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Nothing new to the east of paradise!

It took some time to read and reread articles on hybrid thinking and design thinking and finally realized that the child which did not ask anything to anybody is subject to sponsor anywhere.

But let’s see some history (my) about the term hybrid:

On August 25, 2009 Dev Patnaik endorses an article “Forget Design Thinking and Try Hybrid Thinking”.

There one can read “Hybrid thinking is much more than assemble a multidisciplinary team. The hybrid thinking is about people multidisciplinary “…” Innovation, however, demands that you see the world through multiple lenses at the same time, and draw meaning from seemingly disparate points of data. ”

I could not possibly agree more with these and other expressions contained in this article, and yet not feel that this is different from design thinking.

Design thinking is much more than multidisciplinary teams!

Think design is based on interdisciplinary teams that work with the diapers of various disciplines and this is where they find innovative solutions. The interdisciplinary teams are at the peak of their effectiveness comprised of people shaped into “T” as it seems to have been the success of Claudia Kotchka at P & G.

Curious also as Roger Martin in “The Design of Business” refers to the work of Claudia Kotchka and his own work at P & G to and say that design thinking is the application of integrative thinking to the task of resolving the conflict between confidence and validity, between intuitive and analytical thinking and between exploitation and exploration.

On November 10, 2009 in Dev Patnaik Fast Company writes about his interview with Roger Martin: ” The Rotman faculty aim to mold managers who are equally comfortable and adept at using tools and frameworks from business, popular culture, and design to solve the most urgent challenges of the day–what Rotman calls integrative thinkers and what I call hybrid thinkers. He’s a bit of a kindred spirit.”.

After all here too there was nothing new just that the twins had different names.

Final adoption of the term hybrid thinking is made by analysts Gartner in May 13, 2010, through “Hybrid Thinking combines the field analysis of architects with the original intuition of designers. Hybrid thinking leads to change through the exploration of co-creating meaningful experiences that focus on people when confronted with complex and difficult problems, also known as “serious problems”.

I confess that I feel confused if I heard Tim Brown and IDEO speak in efforts to address serious problems of water shortage and did not consider these serious problems and difficult.

Design thinking can actually help solve serious and complex.problems

On June 3, 2010 another article by Gadi Amit titled “Beyond design thinking: Why does the hybrid design is the new thing” the returns to exploring the multifaceted teams of specialists and highlights design as a hybrid concept able to create a balance of skills, talents and strengths of the designers.

Again curiously claiming that this approach be further reminds me of the “hot groups” referred to by Tom Kelly in “The Art of Innovation”.

We pass in the history of names hybrid thought to hybrid design.

I will continue as before nothing new in the heart of design thinking !

I get the words of Marty Neumeier:

“Lack of consensus among opinion leaders that it needs a different approach to solving complex business and social and ecological problems. The thought of silo of technocrats, not gonna. IDEO Design Thinking coined the term, Dr. Roger Martin of Rotman University, refers to him as Integrative Thinking, and a recent article in Fast Company, the strategist Dev Patnaik suggests we call this thought Hybrid. Whatever the term, the results are what matter most. There are many examples which incorporate the best ideas of many minds from diverse disciplines – analytical, technical and creative – that can lead to remarkable results. Take the phenomenal transformation of P & G, after the adoption of design thinking. Think like a cornerstone of its growth strategy. Or else, the success of Apple after starting to “think different.” All this, moreover, should not be anything new for us humans. Actually, this is an innate capacity that we humans, we seem to have lost over generations, numbed by the industrial and technological advancement. ”

What is new?

 

 

Nada de novo a leste do paraíso!

Demorei algum tempo a ler e reler artigos sobre pensamento híbrido e pensamento design e finalmente compreendi que a criança que não pediu nada a ninguém está sujeita a padrinhos em qualquer lugar.

Mas vejamos alguma história (a minha) da expressão pensamento híbrido:

Em 25 de Agosto de 2009 Dev Patnaik subscreve um artigo “Esquece o pensar design e tenta o pensamento híbrido” onde se pode ler “pensando Hybrid é muito mais que reunir uma equipa multidisciplinar. O pensamento híbrido é sobre pessoas multidisciplinares”… “Inovação, no entanto, exige que se veja o mundo através de múltiplas lentes ao mesmo tempo, e dar sentido a partir de pontos de dados aparentemente díspares.”

Eu não podia de estar mais de acordo com estas e outras expressões contidas nesse artigo e no entanto não sinto que isso seja diferente de pensar design.

Pensar design é muito mais do que equipas multidisciplinares!

Pensar design assenta em equipas interdisciplinares que trabalham com as fraldas das várias disciplinas e é aí que encontram as soluções inovadoras. As equipas interdisciplinares são no auge da sua eficácia constituídas por pessoas moldadas em forma de “T”, como parece ter sido o caso de sucesso de Claudia Kotchka na P&G.

Curioso também como Roger Martin em “The Design of Business” recorre ao trabalho de Claudia Kotchka e ao seu próprio trabalho na P&G para dizer que o pensar design é a aplicação do pensamento integrativo à tarefa de resolver o conflito entre a confiança e a validade, entre pensamento analítico e intuitivo e entre a exploração e o exploratório.

