Design thinking – A mudança

Se pegarmos numa bacia grande quase cheia de água cujo peso nos dificulta o seu transporte verificamos que ao levá-la de um lado para o outro convidamos a água a dançar.

Se lançarmos uma pena de uma ave ao ar quando sopra uma brisa, estamos a convidá-la para dançar.

Se o ritmo de uma música desperta em nós algumas lembranças, podemos querer convidar alguém para dançar.

E se as nossas ideias nos convidam para uma dança?

A resposta estará na harmonia que vai impulsionar a acção através de três constrangimentos:

Risco tecnológico, Risco de negócio e Risco de adopção!

Podemos fazê-lo?

Funcionará?

É possível?

Veja aqui um convite para dançar!

Gostou? Não se esqueça:

“A inovação tem de acontecer no cruzamento do desejável, da viabilidade e da possibilidade. Estes três elementos formam as pernas de um banquinho proverbial chamado de “Isto vai funcionar no mundo” Muitas iniciativas de inovação concentram-se em apenas um ou dois, se tanto em seu detrimento. Por exemplo, criar algo sem levar em conta a sua viabilidade no mundo não é diferente de projectar uma ponte sem levar em conta a existência da gravidade: ela pode funcionar, mas a probabilidade de ser um confiável e seguro meio de transporte vai ser muito reduzida. E embora possa ser tentador “realmente ser criativo”, ignorando as restrições, uma abordagem mais sábia é ver as restrições como libertadoras”. Diego Rodriguez

 O que pensa disto?

Share

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *