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(Text in Portuguese after this)

I’ve heard of cost!

When looking for simplicity and a sharing of benefits it appears to Open Innovation.

Simply because the organizations that adopt the Open Innovation does not need to develop systems and processes more complicated to find solutions to their difficulties in finding innovative solutions.

Sharing of benefits because the interaction with the outside allows you to:

– To the companies that hold problem, a higher speed in the discovery of solutions, greater wealth of ideas and concepts proposed, and a lower development cost.

– To who will find the solution, a disclosure of their identity and ability to share the success, earning recognition and reward.

The best way to learn to drive a car is driving, but this does not imply that the future does not require driver training.

With open innovation happens something similar. It requires good training to be able to conduct the process of open innovation. It is necessary to “learn” to accept and learn to drive, and it cannot be done by only one officer. One team, from administration to members of the team of innovation must understand the various aspects of open innovation, entered into the system organization.

What is that Open Innovation can bring?

– More innovation.

– Save money.

– Time savings

– Increased speed.

If we follow the development of the academic community, we can see that researchers are increasingly specialized and increasingly entered an environment of diversity. This means that if a company wants to hire an “expert” for a particular project, this contract will be a very high cost.

With the ease of connection that exists today, companies can find a way, in open innovation, to address these cost overruns.

But many questions still remain to lift and one of them may be:

– And what is the return on my investment?

No concrete data on the outcome of return to Open Innovation, because it is still very young. Yet the outlook is more than optimistic.

“The P & G Corporate Open Innovation Challenge Looked at how the manufacturer Could Develop Innovative ideas generated by Small Firms outside of P & G.

Multinational manufacturer P & G first Invited interested designers and inventors to submit responses to open briefs on fabric care and health and wellness products. Was the aim to find innovations with the potential to produce new global markets worth $ 100 million. ”

There are great advantages in the acceptance of Open Innovation, when it wants to compete for a place in the sun.

One of them is the possibility of establishing relationships and lasting partnerships between a firm, suppliers and communities, thus facilitating the signing of financial agreements and procedures.

Doubts exist today on the patent; in the future will tend to be regulated, as is common practice in areas of emerging developments. We will go from a battleground to a collaborative business model.

Financially we should see a non dependence on funds from banking to develop projects and we will pay attention to the co-creators and open innovation.

“Only few companies have so far adopted a structured or company-wide approach to practice open innovation.

Open innovation is seen as a strategic necessity in sustaining innovation leadership. Some also saw it as a possible cost-saving response to the present downturn. This is strongly confirmed by own observations in Germany. Many companies are interested in NineSigma or InnoCentive today as they see it first of all as a means to increase the efficiency of problem solving, i.e. save cost and reduce financial risk.” – mass-customization.blogs.com

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Ouvi falar de custos!

Quando se procura a simplicidade e uma partilha de benefícios surge a Inovação Aberta.

Simplicidade porque as organizações que adoptam a Inovação Aberta não necessitam de desenvolver sistemas e processos mais complicados para encontrar soluções para as suas dificuldades, na procura de soluções inovadoras.

Partilha de benefícios porque a interacção com o exterior permite:

– Às empresas detentoras do problema, uma maior velocidade na descoberta das soluções, uma maior riqueza de ideias e conceitos propostos e, um menor custo de desenvolvimento.

– A quem encontra a solução, uma divulgação da sua identidade e a possibilidade de partilhar o sucesso, auferindo reconhecimento e recompensa.  

A melhor maneira de aprender a conduzir um automóvel é conduzindo, mas isso não implica que o futuro condutor não necessite de formação.

Com a inovação aberta acontece algo de semelhante. È necessária uma boa formação para poder conduzir o processo de inovação aberta. É necessário “aprender” a aceitar e aprender a dirigir, e isso não pode ser feito apenas por um responsável. Toda uma equipa, desde a administração até aos membros da equipa de inovação, deve compreender os vários aspectos da inovação aberta, inseridos no sistema da organização.

O que é que a Inovação aberta pode trazer?

– Mais inovação.

– Economia de dinheiro.

– Economia de tempo

– Maior velocidade.

Se seguirmos o desenvolvimento da comunidade académica, podemos ver que os investigadores estão  a ficar cada vez mais especializados e num ambiente de maior diversidade. Isto significa que, se uma empresa pretende contratar um “perito” para um determinado projecto, esse contrato terá um custo muito elevado. 

Com a facilidade de conexão existente hoje, as empresas podem encontrar um caminho, na inovação aberta, para obviar esses excessos de custo.

Mas, ainda restarão muitas questões para levantar e uma delas pode ser:

– E qual é o retorno do meu investimento?

Não há dados concretos sobre os resultados do retorno com Inovação aberta, até porque ela é, ainda, muito jovem. Contudo as perspectivas são mais que optimistas.

  P&G Corporate Open Innovation Challenge

“The P&G Corporate Open Innovation Challenge looked at how the manufacturer could develop innovative ideas generated by small firms outside of P&G.

Multinational manufacturer P&G first invited interested designers and inventors to submit responses to open briefs on fabric care and health and wellness products. The aim was to find innovations with the potential to produce new global markets worth $100 million.”

Há grandes vantagens na aceitação da Inovação Aberta, quando se pretende competir por um lugar ao sol.

Um delas é a possibilidade de estabelecer relacionamentos e parcerias duradouras, entre uma empresa, os fornecedores e as comunidades, facilitando assim a assinatura de acordos financeiros e processuais.

As dúvidas existentes hoje sobre matéria de patentes, tenderão no futuro, a ser regulamentadas, como é prática comum em áreas com desenvolvimentos emergentes. Passar-se-á de um campo de batalha para um modelo de negócio colaborativo.

Em termos financeiros poderemos assistir a uma não dependência dos fundos da banca, para desenvolver projectos e passaremos a prestar atenção aos co-criadores e à inovação aberta.

Até agora apenas algumas empresas adoptaram uma abordagem ampla para a prática de inovação aberta.

A inovação Aberta é vista como uma necessidade estratégica na manutenção da liderança da inovação. Alguns também a consideram como uma poupança de custo possível, em resposta à crise actual. Isso é fortemente confirmado por observações próprias, na Alemanha. Muitas empresas estão interessadas em NineSigma, ou hoje, em InnoCentive como se vê em primeiro lugar, como um meio para aumentar a eficiência da solução de problemas, ou seja, economizar custos e reduzir o risco financeiro.

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Anticipating behavior changes

There are some reasons why we should change behavior.

One may be because the behavior is inappropriate to the environment where we are and it becomes necessary an integration of the individual in the middle. Another could be, because we expect that new behaviors are acquired comprehensively in a given population with a defined objective.

Social networks and online networks offer a channel of influence that can lead to changes in behavior.

Through them we can estimate the needs of people or their consumption habits and move on to an attitude of satisfaction of needs or to an attitude of creation of needs.

This is where the behaviors can be changed, not immediately but within wider. A proactive approach in the generation of ideas makes us look for something that goes beyond the immediate needs of today, but we want to exist in the future.

