Currently viewing the tag: "bluenove"

Enjoy it

 

“Open Services Innovation” by Henry Chesbrough – by Paul Hobcraft

Chesbrough is back with a new book on open innovation, this time extending the open paradigm to services. Paul Hobcraft goes past the sub-title “Rethinking your business to grow and compete in a new era”, in search of the real news.

 

My thoughts on Innovation by Jorge Barba

What is innovation management to you?

Whether it’s satisfying customer’s existing needs in a new way or completely surprising them with something they’d never imagine they needed, to me innovation management is simply a systematic process of creating new products and services that deliver superior value to a market.

 

The Value of Perseverance by Steve Koss

With ordinary talent and extraordinary perseverance, all things are attainable.” — Thomas Foxwell Buxton

To chart the course in the whitewaters of business and life we need a life vest. One such vest to keep you afloat in the high seas is ‘perseverance.’ There are too many people in this world doing things they hate. Two primary reasons for this is lack of passion and perseverance.

 

Qu’est-ce que l’Open data ? – Les grands principes by bluenove

Alors que la Ville de Paris a frappé un grand coup en annonçant qu’elle « ouvrirait » prochainement certaines de ses données, rejoignant ainsi le club encore restreint des villes précurseurs dans le domaine, je vous propose une série d’articles consacrés à l’ouverture des données, ou ‘Open Data’, et à ses enjeux.

Designing as sensemaking by Guido Stompff

Design thinking and sensemaking: two notions that recently receive more and more managerial and business attention. For most these two notions may seem to have little in common. But some years ago, based on a research I conducted, I came to believe that designing –and therefore also design thinking-  is about sensemaking, and sensemaking is about designing

Frog Design: Flying Blind in the Free Info Economy by Ben Mcallister

How can design principles help fix the mess around all this free data we give out everyday?

A few years ago, my friend Jeff was enjoying a celebratory dinner with his wife and parents at an Italian restaurant in Austin. The waiter stopped by to ask how everyone was enjoying their food.

My secret sauce for building online communities by Arne van Oosterom

A short while ago I gave a lecture at the Linköping University Sweden. I thought I should share it here… since this is the place I learned so much about it.

Still Sundays by Annie Q. Syed

If you would like to know what Still Sundays is about, please take a quick gander here and just read the third paragraph. Thanks.

How to Foster Innovation Through Diverse Workgroups by Eric Markowitz via Ralph-Ohr

Diverse teams in your organization can produce better results for your company. Here’s how to incorporate diversity—and individuality—to create a more innovative business.

Have you enjoyed it?

Brokers e Inovação aberta

 

A intensificação da concorrência global e da inovação bem como a internacionalização de conhecimento traz novos desafios às empresas, especialmente às PME, o que faz com que as empresas estejam cada vez mais a abrir os seus processos de inovação e de colaboração com parceiros externos sejam eles outras empresas, clientes, universidades, etc.

Este caminho ou esta tendência tem provocado uma interacção em comunidades de inovação, principalmente com o uso de redes sociais e que levou ao surgimento de novos papeis na inovação aberta como é o caso dos intermediários.

Os intermediários de inovação têm sido estruturados como uma forma emergente de corretor que coordena o fluxo dos pedidos de inovação e soluções através de fontes de conhecimento e de criatividade distintas, não localizadas no ecossistema das organizações e que eram até então desconhecidas.

Eles podem fornecer aconselhamento em gestão para internalizar e integrar as contribuições das fontes externas.

Contudo estes intermediários só conseguirão cumprir a sua missão se os líderes das organizações parceiras forem eles próprios promotores, e especialmente se existir uma cooperação informal através das fronteiras organizacionais e funcionais.

Na minha experiência profissional, durante alguns anos, lidei com brokers na actividade seguradora e embora com características diferentes, reconheço este papel como fundamental na efectivação de projectos.

Em inovação aberta existem fronteiras que apesar de porosas requerem uma gestão facilitadora dos fluxos de conhecimento e de experiências. Ajudar a medir a própria capacidade para mobilizar recursos internos e externos em busca de soluções pode ser um diferencial competitivo para as organizações.

Alguns exemplos:

NineSigma criou uma ferramenta de diagnóstico, Open Innovation Scorecard, que ajuda as empresas a identificar o seu potencial para realizar inovação.

Bluenove criou,  entre outros serviços, um Mapa de Inovação Aberta que permite identificar agentes em Inovação aberta, com diversos papeis e em todo o mundo.

Ao longo dos últimos anos, intermediários, como pela YourEncore, IdeaConnection, InnoCentive, e outras tiveram um crescimento acentuado nos mercados, devido à necessidade de criar formas de conectar e fazer comunicar as empresas  com outras organizações e indivíduos.

O papel esperado por parte dos intermediários é a criação de valor para as empresas, e esse valor chega através da criação de pontos de entrada e de estabelecimento de conexões ou detecção de fragilidades existentes na capacidade tecnológica ou em conhecimento.

Os intermediários podem ainda criar valor através do aconselhamento sobre um modelo de negócios adequado ou na avaliação de oportunidades externas em inovação aberta.

