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Liderança e mudança na estrutura!

 

Hoje é claro, para a maioria das empresas, que não se podem dar ao luxo de apenas contarem e confiarem nas suas próprias iniciativas internas de inovação.

E para poderem obviar às limitações internas ela precisam de comprar, partilhar ou licenciar produtos e serviços externos às organizações.

A inovação aberta pode desempenhar um papel importante na solução. Ao quebrar as fronteiras tradicionais das empresas, a inovação aberta permite que a propriedade intelectual, ideias e pessoas possam fluir livremente, dentro e fora de uma organização. O que temos assistido até hoje é, com mais frequência, a entrada de novas ideias para a organização e pouca actividade na comercialização de ideias, de dentro para fora.

Este tipo de actividade deve-se fundamentalmente à forma como, a liderança das organizações têm sido exercida.

A liderança em inovação aberta deve-se focar em dois aspectos:

– Liderança de inovação e estrutura organizacional da inovação aberta.

– Liderança de actividades para facilitar a inovação aberta.

Nós sabemos que o medo é o maior constrangimento no desenvolvimento e sucesso de uma organização, e que para o vencer a liderança tem de ser feita com poderes de transparência e ao mesmo tempo de visibilidade. Os problemas reais têm de ser encarados e os fluxos de criatividade e de soluções tem de ser grandes.

Para que tudo isto aconteça a liderança deve adaptar, a sua estrutura e comportamento organizacional, à possibilidade de partilha de conhecimento e co-criação de ideais.

Os líderes estão a aprender a reformular as suas culturas e as suas abordagens operacionais, para facilitar o reconhecimento rápido dos desafios e ameaças, para ler as ambiguidades e dar respostas eficazes e pertinentes. 

A aplicação efectiva de uma política de Inovação aberta, implica um complexo processo de mudança organizacional, com especial atenção às pessoas, operações, políticas e cultura.

Implica também uma visão muito clara da direcção a seguir pela organização.

Assim, para uma facilitação da aplicação efectiva de uma estratégia de Inovação aberta, é necessária uma liderança conduzida por um líder visionário que é capaz de levar os membros da organização a trabalhar comprometidamente com um objectivo comum.

Uma liderança plástica, maleável capaz de se adaptar à mudança constante, e imprimir ritmo e eficácia, numa estrutura complexa e mutável.

Nas equipas de inovação aberta, as pessoas de diferentes organizações, com diferentes níveis de conhecimento e diferentes culturas organizacionais, trabalham em conjunto para desenvolver novos produtos, serviços ou mercados.

A diversidade organizacional “promete” a melhoria significativa na colaboração e criação de conhecimento, entre os intervenientes mas requer alguns cuidados. Por isso é necessário que todo o processo seja bem claro e entendido por todos.

A inovação aberta, tem na sua base uma transferência de conhecimento abundante, que deve ser usado facilmente, para dar valor para a empresa que o criou.

O comportamento organizacional deve estar capacitado para as possíveis formas de realizar essas transferências de conhecimento e combater os medos carregados de experiências e práticas anteriores.

“Afinal, como e quando o conhecimento externo é necessário e usado, é, em larga medida, determinada pelo modelo de negócios das empresas, que descreve como o valor pode ser criado. a partir de inovações e, que elementos devem ser de origem interna ou externa.” – openinnovation.eu

Comente e acrescente ou corte!

A maravilha da observação

Não é rara a admiração com os caminhos muito diferentes que, muitos pensadores tomaram para chegar às mesmas conclusões. É o caso de pensadores chineses que através da meditação e do pensamento, há cinco mil anos, chegaram ao mesmo quadro do universo que Capra e o seu grupo de brilhantes jovens físicos construíram utilizando as disciplinas de Física moderna.

Nós fomos educados a reconhecer a autoridade do conhecimento naqueles que pelo seu nome ou com a sua escrita eram considerados modelos e sábios. Isso ajudou a construir dentro de nós um respeito muito próprio que impedia uma certa ousadia da nossa parte, para construir conhecimento por outras vias.