Tim Brown, points out that change in the management of organizational change or changing the buying behavior, or social initiatives pursued by the companies for the common good.

The interactions across networks bring about change, but they require that users carry a confidence built, not flaunted the title, but on the kind of relationships built.

Those looking to change behavior should start by changing your own, ie undoing barriers and distance, built with traditional forms of knowledge. You must make them known in an open environment that puts others at ease.

“While Facebook, LinkedIn, Twitter and other online social networking sites can become times of flow, the online network is useful to strengthen the links. By posting on Facebook or Twitter, links to relevant articles, can provide value to their online friends and show your involvement with relevant business issues. When writing original articles or posting comments is in the minds of others and allowing them to see what is involved in your industry. “– Noshir Contractor

This active participation in networks, makes the trust placed in us, grows, create credibility, and therefore the acceptance of our message.

Built that trust, it starts to change behaviors that we consider desirable and which include two parameters of acceptance:

I accept because I bring benefit or accepted because I’m not so penalized.

Tim Brown suggests:

“Create simple, new digital tools to provide feedback.

Smartphone apps and Web-based software are inexpensive to create and deploy. Keep in mind, however, that such tools are only as good as the information they channel.

Invent the future for consumer, not the present customer. This can be hard to do, the consumer research Tends to focus on buying habits today … Offer a design team, for example, some jumping off points to fuel their imagination, rather than simply ask “what will customers want ten years from now?”

Be patient with monitoring “success.” Mass behavior does not change overnight. Sales and other metrics should not be used alone to judge innovation immediate results. “– blogs.hbr.org

With a respected business communication networks and with a design suitable for future needs real changes in behavior are operated successfully.

What do you think about this?

 

Antecipando a mudança de comportamentos

Existem algumas razões porque devemos mudar comportamentos.

One may be because the behavior is inappropriate to the environment where we are and it becomes necessary and integration of the individual in the middle. Another could be, because we expect that new behaviors are acquired comprehensively in a population with a defined objective.

As redes sociais e as redes on-line proporcionam um canal de influência que pode levar a mudanças de comportamento.

Através delas podemos estimar as necessidades das pessoas ou os seus hábitos de consumo e partir para uma atitude de satisfação de necessidades ou para uma atitude de criação de necessidades.

É aqui que os comportamentos podem ser mudados, não no imediato mas num prazo mais largo. Uma atitude proactiva na geração de ideias faz-nos procurar algo, que ultrapassa as necessidades imediatas de hoje, mas que se pretende existam no futuro.

Tim Brown, aponta essa mudança para a gestão de mudança organizacional ou mudando o comportamento de compra, ou para iniciativas sociais prosseguidas pelas empresas para o bem comum.

As interacções através das redes põem provocar essas mudanças, mas para isso é necessário que os utilizadores sejam portadores de uma confiança construída, não pelo título ostentado, mas pelo tipo de relações construídas.

Quem procura mudar comportamentos deve começar por mudar o seu, isto é desfazendo barreiras e distância, construídas com as tradicionais formas de saber. É preciso dar-se a conhecer num ambiente aberto que coloque os outros à vontade.

“Enquanto o Facebook, LinkedIn, Twitter e outros sites de relacionamento on-line podem tornar-se tempos de escoamento, a rede on-line é útil para reforçar as ligações. Ao publicar no Facebook ou Twitter, links para artigos relevantes, pode fornecer valor aos seus amigos virtuais e mostrar o seu envolvimento com questões de negócios pertinentes. Ao escrever artigos originais ou postar comentários fica na mente das outras pessoas e que lhes permite ver como está envolvido na sua indústria.” – Noshir Contractor

This active participation in networks, makes the trust placed in us will increase, creating credibility, and therefore the acceptance of our message.

Construída essa confiança, parte-se para a mudança de comportamentos que consideramos desejável e que comportam dois parâmetros de aceitação:

Aceito porque me traz benefício ou aceito porque assim não sou penalizado.

Tim Brown sugere:

“Criar simples, novas ferramentas digitais para fornecer feedback. Aplicativos Smartphone e softwares baseados na Web são baratos para criar e implantar. Tenha em mente, contudo, que tais instrumentos só são tão bons como a informação que canalizam.

Inventar para o futuro consumidor, não para o prente cliente. Isto pode ser difícil de fazer, como a pesquisa do consumidor tende a concentrar-se sobre os hábitos de compra hoje…Oferecer uma equipa de design, por exemplo, alguns pontos para pular que sirvam de combustível à sua imaginação, em vez de simplesmente perguntar “o que os clientes querem daqui a dez anos?”

Seja paciente com monitorização do “sucesso”.Comportamento de massa não muda durante a noite. As vendas e outras métricas não devem ser usadas isoladamente, para avaliar os resultados da inovação imediata”

Com uma actividade respeitada nas redes de comunicação e com um design adequado às verdadeiras futuras necessidades as mudanças de comportamento são operadas com sucesso.

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Ideas and Knowledge!

 

Enjoy it!

 

Call for Visionaries! Help Make the Future of Innovation Open and Global – by Stefan Lindegaard – 15inno

“Can you imagine a global network of people who believe the future of innovation is open and global?

Can you imagine a global network based on regional chapters that helps increase the general awareness of open innovation and connects the people and companies – virtually and physically – that turn open innovation into reality?”

Putting in the Hours – by Tim Kastelle – Innovation Leadership Network

“We can’t assume that they already know how great our idea is, or that the value in it is self-evident. This is a particularly important lesson if we are trying to cross domains. If you are a lab scientist trying to commercialise your great discovery, out in business your reputation starts at 0, no matter how much reknown you’re held in as a scientist.”

 

Avoiding Innovation Chaos inside Companies – by Hutch Carpenter – spigit

“Great news…you’ve established your innovation platform to solicit ideas, and gosh, did you get them! Hundreds of ideas. Wow!

Now what? ”

 

Genius Transparency to Lead Innovation – with Ellen Weber – Brain Leaders and Learners

Flawed leadership, whether called democracy or dictatorship generates  gridlocks that block creative brainpower.

 

A Small Attempt to Model Organizational Evolution – by Thierry de Baillon – Sonnez en cas d’absence

“Last few months were, for me, pretty insightful. I tried to spread and nurture some ideas about organizations, collaboration and complexity, met people, chatted online with others, read, assisted or talked at events…  The last pebbles of wisdom came for The Age of Paradox, from Charles Handy, whose S-curve metaphor quasi magically fitted my intuitions. Little by little, I have now built a somehow practical model of organizational maturity which drastically shows the need for enterprise to step into the 2.0 world.”

 

Innovation is a habit – by Jorge Barba – Game-Changer

“Act different to think different. Easier said than done right? The truth is we’ve already been-there-done-that when we were kids, we just forget we did it. How is this possible? How is it that we lost that inquisitive mind? We just lost our imagination, threw the crayons away and got caught up in the reality of the adult world that’s what happened.”

