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Curiosity is a double edged sword

 

Although curiosity is an innate capability of many living beings it cannot be considered an instinct.

Instinct is the inherent disposition of a living being addressed to a particular behavior.

Curiosity is an innate basic emotion that can be expressed in many ways, and so it is elastic, while the instinct is always expressed in a fixed way.

Although curiosity is common in humans and, at any age, it is also observed in many other living things. In humans, this is an exploratory activity that tends to be shared with others, giving rise to the interest often painted pink.

In this case this is not to be curious because there is an eagerness to absorb information and turn it into knowledge, but rather to nurture a topic of conversation on the life of others, disregarding what should be the privacy.

This overwhelming need to find answers to questions or solutions to problems is often the main lever of scientific activity or innovation.

The path of “why” to “Eureka”, not necessarily serendipity, is the path that runs through those looking for answers or solutions to problems. The wonderful world unknown is what makes humans want to know more and more to dominate (temporarily) a “matter.”

“Creative geniuses perceive essences, functions, and patterns that enable them to make abstract connections and conceptualize original ideas. We have been educated not to do this. Over time, we have cultivated the habit of putting the major emphasis on separating subjects into particulars and focusing on the particulars.

A rainbow seems to be an object made up of colored arcs. If you assumed that the rainbow was an object and walked toward it, it would not be found. Instead, you would find raindrops falling and sunlight. If you studied the raindrops and sunlight as separate events, you’d never understand the rainbow. However, if you study the interrelationship between light and raindrops, you will discover the essence of the rainbow, which is the blending of falling rain and light refracting off the rain. It’s a process, not an object. – Michael Michalko

The curiosity that drives demand, when combined with the abstraction, ability to think abstractly, can lead to fantasy and imagination, sometimes prodigious. While fantasy and imagination has led to the notion of reason, it is easy to check the notable amount of deviations we encounter in day-to-day.

Some people have a sense of curiosity to know what’s after that port or landing, but seek self-knowledge, abstract and conscious moments of communication and not futile.

The knowledge is knowledge only if applicable and useful, otherwise it is redundant information.

If we go back with the help of memory, or if we are good observers today, we found that for children, learning to communicate is a very significant step towards independence and self-sufficiency.

Children have a natural style of research and learning and an equally natural desire to communicate their findings. To communicate their ideas, children are able to demonstrate their curiosity and express your creativity.

Science and technology aspects of knowledge and the understanding of the world, are the challenges they will encounter tomorrow and it is with these skills that they will embrace the challenges.

All that is necessary is to help children build efficient communication processes, so that the curiosity and creativity are not lost through the halls of idleness and apathy

 

Ser criativo é preservar o arco-íris e a curiosidade

A curiosidade é uma espada de dois gumes

 

Embora a curiosidade seja uma capacidade inata de muitos seres vivos, não pode ser considerado um instinto.

O instinto é a disposição inerente de um ser vivo dirigida a um comportamento particular.

A curiosidade é uma base inata de emoções que pode ser expressa de muitas formas, e por isso é elásticas, enquanto o instinto é sempre expresso de uma forma fixa.

Embora a curiosidade seja comum nos seres humanos e, em qualquer idade, ela é observável também em muitos outros seres vivos. Nos seres humanos, trata-se de uma actividade exploratória que tende a ser partilhada com outras pessoas, dando origem muitas vezes ao interesse pintado de cor de rosa.

Não se trata neste caso de ser curioso porque existe uma vontade enorme de absorver informação e transformá-la em conhecimento, mas sim, de alimentar um tema de conversa sobre a vida de terceiros, desrespeitando o que deveria ser a privacidade.

Essa necessidade enorme de encontrar respostas para dúvidas ou problemas é, muitas vezes a alavanca principal da actividade científica ou na inovação.

O caminho do “porquê” ao “Eureka”, não necessariamente uma serendipidade, é o trajecto que percorre quem procura respostas ou soluções para problemas. O admirável mundo desconhecido é o que faz o ser humano querer saber mais e mais até dominar (temporariamente) uma “matéria”.

“Os génios criativos percebem essências, funções e padrões que lhes permitem fazer ligações abstractas e conceituar ideias originais. Nós fomos educados para não fazer isso. Ao longo do tempo, temos cultivado o hábito de colocar a ênfase maior em separar os indivíduos em dados e focar os detalhes.

Um arco-íris parece ser um objecto composto de arcos coloridos. Se você considerasse que o arco-íris era um objecto e caminhasse na sua direcção, ele não seria encontrado. Em vez disso, iria encontrar gotas de chuva a cairo e luz solar. Se estudou as gotas de chuva e luz solar como eventos separados, você nunca iria entender o arco-íris. No entanto, se você estudar a inter-relação entre a luz e chuva, você vai descobrir a essência do arco-íris, que é a mistura de chuva e refracção da luz pela chuva. É um processo, não um objecto. – Michael Michalko

A curiosidade que motiva a procura, quando é combinada com a abstracção, capacidade de pensar de forma abstracta, pode levar à fantasia e imaginação, por vezes prodigiosas. Embora a fantasia e a imaginação tenha conduzido à noção da razão, é fácil verificar a quantidade assinalável de desvios que encontramos no dia-a-dia.

Algumas pessoas têm o sentimento de curiosidade para saber o que está depois daquela porta ou patamar, mas procuram o auto-conhecimento, abstracto e consciente e não momentos de comunicação fútil.

O conhecimento só é conhecimento, se for aplicável e útil, caso contrário é informação redundante.

Se voltarmos atrás com a ajuda da memória, ou se formos bons observadores nos dias de hoje, verificamos que para as crianças, aprender a comunicar entre si é um passo muito significativo no sentido de independência e auto-suficiência.

As crianças têm um estilo natural de investigação e da aprendizagem e um desejo igualmente natural para comunicar as suas descobertas. Ao comunicar as suas ideias, as crianças são capazes de demonstrar a sua curiosidade e expressar sua criatividade.

A ciência e a tecnologia aspectos do conhecimento e a compreensão do mundo, são os desafios que encontrarão amanhã e é com essas competências que elas irão abraçar os desafios.

Tudo o que é necessário é ajudar as crianças a construir processos de comunicação eficazes, para que, a curiosidade e a criatividade não se percam pelos corredores do ócio e apatia.

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Shared responsibility

In the last article of this blog, I focused the need to establish a climate of creativity, and when organizations want and are able to create this atmosphere they are also developing environments of trust and acceptance of risk.

Trust and risk are closely linked with fear.

The less risk we take, the less chance we have to fail, and therefore less afraid to invest in an idea. But an idea with little or no risk is synonymous of copying or lack of originality, because the notion of risk is linked to the unknown, to discover and to originality.

On the other hand when there is a climate of trust, sense of responsibility is fused with a sense of recognition and reward. This responsibility creates attitudes that prevent goals not aligned with business goals.

Whatever the origin of new ideas that emerge in an organization, its fate is to be transformed into innovation, both regarding the products, services or processes.