Subestimamos a nossa capacidade de fazer descobertas importantes, incluindo, a descoberta de nós próprios.

A descoberta de nós próprios, faz-se olhando para dentro de nós e, observando o comportamento do nosso meio envolvente. Desta forma ficamos a saber o que esperamos de nós, comparamos as nossas atitudes e comportamentos com os dos restantes membros do sistema e verificamos que tipo de relações ou conexões estabelecemos. No fundo praticamos a observação.

Mas afinal, qual é a importância das nossas próprias observações? Nós não somos autoridades reconhecidas no campo. Nós não lemos o suficiente nem escrevemos os livros didácticos de eleição. O que é que poderemos saber de importante?

A maneira habitual como, encaramos os acontecimentos, tem a ver com o nosso conhecimento e nossas crenças.

Ao observar, utilizamos um ou mais dos seus sentidos: visão, audição, olfacto, paladar e tacto, para recolher provas ou dados. De uma forma consciente, queremos que as observações que fazemos, sejam precisas e objectivas e evitem opiniões e preconceitos que se baseiam em determinados pontos de vista.

Tudo isto com o propósito de validar as nossas observações, para que elas resultem em aprendizagem, embora informal.

De uma forma mais estruturada diremos que, existem dois tipos de observações: qualitativa e quantitativa. Observações qualitativas são descrições reunidas como resultado dos nossos sentidos e sem a utilização de números ou símbolos quantitativos. Por exemplo,” o vento é forte” ou “o céu é azul”.

Observações quantitativas, são descrições  baseadas em medidas ou contagens e incluem números. Por exemplo ” 15 pessoas viram o filme” ou “Cão com 45 kg”.

Sempre que se dispuser a criar conhecimento através da observação considere:

Use todos os seus sentidos (visão, audição, tacto, paladar e olfacto) para fazer observações qualitativas.

Reveja suas observações, de forma sistemática, para estar certo que são precisas e objectivas.

Sempre que possível, conte ou utilize dispositivos de medição para fazer observações quantitativas. Certifique-se que inclui as unidades com suas medidas.

Quanto maior a precisão, melhor.

Agora que fez as suas observações, conte-me o que mudou! Obrigado!

Todas as disciplinas…

O pensador design deve mostrar no seu trabalho empatia, pensamento integrativo, optimismo, vontade de experimentar e colaboração.

No caso da empatia importa traduzir para atitude o conceito. O que é empatia?

Segundo Daniel Goleman a empatia pode vestir-se de três maneiras diferentes:

A primeira é, a “empatia cognitiva”. Basta saber como a outra pessoa se sente e o que pode estar a pensar.

A segunda é, “empatia emocional”. Provoca um contágio emocional, dependente, em grande parte, do sistema de neurónios espelho. A empatia emocional faz estar, alguém, em sintonia com mundo interior de outra pessoa.

São estes neurónios que, dão a dimensão à inteligência social, e que é, um conjunto de competências interpessoais associadas a circuitos neurais específicos que inspiram os outros a serem eficazes.

Os neurónios espelho, permitem ao indivíduo reproduzir emoções, detectadas nos outros e com isso, ter uma sensação instantânea de experiência compartilhada.

Finalmente a terceira, a empatia compassiva.Com este tipo de empatia que não só se entende, a situação de uma pessoa, como se sente com a pessoa e nos transformamos para a ajudar.

Que “empatia”, devemos usar ou não usar, como pensadores design?

O pensador design deve ter um pensamento integrativo. Pensar de forma integrativa, é encarar de forma construtiva as tensões de modelos opostos, e em vez de escolher um em detrimento do outro, deve gerar resolução criativa, que contém elementos dos modelos individuais, mas é superior a cada um. Criar um novo modelo! Este modelo, tem em consideração, inúmeras variáveis como, clientes, colaboradores, concorrentes, capacidades, estruturas de custos, etc. Pensar de forma integrativa é, considerar o problema como um todo, em vez de dividi-lo e tratar as partes.