Creating An Emotional Response From Your Web Site – by Kim Krause Berg – search engine land

“I hadn’t seen my artist friend in nearly a year, nor was I even sure he was still painting. But there I was the other day, standing with him in his art studio, chatting about the new things he wanted me to add to his web site. Suddenly he led me to one large 80” x 64” canvas of swirling brush strokes that is his style. “This one is for you,” he announced, “for all the help you’ve given me with the web site.”

Open Innovation becoming an established part of the culture – by business reporting – SCIENCE BUSINESS

“The culture of Open Innovation is becoming established and its potential benefits are now widely recognised according to a survey of R&D directors in the world’s 30 largest healthcare and manufacturing companies, carried out by the UK consultancy group PA Consulting.”

Reverse Innovation: How Designing for Emerging Economies Brings Benefits Back Home – by Andrea Meyer – Working Knowledge

“Story: GE Healthcare sells sophisticated medical imaging devices around the world. Historically, they have sold these high-end machines in emerging economies like India. But only 10% of Indian hospitals can afford a $10,000 ECG machine. Reaching the other 90% of the market takes more than simply cutting a few costs. It requires radical innovation and an in-depth understanding of local conditions.”

 

WHAT, HOW & WHY? – by   Nicolae Halmaghi – Design Thinking Exchange

“What Exactly is Design Thinking?

What Does it Do?

How and Why Does it Create Value?

At this point it is a losing battle trying to find a unified voice about what Design Thinking does, or means. Most definitions are confusing, cumbersome, incomplete, make little sense, or have purely and simply nothing to do with Design Thinking. There is a big disconnect between the way the design community feels and interprets DT and the way business strategists define it. As more and more consultancies want to take advantage of the media attention dedicated to DT, it is likely that unless a common definition is adopted soon, the term will be polluted permanently.”

Have a nice day!

(Texto em Português depois deste)

 

Living Open Innovation

Living Lab” is about experimentation and co-creation with real users in real-life settings.

In these environments users together with researchers, companies and institutions seek new solutions to meet another set of needs, through new products, services or business models.

A practical implementation of “Living Lab” can and should be established as an environmental project in Open Innovation, with thematic communities in Open Innovation and with a process to put the work and management of facilities infrastructure of the Living Lab in an environment that generates innovative projects.

These  infrastructure facilities can be:

Aid to the patenting

Facilitating communication

Interaction with participants and constituents through the use of Web 2.0

The Living Labs address the involvement of civil society on the promotion of innovation on the basis of society, involving universities, SMEs, public institutions and large companies in a process of open innovation, and because it happens in real environments, it has an immediate impact.

The Living Labs look for gaps and as ecosystems that are flexible can provide a substantial demand for innovation by engaging by interactions a range of actors in which the driver of the process is the user.

The Living Lab concept plays a crucial role in keeping users continuously involved, so that their expectations are monitored and can help develop better products and services.

One of the cases that can be inserted in this approach is the creation of a new (2009) Living Lab European network focused on open innovation in the field of lighting, with emphasis on energy efficiency. The creators of this Living Lab are the Portuguese city of Aveiro, the University of Aveiro and several companies.

User participation is one of the most important sources of innovative ideas.

These ideas are enshrined not only in documents of the European community and in other documents which I leave here an example.

“As the adoption (or integration) of the living labs approach has important implications, for its implementation into existing regional instruments of innovation it should be taken into account the specific situation in particular regions. Implementing the living lab concept into the existing instruments and policies requires the collaboration among key stakeholders at the regional level and cities, such as public administrations, regional and city development agencies, research institutes and companies as well as the cities end-users and also co -creators of innovations. Such collaboration could very well be agreed in a public-private partnership program for regional innovation. Such a structure would already avoid the fragmentation of projects and difficulties to pass the phases of applications development and prototyping, often found in current innovation programs. The region-wide collaboration and coordination would at least establish the conditions for systematic networking and exchange, reuse and sharing of knowledge and technologies, and scaling up and roll out. “- LIVING LABS AND OPEN INNOVATION POLICY IN REGIONS FOR THE BENEFIT OF SMES

Tell me your experiences or cases that you meet on Open Innovation! Thank you!

 

Viver a Inovação Aberta

Living Lab” trata de experimentação e de co-criação com utilizadores reais em ambientes da vida real.

Nestes ambientes os utilizadores juntamente com investigadores, empresas e instituições procuram em conjunto novas soluções para satisfazer outro conjunto de necessidades, através de novos produtos, serviços ou modelos de negócio.

Uma implementação prática de “Living Lab” pode e deve ser estabelecida como um projecto de ambiente em Inovação aberta, com comunidades temáticas em Inovação aberta e num processo para colocar o trabalho e a gestão das facilidades de infra-estruturas dos Living Lab num ambiente que gere projectos inovadores.

Essas facilidades existentes nas infra-estruturas podem ser:

Ajudas para o registo de patentes

Facilitação da comunicação

Interacção com os participantes ou constituintes através do uso de Web 2.0

Os Living Labs abordam o envolvimento da sociedade, sobre a promoção da inovação numa base da sociedade, envolvendo universidades, PME, instituições públicas e grandes empresas num processo de inovação aberta, e porque acontece em ambientes reais, tem um impacto imediato.

Os Living Labs procuram colmatar lacunas e como ecossistemas flexíveis que são, podem fornecer uma procura substancial de inovação por envolver de forma interactiva uma série de actores em que o condutor do processo é o utilizador.

O conceito de Living Lab desempenha um papel crucial em manter os utilizadores continuamente envolvidos, para que as suas expectativas sejam acompanhadas e possam participar na construção melhores produtos e serviços.

Um dos casos que pode ser inserido nesta abordagem é a criação de um novo (2009) Living Lab da rede europeia focado na inovação aberta no campo da iluminação, com destaque para a eficiência energética. Os criadores deste Living Lab português são o município de Águeda, a Universidade de Aveiro e várias empresas.

A participação dos utilizadores é uma das mais importantes fontes de ideias inovadoras.

Estas ideias estão consagradas não só em documentação da comunidade europeia, como noutros documentos dos quais deixo aqui exemplo.

“As the adoption (or integration) of a living labs approach has important implications, for its implementation into existing regional instruments of innovation it should be taken into account the specific situation in particular regions. Implementing the living lab concept into the existing instruments and policies requires the collaboration among key stakeholders at the regional and cities level, such as public administrations, regional and city development agencies, research institutes and companies as well as cities as end-users and also co-creators of innovations. Such collaboration could very well be agreed in a public-private partnership programme for regional innovation. Such a structure would avoid already the fragmentation of projects and difficulties to pass the phases of applications development and prototyping, often found in current innovation programmes. The region-wide collaboration and coordination would at least establish the conditions for systematic networking and exchange, reuse and sharing of knowledge and technologies, and scaling up and roll out.” – LIVING LABS AND OPEN INNOVATION POLICY IN REGIONS FOR THE BENEFIT OF SMES  

Conte-me as suas experiências ou casos que conheça em Inovação Aberta! Obrigado!