For that to happen, the promoters of these ideas should feel comfortable with the level of trust, under penalty of not producing enough energy to walk. The course requires passion and belief in own abilities and in the organization.

Who walks unmotivated or with reservations about the success is the executioner of himself. It is the author or promoter of an idea that is often responsible for his untimely death, when leaves the idea early without demonstrating the potential that intuitively believed that the idea had.

Trust starts with ourselves and naturally extends to our project partners and to the organization. Trust moves in all directions and allows us to experiment without fear.

One of the most entertaining and fruitful steps of development of ideas is experimentation. The trial allows us to test if our concept or our imagination fits with the desired reality.

With experimentation the details or components of our idea are displayed and all connections are checked, reduced or enlarged to achieve our objective.

The experimentation provokes curiosity and promotes the “what if”. This provoked attitude of curiosity produces energy and promotes the debate.

This debate is fundamental and requires diversity of teams, i.e. interdisciplinary teams. When all the people, or most, around an idea have knowledge and practices in the same subjects, the results are convergent. The divergence is crucial to creativity.

People who live a climate of creativity are in constant conflict of ideas which provides new opportunities and widening the scope of knowledge.

Do you want to be creative?

A – Forget the opinions of others and affirm your own. Discuss it.

B – Provide an environment conducive to trust to make the game possible.

C – Forget your internal censorship.

D – Produce in quantity.

E – Build prototypes and think through all the senses.

F – Accept the rules. The rules are constraints that leverage creativity.

G – Perform the roles of all involved in the idea.

H – Do not forget the Divergence/Convergence.

Be happy!

As ideias e a confiança para experimentar

Responsabilidade partilhada

No último artigo deste blogue, eu foquei a necessidade de se estabelecer um clima de criatividade, e quando as organizações querem e conseguem criar esse clima estão também a desenvolver ambientes de confiança e de aceitação de risco.

Quer a confiança quer o risco estão intimamente ligados com o medo.

Quanto menos risco, menos hipóteses de falhar, e portanto menos medo em investir numa ideia. Mas, uma ideia com pouco ou nenhum risco, é sinónimo de cópia ou de falta de originalidade, pois a noção de risco está ligada ao desconhecido, à descoberta à originalidade.

Por outro lado quando existe um clima de confiança, o sentimento de responsabilidade está fundido com o sentimento de reconhecimento e recompensa. Esta responsabilidade cria balizas que evitam atitudes não alinhadas com os objectivos da empresa.

Seja qual for a origem das novas ideias que surgem numa organização, o seu destino é transformarem-se em inovação, seja ela referente a produtos serviços ou processos.

Para que isso aconteça os promotores das ideias devem sentir-se confortáveis com o nível de confiança existente, sob pena de não produzirem energia suficiente para a caminhada. O percurso exige paixão e o acreditar nas capacidades próprias e da organização.

Quem parte desmotivado ou com reservas em relação ao sucesso é carrasco de si próprio. È o autor ou promotor de uma ideia que muitas vezes é o responsável pela sua morte prematura, quando a abandona precocemente sem demonstrar o potencial que intuitivamente acreditou que a ideia tinha.

A confiança começa em nós próprios e estende-se naturalmente aos nossos parceiros de projecto e á organização. A confiança move-se em todos os sentidos e permite-nos experimentar sem medo.

Uma das etapas mais divertidas e frutíferas do desenvolvimento de ideias é a experimentação. A experimentação permite-nos testar se o nosso conceito, a nossa imaginação se encaixa com a realidade desejada.

Todos os pormenores ou componentes da nossa ideia, são visualizados e todas as conexões são verificadas, reduzidas ou ampliadas até atingirmos o nosso objectivo.

A experimentação provoca curiosidade e promove o “e se?”. Esta atitude de curiosidade provocada produz energia e promove o debate.

Debate que é fundamental e que necessita de equipas diversificadas, isto é, interdisciplinares. Quando as pessoas á volta de uma ideia têm todos, ou a sua maioria, conhecimentos e práticas nas mesmas disciplinas, os resultados são convergentes. A divergência é fundamental para a criatividade.

As pessoas que vivem um clima de criatividade estão em constante conflito de ideias o que proporciona novas oportunidades e alarga o âmbito de conhecimento.

Quer ser criativo?

A – Esqueça as opiniões dos outros e afirme a sua. Debata-a.

B – Proporcione um ambiente de confiança propício para que haja um jogo.

C – Não ligue à sua censura interna.

D – Produza em quantidade.

E – Construa protótipos e pense com todos os sentidos.

F – Aceite as regras. As regras são constrangimentos que alavancam criatividade.

G – Desempenhe os papeis de todos os que intervêm na ideia.

H – Não se esqueça! Divergência / Convergência.

Seja feliz!

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Another way

With some regular reading and a little observation we can come to the conclusion that for many problems, the solution can be achieved through the routine, incrementally or analysis processes.

However it is often necessary to resort to other processes, such as intuitive solutions, creative, not incremental and even radical.

The resolution of analytical problems or incremental is a systematic process of working that part of a particular problem for a given solution. This involves defining the problem and a set of appropriate operations to solve the problem, but depending on the description of this and its implementation is limited to a small number of people.

The problem that the problem stated creates often exists when the solution does not fit the stated objectives.

Then we have to look the other way!

When an organization is committed to solving problems, but for which the department cannot respond, we must drop their horizon and develop a culture of creativity.

Maybe Apple is the exception, but in the business world today, the product cycles are becoming shorter and shorter. For organizations to keep pace with demand, they have to be fast and be awake, have to be innovative and constantly adapt to new market.

The need to develop a culture of creativity becomes a reality, but it is not easy to achieve. In fact what is intended is that the visible result can be an abundance of ideas supported by a solid structure.

The culture has to do with the maintenance of convictions, meanings and beliefs in an organization and that are deeply ingrained. If we make the analogy with an iceberg culture represents the submerged part.

But for people to develop creativity, they must work in environments where it manifests inspiring and a cozy atmosphere.

It is the manifestation of climate patterns and behavioral practices that are grounded in culture.

When the strategic vision is shared, there is provided a policy framework that serves as a compass, but when employees are provided a GPS your creativity boils down to turn on and off any one switch.

A deep motivation to generate ideas and pass these to the final product is a result of the tracks and forces that constitute the organizational climate.

Organizations must provide their employees with freedom and sense of responsibility. When an organization provides time to be creative is to develop a climate of creativity.

People, who feel challenged, feel that there is a place to stretch personal boundaries, develop latent talents and explore new possibilities, living a climate of creativity.

People who have a smile, that look like a fun way to experiment and make jokes about that unexpected things are placed in a climate of creativity.

Organizations that invest in a climate of creativity create conditions for dealing with risk and develop an environment of trust. People know they are not punished for failing, when they are involved in activities of experimentation, which is crucial in the journey of ideas.

People who live a climate of creativity are in constant conflict of ideas which provides new opportunities and widening the scope of knowledge.

This attitude of provoked curiosity produces energy and promotes debate.