O pensamento integrativo é uma competência fundamental para um trabalho interdisciplinar. As equipas em pensar design, não incorporam apenas designers ou engenheiros. Conhecer as pessoas, criar empatia e observar comportamentos e atitudes, também passa pela contribuição da sociologia, psicologia ou antropologia, e neste campo ainda há muita investigação por fazer.

Como diz Michael Roller, antropólogo, “pensar design, é um pedaço grande, do que é realmente “o pensamento das ciências sociais.” Os pensadores Design falam sobre ser centrado no ser humano e em “empatia”, e as ferramentas que usam, são métodos emprestados pela antropologia e pela sociologia. Acredite em mim, até muito recentemente, eles não ensinam pesquisas de clientes em escolas de design. Na verdade, quando comecei a trabalhar neste campo, a prática do design foi notavelmente solipsista.“

A vontade de experimentar, ultrapassando essa consequência de se acreditar que o conhecimento deve estar fundado em estados de experiência interiores e pessoais, a que Roller se referia (solipsista), bem como o optimismo, não são competências inatas.

A aprendizagem tem um papel fundamental, na construção do pensamento design e, começa com a capacidade de aprender a desenvolver o trabalho de forma colaborativa.

Analogia até no digital

 

Circulam rumores de que a inovação vai salvar a economia.

A inovação para enfrentar tamanho desafio tem de encontrar um método consistente e sustentável para produzir fluxos de ideias novas.

Novas ideias são, muitas vezes, antigas ideias embrulhadas em papel colorido. As antigas ideias são “recicladas” com equipamentos novos por um processo chamado de analogia.

Analogia é a capacidade de encontrar semelhanças em duas diferentes áreas do conhecimento que não parecem semelhantes na superfície.

Ou dito de outra forma a “transferência de um conhecimento prévio sobre uma situação familiar, chamada fonte, para uma situação que deve ser elucidada, chamada alvo.”  (Novick 1988)

As pessoas resolvem, os problemas todos os dias, usando analogias, com base em associações formadas ao longo do tempo. Este conjunto de normas de associação é também uma fonte de erro do indivíduo.

Estes padrões de associação dão às pessoas a capacidade de resolver problemas rapidamente, mas também limitam o espaço de busca da solução.

As associações padrão são úteis e prejudiciais.

A analogia é uma ferramenta eficaz para a comunicação de ideias e de novos produtos. Usar a analogia quando se fala de inovação é um factor-chave no desenvolvimento de uma ideia para passar as barreiras mentais dos decisores e executivos.

As ideias também deve sobreviver e prosperar, mesmo quando submetidas à linguagem e conteúdos variados de disciplinas como a engenharia, negócios ou design.

“As analogias, são omnipresentes na ciência, na teoria e na experimentação. Baseados num estudo etnográfico de um laboratório de pesquisa em engenharia neural, concentramo-nos num caso de inovação conceptual, onde o cruzamento de dois tipos de analogias levou a uma descoberta” – Nancy J. Nersessiana, e Sanjay Chandrasekharanb

Por exemplo, utilizando um aeroporto como uma analogia para um hospital, levou os administradores a agendar as descargas ao longo do dia, para melhorar o fluxo de pacientes. (Sue Kaiden),

A analogia proporciona tanto um foco claro como um processo de filtragem.

Mesmo num ambiente organizado, sempre que se juntam serviços, pessoas ou processos no desenvolvimento de um produto, é possível que os talentos de especialistas, proponham mudanças justificadas individualmente, mas que seriam erradas para a visão geral do produto.

A analogia é utilizada para tornar a inovação clara e específica.

É fácil ficar distraído ou mudar de foco quando um produto passa pelo processo de desenvolvimento. Quando se trata de um processo de inovação, o desenvolvimento da ideia, ganha mais clareza, mas também muda, e a mudança pode matar a ideia.

A analogia não é apenas um ponto focal da definição de uma ideia, a analogia também orienta, alinha e põe em evidência o produto.

O caminho do sucesso é feito com clareza e com o uso da analogia é mais provável que uma ideia seja solidificada na forma como foi originalmente concebida.