(ver versão em Português depois desta)

 

Why Design Thinking? Why Open Innovation?

Because it’s time to mention three factors epidemics, not because it is a disease, but because they can leverage the openness and understanding of Design Thinking and Open Innovation.

– Contagious Behavior.

– Small changes have big effects.

– Changes happen suddenly.

In my opinion these principles are applicable to both the DT and OI.

Analytical thinking, it is held in two forms of logic, deductive and inductive reasoning, to define the truths and certainties within organizations and beyond.

This way of thinking, is not really a disease, but I’m sorry purists, it is a general malaise in the organizations, which need to be dissolved in a epidemic way.

Contagious behavior which must be taken is the primacy of creativity and innovation.

There are small changes that have large effects and one of them, a big challenge, is to pass from a rigorous and analytical thinking for a balance between analysis and intuition.

Thinking design, aims to innovation and defining directions, uses abductive thinking.

According to Jeanne Liedtka abductive thinking is the “logic might be.”

Inductive thinking is “prove through observation that something actually works” and deductive thinking is “prove by reasoning principles that something must be.”

For me, the logic of what might be, is the convergence of the advantages of an approach to design thinking in an environment of Open Innovation.

This is the dance that is thought to follow. Is the change is Innovation.

The new practice should be more collaborative, but in a way that amplifies, rather than overcome the power of creativity of individuals, able to respond to unexpected opportunities, finding a balance between products or services and society.

Changes happen suddenly!

Design Thinking look, not only the needs of consumers but also for its environment and culture, which are asked to design thinkers are seeking to system failures, and to use their creativity to fill them.

In Open Innovation, second Lindegaard, “The boundaries between a firm and its environment have become more permeable; innovations can easily transfer inward and outward. The central idea behind open innovation is that in a world of widely distributed knowledge, companies cannot afford to rely entirely on their own research, but should instead buy or license processes or inventions (e.g. patents) from other companies. In addition, internal inventions not being used in a firm’s business should be taken outside the company (e.g., through licensing, joint ventures, spin-offs)”

The cases show that this path begins to emerge:

“InnoCentive is referenced as a good example of how design thinking can result in hundreds of ideas. CEO Dwayne Spradlin define this process [as] an example of design thinking contribute to social innovation “and quotes our partnership with the Global Alliance for TB Drug Development.” – InnoCentive

But who are the people who are available to launch these approaches “epidemic”?

These people overflowing curiosity, has ability to use tacit knowledge and develop the ability to be alert.

They are the same that have the ability to understand complex problems and identify the roots of the same problems, anticipating and seeing new scenarios.

These people are still able to generate new ideas and to synthesize them to the problem-solving.

What is your opinion?

 

Porquê Pensamento Design? Porquê Inovação Aberta?

Porque está na hora de enunciar os três princípios epidémicos, não porque se trate de uma doença, mas porque eles podem alavancar a receptividade e compreensão de Pensar design e Inovação Aberta.

– Comportamento contagioso.

– Pequena mudanças que têm grandes efeitos.

– As mudanças acontecem de repente.

Na minha opinião estes princípios são aplicáveis quer a DT quer a OI.

O pensamento analítico, sustenta-se em duas formas de lógica, raciocínio dedutivo e raciocínio indutivo, para definir as verdades e as certezas dentro das organizações e não só.

Esta forma de pensar, não é de facto uma doença, mas que me desculpem os puristas, é um mal-estar generalizado nas organizações, que urge dissolver de forma epidémica.

O comportamento contagioso que importa ter é o do primado da criatividade e da inovação.

Há pequenas mudanças que têm grandes efeitos e, uma delas, um grande desafio, é a passagem de um pensamento rigoroso e analítico para um pensamento de equilíbrio entre a análise e a intuição.

O pensamento design, tem como objectivos a inovação e a definição de direcções, utiliza o pensamento abdutivo.

De acordo com Jeanne Liedtka pensamento abdutivo é a “lógica do poderia ser”. Pensamento indutivo é “provar através da observação que algo realmente funciona”; Pensamento dedutivo é “provar através do raciocínio por princípios que algo deve ser”.

Para mim, a lógica do que poderia ser, é a convergência das vantagens de uma abordagem de pensamento design num ambiente de Inovação Aberta.

É esta a dança que o pensamento tem de acompanhar. É a mudança, é a Inovação.

A nova prática deve ser mais colaborativa, mas de uma forma que amplifique, em vez de subjugar o poder de criatividade dos indivíduos, capaz de responder a oportunidades inesperadas, procurando um equilíbrio entre produtos ou serviços e a sociedade.

As mudanças acontecem de repente!

O pensar design olha, não apenas as necessidades dos consumidores, mas também para o seu meio ambiente e cultura e, o que se pede aos pensadores design é que procurem as falhas nos sistemas e, que usem a sua criatividade para as preencher.

Em Inovação Aberta, segundo Lindegaard, “as fronteiras entre uma empresa e o seu ambiente tornaram-se mais permeáveis; as inovações podem facilmente transferir-se para dentro e para fora. A ideia central por trás da inovação aberta é que num mundo de conhecimentos amplamente distribuído, as empresas não podem dar-se ao luxo de confiar exclusivamente nas suas próprias pesquisas, mas em vez disso, compram processos de licenciamento ou de invenções (por exemplo, patentes) de outras empresas.

Os casos que apontam neste caminho começam a surgir:

“InnoCentive é referenciado como um bom exemplo de como o pensar design pode resultar em centenas de ideias. CEO Dwayne Spradlin define este processo “[como] um exemplo de pensar design contribuir para a inovação social” e cita a nossa parceria com a Aliança Global para TB Drug Development.” – Innocentive

Mas quem são as pessoas que estão disponíveis para lançar estas abordagens “epidémicas”?

São pessoas que transbordam curiosidade, com capacidade para empregar o conhecimento tácito e desenvolver a capacidade de estar alerta.

São os mesmos que têm capacidade para compreender problemas complexos e identificar as raízes dos mesmos problemas, antecipando e visualizando novos cenários.

São ainda capazes de gerar ideais novas e de as sintetizar para a resolução de problemas.

Qual é a sua opinião?

(versão em Português depois desta)

 

Hidden needs call for connectivity

As, companies plunge deeper into consumers’ lives, and they seek to be part of the creative process and materials design, social networks will increase their desire to participate.

The networks provide a visible picture of the systems and ecosystems that make them understandable, but also have many hidden needs.

If the existence of networks helps open up the internal silos in organizations and to the acceptance of open innovation can also create diversity without control. Lindegaard says that we must create a management system that values diversity, disagreement and difference as much as conformity, consensus and cohesion.

The important thing is how a system should be treated. Systems cannot be static and therefore have the ability to change and learn from experience and it is in this dynamic that the connections must be made.

As Tim Kastell said “Don’t try to compile more ideas, focus instead on making more novel connections, because that’s the fundamental creative act in innovation”

We must be aware of these social and cultural structures that are complex systems, i.e., the non-different but interrelated. Social structures are presented, or are seen as a whole, not highlighting particular aspects.