 

                                                   

Cultura e clima de criatividade

Um outro caminho

 

Com alguma leitura regular e um pouco de observação nós podemos chegar à conclusão que, para muitos problemas, a solução pode ser alcançada através da rotina, de forma incremental ou por processos de análise.

Contudo muitas vezes é necessário recorrer a outros processos, tais como soluções intuitivas, criativas, não incrementais e mesmo radicais.

A resolução de problemas analíticos ou incremental é um processo sistemático de trabalho que parte de um determinado problema para uma determinada solução. Isto envolve uma definição do problema e um conjunto de operações adequadas para resolver o problema, mas dependentes da descrição deste e a sua execução está limitada a um número restrito de pessoas.

O problema que o problema enunciado cria muitas vezes existe quando a solução encontrada não se encaixa nos objectivos definidos.

Aí temos de procurar outro caminho!

Quando uma organização está empenhada na resolução de problemas, mas para os quais os departamentos não conseguem dar resposta, tem de largar os seus horizonte e desenvolver uma cultura de criatividade.

Talvez a Apple seja a excepção, mas no mundo dos negócios de hoje, os ciclos de produtos tornam-se cada vez mais curtos. Para as organizações acompanharem a demanda, têm que ser rápidas e estar despertas, tem que ser inovadoras e adaptar-se constantemente ao novo mercado.

A necessidade de desenvolver uma cultura de criatividade passa a ser uma realidade, mas que não é fácil de se atingir. Na verdade o que se pretende é que o resultado visível possa ser uma abundância de ideias suportada por uma estrutura sólida.

A cultura tem a ver com a manutenção de convicções, significados e crenças, numa organização e que estão profundamente enraizados. Se fizermos a analogia com um iceberg a cultura representa a parte submersa.

Mas, para as pessoas desenvolverem criatividade elas devem trabalhar em ambientes inspiradores e onde se manifesta um clima acolhedor.

Esse clima é a manifestação de padrões e práticas comportamentais que estão alicerçados na cultura.

Quando a visão estratégica é compartilhada, é fornecido um quadro de orientação que serve de bússola, mas quando aos colaboradores é fornecido um GPS a sua criatividade resume-se a ligar e desligar um qualquer interruptor.

A motivação profunda para a geração de ideias e passar destas ao produto final é resultado das pistas e forças que constituem o clima organizacional.

As organizações devem fornecer aos seus colaboradores com liberdade e sentido de responsabilidade. Quando uma organização disponibiliza tempo para se ser criativo está a desenvolver um clima de criatividade.

As pessoas que se sentem desafiadas, que sentem que existe um lugar para estender os limites pessoais, desenvolver talentos latentes e explorar novas possibilidades, vivem um clima de criatividade.

As pessoas que apresentam um sorriso nos lábios, que encaram a diversão como uma forma de experimentação e que contam piadas sobre coisas inesperadas, estão inseridas num clima de criatividade.

As organizações que investem num clima de criatividade, criam condições para enfrentar o risco e desenvolvem um ambiente de confiança. As pessoas sabem que não são punidas por falhar, quando estão envolvidas em actividades de experimentação, que é fundamental no trajecto das ideias.

As pessoas que vivem um clima de criatividade estão em constante conflito de ideias o que proporciona novas oportunidades e alarga o âmbito de conhecimento.

 Esta atitude de curiosidade provocada produz energia e promove o debate.

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Connections, Collisions, and Collaboration

The ideas need two spaces! A space to rise, an inspiring environment, and other of temporal nature, a space to grow and mature.

Often an idea jumps into our world and seems to have appeared out of nowhere or at least without being the result of a research project, known reason or apparent reason, but in fact they represent a set of connections we make.

The connections we make, with some frequency are surprisingly fresh and original, and it seems that the ideas “come from nothing.”

But “From nothing, nothing happens. Each original thought is based on information we already have in our catalog. In a methodical process or by sheer luck, all new ideas come from a combination of existing concepts together in ways that nobody ever did before. Here’s how the imagination is. “-James C. Christiansen

With the ease of gathering information networks that bring the Web today, we are provided a large amount of material to produce combinations that seem to come from nowhere.

To be creative our ideas need to collide with other ideas. Thus novelty is confirmed or not and is enriched both through the construction of complex shapes, or simplification of existing forms.

Our idea through connectivity can find a place to be born and a space to grow, because many times the idea remains within us without being made known to the world around us.

One idea under these circumstances is merely a statement of intent.

But through the connectivity our declaration ceases to be an intention, and we stop being an individual to become a crowd.

If we want to be creative, we have to leave comfort zones and conformist attitudes that can be understood as the product of human adaptation.

To be creative we must be flexible and look at problems from many different angles. The path is towards divergence time for another look at the convergence toward the problem

To be creative we must be able and feel the need to generate a large number of ideas to select a solution.

To be creative we have to face the news as an overarching principle. We refer novelty as being the original.

To be creative we need to elaborate or define our idea. An idea cannot be vague, we must be specific enough so that others can understand, talk about it, work on it and explore it according to their potential.

And to go further and to do in a way that with our idea becomes innovation we have to play with our ability to accept risk.

We know that the individual uncertainty and aversion to risk that we have may affect a choice of conformity, i.e., either we adapt or create.

On the other hand, when we endogenously adapt to our preferences, as individuals conformists, we increase our likelihood of satisfaction, but we give up a better or ideal.

It may seem unrealistic for us to be all creative, but remember that we do not have to be creative with the same problem and that even here the diversity produces better solutions.

Os espaços que as ideias, reclamam!

 

Conexões, Colisões e Colaboração

As ideias precisam de dois espaços! Um espaço para nascer, um ambiente inspirador, e outro de natureza temporal um espaço para crescer e amadurecer.

Muitas vezes uma ideia salta para o nosso mundo e parece ter surgido do nada ou pelo menos sem ser fruto de um trabalho de pesquisa, razão conhecida ou motivo aparente, mas de facto elas correspondem a um conjunto de conexões que fazemos.

As conexões que fazemos, com alguma frequência são surpreendentemente novas e originais, e por isso parece que as ideias “vêm do nada”.

Mas, “De nada, nada se faz. Cada pensamento original baseia-se nas informações que já temos no nosso catálogo. Por um processo metódico ou por pura sorte, todas as novas ideias vêm da combinação de conceitos existentes juntos em formas que nunca ninguém fez antes. Eis como funciona a imaginação”. James C. Christiansen

Com a facilidade de recolha de informação que as redes Web hoje nos trazem, nós estamos fornecidos de uma grande quantidade de material capaz de produzir combinações que parece que vêm do nada.

Para sermos criativos as nossas ideias precisam de colidir com outras ideias. Desta forma a novidade confirma-se ou não e enriquece-se quer através da construção de formas complexas, quer da simplificação das formas existentes.

A nossa ideia através da conectividade pode encontrar um espaço para nascer e um espaço para crescer, porque muitas vezes a ideia permanece dentro de nós sem ser dada a conhecer ao mundo que nos rodeia.

