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Attitudes, behaviors and knowledge

When there is the intention of performing a specific behavior, we suffer combined influences, of the standards and controls of society in our attitudes.

– What happens if this particular behavior, is change?

– What is the value of our knowledge?

– What is our attitude?

Attitudes are typically derived from trials that everybody does and are rooted in affection, behavior change and cognition. That is, the attitude is a set of a person’s inner thoughts and feelings, while the behavior is usually an outward expression of attitude.

The behaviors often but not always, reflect the established beliefs and attitudes.

After all, the attitude is a little thing that makes a big difference!

We may think that knowledge plays an important role in getting people to begin to change behavior, but this is far from true. 

The ability to socialize with others and encourage them to cooperate to bring about change can be called Social Intelligence, or a combination of five dimensions that reflects our potential when we interact with other individuals.

– Presence – The feeling we have of how our image is perceived.

– Clarity – Our ability to express themselves clearly, to explain concepts and using language effectively, which translates into acceptance through ideas.

– Consciousness – Our ability to understand the social contexts that influence behavior, and through that understanding to develop a strategy for success.

– Authenticity – The way we behave to create a perception of honesty.

– Empathy – Our ability to create a sense of connection with others and encourage them to cooperate.

We know that empathy is an individual capacit , which lies within the person, but in fact arises only when there is an exchange . For this exchange takes place  we must use our ability to understand the intentions and desires of others and thus to relate well in society.

It is the social intelligence that allows us to return, and this is useful for organizations where we do work, because knowledge must be socialized.

The knowledge itself, when only related with the personal data of two parties has not, usually, big trouble.

However we know that most companies have a lot of information scattered departments within them. The content that (should be “knowledge”) is contained in various systems, folders and storage units, which does not allow its management to be shared.

A social attitude in the face of knowledge enables increased productivity and employee satisfaction in the organization and facilitates the acceptance of change.

If we think that eighty -five percent of workers in “Desks” say they are unable to access the right information at the right time, which is a waste of time, easily conclude that there is no collaboration and that without this change behavior is difficult.

Having a good social climate and tools based on new technologies, employees can focus their time on their own competences, and focus on the objective of the business instead of wasting time searching for and validating information.

We are in an environment where we have people, technologies and tools with which we engage.

If we consider all these elements as part of a dynamic structure of knowledge, when we realize how to use it, communication becomes effective, so that it becomes invisible to us , and knowledge becomes collaboration.

Our social intelligence is then put to the test.

In a final approach, the rapid discovery, with high quality, relevant information, improves organizational effectiveness and create an enabling environment for other adventures. It is the adventure of discovery, creativity and innovation.

A clean environment in the information field inspires and creates space to develop our emotional self -awareness and improving interpersonal relations.

Then yes, perhaps the knowledge may have a role in behavioral change.

It’s easy to understand the intentions and desires of others?

– May be! By asking questions!

Para que serve o conhecimento, quando a mudança é necessária ?

Atitudes, comportamentos e conhecimento

Quando existe a intenção de realizar um comportamento específico, sofremos influências, combinadas, das normas e controlos da sociedade nas nossas atitudes.

E se esse comportamento específico é a mudança?

Qual o valor do nosso conhecimento?

Qual é a nossa atitude?

Atitudes são tipicamente derivados de julgamentos, que toda gente faz e estão enraizadas no afecto, na mudança de comportamento e na cognição. Ou seja a atitude, é um conjunto de pensamentos interiores de uma pessoa e dos seus sentimentos, enquanto o comportamento é normalmente uma expressão externa da atitude.

Os comportamentos geralmente, mas nem sempre, reflectem as crenças estabelecidas e atitudes.

Afinal a atitude, é uma coisa pequena que faz uma grande diferença!

Nós podemos pensar que conhecimento desempenha um papel importante para conseguir que as pessoas comecem a mudar o comportamento, mas isso está longe de ser verdade.

A capacidade de conviver com outros e incentivá-los a colaborar no sentido de provocar a mudança, pode chamar-se Inteligência Social, ou seja uma combinação de cinco dimensões que traduz o nosso potencial quando interagimos com outros indivíduos.

– Presença – A sensação que nós temos da forma como a nossa imagem é percebida.

