(Texto em Português depois deste)

 

 The importance of prototypes

An interesting conversation between @ ralph_ohr and @ tdebaillon on Twitter about design thinking and innovation processes made me look a bit and think about some questions asked.

Although I assume that the two interlocutors are in tune, it turns out that the lack of a common language often hinders access to consensus. I must confess that English is not my native language and often I have difficulty in understanding the “dialect of Twitter”.

One of the issues raised in this conversation was:

-Why do you think design thinking does not fit in the innovation process?

Without wishing to interfere in the results of this interesting dialogue, which I hope will be visible in a future article co-prepared by the two actors here, is my two cent contribution.  

We can say that a process of innovation is implementation of a new method of production or distribution or even a significantly improved. This includes significant changes in techniques, equipment and/or software of an organization.

Any innovation process should define and describe the actions and results that derive from the application of specific methods and tools and the reasons justifying such methods and tools.

A process of innovation depends fundamentally on interactions as a way of obtaining new knowledge and abstractions as a way of the establishment of patterns.

So the design thinking fits in the innovation process and goes further challenging the status quo because design thinkers can solve the most delicate problems through integrative thinking in collaboration, using the logic of abduction, i.e. the logic of what can be and not what should be or what it is.

This can be done by a team or for a team, as an alternative way of thinking to explore in detail and opportunities uncovered in the innovation process.

After the inspiration and ideation reaches the third space of design thinking that process is implementation. This happens when the best ideas generated during ideation are transformed in a concrete and totally designed action plan.

At the heart of the implementation process is prototyping, transforming ideas into actual products and services that are then tested, put into interaction and refined.

Through prototyping, design thinking process seeks to discover unforeseen implementation challenges and unintended consequences, in order to obtain more reliable results for long-term success.

Both prototyping can validate a component of an electronic device such as a detail in the interaction between a transmitter and a receiver.

After the process of prototyping and the final product or service be created, the team of design thinkers helps create a communication strategy. Storytelling, helps communicate the solution to a diverse set of entities related to the process, both inside and outside the Organization, especially when there are linguistics or cultural barriers.

Possibly design thinking is not embraced by many organizations because they resist a people-centric approach.

Possibly one of the biggest obstacles to adoption of design thinking is just the fear of failure.

There is not yet a widespread climate or culture in organizations to accept that there is nothing wrong with experimentation or failure as they happen early and serve as a source of learning are not wasting time and money.

Rapid and cheap prototyping without major healthcare “cleansing” is a part of the creative process and not just a way to validate finished ideas.

 

Pensar design e os “processos” de inovação

 A importância dos protótipos

Uma conversa interessante entre @ralph_ohr e @tdebaillon no twitter, acerca de pensar design e processos de inovação fez-me pesquisar um pouco e reflectir sobre algumas dúvidas colocadas.

Embora eu presuma que os dois interlocutores estão em sintonia, acontece que a falta de uma linguagem comum dificulta muitas vezes o acesso ao consenso. Eu devo confessar que não sendo o inglês a minha língua nativa, frequentemente tenho dificuldade em compreender o “dialecto do twitter”.

Uma das questões levantadas nessa conversa foi:

– Porque acha que o pensar design não encaixa no processo de inovação?

Sem pretender imiscuir-me nos resultados deste interessante diálogo, que espero sejam visíveis num futuro artigo co-elaborado pelos dois intervenientes, ficam aqui os meus dois cêntimos de contribuição.   

Podemos dizer que um processo de inovação é a implementação de um novo método de produção ou distribuição ou ainda de um significativamente melhorado. Isso inclui mudanças significativas nas técnicas, equipamentos e/ou software de uma organização.

Qualquer processo de inovação deve definir e descrever as acções e os resultados que resultam da aplicação de métodos e ferramentas específicas e as razões que justificam esses métodos e ferramentas.

Um processo de inovação depende fundamentalmente de interacções, como forma de obtenção de novos conhecimentos e de abstracções com forma de estabelecimento de padrões.

Por isso o pensamento design encaixa no processo de inovação e vai mais longe desafiando o status quo porque os pensadores design podem resolver os problemas mais delicados através do pensamento integrativo em colaboração, usando a lógica de abdução, isto é, a lógica do que pode ser e não o que deve ser ou o que é.