Uma ideia nestas circunstâncias não passa de uma declaração de intenções.

Mas através da conectividade a nossa declaração deixa de ser uma intenção e nós deixamos de ser um indivíduo para passar a ser uma multidão.

Se queremos ser criativos, temos de deixar as zonas de conforto e as atitudes de conformismo que podem ser entendidas como o produto da adaptação humana.

Para sermos criativos temos de ser flexíveis e olhar os problemas de muitos e diferentes ângulos. O caminho é no sentido da divergência para noutro momento encarar a convergência em relação ao problema

Para sermos criativos temos de ser capazes e sentir a necessidade de gerar um grande número de ideias para seleccionar uma solução.

Para sermos criativos temos de encarar a novidade como princípio dominante. Refira-se novidade como sendo a originalidade.

Para sermos criativos temos de elaborar ou definir a nossa ideia. Uma ideia não pode ser vaga, tem de ser suficientemente específica para que os outros a possam entender, falar sobre ela, trabalhar sobre ela e explorá-la de acordo com o seu potencial.

E, para irmos mais longe e fazermos com que a nossa ideia se torne inovação nós temos que jogar com a nossa capacidade de aceitação de risco.

Nós sabemos que a incerteza e a aversão individual que temos ao risco podem afectar uma escolha de conformidade, isto é, ou nos adaptamos ou criamos.

Por outro lado, quando endogenamente adaptamos as nossas preferências, como indivíduos conformistas, aumentamos nossa a probabilidade de satisfação, mas renunciamos a uma situação melhor ou ideal.

Pode parecer utópico que todos sejamos criativos, mas lembremo-nos que não temos que ser criativos em relação ao mesmo problema e que mesmo nesse caso a diversidade produz melhores soluções.

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The perception of the whole and the reality!

As the world changes, we create a new model of how it works and that is why, perhaps often, perception is more important than reality.

In fact we are creatures with the power to shape the different things in a unified whole, and it can be demonstrated by our experience, when from an ambiguous image we took several interpretations at the level of perception.

Although closely related, sensation and perception play two complementary functions, but different in how we interpret our world.

The feeling refers to the process of feeling our environment through touch, taste, sight, hearing and smell. This information is sent to our brains, which we interpret to make sense (our way) to everything around us.

Perception is the process, constant, where the human mind organizes the vast amount of material received, records and forwards to cognition. The objective is to select the sensations that are important or are of interest to us, and this happens continuously and often unconsciously.

In the initial phase of perception it seems to be the formation of patterns or contours that dominates. It is an important step to reduce the amount of superfluous details (to us) in sensations, and finding familiar and understandable patterns.

But we were trained to believe that there is only one truth and if we follow this path perception only serves to remove information that does not fit our standards.

Creativity, or the future reality, has other advantages as it allows us to reach new truths with the help of perception that is conditioned by our sensitivity, the quality of stimuli, our experience and the “whole” who receives these stimuli.

This conditioning naturally differ from person to person and from situation to situation, but without wanting to abuse the labeling, I can say that standardization comes at some point common to all these elements of the process of perception.

Yet it is the impact on our past and accumulated experience where patterns are rooted more. The new experiences that bring many sensations, are compared and related to the experience and records accumulated over the years, giving rise to new combinations often surprising.

Our new world takes shape! We create something new that gives rise to a different “whole”.

The whole is always different from the sum of its parts. But, how does it happen?

When we look at things, shapes or objects, proximity or similarity between them determines our perception of them and when these objects are grouped, are viewed as a whole.

Basically, what we do is to reduce it to simple things.

I must confess I do not always perceive the reality that is shown to me in this way. There are lots of creative activities in the sense of complexity, although almost always undesirable!

The creativity of these will depend on the perception and reality, read “truth” that “only” makes sense for anyone who creates laws or delves into philosophy, will be the result of many perceptions.

When I see I create my truth! And because there are many possible truths that I have need to be creative!

Does this somehow have to do with empathy?

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Criatividade – Sensações, Percepções e realidades!

A percepção do todo e a realidade!

À medida que mundo se transforma, nós criamos um novo modelo de como ele funciona e por isso, talvez muitas vezes, a percepção seja mais importante que a realidade.

De facto somos criaturas com o poder de moldar as coisas diferentes, num todo unificado, e isso pode ser demonstrado pela nossa experiência, quando de uma imagem ambígua tiramos várias interpretações, ao nível de percepção.

Embora intimamente relacionados, sensação e percepção desempenham duas funções complementares, mas diferentes na forma como interpretamos o nosso mundo.

A sensação refere-se ao processo de sentir o nosso meio ambiente através do tacto, paladar, visão, audição e olfacto. Essa informação é enviada para os nossos cérebros, onde as interpretamos para dar sentido (o nosso sentido) a tudo que nos cerca.

A percepção é o processo, constante, onde a mente humana organiza a imensa quantidade de material recebido, regista e encaminha à cognição. O objectivo é seleccionar as sensações que têm importância ou são de interesse para nós, e isto acontece de forma contínua e muitas vezes inconsciente.

Na fase inicial da percepção, parece ser a formação de padrões ou contornos que domina. É um passo importante, para reduzir a quantidade de detalhes supérfluos (para nós) nas sensações, e encontrar padrões familiares e compreensíveis.

Mas nós fomos treinados para acreditar que só existe uma verdade e se seguirmos esse caminho a percepção só nos serve para eliminar informação que não se encaixa nos nossos padrões.

A criatividade tem outras vantagens pois permite-nos chegar a “novas verdades” com a ajuda da percepção que é condicionada pela nossa sensibilidade, pela qualidade dos estímulos, a nossa experiência e o “todo” que recebe esses estímulos.

Este condicionamento difere naturalmente de indivíduo para indivíduo e de situação para situação, mas sem querer abusar de rotulagem, pode-se dizer que a padronização toca nalgum ponto comum a  todos estes elementos do processo de percepção.

Contudo é no impacto com a nossa experiência passada e acumulada que a padronização mais se enraíza. As novas experiências que trazem consigo inúmeras sensações, são comparadas e relacionadas com as experiências e registos acumulados ao longo dos anos, dando lugar muitas vezes a novas combinações surpreendentes.

O nosso mundo toma nova forma, criamos algo de novo que dá lugar a um “todo” diferente.

O todo é sempre diferente da soma das partes.  Como é que isso acontece?  

Quando olhamos para as coisas, formas ou objectos, a proximidade ou semelhança entre si determina a percepção que temos delas e quando esses objectos estão agrupados, são vistos como um todo.

No fundo, o que fazemos é reduzi-los a coisas simples.

Devo confessar que nem sempre percepciono a realidade, que me é mostrada, dessa forma. Há muita actividade criativa no sentido da complexidade, embora quase sempre, indesejável!

A criatividade vai depender dessas percepção e a realidade, entenda-se “verdade”, que “só” faz sentido para quem cria leis ou se embrenha em filosofia, vai ser o resultado de muitas percepções.