There are the common points that give the plot to the novel.

One of the purposes of open innovation is the market expansion of the use of innovation beyond the borders of organizations, allowing the outside to identify needs and propose solutions combined.

Many of these needs are hidden and the opening to the exterior amplifies the detection, clarifies and validates those needs, through the connections.

The emotional security, our individual worth, our identity, the need to create the need for power and love and be loved, and the meaning of our roots and the fear of death, all these are hidden needs that cannot be satisfied with the unique internal working of an organization.

It’s the networks that will bring us, the plain meaning of the needs and cultural integration of solutions, the best and fastest means of satisfaction and validation of our proposals.

It is the role of the future, according Venesse Miemis, helps people to anticipate, predict and adapt to change. “This means identifying emerging trends and sees how they fit into the general framework for forecasting and different scenarios for what could turn out to be next.”

These combinations of perspective can facilitate innovation, leverage open innovation with different purposes and allow projects focusing on the needs of people, creating wealth and social development.

“But I am also reminded of my teaching quantum physics at the University who taught me that the particles exist in a kind of” wave of possible positions, until it is observed at which point the wave breaks down at a specific location. I think business networks and business innovation in a similar way. There are several potential collaborations, connections, marriages, divorces are at any time, but not stand up to analysis and measurement of each. Most attempts of organization or government to support or develop networks fall, in my experience, because they are almost certainly very formal. “Roland 100open

Meanwhile do you want to comment?

 

 

Inovação aberta pensar design e necessidades ocultas

À medida que, as empresas mergulham mais profundamente na vida dos consumidores, e estes pedem para ser parte do processo de criação e concepção de materiais, as redes sociais reforçam o seu desejo de participar.

As redes oferecem um retrato visível dos sistemas e dos ecossistemas que os tornam compreensíveis, mas também possui muitas necessidades ocultas.

Se a existência de redes contribui para a abertura dos silos internos nas organizações e permite a aceitação da inovação aberta, também pode criar uma diversidade descontrolada. Lindegaard refere que devemos criar um sistema de gestão que valoriza a diversidade, o desacordo e a divergência tanto como a conformidade, consenso e a coesão.

O importante é como, um sistema deve ser tratado. Os sistemas não podem ser estáticos e, portanto, possuem a capacidade de mudar e aprender com a experiência e, é nessa dinâmica que, as conexões devem ser realizadas.

Como diz Tim Kastelle “ Não tente compilar ideias, em vez disso faça uma novela de conexões, porque esse é o acto criativo fundamental em inovação”

Devemos estar atentos a essas estruturas sociais e culturais que são sistemas complexos, ou seja, vários elementos, diferentes, mas interligados. As estruturas sociais são apresentadas, ou são vistas como um todo, não destacando aspectos particulares. São os pontos comuns que dão a trama à novela.

Um dos propósitos da inovação aberta é a expansão do mercado do uso de inovação para fora das fronteiras das organizações, permitindo ao exterior identificar necessidades e propor soluções combinadas.

Muitas dessas necessidades são ocultas e a abertura ao exterior amplifica a detecção, clarifica e valida essas mesmas necessidades, através das conexões estabelecidas.

A segurança emocional, o nosso valor individual, a nossa identidade, a necessidade de criar, a necessidade de poder e de amar e ser amado, bem como o significado das nossas raízes ou o medo da morte, tudo isto são necessidades ocultas que não podem ser satisfeitas com o exclusivo trabalho interno de uma organização.

São as redes que nos vão trazer, o significado claro das necessidades e a integração cultural das soluções, os melhores e mais rápidos meios de satisfação e a validação das nossas propostas.

É o papel do futuro, segundo Venesse Miemis, ajudar as pessoas a antecipar, a prever e adaptar-se à mudança. “Isto significa identificar as tendências emergentes e ver como elas se encaixam no quadro geral de previsão e cenários diferentes para o que poderiam vir a ser em seguida.”

Estas combinações de perspectiva podem facilitar a inovação, alavancar a inovação aberta com propósitos diferenciados e permitir projectos centrados nas necessidades das pessoas, criando riqueza e desenvolvimento social.

“No entanto também estou lembrado das minhas aulas de física quântica da Universidade que me ensinou que as partículas existem em uma espécie de “onda de posições possíveis, até que é observado em que ponto a onda entra em colapso num local específico. Acho que as redes de negócios ou trabalho de inovação de forma semelhante. Existem várias colaborações em potencial, conexões, casamentos, divórcios que existem em qualquer momento, mas não resistem a uma análise ou medição de cada um. A maioria das tentativas de organização ou de governo para apoiar ou desenvolver redes caem, na minha experiência, por serem, quase certamente, muito formais.” Roland 100open

Enquanto aguardamos quer comentar?

Some very good readings I must share!

 

When The Future is Open and Global… – by Stefan Lindegaard – 15inno

I have decided to look further on the ideas of Hamel and his colleagues through an open innovation perspective and combine this with my belief that the future of innovation – and perhaps business in general – will be open and global.

 

Are You Killing Innovation in Your Company (Without Even Knowing It)? by Holly G. Green – Blogging Innovation

I agree that we need to train our leaders better on how to manage innovation. And we could certainly allocate more money and resources in that direction. But it can start with an even simpler approach of identifying and eliminating all the different ways we unintentionally shut down good ideas with the way we talk. Of course, this does require we become aware of our own thinking process and reasons for our auto responses first.

 

Mapping Customer Experience Excellence

10 Steps to Customer Journey Mapping – by Arne van Oosterom – Blogging Innovation

A product or service is merely a means to an end. The real deeper value lies in the story attached. I don’t want to own a coffee maker – I need to wake up early with a little help from a cup of coffee. I don’t want to use a train – I want to get home to my wife and children. I don’t want to go to a store and buy a stereo set – I just want to listen to my favorite rock music when I’m home, it makes me unwind after work.

 

Reverse Innovation: How Designing for Emerging Economies Brings Benefits Back Homeby Andrea Meyer – Working Knowledge

Story: GE Healthcare sells sophisticated medical imaging devices around the world. Historically, they have sold these high-end machines in emerging economies like India. But only 10% of Indian hospitals can afford a $10,000 ECG machine. Reaching the other 90% of the market takes more than simply cutting a few costs. It requires radical innovation and an in-depth understanding of local conditions.

Two Thinking Tips for Leaders – by Paul Sloane – BQF Innovation

If you run a company then you are probably burdened with a plethora of troubles.  You have all sorts of headaches, problems and surprises to sort out every day.  It is hard to stand back and focus on the big strategic issues – but that is exactly what you have to do.  Here are a couple of thinking exercises to help you approach the challenge afresh

 

Connecting Ideas is the Fundamental Creative Act in Innovation – by Tim Kastelle – Innovation Leadership Network

In this week’s class we talked about Jeff Bezos’ TED talk. When I think about innovation, to me the central part of the process is connecting ideas. As I keep emphasising, once we’ve done this, we then have to work like crazy to execute them well, and to get them to spread. But we need to start with great ideas, and we get these by making novel connections. I like this talk because there are several great examples of the importance of connecting in innovation.

