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Enjoy it!

 

Delivering happiness: Not business as usual by Jorge Barba

A few days ago I wrote about how Zappos has broken the rule that a business exists purely to make profits. They’ve designed their business model around the concept of ‘happiness’ and have made it clear that the customer IS their business. The is idea is driven that by making their employees happy it further drives customer happiness. It’s common sense but we, as consumers, can’t really say that other businesses look after our well being.

 

Innovation and Your Inner Animal by Dana Meyer

When we think of innovation, we often think of intelligence, brilliance, and genius. Yet two speakers at the World Innovation Forum highlighted the large and less-rational depths of the human mind. Inside us all is an inner animal that significantly influences the path of innovation.

 

Predicting the future of innovation by Mark Swiecichowski

Imagine you’re a CEO in the year 2030. You are chairing a strategy meeting where someone puts up a slide with these bullet points on it.

 

Building Open Innovation Communities: Make it User-friendly by Stefan Lindegaard

In a previous post, Who’s Your Target, I shared some criticism on Psion’s Ingenuity Working site. The site should improve and one of the key issues was the navigation and thus ease of use.

 

Innovating Meaning by Tim Kastelle

Often when we someone asks us to describe a product or a service, we tell them about features. What does it do? How does it do it?

This is a mistake. Products and services are not about features – they are about meaning, and they are about getting jobs done.

A Great Boss is Confident, But Not Really Sure by Robert I. Sutton via Ralph Ohr

Recently, I posted a list of 12 Things Good Bosses Believe. Now I’m following up by delving into each one of them. This post is about the sixth belief: “I strive to be confident enough to convince people that I am in charge, but humble enough to realize that I am often going to be wrong.”

Seeding innovation in the water sector by Ideo

Some 1.2 billion people worldwide are drinking unsafe water. Although many organizations purify water for entire communities in the developing world, women and children often walk long distances to transport it — and it often becomes contaminated during the trip. From retrieval to consumption, water’s journey is complex and provides ample opportunities for improvement. Acumen Fund and IDEO, with backing from the Gates Foundation, joined forces to tackle the issues of water transport and storage.

 

Creativity and Entrepreneurship in the Global Environment – A breakout session with Professor Teresa M. Amabile

This panel of entrepreneurs engages in an active discussion about creativity and entrepreneurship both at start-ups and in a corporate setting.

A velocidade e a criatividade

 

Num trabalho realizado pela equipa de Teresa Amabile refere-se que quando as pessoas acreditam que são mais criativas sob pressão dos prazos, eles não são. Parece ser verdade também que pouca pressão não favorece a criatividade.

A pressão do tempo parece realmente ter um impacto importante sobre a criatividade, apesar de à primeira vista parecer o contrário. No trabalho realizado os participantes observados deram provas de pensamento criativo pouco significativo quando pressionados com o tempo, mas manifestavam, no entanto, um sentimento mais criativo nessas alturas.

Parece ser algo contraditório! O sentido não corresponde ao realizado! A motivação é um dos factores que interage neste cenário.

Quando há pressão de tempo e pensamento criativo – Num projecto ou numa “missão” os colaboradores de uma organização estão focados e protegidas, têm um sentimento de estar a fazer um trabalho importante. Há motivação intrínseca.

Quando há pressão de tempo e não há pensamento criativo – Os colaboradores não tem foco, andam distraídos, estão ocupados em pedaços de actividades e passam o tempo em reuniões à procura da “luz”. Há stress.

Baixa pressão do tempo e pensamento criativo – A colaboração centra-se numa pessoa, em vez de várias, beneficiado a exploração em detrimento da resolução de problemas. A motivação não está direccionada.

Baixa pressão sem pensamento criativo – Reduzido nível de trabalho colaborativo, mais reuniões com várias pessoas, pouco incentivo para a criatividade. Não há motivação. (adaptado de Heads-Up!)

As restrições de tempo podem ser reais ou o produto da nossa própria ambição e imaginação. Por vezes com a falta de dinheiro, num curto período de tempo, pode ajudar-nos a ser “o especial” super-criativo e produtivo. Amabile também refere que há indivíduos que tem uma boa performance sob pressão.

Uma das vantagens das restrições de tempo é que permitem evitar a armadilha de perfeccionismo. Suficientemente bom é melhor do que nada, mas não permite alcançar a excelência.

A velocidade pode ajustar-se em áreas que vão desde, software para conteúdos pagos, até à arte.

É uma abordagem do tipo “Preparar! Pronto? Disparar!”