Quando percepciono crio a minha verdade! E porque há muitas verdades possíveis eu tenho necessidade de ser criativo!

Será que isto tem de alguma maneira a ver com empatia?

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Thinking about empathy!

When I think about connectivity and creativity I imagine a complex universe of relations and connections with feature-rich and full of surprises.

Some of the factors seem, at times, more important than others, but the truth is every single one is a fundamental part of the answer:

Connectivity generates creativity?

For Sternberg and Lubart creativity is a confluence of six factors:

-Intellectual capacity

-Knowledge

-Thinking styles

-Personality

-Motivation

-Environmental context.

People who are more creative are more likely have divergent thoughts, exhibit higher levels of cognitive complexity and flexibility, and are better at dealing with unstructured and ambiguous situations.

This could mean that a creative person has some salient features such as tolerance for ambiguity, self-confidence (in the creative activity), independence and autonomy in decision making, persistence and self-discipline, a very peculiar narrative and belief in the activity carried out.

Above all, one could think that underlying it all there is an empathic attitude.

A creative person is or not necessarily empathetic?

Sometimes we hear or read stories about creative people which highlight the insight, the retreat and the alienation from the world.

Today, it makes no sense to think that way. Today, the world is all about connectivity, relationships, even if virtual, where knowledge is a strong exchange currency between individuals and groups which promotes creativity through connections.

The role of creative people is to connect things which, apparently, are not related. In an increasingly connected world through Web 2.0, the amount of loose ends on information, grows every day and opportunities to generate ideas accompany that growth.

The environmental context in which individuals are embedded is, of course ,an important factor to consider when talking about a wealth of ideas, either by their number or by their “quality”, i.e. scope, complexity and effectiveness of solving problems or meeting needs.

It is in this respect, people needs, that the question of another need is raised, that of empathy.

Can it be that, for an idea to be valid, or really of value, it needs to fit in with an existing need, even if hidden? Is it necessary to have an empathic attitude towards people to solve the problems?

I have no doubt that it takes the thorough understanding of the problems to generate ideas susceptible to satisfy the real needs of the consumers/users, but there are hidden needs, therefore not satisfied, which will only be satisfied in the event of a wide connectivity environment in the creative process.

“The Internet is a direct expression of the emerging energy structure of the planet in which the need of the individual can be met within the organic evolution of the whole, and the evolution of the whole served through the free participation of each individual” – Llewellyn Vaughan Lee

Connectivity, is not just the physical attributes and technicians who, where and how we connect with somebody. There is a vacuum that must be filled, focused on the quality of the communications and where empathy must take a prominent place.

Do you want to comment?

 

Pensar em empatia!

Quando penso em criatividade e em conectividade, imagino um universo complexo de relações e conexões, cheio de atributos e de surpresas.

Alguns dos factores parecem, em determinados momentos, ser mais importantes que outros, mas a verdade é que cada um deles é parte fundamental da resposta a:

A conectividade gera criatividade?

Para Sternberg e Lubart a criatividade é uma confluência de seis factores:

A capacidade intelectual, conhecimento, estilos de pensamento, personalidade, motivação e contexto ambiental.

As pessoas que são mais criativas, são mais propensas a pensar de forma divergente, exibem níveis mais altos de complexidade cognitiva e flexibilidade, e são melhores em lidar com situações não estruturadas e ambíguas.

Isto poderia significar que uma pessoa criativa possui algumas características mais salientes, como a tolerância para a ambiguidade, auto-confiança (na sua actividade criativa), independência e autonomia na tomada de decisão, persistência e auto-disciplina, uma narrativa muito peculiar e crença na sua actividade.

Acima de tudo, poder-se-ia pensar que subjacente a tudo isto está uma atitude empática.

Uma pessoa criativa é ou não, necessariamente empática?

Por vezes ouvimos ou lemos relatos sobre pessoas criativas onde se destaca a introspecção, o retiro e o alheamento do mundo.

Hoje não faz sentido pensar dessa maneira. Hoje o mundo é de conectividade, de relações, mesmo que virtuais, onde o conhecimento é uma moeda forte nas trocas entre os indivíduos e grupos que promove a criatividade através de conexões.

O papel das pessoas criativas é ligar as coisas que aparentemente não se relacionam. Com um mundo cada vez mais ligado através da Web 2.0 a quantidade de pontas soltas na informação, aumenta todos os dias, e as oportunidades de geração de ideias acompanham esse crescimento.

O contexto ambiental onde as pessoas se inserem, é naturalmente um factor que importa considerar, quando falamos de riqueza de ideias, quer pela sua quantidade quer pela sua “qualidade”, isto é abrangência, complexidade e eficácia de resolução de problemas ou satisfação de necessidades.

É relativamente a este aspecto, necessidades de pessoas, que se levanta a questão de uma outra necessidade, a da empatia.

Será que, para que uma ideia seja válida, ou realmente com valor, ela precisa de se encaixar numa necessidade existente, mesmo que oculta? Será que para isso é necessário ter uma atitude empática com as pessoas para solucionar os problemas?

Não tenho dúvida que só a compreensão profundo dos problemas permite que haja geração de ideias capazes de satisfazer reais necessidades dos consumidores/utilizadores, mas há necessidades ocultas, portanto não satisfeitas, que só serão satisfeitas de existir um ambiente de conectividade amplo no processo criativo.

“A Internet é uma expressão directa da estrutura energética emergente do planeta em que as necessidades do indivíduo podem ser satisfeitas dentro da evolução orgânica do todo, e a evolução do todo, servida através da livre participação de cada indivíduo.” – Llewellyn Vaughan Lee

 

A conectividade, não são apenas os atributos físicos e técnicos de quem, onde e como, se conecta com alguém. Existe um vácuo que deve ser preenchido com foco na qualidade das comunicações e onde a empatia deve ocupar lugar de destaque.

Quer comentar?

 (Texto em Português depois deste)

Twitter, Facebook and other social networks

When dealing with organizational development interventions, it is easy to recognize the emotions that revolve around issues of change. We hear of disillusionment, fear, skepticism and we hear of excitement and anticipation.

There are other clicks within an organizational environment which can trigger emotional reactions susceptible to make the development efforts of the organization unfeasible, especially as it braces itself for the change, giving free rein to the creativity and innovation.

To know the nature of emotion clicks within the organizational environment helps to cope with feelings which are more concrete and effective for interventions in the organization’s development.

But all of us have, at one time or other, tried to hide this or that word or facial expression. By doing so, all we are trying to do is not to give away any indication regarding our emotional state.

But what do we do, what are we, behind the keyboards or screens when we send or receive messages on a network?

To ponder and recognize our own emotions and those of others helps us find our balance and allows for a positive environment!

Many of us have experienced situations on Twitter or Facebook which caused us joy or led to dissatisfaction. For example, we waited for someone to answer a question and received no response or suddenly the number of followers or fans rose considerably, without us having done anything, apparently.

In an organization and on a face to face situation I can:

-Assume responsibility for my emotions.

