não que eu considere que, as ferramentas analíticas são fundamentais para a tomada de decisão nas organizações, mas recuso-me a comprar a ideia rude, de que as melhores decisões são tomadas sempre através da análise de dados.

  • Nós conhecemos a fama da estatística. Ela é boa para jogar com os números.
  • Nós sabemos a importância do contexto. O que é verdade no Japão pode não ser aplicável em Angola.
  • Nós sabemos o que custa ao analista a palavra “Validar”.
  • Também conhecemos a importância das emoções na tomada de decisão.
  • Conhecemos os resultados da manipulação de dados, há poucos anos, e assistimos agora, ao reconhecimento de novas regras para o jogo dos números.

Agora, como uma bomba, salta este realce:

“Agora, em “Analítica no Trabalho”, Davenport, Harris, e co-autor Robert Morison revelam como qualquer gestor pode efectivamente implantar a analítica nas operações do dia-a-dia? Uma decisão de negócios ao um tempo.

Eles mostram quantos tipos de ferramentas analíticas, desde a análise estatística até às medidas qualitativas, tal como a codificação do comportamento sistemático, podem melhorar as decisões acerca de tudo, desde novos produtos que podem oferecer e que interessam aos clientes, e se o capital investido em marketing está a ter o máximo de eficácia.

Com base em todas as pesquisas novas, e ilustradas com exemplos de empresas, incluindo Humana, Best Buy, Progressive Insurance e Hotels.com, essa implementação focada descreve os cinco passos para a implantação do modelo DELTA para ter sucesso com as iniciativas em analítica.

 Aprenderá a:

– Usar dados de forma mais eficaz e colher valiosas interiorizações analíticas;

– Gerir e coordenar os processos, pessoas e tecnologia ao nível da empresa.

– Compreender e apoiar o que os líderes analíticos fazem.

– Avaliar e escolher alvos realistas para a actividade analítica.

– Recrutar, contratar e gerir analistas.

– Combinar a ciência da análise quantitativa com a arte do raciocínio sadio.” –

HBS Press Book – Resultados do Google Analytics no Trabalho: decisões mais inteligentes, Better – Thomas H. Davenport, Jeanne G. Harris, Robert Morison

Eu sei que é preciso ler o livro em referência e reconheço a autoridade e respeito devido pelos autores, mas este título sugere-me uma atitude contra a inovação.

Reclama-se segurança na tomada de decisão, o que sempre foi verdade, aconselha-se a não seguir a intuição o que é de mau tom!

Estou esperançoso de que após a leitura do livro, apagarei os meus receios.

Grandes doses de análise, necessitam de grandes analistas que eventualmente usam treinadores e que obrigam os gestores das organizações a contratar um facilitador para perceber a análise que foi feita.

Feita uma análise à minha vida, eu concluo que, ela é repleta de emoções e alegria e que, continuo convencido de que a inovação é a grande vantagem competitiva das empresas.

Puxar e empurrar a analogia, a caminho da Inovação

Herstatt refere a utilização de uma analogia, pelo arquitecto Michael Pearce, para criar um edifico de escritórios na África do Sul, cujo principal desafio era verões quentes e invernos frios.

Estava definido o problema. A solução encontrada para a estrutura, foi a analogia com os ninhos de térmitas.

“Mas Ford não inventou o automóvel, Edison não inventou a lâmpada, e os irmãos Wright, não inventaram o avião. A história simplista retira todas as outras pessoas, com quem eles trabalharam, tanto antes como depois, e sua contribuição fundamental para o processo de inovação.” – Hargadon

Numa equipa interdisciplinar é possível criar combinações, de peças de conhecimento, ainda não exploradas, que originam soluções inovadoras.

A analogia permite aplicar conhecimento existente a um novo contexto.

Segundo Herstatt, as analogias podem diferenciadas com a distância que se verifica, entre a fonte e o alvo de transferência:

Analogia próxima do produto (fonte e alvo na mesma categoria do produto), longe do produto (fonte e alvo pertencem a diferentes categorias de produto) e analogia a um não produto.

