Algumas coisas assumidas, mas dificilmente capazes de serem provadas.

O nosso quotidiano é construído de duas vivências distintas, trabalho e não trabalho, mas que comportam alguma coisa em comum.

Tanto nas organizações como a nível individual a grande e importante deficiência que envolve a nossa acção é a falta de informações relevantes.

O papel de todos os que nos rodeiam é tentar iluminar os dados espalhados e transforma-los em algo relevante, como informação, conhecimento e compreensão.

Só ficaremos sábios se houver compreensão.

Também sabemos, que qualquer um de nós, só necessita da informação que quer.

O que pedimos é, a todos os que interagem connosco, que nos maximizem a visão sobre os dados e sobre as nossas necessidades.  

Se não vemos não compreendemos.

Quando temos a informação que queremos, tomamos melhores decisões. Nestas alturas, pedimos a quem nos acompanha, que não estraguem a nossa gestão de tempo.

O tempo não é infinito.

Numa organização parece óbvio que uma melhor comunicação entre os responsáveis melhora o desempenho global. Também na esfera privada assim acontece. Havendo colaboração de todas as partes envolvidas, o conhecimento não fica retido em silos e o conhecimento dos processos é evidente.

Partilhar a visão, significa conciliar os pontos de vista.

Quase sempre, talvez a excepção seja a curiosidade, não precisamos entender como funciona um sistema de informação, mas tão só como o usar. Nós já sabemos o que, onde, quando e porquê procurar. O papel dos outros, nas organizações é o “como”.

Visão sem acção é um sonho! Acção sem visão é um desastre!

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