 

Project Management for Innovation Professionals… by Paul Williams – Think For A Change, LLC Blog

If you’ve followed along here for any real duration, you’ll know that I sit at the intersection of innovation management and project management….literally.  I earn my living as both a Project Manager and as an Innovation Manager.  You’ll also know that my preferred (and recommended) method for converting ideas into reality that also meets a need (my definition of innovation) is the discipline and process found in the generally accepted practices of project management.

The New Normal – By Dwayne Spradlin – PERSPECTIVES ON INNOVATION

As 21st century leaders you may well be faced with challenges that have never been witnessed before. As open innovation continues to evolve within and outside the organization, it will have profound effects on your organizations, society, and all of us as individuals. Oh brave new world. Embrace it!

Enjoy it!

(ver versão em Português no fim desta) 

 

Why we must talk again about Open Innovation and networking?

–      Because “You must be able to work across business and with many types of innovation to turn ideas into profitable products, services or business methods” – Stefan Lindegaard

 

In the past…

The Era of Open Innovation

By Henry W. Chesbrough

“In the past, internal R&D was a valuable strategic asset, even a formidable barrier to entry by competitors in many markets. Only large corporations like DuPont, IBM and AT&T could compete by doing the most R&D in their respective industries (and subsequently reaping most of the profits as well). Rivals who sought to unseat those powerhouses had to ante up considerable resources to create their own labs, if they were to have any chance of succeeding. These days, however, the leading industrial enterprises of the past have been encountering remarkably strong competition from many upstarts. Surprisingly, these newcomers conduct little or no basic research on their own, but instead get new ideas to market through a different process.”

 

Only two days ago you could read:

 

CFP: European Journal of Innovation Management

EJIM Special Issue on Open Innovation – March 17, 2010

According to Henry Chesbrough “Open Innovation is the use of purposive inflows and outflows of knowledge to accelerate internal innovation, and expand the markets for external use of innovation”. Several heterogeneous phenomena are compatible with such a broad definition and have all been labelled Open Innovation: Intellectual Property markets with or without the presence of intermediaries, crowdsourcing and lead user innovation, academic and company spin-offs, and collaborative research projects. The external sourcing and the external commercialization of innovation are very different practices as well.

To what extent these phenomena can be studied as one?

 

Meanwhile some observations were made:

 

Open information / Intellectual property / Information trading – Eric von Hippel

“Informal” know-how trading is the extensive exchange of proprietary know-how by informal networks of process engineers in rival (and non-rival) firms. I have observed such know-how trading networks to be very active in the US steel minimill industry and elsewhere, and they appear to represent a novel form of cooperative R&D.
When one examines informal know-how trading in the framework of a “Prisoner’s Dilemma”, real-world conditions can be specified where this behavior both does and does not make economic sense from the point of view of participating firms. Data available to date on the presence and absence of such trading seem to be roughly in accordance with the predictions of this simple model.
Although presently documented only as a firm-level phenomenon involving the trading of proprietary technical knowhow, informal know-how trading seems relevant to (and may currently exist in) many other types of situation. Indeed, it may be applicable to any situation in which individuals or organizations are involved in a competition where possession of proprietary know-how represents a form of competitive advantage.”

 

And…

 

Innovation communities: the role of networks of promotors in Open Innovation – InterScience

Research on Open Innovation has increasingly emphasized the role of communities in creating, shaping and disseminating innovations. However, the comparability of many studies has been hampered by the lack of a precise definition of the community construct, and the research on Open Innovation has to date not been well connected to insights from research on the role of transformational leaders and the networking of champions and promoters across organizational boundaries. For this reason, this paper introduces a new construct of ‘innovation communities’ based on promoter theory, which it defines as ‘networks of promoters’. It proposes a comprehensive concept of the quality of interaction in innovation communities, and presents findings of three case studies, which explore the role of promoters and networks of promoters in Open Innovation. The case studies reveal that such transformational leaders as promoters, and especially their close and informal co-operation across functional and organizational boundaries, play a key role in Open Innovation.

 

This and a lot of other subjects drive us to the future!

 

Innovating in a downturn – Open innovation management the future for pharma? – Thepharmaletter

“Most companies agree that OI is key, but relatively few have so far adopted a structured or company-wide approach to it. Several felt that it can be difficult to gain buy-in and resources for OI projects. Those involved in OI can feel marginalized, under pressure to show results or even anonymous company-wide, said PA.

The view among those PA spoke to is that successful OI requires leadership, both from the top of the business and all the way through the heads of function. With relevant, respected members of the company seen to be championing it, the process is much easier. Leadership was also seen as critical to building the essential outward-looking culture – an engaged, enthusiastic chief executive or head of function can do much to engender a similar attitude in employees, and get OI accepted.”

What kind of interrogations on the next step?

 

– Versão em Português-

 

No passado,

A Era do Inovação aberta

No passado, o R & D interno era um activo estratégico valioso, mesmo uma formidável barreira à entrada de concorrentes em vários mercados. Apenas as grandes corporações como DuPont, IBM e AT & T poderiam competir, fazendo mais de P & D em suas respectivas indústrias (e, posteriormente, colher a maior parte dos lucros também). Os rivais que tentaram derrubar as potências tiveram que investir recursos consideráveis para criar os seus próprios laboratórios, se queriam ter alguma hipótese de sucesso. Nos nossos dias, porém, as empresas industriais do passado foram encontrando notavelmente forte concorrência de muitos iniciantes. Surpreendentemente, estes recém-chegados, traziam pouca ou nenhuma de pesquisa básica consigo, mas em vez disso procuraram obter novas ideias para o mercado através de um processo diferente.

Há dois dias apenas,

European Journal of Innovation Management

EJIM Edição Especial sobre Open Innovation

Quarta-feira março 17, 2010

Segundo Henry Chesbrough “A inovação Aberta é o uso intencional de entradas e saídas de conhecimento para acelerar a inovação interna e ampliar os mercados para o uso externo da inovação”. Vários fenómenos heterogéneos são compatíveis com uma definição tão ampla e foram todos rotulados de Inovação Aberta: os mercados de propriedade intelectual, com ou sem a presença de intermediários, crowdsourcing e inovação centrada no usuário chumbo, académicos e empresas, e projectos de pesquisa colaborativa. O aprovisionamento externo e, a comercialização externa de inovação são práticas muito diferentes também.

Até que ponto estes fenómenos podem ser estudados como um?