Depois de reunir diferentes analogias, estas são avaliadas quanto à sua aplicabilidade, e as soluções são transferidas para o problema que temos em mãos.

O factor experiência, conhecimento adquirido, tem um papel crucial na transferência de analogias. Quando o objectivo é alavancar a inovação, o foco das analogias centra-se na transferência de analogias a longa distância, cuja profundidade depende da criatividade e imaginação dos intervenientes no processo em causa.

 “ A nossa acção, numa abordagem baseada em investigação, mostra que a procura para e uso de analogias pode ser activamente e sistematicamente organizada. Isto levou a soluções inovadoras e com sucesso em todos os projectos que acompanhamos. Uma base de conhecimento diverso facilita a recuperação de conhecimento fora do campo do problema alvo. O conhecimento que está já na posse dos designers de produto antes do projecto de inovação parece ser de importância crítica. A heterogeneidade educacional apenas tem impacto na utilização de analogias não produto” Hersttat

Se Herstatt manifestou regozijo pelos resultados, já Gick e Holyoak num trabalho sobre, o processo analógico na resolução de problemas encontraram contrariedades para verificar os resultados esperados.

“ O modelo hidráulico do sistema de circulação de sangue e o modelo planetário da estrutura atómica, representam teorias científicas baseadas em analogias.”

A metodologia consistia em, a partir de uma história de casos análogos, procura-se descrever os problemas e as soluções, (estado inicial e estado objectivo) e observa-se como a analogia é usada em situações subsequentes.

– A história deve ser mapeada sobre a história do problema para identificar similaridades nos dois sistemas.

– Deve ser usado o mapa para gerar soluções. Isto pode ser feito, construindo uma serie de propostas solução, para o problema alvo que correspondam, às propostas de solução da história.

Os resultados não foram muito satisfatórios e algumas objecções podem ser levantadas no processo:

 – Pode não haver pertinência dos relatos espontâneos com o problema alvo.

 – Não estar clara a relevância da história para o problema alvo.

 – Dificuldade de acesso à memória. Como é que potenciais analogias podem aceder à memória?

“O processo de mapeamento envolvido no uso de analogias pode desempenhar um papel numa diversidade de competências cognitivas. Usar uma analogia envolve o mapeamento de duas ou mais instâncias com outra. Processo similar pode também estar envolvido ao abstrair a estrutura relacional comum a um conjunto de instâncias particulares.

Mary L. Gick and Keith J. Holyoak

“Apesar de o raciocínio analógico ser um método poderoso para a geração de ideias inovadoras, ele é perigosamente vulnerável a falhas de ignição quando as analogias são construídas em semelhanças superficiais.” Gavetti e Rivkin – HBR

Mais um passo no conhecimento

“… as pessoas experientes, que trabalham como indivíduos ou grupos em ambientes dinâmicos, incertos e, muitas vezes rápidos, identificam e avaliam a sua situação, tomam decisões e acções, cujas consequências são significativas para eles e para a maior organização em que actuam”. – Zsambok, 1997

O sistema pessoal de conhecimento de um pensador design é orientado para a confiabilidade e procura o equilíbrio entre a validade e a confiabilidade.

 A sua postura caracteriza-se ainda pela procura da redefinição do seu mundo de recompensas pelo alcance de mais um degrau no conhecimento.

Isso traduz-se na capacidade de infundir um produto ou processo com qualidades estéticas ou emocionais que envolvem o “ir além do meramente funcional”.

O pensador design usa a observação, a imaginação e a configuração como ferramentas, e assim é capaz de tecer uma narrativa que une os eventos, as pessoas e ideias e as coloca num conjunto atraente. As histórias que contam podem ser de natureza jurídica, médica, científica, ou factos que se encaixam de maneira a que acrescentem significado e contexto. Contar histórias já provou ser um meio para transmitir conhecimento durante milhares de anos

Com a sua mestria aprofundada, o pensador design, mostra a sua capacidade de sintetizar peças diferentes, a partir de perspectivas multidisciplinares, num todo significativo e preciso. Esta capacidade refere-se à prática de design com o lado direito do cérebro. Assim ele pode tranquilizar as tendências lógicas sequenciais e redutoras e focar-se nas relações, na metáfora, e o “grande pensamento” pode surgir.