Descobrir o domínio certo e o sítio certo para uma analogia não é fácil, para fazê-lo é necessária, muita energia.

O truque para usar uma analogia, é perceber que já existem coisas que sabemos sobre o que nos poderia ajudar a resolver um problema novo.

Excesso de oferta causa congestionamento na central de tomada de decisão! 

Existe concerteza muita matéria útil e com pontos comuns, mas uma tão vasta gama de artigos, dificulta as opções de natal ou as leituras de alguém interessada nas matérias. 

Numa rápida busca, na Amazon, com temas resultantes de brainstorming, surgiram-me resultados surpreendentes: 

O conjunto de resultados é cópia directa do site da Amazon. 

Books“The future business” 

Showing 1 – 12 of 63,513 Results 

Dividido

Books › “Emotional business” 

Showing 1 – 12 of 10,603 Results 

  Books › “Design thinking business” 

 Showing 1 – 12 of 1,085 Results 

Books › “Design thinking” 

Related Searches: design

Showing 1 – 12 of 11,158 Results 

 Books › “creativity and innovation business

 Showing 1 – 12 of 2,268 Results

Books › “change and management” 

Showing 1 – 12 of 71,084 Results 

O conjunto de resultados é cópia directa do site da Amazon.

Talvez só um acto de serependidade possa resolver o problema de escolha, ou então teremos que ir já munidos de requisitos e decidir.

Estes livros fazem parte de um universo de cerca de 5 milhões disponíveis por esta via.

O mais natural será escolher o autor ou o título mais falado ou escrito recentemente. Mas se tivermos uma orientação a redução é catastrófica.

Leia e pense! Um bom conteúdo é como um bom pequeno almoço, dá energia, logo pela manhã!

Mudança de comportamento ou novos comportamentos?

 O foco na mudança de comportamento deve ser orientado para a aprendizagem de novos comportamentos.

Numa estrutura tradicional os recursos humanos tem como um dos seus objectivos integrar a formação na actividade profissional dos colaboradores da organização.

Em tempo de mudança é necessário que não o deixe de fazer.

Cientes de que um comportamento aprendido é moldado por uma abordagem intrínseca e por motivações evasivas, à medida que mudam os estímulos assim muda o comportamento, os RH devem facilitar essa aprendizagem alinhada com a estratégia da empresa ou organização.

Não é possível aprender um comportamento complexo de uma vez. Em vez disso, o processo deve ser construído ao longo do tempo por peças simples.

Qualquer novo comportamento é difícil de concretizar.

Os colaboradores receiam mostrar os seus resultados. Um clima facilitador torna-se urgente e a utilização de “empowerment” do riso ou humor torna-se útil. Fazer os outros rir e rir de si próprio sem nunca rir dos outros. Existem algumas técnicas para dar poder ao humor.

[slideshare id=1781806&doc=introtobehavioraldesign-090728144656-phpapp02]

Nem sempre as “regras” e a “moral” são aliadas da aprendizagem.

Um resguardo desse ambiente pode promover criatividade. A criatividade não é só de alguns, ela precisa é, de um meio ambiente favorável, para se desenvolver, qual colónia de bactérias. Também a aprendizagem necessita de um meio rico que pode ser implementado pelos RH. Não basta um lanche de confraternização, é necessário um banquete de motivação.

Um dos caminhos que os RH devem começar por indicar na condução dos recursos é a combinação da intuição com a razão.

A inovação, fundamental para a capacidade competitiva de uma empresa e do seu negócio, necessita dessa combinação. Poder descobrir caminhos que ultrapassam a razão, com atitudes menos explicáveis mas fundamentadas numa experiência não perceptível, pode ser um acto inovador.

Aprender uma nova forma de tomar decisões. Fazer coincidir aquilo a que se aspira com o que é possível.

A Web 2.0 para o departamento de RH pode ser vista como um conjunto de serviços interactivos, cujo correio é a Web, que permitem aos colaboradores o assumir maior responsabilidade pela sua própria experiência dentro da organização.