Entretanto foram feitas algumas observações:

Abra a informação / Propriedade Intelectual / troca de informação

“O know-how comercial informal é a ampla troca de know-how proprietário de redes informais de engenheiros de processos rivais de (e não rivais) empresas. Tenho observado esse know-how de redes de comércio a ser muito activos na indústria de aço minimill E.U. e em outros lugares, e eles parecem representar uma nova forma de cooperação em I & D.
Quando se examina informal know-how comercial no âmbito de um “dilema do prisioneiro”, condições do mundo real pode ser especificado em que esse comportamento, tanto faz e não faz sentido económico a partir do ponto de vista das empresas participantes. Os dados disponíveis até à data sobre a presença ea ausência de negociação, como parecem ser mais ou menos de acordo com as previsões do modelo simples.
Embora actualmente documentados apenas como uma empresa-nível fenômeno envolvendo a negociação do know-how técnico proprietária informal e know-how comercial parecem relevante (e actualmente podem existir em) muitos outros tipos de situação. Na verdade, pode ser aplicável a qualquer situação em que indivíduos ou organizações estão envolvidas em uma competição onde a posse de propriedade know-how “representa uma forma de vantagem competitiva.

E…

Comunidades de inovação: o papel das redes de promotores no Open Innovation

Pesquisa sobre Inovação Aberta tem vindo a sublinhar o papel das comunidades na criação, elaboração e difusão de inovações. No entanto, a comparabilidade dos muitos estudos tem sido dificultado pela falta de uma definição precisa de construir a comunidade, e as pesquisas sobre inovação aberta até à data não foi bem ligado a descobertas da investigação sobre o papel dos líderes transformacionais e a ligação em rede dos campeões e factores para além das fronteiras organizacionais. Por esta razão, este artigo introduz um novo conceito de ‘comunidades de inovação “, com base na teoria do promotor, que define como” redes de promotores “. Ele propõe um conceito abrangente da qualidade da interacção em comunidades de inovação e apresenta resultados de três estudos de caso, que exploram o papel dos promotores e dos promotores em redes de inovação aberta. Os estudos de caso revelam que tais líderes transformacionais como promotores e, especialmente, seus próximos e cooperação informal através das fronteiras funcionais e organizacionais, desempenham um papel fundamental na inovação aberta.

Isto e muitos outros assuntos conduzem-nos ao futuro!

 

Inovando em uma recessão – gestão da inovação aberta no futuro para a indústria farmacêutica?

A maioria das empresas declara que a Oi é a chave, mas relativamente poucos, até agora adoptaram de forma estruturada ou fizeram uma abordagem corporativa ao mesmo. Alguns consideraram que pode ser difícil ganhar o “buy-in” e de recursos para projectos de OI. Os envolvidos na OI pode sentir-se marginalizados, sob pressão para mostrar resultados ou mesmo sociedade anónima de largura, disse PA.

A opinião entre os PA é que a OI bem sucedida exige liderança, tanto a partir do topo da empresa e em todo o caminho através dos chefes de função. Com relevantes, membros respeitados da sociedade a defender que, o processo é muito mais fácil. Cultura de liderança também era visto como crucial para construir o essencial para o exterior – um compromisso entre executivo chefe ou chefe entusiasta da função pode fazer muito para gerar uma atitude semelhante em funcionários, e obter OI aceite.

Que tipo de interrogações vai fazer no próximo passo?

 

Medindo ou procurando valores

 

Apesar de hoje os valores ocuparem um lugar de destaque, na ética dos negócios e comportamento das organizações, persiste alguma confusão sobre o que esses valores representam e qual o papel que elas desempenham.

Como podem esses valores ser perseguidos quer pelos indivíduos quer pelas organizações?

Que importância têm esses valores em inovação?

Se partirmos de uma base centrada no indivíduo, portanto nas pessoas poderemos tentar construir uma base para o comportamento organizacional, incluindo os seus valores e cultura.

Os ambientes onde as organizações se desenvolvem são naturalmente um aspecto fundamental para a análise e avaliação desses valores e qual o papel que desempenham na saúde das organizações.

O ambiente de redes sociais que envolve qualquer organização esteja ela vocacionada ou não para a inovação, induz uma partilha não só de conhecimentos como de desejos e expectativas que conduzem à co-criação e aceitação de novas perspectivas do correcto e do incorrecto.

Isto por seu lado é favorável ao desenvolvimento da inovação aberta, quando se toma consciência de que existem ideias externas tão ou mais válidas que as internas e que com elas trazem novos valores de organização e de comportamento.  

As redes sociais permitem não só a visão de pontos de vista diferentes, individuais e organizacionais, como apresentam um novo valor – as interacções, ou relacionamentos.

Já não se trata apenas de troca de informações. Trata-se de perceber valores, ao receber e explicar valores ao fornecer.

Estas interacções requerem uma análise cuidada, tal como a necessária à informação.

Centrando a nossa atenção e intenção nas pessoas facilmente percebemos que o valor, ética e princípios se transforma em valor de negócio. E é um valor um pouco mais complexo, dada a natureza também complexa das interacções. Há uma constante conectividade que não existia nas relações bilaterais tradicionais e isto implica a aceitação da plasticidade e da natureza dinâmica das relações.

Ao procurar compreender uma cultura de inovação e especialmente de Inovação Aberta, não podemos deixar de considerar que vai nascer uma nova cultura, mais rica e consequentemente mais capaz de responder às necessidades dos consumidores.

A diversidade de culturas, as diferenças geográficas e os novos valores devem ser combinados e integrados pelos intervenientes num processo de inovação aberta. São de redes de valor que procuram um alinhamento capaz de provocar resultados satisfatórios para todos os pontos de contacto.

A facilitação da comunicação está disponível e interessa verificar as afinidades e interesses para proactivamente evitar conflitos desnecessários.

A palavra-chave é o alinhamento tanto interno como, com o exterior. Não se trata de uma tarefa fácil, uma vez que organizações, parceiros e consumidores não têm, inicialmente, os mesmos objectivos e partem de valores de referência distintos.

Num processo de inovação aberta e centrado nas pessoas o alinhamento é necessário para a satisfação de todos os envolvidos.

É importante identificar as condições de partida de todos os parceiros e garantir que as redes enriquecem e não prejudicam o trabalho colaborativo e a co-criação.

Num mundo de interacções e conectividade, onde a inovação é vista como um instrumento para a construção do sucesso, onde a co-criação é uma oportunidade e com uma orientação centrada nas necessidades dos consumidores, existe um caminho que interessa continuar a percorrer.

“O meu pensamento actual é que, os designers devem desempenhar um papel crítico na criação deste novo campo de pensamento de design. A cultura do todo o cerne do projecto é essencial para a concepção de pensar. Na verdade, eu diria que, a ascensão da Web 2.0 e das redes sociais reforça o foco sobre a concepção tradicional de empatia e integração de factores humanos, a interface do usuário e a cultura. A tecnologia Web 2.0 está por trás do impulso no projecto, num canto de um escritório, à medida que as empresas mergulham mais profundamente na vida de seus clientes, que pedem para ser parte do processo de criação e concepção de material. A rede social reforça o seu desejo de participar.

Mas, pensando design é um campo tão novo, que não está claro se as escolas de design ou escolas de negócios irá desenvolver os conceitos formais e metodologias para, o transformar numa ferramenta ampla, profunda e poderosa de mudança organizacional.” -Bruce Nussbaum

Design Vs. Design Thinking – BusinessWeek

Comente, acrescente ou corte!

