(Texto em Português depois deste)

Combinations of color and music

Every day we face challenges without a minute’s rest! The challenges we face increase and we become more and more anxious. Then wetry to lower the anxiety increasing our capacity to solve problems .

On the other hand, if these challenges fall we tend to relax and if our skills are weak, easily create boredom.

Moreover, with the development of our skills we can also create boredom if challenges decreasing.

Major challenges and skills are synonymous of great results.

Anxiety is a psychological state that involves somatic, emotional and behavioral disorders.

The use of color and music in an environment of creativity and innovation may deserve some consideration when facing anxiety.

Hypothesis: – What if I used to color and music as tools for development of inspiration and creativity?

How could I combine them?

The answer is not found here, but is a guideline to facilitate the discovery of the path.

In some works of research already done on the effect of color on human behavior and emotions, it was noted that our personal and cultural associations affect our experience of color.

Colors are seen as warm or cool, mainly because of the associations we make in the course of lived experience. We make associations like, blue and sea green and meadow. Warm colors seem closer to the viewer than cool colors.

The perception is also influenced by the colors we use or observe.

Although red, yellow and orange colors are considered exciting brightness can change the emotional burdens brought on us by the so-called cold colors.

Colors have effects on the body and the mind. The red can be shown to stimulate the senses and elevate blood pressure, while blue has the opposite effect and calms.

What is behind the color?

The color inspires creativity and encourages individuals to generate new ideas. The use of color not only helps people in “artistic projects”, color stimulates creative thinking for writing and storytelling and to help evaluate and resolve issues.

Of course there are people who do not use color as a basis of inspiration. It is the case that Twila Tharp in his book “Creative Habit” says “I walk into a large white room.”

Yet, not only the color, arouses in us feelings unpredictable.

Take the music!

The music can be described in terms of melody, harmony and rhythm that give rise to different musical compositions, showing differently, each of the three musical elements.

The color can also be described in terms of elements, where the three primary colors are Cyan, Magenta yellow.

“Feel the music as a pressure a bite on the body, see letters and numbers that evoke different colors, flavors or colors, is something that the game may seem strange. People are not hallucinating, suffering from synesthesia that makes you see sounds, feel colors or taste shapes. And that’s how people with synesthesia, see the world.”

An recent “invention”, “ColorCube” was designed to help visualize the relationships of colors within the three-dimensional space of color, can also be used as a visualization tool, to map the color music.

” The music, like color, when classified in terms of melody , harmony and rhythm, can be described in relation to other genres such as color differences , mapping it to a three-dimensional structure based on the color space. This method of categorization can be used to describe the differences between music in and among them several genres in a way that reinforces what is already intuitively understood by those who love and appreciate music. “- colorcube

A small note of curiosity in psychophysical theory, any psychological correlation between music and color must derive mainly from physical stimuli, which, like the radiant energy, have only two variables: the scale, causing the intensity or brightness / brightness, and length wave, causing musical tone or hue.

Not forgetting that inventions are often not innovation, here’s another curiosity:

In 1922, a native Dutch singer made a kind of a color organ “called” Clavilux in New York. In 1926, this instrument is used in Philadelphia Orchestra playing Rimsky Korsakov ‘s ‘ Seherzade ‘ and is currently in New York , Museum of Modern Art.

Criatividade sem cor e sem musica?

Combinações de cor e música

Diariamente enfrentamos desafios sem um minuto de descanso! Os desafios que enfrentamos aumentam e ficamos mais e mais ansiosos. Então para baixar a ansiedade procuramos aumentar as nossas capacidades de resolução de problemas.

Por outro lado, se esses desafios diminuem temos tendência a relaxar e, se as nossas competências são fracas, facilmente criamos tédio.

Mais ainda, com o desenvolvimento das nossas competências podemos também criar tédio se os desafios diminuírem.

Grandes desafios e grandes capacidades são sinónimos de grandes resultados.