O pensador design usa a empatia, isto é, a capacidade de compreender a perspectiva de outro indivíduo na perspectiva do ser humano, as suas lutas e experiências. As pessoas devem ser capazes de ver o mundo a partir da perspectiva de outras pessoas, além dos rótulos comummente utilizados.

A capacidade de participar no humor e em jogos faz parte da alimentação da originalidade ao pensar design. Rir e voltar a rir e brincar com jogos provoca sentimentos humanos.

Os pensadores design quando pretendem contribuir para a criação de diversão devem abordar três objectivos, quase igualmente os importantes:

Fornecer as funções correctas de modo que os utilizadores possam realizar seus objectivos.

Fornecer usabilidade mais confiabilidade para evitar a frustração se a diversão for minada.

Envolver os utilizadores com características divertidas.

A tudo isto o pensador design atribui significado, isto é, vai além, do material encontrado, vontades e desejos, para satisfazer a necessidade de realização, incluindo um forte sentido de realização pessoal.

“Nós sabemos como fazer com que os produtos sejam fáceis de usar e entender. Mas e sobre as emoções? E sobre o que delicia nos projetos ? O que sabemos sobre como produzir um impacto emocional?”
(Don Norman)

Os líderes construtores em tempo de inovação

A base da competitividade, mudou de forma decisiva para, a inovação.

A maioria das ferramentas de gestão e abordagens ainda são orientados para explorar ideias estabelecidas em vez de explorar novos caminhos.

A gestão tem de ser reinventada de forma a:

Desenvolver a colaboração entre pessoas com diferentes perspectivas sobre um problema

Acreditar que a criatividade se desenvolve em situações onde disponibilidade temporal.

Repensar os sistemas de incentivo à luz do que realmente motiva a criatividade, um desafio intelectual e de afirmação pública.

Permitir a criatividade de todos e não apenas de alguns “escolhidos”

A liderança tal como é vista hoje é muitas vezes associada ao não benéfico, como são exemplo alguns líderes políticos espalhados pelo globo. Liderança é a arte produzida por um líder. Hoje numa sociedade mais colaborativa e com as ferramentas facilitadoras disponíveis importa ir lado a lado com os colaboradores da organização ou equipa

Construir

 Umair Haque em “ O Manifesto dos construtores” – HBR deixa alguns princípios para construir um amanhã melhor:

  • “O chefe depende da autoridade, o líder da boa vontade. O Construtor depende do bom.
  • O chefe inspira medo, o líder inspira entusiasmo. O Construtor é inspirado – por mudar o mundo.
  • O chefe diz “eu”, o líder diz “nós”. O construtor diz que “todos” – as pessoas, comunidades e sociedade.
  • O chefe atribui a tarefa, o líder estabelece o ritmo. O construtor vê o resultado.
  • O patrão diz: “chegar a tempo,” o líder chega lá antes do tempo. O construtor garante que “chegar lá” importa.
  • O chefe corrige a culpa pelo colapso; O líder corrige o colapso. O construtor impede o colapso.
  • O patrão sabe, o líder mostra como. O Construtor mostra por quê.
  • O patrão faz do trabalho penoso; o líder faz do trabalho um jogo. O Construtor organiza o amor, não o trabalho.
  • O patrão diz: “Vai”; o líder diz, “vamos”. O construtor diz: “venham”.”

 Todos temos a nossa concepção de liderança correcta e todos estamos conscientes de que não há modelos eternos.

Criar ou desenvolver novas competências de liderança é uma atitude que demonstra querer abraçar a Inovação.

                “

Só assim poderia ser!

As mudanças significativas a que temos assistido, fundamentalmente aquelas, que a tecnologia promoveu alteraram a percepção do trabalho nas suas muitas vertentes.

As ferramentas postas à nossa disposição exigiram novas competências e a demanda do mercado é a Inovação.