“No mundo do software, desenvolvimento ágil é uma abordagem para engenharia de software que promova o desenvolvimento de todas interacções do ciclo de vida do projecto. Por outras palavras, o software é desenvolvido, divulgado e melhorado através de adaptação regular ao gabarito e às circunstâncias em mudança.” – SEO Copywrinting 2,0 – Coppyblogger

O grande benefício da velocidade é o facto de verificarmos o fracasso mais cedo. O fracasso é crucial para a inovação. Há menos tempo gasto com a ideia errada é há mais tempo para pôr o hemisfério cerebral direito a funcionar.

Acima de tudo a velocidade, ao provocar o fracasso, permite libertar lixo que produzimos e que de outra maneira seria guardado para complicar a gestão do conhecimento.

Guardar porque investimos muito tempo da nossa vida e temos pena de deitar fora, não poupa tempo no futuro, apenas atrasa o que tem pernas para andar.

Não tenho tempo!

Aos colaboradores de uma organizam que pretendam explorar um projecto da sua autoria dentro do seu horário numa organização, é colocado um ambiente negativo de interrogações.

Não as interrogações que geram inovação como, “E se…?”, mas aquelas que andam aliadas ao cálculo e análise, e que se resumem em:

Quanto custa?

E se não resultar?

Há experiências por todo o mundo que comprovam que, a cedência de parte do tempo de trabalho de um colaborador para a criação e desenvolvimento de projectos, dá resultados, como na Google. Uma pequena ronda pela Web e criaremos uma listagem com dimensão suficiente para compreender a importância deste tema.

O tempo disponibilizado ou a disponibilizar traz autonomia ao colaborador o que se traduz em motivação.

A responsabilização pelos resultados num ambiente em que o relógio faz parte da liberdade criativa do colaborador é vista como uma reconhecimento.

E se resultar?

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5ZWC0kk77GI]

O colaborador deve ser devidamente e imediatamente reconhecido pelo seu trabalho.

Quanto custou?

É a hora de verificar que não foi uma despesa inútil, antes um investimento.

As organizações que procuram desenvolver (design thinking) as motivações intrínsecas tem uma vantagem acrescida em relação àquelas que preferem a “cenoura”, a aceitação por parte dos colaboradores de que fazem parte de uma grande equipa.

Essa equipa preocupa-se em aprender uns com os outros, em retirar do aborrecimento os seus colaboradores, e criar a colaboração e não a competição.

“A competição entre indivíduos, especialmente do género “o vencedor ganha!”, inibe a criatividade.

As restrições, como prazos, inibem a criatividade, embora existam algumas pessoas que têm consistentemente altas taxas de criatividade em tais condições.” Teresa Amabile – Wayne State University

Da Ciência à Economia!

Estava eu a pensar em Ferramentas de criatividade – Geração de ideias para Resolução de Problemas quando um tweet  de Frederico Lucas me desviou a atenção para um artigo de Jorge Fiel no DN Ciência:

 Dois cafés e a conta – “Expostos a “stress”, tendemos a tomar decisões erradas.” É um artigo interessante ou também não o fosse a origem do artigo.

Algumas notas sobre o artigo:

-…“ equipa multidisciplinar…” – “Nova  Iorque” já privilegia as equipas interdisciplinares em detrimento das multidisciplinares. São metodologias de trabalho distintas.

-Nuno é do Porto e trabalha no Minho – Duas características para não desenvolver stress.

-Total 63,70€ – Por cá (Braga) há refeições mais económicas sem stress.

Este foi um artigo que me levou a outro no mesmo jornal e que multiplicou por 2513 milhões as minhas preocupações.

 “A despesa total em Investigação e Desenvolvimento (I&D) em Portugal ultrapassou 2,513 milhões de euros em 2008, ou 1,51 por cento do PIB, o que significa um máximo histórico nacional, segundo dados oficiais hoje divulgados.” – Em DN ECONOMIA (13Nov2009)

O investimento per capita em I&D é simpático comparado com os restantes países da EU. No entanto parece que ainda não se aplicou verba suficiente para desfazer alguns mitos.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=FSp6kec5myE]

Teresa Amabile  da Unidade de Gestão Empresarial na Harvard Business School, realizou há relativamente pouco tempo um estudo sobre a criatividade e Inovação onde aborda a temática dos mitos.

6 Mitos segundo Amabile:

  1. A criatividade vem de I&D.
  2. A pressão do tempo é combustível para a criatividade.
  3. O medo e a tristeza  estimulam a criatividade.
  4. O dinheiro é um motivador de criatividade.
  5. A concorrência interna estimula a criatividade.
  6. Uma organização eficiente é uma organização criativa.

Quando o trabalho é valorizado e reconhecido – a criatividade floresce. Mesmo em tempos difíceis.

Pergunta: Não seria uma boa altura para em tempo de Inovação recolher boas práticas e adaptá-las ao nosso meio ambiente organizacional?