Isto pode ser feito por uma equipa ou para uma equipa, como forma alternativa de pensar, tendo em vista explorar em questões de pormenor e oportunidades a descoberto no processo de inovação.

Depois da inspiração e da ideação chega o terceiro espaço do processo de pensamento design que é a implementação. Isto acontece quando as melhores ideias geradas durante ideação são transformadas num concreto e totalmente concebido plano de acção.

No cerne do processo de execução está a prototipagem, transformando ideias em produtos e serviços actuais que serão então testados, colocados em interacção e refinados.

Através de protótipos, o processo pensar design procura descobrir os desafios de implementação imprevistos e consequências não intencionais, a fim de obter resultados mais confiáveis de sucesso a longo prazo.

A prototipagem tanto pode validar um componente de um dispositivo electrónico como um detalhe na interacção entre um emissor e um receptor.

Após a conclusão do processo de prototipagem e o produto final ou serviço estar criado, a equipa de pensadores design ajuda a criar uma estratégia de comunicação.

Contar histórias, ajuda a comunicar a solução para um conjunto diversificado de entidades ligadas ao processo, dentro e fora da organização, sobretudo quando existem barreiras linguísticas ou culturais.

Possivelmente o pensar design não é abraçado por muitas organizações porque estas resistem a uma abordagem centrada nas pessoas.

Possivelmente também um dos maiores obstáculos à adopção do pensamento de design é simplesmente o medo do fracasso.

Ainda não há uma clima ou cultura disseminada nas organizações para aceitar que não há nada errado com a experimentação ou o fracasso, na medida em que se acontecerem cedo e servirem como uma fonte de aprendizagem não são perdas de tempo e dinheiro.

A prototipagem rápida e barata sem grandes cuidados de “limpeza” é uma parte do processo criativo e não apenas uma forma de validar ideias acabadas.

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7 Responses to Design Thinking and innovation "processes"

  1. Mads says:

    I have been pushing this idea elsewhere, but I wonder what your take on the “thinking” part in design thinking is. Why is what you describe not just “design” rather than design thinking. In many ways what you describe (observation , prototyping, people centered-ness etc.) are well known design principles, e.g from UCD or PD, Interaction Design or just plain, designerly common sense. Designing entails thinking, but much more than that – empathy, intuition, knowledge, work, flow etc. etc. So why “thinking”?

  2. Mads Bødker says:

    O, hi again. So my former comment seemed to disappear. Alas, here we go again. You say “design thinking”, but why the “thinking” part, why not just “design” – the processes and sensibilities you mention here (user-centered, prototyping, abductive reasoning etc.) are all part of “design” – so what does the “thinking” contribute with. To my mind, “thinking” puts too much stress on more abstract problem solving, and does not aptly describe what designers do and the tools they work with (i.e. intuition, social skills, interpretation, emotions, a sensibility of form – as well as harder, practical skills such as sketching, rendering, business etc. etc.) – all this is just “design” and even if thinking is part of all this, it evokes a sense of logical problem solving that is only a part of the design discipline…

    • jabaldaia says:

      Hi Mads!
      You first comments had not disappear only now I saw it! I´m sorry!
      I think what you are asking me is: why I call it Design thinking? And I must say “why not?”
      I accept it like “thinking” because I agree that Design thinking as is foundations on integrative thinking and it moves on the borders of Design, Business etc.
      If we want that design moves on the path of business we can´t stay (I’m a non-designer) only by designing some products. We must understand business language too!
      You call it stress but I think is a constraint and yes its logic, but abductive!

  3. Hi,

    First of all congratulations for your blog. Fully agree with your point of view related to the introduction of prototyping in any innovation process. I would also like to remark that this prototyping activity should be also done not only when looking for technical innovations but also in the scope of the business model innovation. More and more the design processes and tools are more followed to produce innovations and I think this is the way that we should follow.

    BR
    Alejandro

    • jabaldaia says:

      Thank you Alexandro for your comment and I’m glad you like this blog!
      I agree strongly with you that prototyping activity should be expanded. I think that is the ongoing process that everybody must learn because it leverage creativity and promote efficacy in business.

  4. We so need design thinkers as key players in innovation since they can bring the extra touch to a product that distinguish it from the rest of the pack.

    Design thinkers tap deeply into the brain’s right side and add so much to left brain skills. We need the combination of both and one does not preempt the other.

    Thanks for your thoughtful post.

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