Temos necessidades diferentes a satisfazer!

Dan Pink no seu novo livro “DRIVE” a lançar em Janeiro de 2010 vem dar um contribto para a melhoriadas relações entre empresas e colaboradores.

´

Vale a pena, pelo extracto disponibilizado, ler com muita atenção.

A recompensa precisa de um novo modelo para ser efectiva.

Mudança de comportamento ou novos comportamentos?

 O foco na mudança de comportamento deve ser orientado para a aprendizagem de novos comportamentos.

Numa estrutura tradicional os recursos humanos tem como um dos seus objectivos integrar a formação na actividade profissional dos colaboradores da organização.

Em tempo de mudança é necessário que não o deixe de fazer.

Cientes de que um comportamento aprendido é moldado por uma abordagem intrínseca e por motivações evasivas, à medida que mudam os estímulos assim muda o comportamento, os RH devem facilitar essa aprendizagem alinhada com a estratégia da empresa ou organização.

Não é possível aprender um comportamento complexo de uma vez. Em vez disso, o processo deve ser construído ao longo do tempo por peças simples.

Qualquer novo comportamento é difícil de concretizar.

Os colaboradores receiam mostrar os seus resultados. Um clima facilitador torna-se urgente e a utilização de “empowerment” do riso ou humor torna-se útil. Fazer os outros rir e rir de si próprio sem nunca rir dos outros. Existem algumas técnicas para dar poder ao humor.

[slideshare id=1781806&doc=introtobehavioraldesign-090728144656-phpapp02]

Nem sempre as “regras” e a “moral” são aliadas da aprendizagem.

Um resguardo desse ambiente pode promover criatividade. A criatividade não é só de alguns, ela precisa é, de um meio ambiente favorável, para se desenvolver, qual colónia de bactérias. Também a aprendizagem necessita de um meio rico que pode ser implementado pelos RH. Não basta um lanche de confraternização, é necessário um banquete de motivação.

Um dos caminhos que os RH devem começar por indicar na condução dos recursos é a combinação da intuição com a razão.

A inovação, fundamental para a capacidade competitiva de uma empresa e do seu negócio, necessita dessa combinação. Poder descobrir caminhos que ultrapassam a razão, com atitudes menos explicáveis mas fundamentadas numa experiência não perceptível, pode ser um acto inovador.

Aprender uma nova forma de tomar decisões. Fazer coincidir aquilo a que se aspira com o que é possível.

A Web 2.0 para o departamento de RH pode ser vista como um conjunto de serviços interactivos, cujo correio é a Web, que permitem aos colaboradores o assumir maior responsabilidade pela sua própria experiência dentro da organização.

Ainda em fase de transição, para que seja bem sucedida, é importante que os RH percebam que a incorporação da Web 2.0 na sua organização significa como fornecer as ferramentas e que os RH estão a criar uma cultura de direito”.

Com a Web 3.0, começar-se-ão a usar as ferramentas que temos para a acção, uma ferramenta que é uma “extensão do homem”. É colaboração, e é focada nas pessoas, não é cega pela tecnologia.

Até lá os Recursos Humanos terão de ser, também, a complementaridade humana, para a eficácia da utilização das redes de sociais e de conhecimento.

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É tempo de mudança. É tempo de inovar.

“Felizmente, as empresas podem-se preparar agora para a alterada dinâmica de contratação que têm pela frente. Tudo o que têm que fazer é, parar de agir como grandes empresas burocráticas e impessoais, e começar a criar um movimento rápido e uma atmosfera vibrante. As empresas vão precisar de imitar as empresas pequenas em ascensão e oferecer iniciativas empresariais como uma coisa natural. As equipas terão de ser menores, as organizações mais planas, e os valores da sinceridade, informalidade e inovação deve ser introduzidos na cultura. As pessoas vão precisar de sentir que o que dizem interessa, independentemente da classificação e título. Talvez, o mais importante, as organizações precisam entender que quando a recuperação chegar, as estrelas deixarão de esperar, à volta, para lhes ser dada a autoridade para tomar decisões ou de ser promovido. A alternativa de executar o seu próprio show, tem um apelo muito forte.” – Jack Welsh – Business Week

A àrvore dos caminhos.