O aconselhamento sobre as possibilidades de licenciamento e de partilha ou aquisição de PI são também uma forma, que os intermediários apresentam, de criação de valor para as empresas.

No entanto o papel dos intermediários só é possível dentro de um quadro de equilíbrio das forças internas e externas de forma a evitar o aparecimento de conflitos desnecessários.

 “Recentemente, a Atos Consulting realizou uma pesquisa em larga escala entre as empresas nos Países Baixos, Bélgica, França e Espanha, a fim de avaliar o estado actual da inovação aberta nas empresas. A pesquisa investigou quatro elementos: a medida em que a inovação aberta é incorporada na estratégia de inovação, a utilização de conhecimento externo para dentro da empresa (de fora para dentro); em que medida o conhecimento interno é monitorizado fora da empresa (de dentro para fora); e a mentalidade de inovação aberta da empresa.

Os resultados deste estudo especial mostram que a inovação aberta ainda não é amplamente praticada, algumas organizações têm aplicado diversas técnicas de inovação aberta, enquanto outros mal começaram a fazer isso. A mentalidade de inovação aberta das empresas é o elemento menos desenvolvido. Além disso, poucas empresas utilizam processos de recurso fora do conhecimento interno. As empresas parecem estar muito mais confortáveis na terceirização do conhecimento externo do que estão compartilhando seus conhecimentos com os outros.”

Estes resultados apontam claramente para a necessidade de alterar a mentalidade das empresas, facto que pode ser feito através da evangelização da Inovação aberta.

Do outro lado da fronteira estão os parceiros que também beneficiam do papel desempenhado pelos intermediários e esse benefício, entre outros benefícios, traduz-se na possibilidade de aplicação das criações ou descobertas em problemas idênticos mas de maior expressão no mercado ou na utilização de aplicações existentes no mercado mas desconhecidas.

No entanto, é importante que, para obter um rendimento a partir da integração de conhecimento externo, as empresas garantam que a sua colaboração com os intermediários de inovação aberta se enquadra numa estratégia global de inovação.

É também importante que os intermediários desempenhem o seu papel de mediadores e facilitadores da vontade comum e não desvirtuem o propósito alinhado dos parceiros em inovação aberta.

O valor criado deve ser o valor desejado por todos os intervenientes no processo de inovação aberta.

As empresas que vão lucrar com a inovação aberta serão aquelas que adaptarem seus processos, a sua estrutura organizacional e desenvolverem a cultura de inovação alinhadas com as novas oportunidades sugeridas pela intermediação.

Quer comentar?

 

Reading is Thinking Chart

 

If a person is not innovative with self, can she be innovative in an organization?  Jorge Barba

Good question posted by @Stevekoss from yesterday’s post: Do companies need less innovation?

The Two-Pronged Approach To Innovation Your Company Needs by Inder Sidhu via Ralph-Ohr

As companies begin to emerge from the Great Recession, organizations that spent the economic downturn innovating seem to be the most optimistic. After all, they’re the ones with new products and services to offer and new markets to pursue.

Stephen Shapiro explains why open innovation is the new paradigm of work by Michelle James and Stephen Shapiro

Interview # 21 in the Creativity in Business Thought Leader Series is with Stephen Shapiro, one of the foremost authorities on innovation culture, collaboration, and open innovation. Stephen is an author, consultant, speaker, and the Chief Innovation Evangelist for InnoCentive, a pioneer in the burgeoning field of open innovation.

 

La DaaS, famille d’accueil des données orphelines by bluenove

Pas n’importe lesquels, les citrons de George Akerlof, prix Nobel d’économie en 2001 et professeur à Berkley. Alors que les hippies se dirigent en combi VW vers Woodstock, il peaufine le concept d’asymétrie de l’information en étudiant, justement, le marché des voitures d’occasion.

Open Innovation Requires Visibility by Stefan Lindegaard

I had a meeting with a couple of innovation managers from a Danish company today. We got into a discussion on the open innovation efforts of Danish companies – or should I say the lack thereof.

Work Life Happiness? You Bet by Tony Hsieh

“The customer is always right” was the retailing innovation of Wisconsin-born merchant Harry Gordon Selfridge, who founded Selfridge’s department store in London in 1909.

Watch: Business Innovation Factory and Babson College Entrepreneurship Experience Lab Video Announcement by BIF Business Innovation Factory

Novel platform will focus on illuminating entrepreneur experience and development of new entrepreneur support solutions.

 

My Ford Touch Driver Interface – Core77 Guest post by Russell Maschmeyer.

On the final afternoon of Adaptive Path’s UX Week, Iain Roberts (Partner and Co-Leader of IDEO Chicago) presented his team’s remarkable work on My Ford Touch, Ford’s new driver interface platform. I sat down with Iain and Gary Braddock (Ford’s Chief Interior Designer) earlier that morning to discuss their research, prototyping, and production process and got a sneak peak at Gary’s Lincoln prototype.

Using Networks to Find Knowledge by John Steen

Last week Ralph Ohr left me with a challenge to think about how to use experts to get the best outcomes on making decisions under conditions of uncertainty. We constantly miss disruptive changes in the operating environment and I suppose if I really knew the answer, I wouldn’t be posting it on a blog.

Enjoy it !