-Restructure negative situations to face challenges.

– Know my own click to positive and negative emotions.

-Ask, “What can I change?” whenever confronted with an emotionally charged situation.

And on social networks, how do I do it?

The management of emotional states is not easy especially when there are negative emotional states.

For instance, the constructive management of negative emotional states which inevitably arise in romantic relationships may be a critical facet of dealing with the world.

It can be critical because it is built this way. These relationships often serve as refuges from emotional stress in the workplace.

And sometimes “it backfires.” Relations increase stress rather than decrease, and when that happens, then there are problematic behaviors.

And what happens with social networking?

“When activated in the context of intense emotion, it seems that the frontal cortex helps to control the intensity of negative emotions which emerge in social relations. When this region of the brain is not effective or when the intensity of the conflict is too great, people need to learn behavioral strategies to cope with the emotional response. For some people, this strategy can be as simple as counting from 1 to 10 before doing something which they might regret later. “- Dr. John Krystal, editor of Biological Psychiatry,

The cognitive and behavioral strategies may be important components in controlling the intensity of negative emotions.

In fact, you can create strategies to facilitate the management of emotions and prevent the burnout in both fields of our interaction, work and “romantic” relationship.

Also according to Krystal, the results “suggest” that the image can provide potentially useful information about who may be vulnerable to mood and behavior problems after a stressful event.

And when there is no image on the social networking?

Stressful situations experienced at work and the inability to establish contact with the family are, undoubtedly, familiar recollections. The adverse also seems true.

Our ability to manage our emotions, at work, depends on our status as employees in organizations.

Managing emotions at work is psychologically distressing for the individuals, when it increases the feeling of strangeness towards their true feelings. One goes by the anguish of incomprehension that can generate outrage and the assumption of the role of victim.

And the submerged part of the social networks?

But if counting to ten may be a strategy for some people other strategies we will find, to manage our emotions with the aid of the frontal cortex, to strike a balance in our “romantic” relations and work.

Connect! Disconnect!

 

Esconder emoções atrás de 140 caracteres

O Twitter, O Facebook e as outras redes

Ao lidar com intervenções de desenvolvimento da organização, é fácil reconhecer as emoções que giram em torno de questões da mudança. Ouvimos falar de desilusão, medo, cepticismo e ouvimos falar de emoção e antecipação.

Existem outros cliques dentro do ambiente organizacional que podem causar reacções emocionais que poderiam inviabilizar os esforços de desenvolvimento da organização, principalmente quanto a organização se prepara para a mudança, dando asas à criatividade e à inovação.

Conhecer a natureza dos cliques emoção dentro do ambiente organizacional ajuda a lidar com sentimentos mais concretos e eficazes para intervenções de desenvolvimento da organização.

Mas, todos nós, já alguma vez, experimentamos esconder, esta ou aquela palavra ou expressão facial. O que procurámos com isso é não fornecer dados sobre o nosso estado emocional.

E o que fazemos e o que somos por trás dos toques, teclas ou ecrãs quando estamos enviamos mensagens ou as recebemos numa rede?

Reflectir e reconhecer as nossas próprias emoções e as dos outros ajuda a encontrar o equilíbrio e permite um ambiente positivo!

Muitos de nós já experimentamos situações no Twiiter ou Facebook que nos causaram alegria ou nos levaram para a insatisfação. Por exemplo esperávamos que alguém respondesse a uma questão e não obtivemos resposta ou de repente o número de seguidores ou fãs subiu consideravelmente, sem que, aparentemente, tivéssemos feito alguma coisa.

Numa organização e num estado presencial eu posso:

Assumir a responsabilidade pelas minhas emoções.

Reestruturar situações negativas face a desafios.

Conhecer o meu próprio clique para emoções positivas e negativas.

Perguntar, “O que posso mudar?” sempre que confrontado com uma situação carregada emocionalmente.

E nas redes sociais, como faço?

Fazer a gestão de estados emocionais, não é fácil, principalmente quando são estados emocionais negativos.  

Por exemplo, a gestão construtiva dos estados emocionais negativos que surgem inevitavelmente em relações românticas, pode ser uma faceta crítica de lidar com o mundo.

Ela pode ser crítica porque foi construída com esse sentido. Estas relações normalmente servem como refúgios emocionais das tensões do mundo do trabalho.

 E por vezes “sai o tiro pela culatra”. As relações aumentam o stress em vez de o diminuírem, e quando isso acontece, passam a existir comportamentos problemáticos.

E nas redes sociais?

“Quando activado no contexto de intensa emoção, parece que o córtex frontal, ajuda a controlar a intensidade das emoções negativas que emergem nas relações sociais. Quando essa região do cérebro não é eficiente activada ou quando a intensidade do conflito é muito grande, as pessoas precisam aprender estratégias comportamentais para lidar com a resposta emocional. Para algumas pessoas, esta estratégia pode ser tão simples como contar até 10 antes de fazer algo de que se possa arrepender mais tarde. ”  – Dr. John Krystal, editor da Biological Psychiatry,

As estratégias cognitivas e comportamentais podem ser componentes importantes no controle da intensidade de emoções negativas.

De facto, é possível criar estratégias capazes de facilitarem a gestão das emoções e evitar o desgaste em ambos os campos da nossa interacção, trabalho e relação “romântica”.

Ainda segundo Krystal, os resultados “sugerem que a imagem pode fornecer informações potencialmente úteis sobre quem pode estar vulnerável ao humor e problemas de comportamento após um evento stressante.

E nas redes sociais?

São certamente imagens comuns no nosso recordatório, as situações de stress vividas no trabalho e a incapacidade de as desligar ao estabelecer contacto no ambiente familiar. O inverso também parece verdadeiro.

A nossa capacidade de gestão das emoções, no trabalho, depende do nosso estatuto como colaboradores, nas organizações.

Gerir emoções no trabalho é psicologicamente angustiante para os indivíduos, quando se aumenta a sensação de estranheza em relação aos seus sentimentos verdadeiros. Passa-se pela angústia da incompreensão que pode gerar revolta e a assumpção do papel de vítima.

E a parte submersa das redes sociais?

Mas se contar até dez pode ser uma estratégia para algumas pessoas, outras estratégias encontraremos para, ao gerir as nossas emoções com o auxílio do córtex frontal, encontrar o equilíbrio nas nossas relações “românticas” e de trabalho.

Conecta! Desconecta!

(Texto em Português depois deste)

I do not know and I need help to settle my curiosity!

There are many examples of creative people who are called up individually by the works they produced and that delight our senses!

The result of his work began with the act of turning imaginative and new ideas into reality, required passion and commitment, brought to our awareness what was previously hidden and now points to a new life. That’s creativity.

A leader is a leader because it looks constantly to the future but also looks for people with whom he interact in his team or organization.

Would Chopin, Gaudi or Michelangelo as creative people needed a leader?

Or were they leaders of creative people who contributed to the final result?

Or…

Leadership is the ability to mobilize people towards established goals to produce sustainable change and because it is good for the leader and for those most important to him: employees, customers or consumers / users.