Não é inocente o significado subjacente nestas palavras de J.W.

É um alerta a todos os responsáveis de Recursos Humanos, que durante muito tempo tem preenchido a sua vida profissional, e não só, com as imagens de desalento e até de desespero por parte de quem perdeu o seu emprego.

Os Recursos Humanos enquanto parte integrante das organizações têm sido olhados, e têm-se deixado olhar, como elementos fracos na cadeia de valores organizacionais.

Agora eles vão assumir o seu verdadeiro papel que é o de liderar recursos, recursos humanos que sentem, tem vontade, são capazes e querem crescer. São potenciais empreendedores, são uma perspectiva nova de gestão e liderança.

O todo é maior que a soma das partes!

Os Recursos Humanos deverão inovar nos processos de comunicação, nas formas de promover o bem-estar, nas perspectivas e modelos de crescimento pessoal de cada colaborador em diferentes contextos incluindo os facultados pela WEB 2.0.

Devem atribuir significado à colaboração, gerindo as combinações de talentos e inovando nos planos de reconhecimento e recompensa e na nova leitura de Visão, Missão e Valores.

Eles fazem parte dos hemisférios direito e esquerdo das organizações, são arautos de normas e de motivações, de disciplina e de criatividade, de sucesso e de recuperação.

Inovar para os responsáveis de RH passa por criar uma nova dimensão, mais integradora e aberta, para o todo, cada vez maior que a soma das partes

 

Não resisti e li!

 

““Manifesto” da UE Inovação direcciona o foco no financiamento e nas competências 

Publicado : terça-feira 10 de novembro de 2009 

Os embaixadores acreditam que uma ampla política de inovação, juntamente com o aumento do investimento em ciência, tecnologia e design, vai ajudar a tornar a Europa mais competitiva.

Posições:

Jean-Philippe Courtois, Presidente da Microsoft Internacional, disse que o futuro da Europa depende da imaginação do seu povo e pediu aos líderes políticos e empresariais para criar um ambiente que encoraja o pensamento criativo.

Ele disse que a tecnologia tem o potencial para transformar radicalmente a sociedade e criar novos empregos, mas o investimento nas competências é essencial.

“A aquisição de competências em TI, por exemplo, é tão fundamental como a leitura e a escrita”, disse Courtois, que falou em nome dos 27 embaixadores. Ele disse esperar que o manifesto sirva como um guia para a nova Comissão Europeia, quando está a elaborar o seu programa para os próximos cinco anos.

Prof Edward de Bono, outro dos embaixadores disse que as pessoas criativas podem ajudar a proporcionar “novas ideias” para ajudar a encontrar soluções inovadoras para os problemas da sociedade. De Bono, o pai do pensamento lateral, disse que os economistas são capazes de descrever os problemas, mas mostram-se menos eficazes quando se trata de resolvê-los.”

 

Em: EurActiv Newsletter: Innovation & Creativity [newsletters@news.euractiv.com]

Comunicando

As minhas ideias podem ser as nossas!

Não sei quantas pessoas em Portugal, apesar da oportunidade, leram esta notícia, mas fiquei Inovativamente satisfeito com o que li.

Porque:

Fica claro que é essencial o investimento em novas competências e não só em tecnologia (ferramentas).

A preocupação ambiental deixou de ser exclusivamente verde para ser também cinzenta e branca na referência ao pensamento criativo.

“O novo pensamento” pode ser fornecido (com ajuda).

As equipas interdisciplinares (economistas, engenheiros, psicólogos, designers, etc) têm futuro garantido. Todos podem gerar, conceptualizar e implementar ideias.

E fiquei mais atento ao meu último “post” em que referi o investimento português em I&D porque é bom saber para onde pode ir esse investimento!

“Embaixatriz de Inovação: U.E. colhem os benefícios dos investimentos da Europa em I & D 

Blanka Říhová é uma embaixatriz do Ano Europeu 2009 da Criatividade e Inovação”

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