A ansiedade é um estado psicológico que envolve aspectos somáticos, emocionais e comportamentais.

A utilização da cor e da música em ambientes de criatividade e inovação pode merecer alguma reflexão.

Hipótese: – E se eu utiliza-se a música e a cor como ferramentas para inspiração e desenvolvimento de criatividade?

Como poderia combiná-las?

A resposta não será encontrada aqui, mas fica uma orientação para facilitar a descoberta do caminho.

Em alguns relatos de investigação, já realizados, sobre o efeito da cor no comportamento humano e nas emoções, verificou-se que as nossas associações pessoais e culturais afectam nossa experiência de cor.

As cores são vistos como quente ou fria, principalmente por causa das associações que fazemos no decorrer da experiência vivida. Fazemos associações como, azul e mar, verde e prado. As cores quentes parecem mais próximos do observador do que as cores frias.

A percepção também é influenciada pelo tipo de cores que usamos ou observamos.

Embora o vermelho, amarelo e laranja sejam consideradas cores excitantes o brilho pode alterar as cargas emocionais provocadas em nós pelas cores ditas frias.

As cores têm efeitos sobre o corpo e sobre a mente. O vermelho ao ser mostrado pode estimular os sentidos e elevar a pressão sanguínea, enquanto o azul, tem o efeito oposto e acalma.

O que está por detrás da cor?

A cor inspira a criatividade e incentiva os indivíduos na geração de ideias novas. O uso da cor não só ajuda as pessoas em projectos “artísticos”, a cor estimula a criatividade de pensamento para a escrita e para contar histórias e ajuda a avaliar e resolver as questões

Claro que há pessoas que não utilizam a cor como base de inspiração privilegiada. È o caso de Twila Tharp que no seu livro Creative Habit diz que “Eu passeio numa grande sala branca!”.   

Contudo nem só a cor desperta em nós sentimentos imprevisíveis.

Vejamos a música!

A música pode ser descrita em termos de melodia, harmonia e ritmo, que dão origem a diferentes composições musicais, evidenciando de maneira diferente, cada um dos três elementos musicais.

A cor também pode ser descrita em termos de elementos, onde as três cores primárias ciano, magenta e amarelo.

“Sentir a música como uma pressão, uma picadela no corpo, ver letras e números que evocam cores diferentes, ou paladares com cores, é algo que à partida pode parecer estranho. As pessoas não são alucinadas, sofrem de sinestesia que as faz ver sons, sentir cores, ou o paladar das formas. E é assim que as pessoas que sofrem de sinestesia, vêem o mundo.”

Uma “invenção” recente, “Colorcube”, foi projectada para ajudar a visualizar as relações das cores, dentro do espaço tridimensional da cor, também pode ser usado, como uma ferramenta de visualização, ao mapear a cor da música.

“A música, como a cor, se categorizados em termos de melodia, harmonia e ritmo, pode ser descrita em relação a outros estilos musicais como diferenças de cor, mapeando-a para uma estrutura tridimensional com base no espaço de cores. Este método de categorização pode ser usada para descrever as diferenças entre a música dentro e entre elas, vários géneros musicais, de uma maneira que reforça o que já é intuitivamente compreendido por aqueles que amam e apreciam a música.” – colorcube

Uma pequena nota de curiosidade, em teoria psicofísica, qualquer correlação psicológica entre a música e cor, devem provir principalmente dos estímulos físicos, que, como a energia radiante, têm apenas duas variáveis, a amplitude, causando intensidade ou brilho/luminosidade, e comprimento de onda, causando tom musical ou matiz.

Não esquecendo que invenções não são muitas vezes inovação, aqui fica mais uma curiosidade:

Em 1922, um cantor holandês nativo fez uma espécie de um órgão de cor “chamado” Clavilux em Nova York. Em 1926, este instrumento é utilizado em Philadelphia Orchestra  tocando Rimsky Korsakov s ‘Seherzade’, e está actualmente em Nova York, Museu de Arte Moderna.

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