Ainda em fase de transição, para que seja bem sucedida, é importante que os RH percebam que a incorporação da Web 2.0 na sua organização significa como fornecer as ferramentas e que os RH estão a criar uma cultura de direito”.

Com a Web 3.0, começar-se-ão a usar as ferramentas que temos para a acção, uma ferramenta que é uma “extensão do homem”. É colaboração, e é focada nas pessoas, não é cega pela tecnologia.

Até lá os Recursos Humanos terão de ser, também, a complementaridade humana, para a eficácia da utilização das redes de sociais e de conhecimento.

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A viragem comportamental não se assiste apenas em quem pede, ela é fundamentel para quem trabalha a necessidade.

Para além da capacidade de observação e da necessidade de empatia  com os

Conforto e simplicidade

Conforto e complexidade

membros dos grupos onde o pensador design se insere é importante que ele seja capaz de converter uma necessidade num pedido.Interiorizar que é preciso aprender com a vida dos outros e não se centrar na validação das suas ideias. Isto é um passo para óptimas realizações.

 Nem sempre as ideias são boas e muitas vezes ao fazer o balanço da sua vida, o pensador verifica que no seu portfólio, há muitos insucessos.

Lentos e pesados

 David Kelley da IDEO guarda muitos desses insucessos e Tim Brown declinou a um dos seus mais antigos funcionários o pedido de um hangar para guardar protótipos de uma vida de trabalho.        

Elegante e potente

É necessária uma viragem comportamental de dentro para fora, para além do indivíduo.

Para se poder libertar o poder do pensar design (Kevin Clark e Ron Smith-IBM) é necessário que o pensador design recorra a:

Inteligência emocional – Conectar os dois hemisférios docérebro e alinhar a “cabeça, o coração e o “estômago” (Marc Gobé)

Inteligência integral – Manter a ideia geral na cabeça.

Inteligência experiencial – Compreender, observar, conceptualizar, validar e implementar.

Se um pensador design não puder usar desta liberdade corremos o risco de sermos absorvidos por uma  complexidade inútil.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=RNJl9EEcsoE&feature=related]

A inovação passa pela simplicidade e elegância.

 
 
Esta semana entre outras coisas eu disse:
Cavalos

Uma dupla de respeito Em: What do you know about HORSE FACILITATED LEADERSHIP DEVELOPMENT? Larissa Gies1. What would make you try this method with your managers? 2. What would make you think twice about using it? José: Hello Larissa! As a behavioral trainer at organizations I believe that we can learn a lot from horses, like trust, respect, communication, intensity, authentic, perception of domain and so on. I had some beautiful experiences with horses and, in a different environment from offices, I think leaders could develop their leadership skills as well as their creativity and innovative thoughts. Besides It’s always a personal growth!

Em:

Study – Collaborative Networks Produce Better Ideas (Raytheon field study)

Blog post: Hutch Carpenter
http://blog.spigit.com/

University of Chicago professor Ronald Burt conducted research on the supply chain management group at Raytheon. He analyzed the connections of employees with others inside the company, and assigned a score indicating whether they were well-connected or relatively insular. He then had the employees provide their best idea for improving operations. The ideas were then rated by two top managers.

Findings? Ideas from employees who had wider connections inside the organization consistently outperformed those of more insular employees. Access to more diverse opinions, knowledge and experience was a key driver in this result.

Innovation 2.0?

José:

Hi Hutch! Thank you for this thoughts.
Lack of communication within organizations or structural holes, in fact, disables agility to change conditions and innovation.
The action of brokers on that chain management brought qualitative value to the ideas produced. I think the results would be better if the research was conducted today with others resources (Web 2.0).
With web 2.0 all ideas produced in an organization may be expressed without cuts or criticism and observed for all the people.
It is possible now to minimize bad effects of informal contacts and have a higher performance with social networks, turning the island “linked in”:) to the continent (well-connected).
It is also necessary to provide the brokers or others (elements of an observatory) with skills that avoid “killer ideas” and realize fair evaluations.
As professor Burt said: “The easiest way to feel creative is to find people who are more ignorant than yourself.”, but that is not the best way to participate in the development of the organizations and to be Innovative.