 

 

Measure or looking for values

 

Although today’s figures occupy a prominent position in business ethics and behavior of organizations, there remains some confusion about what these values represent and what role they play.

How can these values be pursued either by individuals or organizations?

How important are these values in innovation?

If we start from a base centered on the individual we can try to build a foundation for organizational behavior, including its values and culture.

Environments where organizations develop are of course a fundamental aspect for the analysis and evaluation of the values and what role they play in health organizations.

The environmental social network that involves any organization whether it is suited or not for innovation, induces not only a sharing of knowledge, desires and expectations that lead to the co-creation and acceptance of new perspectives of right and wrong.

This in turn supports the development of open innovation when it becomes aware that there are outside ideas as or more valid than in-house and bring with them new organizational and behavior values.

Social networks allow not only the vision of different viewpoints, individual and organizational, as have a new value – the interactions, or relationships.

It is no longer just an exchange of information. It is to realize values when receiving and explain the values provided.

These interactions require careful analysis as the necessary to information.

Focusing our attention and intention to people we very easily see that the value, ethics and principles are transformed into business value. And it is a value a little more complex, given the complex nature of interactions. There is a constant connectivity that did not exist in traditional bilateral relations and this implies the acceptance of plasticity and of the dynamic nature of relationships.

In seeking to understand a culture of innovation and in particular of Open Innovation, we have to consider who will be born a new culture, the richer and thus more responsive to consumer needs.

The diversity of cultures, geographical differences and the new values should be combined and integrated by the actors in a process of open innovation. They are value networks that seek an alignment that can give rise to satisfactory results for all points of contact.

The facilitation of communication is available and interested check the affinities and interests to proactively avoid unnecessary conflict.

The keyword is the alignment both internally and with the outside. This is not an easy task, as organizations, partners and consumers do not initially have the same objectives and depart from different benchmarks.

In a process of open innovation and people-centered alignment is necessary for the satisfaction of all involved.

It is important to identify the starting conditions of all partners and ensure that the networks enrich and not hinder the collaborative process and co-creation.

In a world of interaction and connectivity, where innovation is seen as a tool for building success, where the co-creation is an opportunity and an orientation to the needs of consumers, there is a way that matters continue to go.

“My own current thinking is that designers must play a critical role in the creation of this new field of design thinking. The whole core culture of design is essential to design thinking. In fact, I would argue that the rise of Web 2.0 and social networking reinforces the traditional design focus on empathy and integration—human factors, the user interface, culture. Web 2.0 technology is behind the boost to design in the corner office as businesses delve more deeply into the lives of their customers—who are demanding to be part of the process of creating and designing stuff. Social media reinforce their desire to participate.

But design thinking is such a new field that it’s not clear whether design schools or business schools will develop the formal concepts and methodologies that turn it into a broad, deep and powerful tool of organizational change.” – Bruce Nussbaum

Design Vs. Design Thinking – BusinessWeek

Medindo ou procurando medir

 

Apesar de hoje os valores ocuparem um lugar de destaque, na ética dos negócios e comportamento das organizações, persiste alguma confusão sobre o que esses valores representam e qual o papel que elas desempenham.

Como podem esses valores ser perseguidos quer pelos indivíduos quer pelas organizações?

Que importância têm esses valores em inovação?

Se partirmos de uma base centrada no indivíduo, portanto nas pessoas poderemos tentar construir uma base para o comportamento organizacional, incluindo os seus valores e cultura.

Os ambientes onde as organizações se desenvolvem são naturalmente um aspecto fundamental para a análise e avaliação desses valores e qual o papel que desempenham na saúde das organizações.

O ambiente de redes sociais que envolve qualquer organização esteja ela vocacionada ou não para a inovação, induz uma partilha não só de conhecimentos como de desejos e expectativas que conduzem à co-criação e aceitação de novas perspectivas do correcto e do incorrecto.

Isto por seu lado é favorável ao desenvolvimento da inovação aberta, quando se toma consciência de que existem ideias externas tão ou mais válidas que as internas e que com elas trazem novos valores de organização e de comportamento. 

As redes sociais permitem não só a visão de pontos de vista diferentes, individuais e organizacionais, como apresentam um novo valor – as interacções, ou relacionamentos.

Já não se trata apenas de troca de informações. Trata-se de perceber valores, ao receber e explicar valores ao fornecer.

Estas interacções requerem uma análise cuidada, tal como a necessária à informação.

Centrando a nossa atenção e intenção nas pessoas facilmente percebemos que o valor, ética e princípios se transforma em valor de negócio. E é um valor um pouco mais complexo, dada a natureza também complexa das interacções. Há uma constante conectividade que não existia nas relações bilaterais tradicionais e isto implica a aceitação da plasticidade e da natureza dinâmica das relações.

Ao procurar compreender uma cultura de inovação e especialmente de Inovação Aberta, não podemos deixar de considerar que vai nascer uma nova cultura, mais rica e consequentemente mais capaz de responder às necessidades dos consumidores.

A diversidade de culturas, as diferenças geográficas e os novos valores devem ser combinados e integrados pelos intervenientes num processo de inovação aberta. São de redes de valor que procuram um alinhamento capaz de provocar resultados satisfatórios para todos os pontos de contacto.

A facilitação da comunicação está disponível e interessa verificar as afinidades e interesses para proactivamente evitar conflitos desnecessários.

A palavra-chave é o alinhamento tanto interno como, com o exterior. Não se trata de uma tarefa fácil, uma vez que organizações, parceiros e consumidores não têm, inicialmente, os mesmos objectivos e partem de valores de referência distintos.

Num processo de inovação aberta e centrado nas pessoas o alinhamento é necessário para a satisfação de todos os envolvidos.

É importante identificar as condições de partida de todos os parceiros e garantir que as redes enriquecem e não prejudicam o trabalho colaborativo e a co-criação.

Num mundo de interacções e conectividade, onde a inovação é vista como um instrumento para a construção do sucesso, onde a co-criação é uma oportunidade e com uma orientação centrada nas necessidades dos consumidores, existe um caminho que interessa continuar a percorrer.

“O meu pensamento actual é que, os designers devem desempenhar um papel crítico na criação deste novo campo de pensamento de design. A cultura do todo o cerne do projecto é essencial para a concepção de pensar. Na verdade, eu diria que, a ascensão da Web 2.0 e das redes sociais reforça o foco sobre a concepção tradicional de empatia e integração de factores humanos, a interface do usuário e a cultura. A tecnologia Web 2.0 está por trás do impulso no projecto, num canto de um escritório, à medida que as empresas mergulham mais profundamente na vida de seus clientes, que pedem para ser parte do processo de criação e concepção de material. A rede social reforça o seu desejo de participar.

Mas, pensando design é um campo tão novo, que não está claro se as escolas de design ou escolas de negócios irá desenvolver os conceitos formais e metodologias para, o transformar numa ferramenta ampla, profunda e poderosa de mudança organizacional.” -Bruce Nussbaum

Design Vs. Design Thinking – BusinessWeek

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