Em 10 de Novembro de 2009 Dev Patnaik no Fast Company escreve a propósito da sua entrevista a Roger Martin : “O objectivo da faculdade Rotman é moldar os gestores para que sintam igualmente confortáveis e adeptos do uso de ferramentas e molduras de negócios, cultura popular e design para resolver os desafios mais urgentes do dia – a que Rotman chama de pensadores integrativos e que eu chamo de pensadores híbrido. Ele é um pouco uma alma gémea.

Afinal também aqui não havia nada de novo apenas que os gémeos tinham nomes diferentes.

A adopção final do termo pensar híbrido é feita por analistas de Gartner em 13 de Maio de 2010, através de “O pensar Hybrid combina o domínio de análise de arquitectos com a originalidade intuitiva de designers. Pensar Híbrido conduz a mudança através da exploração de co-criação de experiências significativas centradas nas pessoas quando confrontadas com problemas complexos e difíceis, também conhecidos como “problemas graves”.

Confesso que me sentiria confuso se ouvisse falar nas iniciativas de Tim Brown e de IDEO para resolver problemas graves de falta de água e não considerasse estes problemas graves e difíceis.

Pensar design pode de facto ajudar a resolver problemas graves e complexos.

Em 03 de Junho de 2010 um outro artigo de Gadi Amit com o título de “ Para além de pensar design: Porque o design híbrido é a nova coisa a seguir” volta a focar as equipas multifacetadas de especialistas e realça o design híbrido como a noção capaz de criar o equilíbrio de capacidades, talentos e pontos fortes dos designers.

Mais uma vez curiosa esta abordagem que pretendendo ser nova me faz lembrar as “hot groups” referidas por Tom Kelly em “The Art of Innovation”.

Passamos na história dos nomes de pensamento híbrido para design híbrido.

Eu vou continuar como antes nada de novo no coração de pensar design!

Fico com as palavras de Marty Neumeier:

“Falta consenso entre os líderes de opinião de que é precisa uma abordagem diferente para resolver os negócios complexos e problemas sociais e ecológicos. O pensamento de silo de tecnocratas, não o vai fazer. IDEO cunhou o termo Design Thinking, Dr. Roger Martin da Universidade Rotman, refere-se a ele como Integrative Thinking, e num artigo recente Fast Company, o estrategista Dev Patnaik sugere que chamamos esse pensamento Híbrido. Seja qual for o termo, os resultados são o que mais importa. Há muitos exemplos onde integram as melhores ideias de muitas mentes de diversas disciplinas – analítico, técnico e criativo – que podem resultar em resultados notáveis. Pegue a transformação fenomenal de P & G, após a adopção do pensar design. Pensar como uma pedra angular de sua estratégia de crescimento. Ou então, o sucesso do Apple após começar a “pensar diferente”. Tudo isso, aliás, não deve ser nada de novo para nós, seres humanos. Na verdade, esta é uma capacidade inata que nós, seres humanos, parece ter-mos perdido ao longo de gerações, anestesiada pelo avanço industrial e tecnológico.”

Whats new?

(Texto em Português depois deste)

Design Thinking and the path for business

The design thinkers need to be understood and to speak the language of business.

To be understood they often resort to narrative (storytelling) and very often visual thinking.

Ideo counts on storytelling to develop and express its ideas, and to buy key players into the concept.-Tim Brown 

Recent years we have seen a movement by the designers, to apply their skills in a series of problems that were once the territory of business strategists, leading them to an approximation of the analysis.

With this move, which represents a change came the realization that an approach based on design thinking, it is appropriate to solve some of the most complex problems of organizations and face some challenges.

“Like a simultaneous translator, Kotchka must express the language of design in a way that people steeped in sales, finance, or research can understand. At the same time, she needs to keep her designers motivated and clear on the fact that an idea that doesn’t increase sales is meaningless in a place like P&G. “That’s all we care about — what’s going to win with the consumer,” she says.- fastcompany.com

Kotchka’s work focused on two distinct positions that tend to converge:

The managers tend to follow a very analytical way and make decisions by understanding all available options and determine exactly the best way forward.

Moreover, designers using prototyping and interaction of ideas learn how the way is and often develop new ideas. The understanding of the problem often arises along the way and that includes embracing constraints and builds decision.

The way to go, when the destination is to embrace the business, it is accompanied by acculturation, not only of the company but also of its environment.

“The cultural transition from P&G-land (where everything has a protocol) to Ideo world (where the whole point is to rupture tradi-tional ways of thinking) was rocky. One P&G manager called from the meetings in a panic, Kotchka recalls, saying, “They have no process. This is chaos, and we need to get them on the P&G process.” Kotchka sent the executive back to learn that although the design process doesn’t look like P&G’s, it is one — one that values brainstorming and the rapid-fire creation of new products.” FC

 

Design thinking entails some constraints as to witness the panic of people sharing the offices of mahogany or beech, but the design thinker with his design skills molded T, is aware that adversity is an opportunity and a moment of inspiration.