Today is certainly not very different from that over the centuries the role of leader depends on the circumstances under which they were. The story of Florence is a good example!

In times of war where differences of technological development done are felt more strongly, the creative leaders capture what the less creative leaders call of threats and use them as opportunities and challenges.

No! I was not talking only of war with death, casualties, aviation, marine and infantry, also I mean the war business!

Here is where you can read:

Warning: If you are not continually improve the resilience of the three major inhibitor of creativity – the fear of failure, guilt because you think it is selfish and ignorance of what is possible – then you are missing opportunities to strengthen your capacity to win in a world increasingly uncertain.

This warning applies equally to the leader and any member of a team where creativity is an assumed value.

Today, the more common reality in organizations, not considering the supposed lack of creativity, is a hierarchy that intersects with leadership and for that reason any creative activity may be subject to many constraints, including lack of empathy.

There is nothing better than working with interdisciplinary teams when it comes to reinforcing the “gene” empathy.

At such times leadership should be translated as the facilitator of creative environments, not to mention its advisory role in many cases. Creativity needs space but also needs context.

In organizations that leaders must learn to look at all of its employees! Good ideas can come from any employee, even the most unpredictable and it is necessary to create a climate of openness.

Any idea is good till be properly evaluated and considered inappropriate.

It is here that leaders function more as facilitators and catalysts. A leader should motivate team members, clarify difficult issues, and orchestrate the efforts of all.

This means enhancing communication, exploring alternatives to extend the boundaries, keep the whole team, and move the group to strike a balance between the possible (not just provrd) and strategically aligned.

The moments in which leadership can exercise authority, are the moments of nap! 🙂

 

A criatividade precisa de um líder?

Não sei e preciso de ajuda para sossegar a minha curiosidade!

Há tantos exemplos de pessoas criativas que são evocadas individualmente pelas obras que produziram e que fazem as delícias dos nossos sentidos!

O resultado do seu trabalho começou com o acto de transformar ideias imaginativas e novas em realidade, exigiu paixão e compromisso, trouxe à nossa consciência o que antes estava oculto e aponta agora para uma nova vida. Isso é criatividade.

Um líder é um líder porque olha constantemente para o futuro mas olha também para as pessoas com quem interage na sua equipa ou organização.

Será que Chopin, Gaudi ou Miguel Ângelo enquanto pessoas criativas precisaram de um líder?

Ou eram eles líderes de pessoas criativas que colaboraram para o resultado final?

Ou…

A liderança é a capacidade de mobilizar pessoas em direcção metas estabelecidas, para produzir uma mudança sustentável e porque isso é bom para o líder e para as pessoas mais importantes para ele: colaboradores, clientes ou consumidores/utilizadores.

Hoje não é certamente muito diferente do que foi ao longo dos séculos dependendo o papel do líder das circunstâncias em que se encontravam. A história de Florença é um bom exemplo!

Em alturas de guerra  onde as diferenças de desenvolvimento tecnológico se fizeram e fazem sentir com mais força, os líderes criativos capturam o que líderes menos criativos chamam de ameaças e usam-nas como oportunidades e desafios.

Não! Não estava a falar só de guerra com mortos e feridos, aviação, marinha e infantaria, também me refiro à guerra dos negócios!

É aqui que se pode ler:

Aviso: Se não está continuamente a melhorar a superação dos três grandes inibidores da criatividade – o medo do fracasso, a culpa por pensar que é egoísta e a ignorar o que é possível – então está a perder oportunidades para fortalecer a sua capacidade de vencer num mundo cada vez mais incerto.

Este aviso, tanto se aplica ao líder, como a qualquer membro de uma equipa onde a criatividade é um valor assumido.

Hoje, a realidade mais comum nas organizações, não considerando a hipotética falta de criatividade, é que existe uma hierarquia que se confunde com liderança e por tal razão qualquer actividade criativa pode estar sujeita a muitos constrangimentos, incluindo a ausência de empatia.

Nada melhor que trabalhar com equipas interdisciplinares quando se trata de reforçar o “gene” empatia.

Nestas alturas a liderança deve ser traduzida como a facilitadora de ambientes criativos, não descurando o seu papel consultivo em muitos casos. A criatividade precisa de espaço mas também precisa de contextualização.

Nas organizações os líderes têm que aprender a olhar para todos os seus colaboradores! As boas ideias podem vir de qualquer colaborador, mesmo do mais imprevisível e para isso é necessário criar um clima de abertura.

Qualquer ideia proposta é boa até ser devidamente avaliada e considerada inadequada.

É aqui que os líderes funcionam mais como facilitadores e catalisadores. Um líder deve motivar os membros da equipa, esclarecer as questões difíceis, e orquestrar os esforços de todos.

Isto significa intensificar a comunicação, explorar alternativas, alargar as fronteiras, manter toda a equipe envolvida, e mover o grupo para um equilíbrio entre o possível (não só o provado) e o alinhado estrategicamente.

Os momentos em que a liderança pode exercer a autoridade, são os momentos da sesta! 🙂

(Texto em Português depois deste)

 

Curiously simple

My curiosity always questions why a movement is there, or what emotions are linked to that movement at certain points within the music. It’s important to know and think what you are dancing about as you don’t want to disrespect the choreography, the choreographer nor perform the dance with the wrong emotions. It all comes back to the joys of learning and developing your skills on how to execute movements.”

We feel curiosity when we feel a gap between what we know and what we do not know, so it all comes back to learning.

Curiosity can be defined as a need or desire for knowledge that is essential for motivation.

Curiosity is our main ally in understanding the complexity that involves many challenges we face today.

Almost everything seems complex and yet many of us are looking for is simplicity.

Recent studies Say That most leaders and managers (CEOs) Identified complexity to the challenge. They want the creative leadership, to reinvent relationships with customers and Adopt a customer-centric approach.

It “seems in fact a complex world When dealing with relationships with people in an environment in constant development, But there are tools to decode this complexity and present it the simplicity.

For example, stories are an important component of direct sales. The stories always Have Been a fundamental part of any business model works, Although with different strategies.

Different Strategies in the narrative Have a very strong role in knowledge transfer. If we’re in the situation face to face, There Is Almost Always room for a very sentimental approach Can Effectively grab the attention of recipients. This personalization Contribute to identification with the content and the information to Be transferred.

The goal of any story is to create enough curiosity to take a step forward. Curiosity Plays a critical role in the brain’s innate Ability to Bridge the Gap Between what we know and not know of.

We tell stories because we want to Achieve These stories and what results we want to Achieve is the comprehension of complex things.

And I think the best way to tell the story of how simplicity can live with   complexity is seeing here  The laws of simplicity  – John Maeda

Do you want to comment?

 

Três espaços – Complexidade, Curiosidade e Storytelling

A minha curiosidade pergunta sempre, por que é que um movimento está lá, ou porque as emoções estão ligadas a esse movimento, em determinados pontos, dentro da música. É importante saber e pensar o que se está a dançar, sobre como não se queria desrespeitar a coreografia, o coreógrafo, nem executar a dança com as emoções erradas. Tudo volta para as alegrias de aprender e desenvolver as competências para executar os movimentos.”