– Clareza – A nossa capacidade de expressão clara, ao explicar conceitos e usando a linguagem de forma eficaz, o que se traduz em aceitação através das ideias.

– Consciência – A nossa capacidade de compreender os contextos sociais que influenciam o comportamento e através dessa compreensão definir uma estratégia de sucesso.

– Autenticidade – A forma como nos comportamos para criar uma percepção de honestidade.

– Empatia – A nossa capacidade de criar um sentimento de ligação com os outros e incentivá-los a colaborar.

Nós sabemos que a empatia é uma capacidade individual, que reside no interior da pessoa, mas só surge quando de facto há uma troca. Para que esta troca se realize, temos de usar a nossa capacidade de entender as intenções e os desejos dos outros e consequentemente de nos relacionarmos bem em sociedade.

É a inteligência social que nos permite a troca, e isso é útil para as organizações onde realizamos trabalho, pois o conhecimento deve ser socializado.

O conhecimento em si, quando encerra apenas os dados pessoais de dois interlocutores não apresenta, normalmente, grandes transtornos.

No entanto nós sabemos que maioria das empresas têm muitas informações espalhados departamentos dentro delas. O conteúdo que (deveria ser “saber”) está contido em vários sistemas, pastas e unidades de armazenamento, o que não permite a sua gestão, para poder ser partilhado.

Uma atitude social face ao conhecimento permite um aumento de produtividade e de satisfação nos colaboradores da organização e facilita a aceitação da mudança.

Se pensarmos que oitenta e cinco por cento dos trabalhadores de “secretária”, dizem não serem capazes de aceder à informação certa, no momento certo, o que é um desperdício de tempo, facilmente concluímos que não existe colaboração e que sem esta a mudança de comportamento é difícil.

Havendo um bom clima social e ferramentas baseadas nas novas tecnologias, os funcionários podem concentrar o seu tempo nas suas competências próprias, e focar o objectivo do negócio, em vez de perder tempo a procurar e validar informação.

Estamos dentro de um ambiente, em que temos pessoas, tecnologias ferramentas e com que nos envolvemos.

Se considerarmos todos estes elementos como parte de uma estrutura dinâmica do conhecimento, quando percebermos como a usar, a comunicação torna-se eficaz, de tal forma que se torna invisível para nós, e o conhecimento passa a colaboração.

A nossa inteligência social está então posta à prova.

Numa abordagem final,  a descoberta rápida, com alta qualidade, da informação relevante, melhora a eficácia organizacional e cria um ambiente propício para outras aventuras. A aventura da descoberta, da criatividade e da inovação.

Um ambiente limpo no domínio da informação, inspira e cria espaço para desenvolver a nossa auto-consciência emocional e melhorar o relacionamento interpessoal.

Aí sim, talvez o conhecimento possa ter um papel activo na mudança comportamental.

– É fácil entender as intenções e desejos dos outros?

– Talvez, fazendo perguntas!

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Attitudes and behavior

Often unexpected reactions are what we see when we express our ideas that we think are seeds of innovation.

Expected or not attitudes ranging from the simple silence up to “Wow.”

Attitude is a psychological tendency that is expressed by evaluating a particular entity (in this case the idea) with some degree of favor or disfavor.

But from where are the attitudes?

These attitudes are the result, first, of parental influence over the years we have been molding.

Furthermore our peers, friends and persons of reference also help to mold our tendencies along with the media.

An important part of those responsibilities, it is however to our own experience with the attitudes, i.e., enhancing or not past attitudes.

Almost without realizing it when we think about the possibility of having a specific behavior, we work our mind based on the personal factor and social factor.

The personal factor is our attitude directed towards the implementation of behavior while the social factor is presented as the subjective norm that is the perception we have of how people or groups of people that are important for us accept or reject the behavior that may arise.

Now imagine that I have a good idea I think , capable of causing an extraordinary benefit to others and appreciate that creates great value in the organization.

If the behavior expected from people is negative I will have to amend it.

But to change people’s behavior, we have to change their intentions, and to change intentions we must change their attitudes or norms about the behavior.

And last but not least to change an attitude or norm, we must change beliefs about the behavior.

Some types of belief that we may want to change:

One type of belief is a thought that links an object (or person) with a characteristic or quality.