When the path of design thinking starts to be driven by business people, the journey becomes fun and start sighting results were surprising, as the experience of P & G.

“Designers “listen with their eyes,” in Kotchka’s words. So the group spent many hours watching consumers clean their bathrooms. They focused on “extreme users,” ranging from a professional house cleaner who scrubbed grout with his fingernail to four single guys whose idea of cleaning the bathroom was pushing a filthy towel around the floor with a big stick. If they could make both users happy, they figured they had a home run. One big idea — a cleaning tool on a removable stick that could both reach shower walls and get into crannies — got the green light quickly. Consumers loved the prototype, patched together with repurposed plastic, foam, and duct tape. Some refused to return it.” – fastcompany.com

The design thinking is not confined to design products; we must continue the path and give more breadth to the social dimension, although here in this case P & G it already exists.

Design thinking does not solve all world problems but facilitates and responds quickly to many latent and emerging problems of society!

 Comments!

 

Pensar design e o caminho para os negócios

Os pensadores design precisam de ser entendidos e de falar a linguagem dos negócios.

Para serem entendidos muitas vezes recorrem da narrativa (storytelling) e muito frequentemente de pensamento visual.

A Ideo conta com o storytelling para desenvolver e expressar ideias, e para comprar jogadores chave para o conceito” – Tim Brown

Nos últimos anos, assistimos a um movimento por parte dos designers, no sentido de aplicarem as suas competências numa série de problemas que antes eram território dos estrategas de negócios, o que levou a uma aproximação da análise.

Com esse movimento, que representa uma mudança, veio a constatação de que uma abordagem baseada em pensar design, é adequada para resolver alguns dos problemas mais complexos das organizações e enfrentar alguns desafios.

“Como um tradutor simultâneo, Kotchka deve expressar a linguagem do design, de uma maneira, que as pessoas mergulhadas em vendas, finanças, ou de investigação possam compreender. Ao mesmo tempo, ela precisa manter motivados os designers e clarificar sobre o fato de que uma ideia que não aumente as vendas não faz sentido num lugar como P & G. “Isso é tudo com que nós nos importamos – o que vai ganhar o consumidor”, diz ela.” – fastcompany.com

O trabalho de Kotchka incidiu sobre duas posições distintas que tendem a convergir:

Os gestores tendem a seguir um processo muito analítico, e tomam decisões através da compreensão de todas as opções disponíveis e rigorosamente determinam o melhor caminho a seguir.

Por outro lado, os designers com a utilização de protótipos e interacção de ideias, aprendem qual o caminho e muitas vezes surge o desenvolvimento de novas ideias. A compreensão do problema surge muitas vezes ao longo do caminho, e isso inclui abraçar limitações e construir a decisão.

O caminho a percorrer, quando o destino é abraçar também os negócios, faz-se acompanhado de uma aculturação, não só da empresa mas também do seu meio ambiente.

“A transição cultural da P & G (onde tudo tem um protocolo), para o mundo Ideo, (onde o ponto principal é a ruptura de formas tradicionais do pensamento) foi conturbada. Um gerente de P & G chamado a participar reuniões entrou em pânico, Kotchka recorda, dizendo: “Eles não têm nenhum processo. Isto é o caos, e precisamos de tê-los no processo de P & G”. “Kotchka enviou o executivo para trás para aprender que, embora o processo de design não se pareça com a P & G, é um – um que valoriza o brainstorming e a criação rápida de novos produtos.” FC

O pensar design acarreta alguns constrangimentos como os de presenciar o pânico de pessoas acomodadas a gabinetes de mogno ou faia, mas o pensador design com as suas competências moldadas em T, está consciente de que a adversidade é uma oportunidade e um momento de inspiração.

Quando o caminho do pensar design começa a ser percorrido pelas pessoas de negócios, o trajecto torna-se divertido e começam a avistar-se resultados surpreendentes, como demonstra a experiência da P&G.

“ Os designers “ouvim com os olhos”, nas palavras do Kotchka. Assim, o grupo passou muitas horas a observar os consumidores na limpeza dos seus banheiros. Concentraram em “usuários extremo”, que vão desde uma casa limpa por profissionais até quatro rapazes cuja ideia de limpar o banheiro estava em empurrar uma toalha suja pelo chão com uma vara grande. Se eles pudessem fazer tantos usuários felizes, eles achavam que tinha ganho o jogo. Uma grande ideia – uma ferramenta de limpeza numa vara removível que pode atingir tanto paredes do chuveiro como entrar em frestas – conseguiu a luz verde rapidamente. Os consumidores amaram o protótipo, remendado com plástico reaproveitado, espuma e fita adesiva. Alguns até se recusaram a devolvê-lo.” – – fastcompany.com

O pensar design não se esgota nos produtos, é preciso continuar o caminho e dar mais amplitude à dimensão social, apesar de aqui neste caso P&G ela já existir.

Pensar design não resolve todos os problemas do mundo mas facilita e dá resposta rápida a muitos problemas latentes e emergentes da sociedade!

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