Nós sentimos a curiosidade quando sentimos uma lacuna entre o que sabemos e o que não sabemos, por isso tudo volta à aprendizagem.

A curiosidade pode ser definida como uma necessidade, ou desejo de conhecimento que é fundamental para a motivação.

A curiosidade é o nosso principal aliado para compreender a complexidade que envolve muitos desafios com que nos deparamos hoje.

Quase tudo parece complexo e contudo o que muitos de nós procuramos é a simplicidade.

Estudos recentes dizem que grande parte dos líderes e gestores (CEOs) identificaram a complexidade como um desafio. Eles querem uma liderança criativa, reinventar relações com os clientes e adoptar uma abordagem centrada no cliente.

Parece um mundo de facto complexo quando se abordam as relações com pessoas num ambiente em constante desenvolvimento, mas há instrumentos capazes de descodificar essa complexidade e apresentá-la como simplicidade.

Por exemplo, as histórias são um componente importante da nas vendas directas. As histórias sempre foram uma parte fundamental em qualquer modelo de negócio funciona, embora com estratégias diferentes.

As diferentes estratégias na narrativa têm um papel muito forte na transferência de conhecimentos. Se estivermos numa situação cara-a-cara, há, quase sempre, lugar a uma abordagem sentimental pode muito efectivamente capturar a atenção dos destinatários. Esta personalização contribui para uma identificação com o conteúdo e com a informação a transferir.

O objectivo de qualquer história é criar curiosidade suficiente para dar um passo em frente. Curiosidade desempenha um papel crítico na capacidade inata do cérebro de preencher a lacuna entre o que sabemos e o que não sabemos.

Contamos histórias porque queremos que essas histórias atinjam resultados.

E eu penso que a melhor maneira de contar a história de como a simplicidade convive com a complexidade é seguindo as leis da simplicidade de John Maeda

 
 

 

(Texto em Português depois deste )

Surprising findings

 

There is something very different between what we find  suddenly and what we discover as a result of a systematic and persistent work with logical deduction.

In the first instance it  can be due to serendipity or the faculty of making happy discoveries by accident.

Put it in another way:

The art of finding what we are not seeking when looking for what we do not find!

It is an art and as such it can be practiced. When problems arise in our path we tend to resolve them, i.e., look for solutions. It is a matter of focus! We either face the problems or intentionally turn away from them, and in situations of escape the unexpected can happen.

It is serendipity.

The basic principle to prevent the occurrence of serendipity is to avoid favourable environments

If I don’t pull out the weeds in my garden, I know I won’t have flowers. However, cleaning the ground does not guarantee it will produce beautiful flowers.

The ideas that happen by chance are not built, but the chance may be a favorable environment for ideas to happen!

At home, in a workgroup or an organization, if I keep the information, very tidily organised, I will never be able to combine the ideas at random, and therefore new ideas will not emerge.

Mixing information occasionally may bring surprising results.

Some topics that may be useful to explore the activity of finding something by accident:

– Work with analogies!
– Think about ways to combine sensitivity with the casual!

– Find a special place to think about anything!

– Choose the best times of the day to think about nothing!

– Discover in which field of knowledge do ideas occur by chance

– Check how many random thoughts were the result of misperceptions!

Serendipity is often associated with intuition, but intuition is indeed often linked to decision making and not exactly the birth of a casual idea.

Those who enjoy jazz, easily associate improvisation to serendipity and extraordinary musical discoveries. Jazz is perhaps a good example to opine that the sudden occurrence of ideas can be planned.

In this case, exercise will have to do with the frequency of events.

The important thing to enable ideas to pop up or bubble  is to create a good environment so as to release the day to day tensions and leave room for the imagination.

Finally I can only wish you bon voyage, if you continue to think about serendipity, because a study showed that transatlantic travel presented new possibilities for imagination and creativity to travelers.

Or take a seat  on a terrace by the sea on a small island and then tell me what happened!

 

Ideias que rebentam como as ondas

As descobertas surpreendentes

 

Há algo de muito diferente entre aquilo que descobrimos repentinamente e o que descobrimos fruto de um trabalho sistemático e persistente com dedução lógica.

No primeiro caso poderemos estar face a uma serendipidade ou a faculdade de fazer descobertas felizes e por acidente

Dito de outra maneira:

A arte de encontrar aquilo que não procuramos, ao procurar aquilo que não encontramos!

É uma arte e como tal pode ser praticada. Quando nos surgem problemas o nosso caminho tende para os resolver, isto é, procurar soluções. É uma questão de foco! Ou encaramos os problemas ou nos afastamos intencionalmente deles, e nas situações de fuga o inesperado pode acontecer.

É a serendipidade.

O princípio fundamental para que a serendipidade não aconteça é, evitar ambientes favoráveis.

Se no meu jardim, eu não retirar as ervas daninhas eu sei que não vou ter flores. No entanto se as limpar do terreno, nada me garante que elas vão dar flores bonitas.

A ideias fruto do acaso não são construídas, mas o acaso pode ter um ambiente favorável para que as ideias aconteçam!

Em casa ou num grupo de trabalho ou ainda numa organização, se eu mantiver a informação, muito disciplinadamente arrumada, nunca conseguirei combinar as ideias ao acaso, e consequentemente novas ideias não surgirão.

Misturar ocasionalmente informação pode trazer resultados surpreendentes.

Alguns tópicos que podem ser úteis para explorarmos a actividade de encontrar algo por acidente:

 

– Trabalhar com analogias!
– Pensar em formas de combinar a sensibilidade com o casual!

– Procurar um lugar especial para pensar em nada!

– Escolher, os melhores momentos do dia, para não pensar em nada!

– Analisar em que área do conhecimento é que ocorrem ideias por acidente!

– Verificar quantas ideias casuais foram resultado de percepções incorrectas!

A serendipidade é, muitas vezes, associada à intuição, mas de facto a intuição ocorre frequentemente ligada à tomada de decisão e não propriamente ao nascimento de uma ideia casual.

Para quem aprecia jazz, associa facilmente a serendipidade ao improviso e a descobertas musicais extraordinárias. O jazz é, talvez, um bom exemplo para alvitrar que a ocorrência de ideias repentinas pode ser planeada.

Neste caso o exercício terá a ver com a frequência dos acontecimentos.

No fundo, o importante, para que as ideias saltem ou borbulhem, é criar um bom ambiente, libertar as tensões do dia-a-dia e deixar lugar à imaginação.

Por fim resta-me desejar-lhe boa viagem, se continua a pensar em serendipidade, pois um estudo mostrou que as viagens transatlânticas apresentavam novas possibilidades de imaginação e criatividade para viajantes.

Ou então fique sentado numa esplanada junto ao mar numa ilha de pequenas dimensões e depois conte-me o que se passou!