Our belief that an object has certain qualities and the way we assess those other qualities, form our attitudes towards the subject.

Ex: If that ball is blue and is round, about the size of a football and contains a signature that says I believe that Ronaldo was signed by him.

Another type of belief is a thought that ties our performance of certain behaviors. These beliefs about behavioral outcomes and related assessments results form our attitudes in performing behaviors.

One another type of belief is a thought that links the performance of our behavior with the approval or disapproval of people who are important to us.

Be the qualities of the object or person is the way I experience or the approval or not I get, I believe that my attitude is this or that.

And if I believe or I’m convinced that my attitude is the best face that idea, I try to convince others through observation, through the acceptance of information from any source as someone else or by inference of new beliefs than ever know.

When presenting my idea I do it in a warm atmosphere which provides a vision of quality , complementing the information with reputable third parties and conclude with successful experiences that infer a good future for my idea.

 

As nossas atitudes face a uma ideia!

Atitudes e comportamento

Reacções muitas vezes inesperadas são o que observamos quando expressamos as nossas ideias que julgamos serem sementes de inovação.

As atitudes esperadas ou não vão desde o simples silêncio ate ao “Uau!”.

Uma atitude é tendência psicológica que se expressa através da avaliação de uma determinada entidade (neste caso ideia) com algum grau de favor ou desfavor.

Mas de onde vêm as atitudes?

Essas atitudes são resultado, por um lado, da influência parental que ao longo dos anos nos foi moldando.

Por outro lado os nossos pares, amigos e pessoas de referência também contribuem para formar as nossas tendências juntamente com a comunicação social.

Uma parte importante dessas responsabilidades cabe no entanto à nossa própria experiencia com as atitudes, isto é, reforçando ou não atitudes passadas.

Quase sem darmos por isso quando nós pensamos sobre a possibilidade de ter um comportamento específico, nós trabalhamos a nossa mente com base no factor pessoal e no factor social.

O factor pessoal é a nossa atitude direccionada para a execução do comportamento enquanto o factor social se apresenta como a norma subjectiva ou seja a percepção que temos de como as pessoas ou grupos de pessoas que são importantes para nós aceitam ou rejeitam o comportamento que poderá surgir.

Agora imaginemos que eu tenho uma ideia que considero boa, capaz de causar um benefício extraordinário a terceiros e que estimo cria grande valor na organização.

Se o comportamento esperado das pessoas é negativo eu terei de o alterar.

Mas para alterar o comportamento das pessoas, nós devemos alterar suas intenções e para alterar intenções, nós devemos  alterar as suas atitudes ou normas sobre o comportamento.

E finalmente, mas não menos importante para mudar uma atitude ou norma, nós devemos mudar crenças sobre o comportamento.

Alguns tipos de crença que poderemos, querer mudar:

O primeiro tipo de crença é um pensamento que vincula um objecto (ou pessoa) com uma característica ou qualidade.

As nossas crenças de que um objecto tem certas qualidades e as nossas avaliações correspondentes dessas qualidades, formam as nossas atitudes em direcção ao objecto.

Ex: Se aquela bola é azul e é redonda, tem o tamanho de uma bola de futebol e contém uma assinatura que diz Ronaldo eu acredito que foi assinada por ele.

O segundo tipo de crença é um pensamento que vincula o nosso desempenho de alguns comportamentos. Estas crenças acerca dos resultados comportamentais e a correspondente avaliações dos resultados formam as nossas atitudes na realização de comportamentos.

O terceiro tipo de crença é um pensamento que vincula o nosso desempenho de um comportamento, com a aprovação ou desaprovação, de pessoas que são importantes para nós.

Seja pelas qualidades do objecto ou pessoa, seja pela forma como experiencio ou pela aprovação ou não que recebo, eu acredito que a minha atitude será esta ou aquela.

E se eu acredito, ou fico convencido, que a minha atitude é a melhor face aquela ideia, eu procuro, convencer os outros através da observação, através da aceitação das informações de alguma fonte como outra pessoa ou por inferência de crenças novas do que já sabem.

Ao apresentar a minha ideia eu faço-o num ambiente acolhedor o que proporciona uma visão de qualidade, complemento com as informações de terceiros com reputação e concluo com experiências de sucesso que infiram um bom futuro da minha ideia.

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