Que futuro?

Em:

“Why Denmark – And Other Countries – Will Lose Their Innovation Capabilities – Stefan Lindegaard

 

José:

Hi Stefan!

Thanks for the chance of rethinking Portugal and other countries!

My own country, Portugal, has a big sand and sun instead a big whole (janine :)).
We have a “Technological Plan-Innovating Portugal” and a lot of needs and preoccupations.

I become worried when I think that, here, we don’t talk about Innovation (neither we think innovatively) as we talk about beach.
That plan we have does not promote an Innovation Culture as Cristiano Ronaldo does with “Football Culture”:).

What I see are some conferences and news about “News opportunities”
and the master plan of qualifications. To me, qualifications are not necessarily competencies.
Conferences are very useful but we need to dissiminate all the results and repports. That way, may be, we can create motivation to change.

Portugal has no flat hierarchies, but I think Portuguese people has an open mind.
I believe in Open Innovation as well I believe that each European country has is own “Eulogy of the difference”.

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Há setenta anos atrás (aproximadamente) foi assim:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=YTvU9j3og5k]

Vejamos agora as previsões mais optimistas de Eric Schmidt – CEO  da Google numa análise de Marshal Kirkpatrick – RedWriteWeb:

  • Daqui a cinco anos a internet será dominada por conteúdo em língua chinesa.
  • Os adolescentes de hoje são o modelo de como a web funcionará  em cinco anos – eles saltam de app para app (application) sem problemas.
  • Cinco anos é um factor de dez em Lei de Moore, O que significa que os computadores serão capazes de muito mais nessa altura do que são hoje.
  • Dentro de cinco anos  haverá banda larga bem acima de 100MB de desempenho – e as distinções entre a distribuição de TV, rádio e web vão-se embora.

  • “A informação em tempo real é tão valiosa como todas as outras informações”. Existem muitas empresas além de  Twitter e Facebook a trabalhar em tempo real.
  • “Nós podemos indexar informações em tempo real, agora, mas como poderemos classificá-las?”
  • É por causa dessa mudança fundamental, no sentido da informação gerada  pelo utilizador, que as pessoas vão ouvir mais outras pessoas do que as fontes tradicionais. “Aprender a classificar” é o grande desafio da época.
  • ” Schmidt acredita que o Google pode resolver esse problema.

Clique aqui para ouvir a entrevista!

A Inovação passa também pela gestão do conhecimento.

Informação não é conhecimento, assim como dados não são informação, só por si!

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…- “Não chegues tarde que eu fico preocupada!”, dizia minha mãe quando eu saía à noite!

Faz tempo! Faz tempo que “Ela” não me diz nada a esse respeito, porque à noite…!

– ..Não chegues tarde que ela está por aí!

-Ela , quem?

– A Web 3.0!!

Ainda estamos com a preocupação de entender (conhecer) a Web 2.0, quais as suas reais capacidades, quais as oportunidades e quais as verdadeiras ameaças e já sonhamos com a semântica.

Agora que falamos em dirigir o nosso pensamento para a aprendizagem, o treino, os negócios sejam eles para hoje ou para daqui a dez, vinte anos, já temos ferramentas que ajudam a orientar as nossas intenções.

Serão elas que nos guiam ou seremos nós que num acto de criação as produzimos de forma a acrescentar valor aos nossos projectos de trabalho e educação?

È um pouco longo este conjunto de slides,que a seguir apresento, mas gostava de o partilhar, como mandam, aliás as regras da boa educação na Web 2.0.

 

 

 

[slideshare id=1718687&doc=web-3-0-the-semantic-web-090714041600-phpapp02]

A velocidae a que a informação é por nós recebida obriga-nos a uma gestão eficaz. Só assim será conhecimento!

E se quero atingir a sabedoria terei de aplicar esse conhecimento nas experiências a que for sujeito no meu dia-a-dia!

Seja feliz! Seja sábio!

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