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 É de todos!

David Holzmer escreveu no twitter (@DavidHolzmer): “Intrigante feedback sobre o meu pedaço de ILA fazendo-me pensar acerca do como está distante, a mais corrente liderança, de complexidade e interdisciplinaridade.”

Talvez isto fique menos intrigante quando pensarmos que as nossas crenças condicionam a forma como encaramos os acontecimentos que nos rodeiam e a nossa imaginação em relação ao futuro.

Muitas vezes só acreditamos quando sofremos as consequências indesejáveis da falta de atenção.

Grupos compostos de pessoas inteligentes que são interiormente diversas — ou seja, que têm diferentes perspectivas, mentalidades e formas de resolver problemas — podem fazer previsões mais precisas e resolver os problemas de forma mais eficaz do que grupos de especialistas.Scott E.Page

Eu posso não acreditar que as grandes mudanças, que acontecem na sociedade, possam conduzir a determinados resultados ou posso não acreditar que há necessidade de repensar as minhas competências para enfrentar a mudança, mas colocar hipóteses também não provoca o nosso desgaste.

O futuro tem em si algo de misterioso que nos provoca a curiosidade e nos desafia a imaginação e talvez por isso ele seja tão desejado (pelo menos por alguns).

Há mudanças que funcionam como fios condutores da nossa aprendizagem e crescimento (entenda-se crescimento como a capacidade de viver sustentado em valores). Alguns desses fios condutores quando combinados funcionam como um cabo suficientemente forte e elástico para nos guiar em segurança até ao futuro.

Um futuro que chega rápido e para o qual temos de construir um conjunto de capacidades para sermos bem sucedidos.

O  “Institute for the Future” realizou um trabalho denominado Future Work Skills 2020 em que apresenta, como resultado de uma investigação, alguns (seis) dos condutores de mudança que irão ser importantes nas competências de trabalho do futuro e sendo esta uma possibilidade é útil que comecemos ou que continuemos a nossa aprendizagem ao longo da vida.

Desse trabalho vou procurar fazer uma pequena adaptação dos seis argumentos:

1-A extrema longevidade que se tem generalizado por todo o globo é um dos pilotos nesta corrida de competências

Recordo-me que no início da minha vida profissional eu olhava para as pessoas que se reformavam como pessoas idosas e cansadas de trabalhar. Com frequência se ouvia a notícia de que alguém só tinha gozado 5 ou seis anos de reforma!

Hoje assistimos a uma longevidade maior, a uma melhor qualidade de saúde e a diferentes exigências de mercado de trabalho. Hoje as perspectivas de futuro da actividade profissional mudaram radicalmente face a novas variáveis introduzidas na nossa vida, tais como (para além de uma maior longevidade), um desenvolvimento tecnológico surpreendente acompanhado de uma inimaginável quantidade de informação que obrigará a reformular formas de comunicação e estruturas de empresas num mundo cada vez mais conectado.

A nossa vida profissional futura será prolongada nos anos e terá como requisito fundamental uma aprendizagem contínua num ambiente de diversidade cultural e interdisciplinaridade.

Mas qual será o destino do nosso conhecimento adquirido ao longo dos anos?

Como poderei transferir o conhecimento tácito fruto da minha experiência?

No futuro as organizações terão de ser mais flexíveis para atenderem os diferentes valores e interesses das várias gerações que coabitam a sua área de negócio e simultaneamente procurarem soluções inovadoras para as necessidades que emergem nos novos ecossistemas.

2-O nosso relacionamento, com as ferramentas, vai sofrer uma evolução profunda.

Apesar de hoje já encontramos muitas máquinas a substituir as pessoas em tarefas de rotina, nos próximos anos o papel de substituto das máquinas acentuar-se-á e estas passarão a ser nossos concorrentes nos postos de trabalho. Por essa razão teremos de reflectir sobre quais serão as nossas competências com características de sucesso face a essa concorrência.

Como vamos adaptar-nos?

Como conseguiremos transformar as máquinas em nossos colaboradores enquanto colaboradores de uma organização ou noutro ambiente?

3-O crescimento massivo de sensores e poder de processamento libertará uma quantidade de dados inimaginável

Amanhã, cada espaço, cada objecto, cada interacção será convertido em dados e o nosso foco será a sua manipulação, talvez usando a nossa criatividade e desvio para atingir os resultados que desejamos.

Seja num negócio seja a gerir a nossa vida familiar, cada vez mais iremos precisar de novas competências para interagir com dados e tomar decisões.

4-Novas ferramentas de comunicação e novas aprendizagens

As novas tecnologias multimédia estão a transformar o modo como comunicamos, desenvolvendo a visualização num ambiente de mistura e combinação de diferentes lugares e culturas. Neste momento já estamos a desenvolver uma nova forma de comunicação que deixou as limitações dos conteúdos baseados em texto para criar um significado diferente através da imagem.

As redes virtuais que englobam milhões de utilizadores passam a ser um factor de influência na nossa cultura e na transformação do nosso ecossistema.

Que valores devo preservar?

Que direcção devo tomar para criar significado no meu meio ambiente?

Este desenvolvimento requer também uma nova aprendizagem e a consolidação de novas competências com características de flexibilidade e adaptabilidade.

5 -As Organizações serão empurradas pelas tecnologias sociais para reestruturações sem precedentes.

Amanhã, o que era domínio das grandes empresas passará a ser repartido por empresas mais pequenas por força das novas tecnologias e redes sociais. O nosso papel enquanto colaboradores dessas organizações também sofrerá uma transformação, obrigando-nos a criar novas competências de acordo com a influência que sofremos destes seis fios condutores já referidos.

Como é que eu imagino o meu modelo organizacional no futuro?

Que nova liderança exigem as novas organizações?

As formas básicas tradicionais de estrutura organizacional e de equipas de trabalho também sofrerão alterações.

6-O mundo estará conectado globalmente e a diversidade e adaptabilidade serão o centro das operações organizacionais

Num mundo altamente globalmente conectado e interdependente, torna-se difícil para algumas organizações desenvolver produtos que satisfaçam as necessidades de categorias de consumidores totalmente diferentes umas das outras.

As organizações que actualmente estão presentes em várias áreas geográficas distintas podem ter uma vantagem competitiva neste momento, mas isso não será suficiente face aos efeitos da conectividade global.

Torna-se necessário então reinventar as interacções com o meio ambiente e relacionamentos entre as pessoas.

Este texto baseia-se em “e se?” e permite a defesa do contrário!

Quer comentar?

O que a idade pode não ensinar!

Matt Ridley  num seu artigo (partilhado por @dscofield) de “The Wall Street Journal” – “Uma lição fundamental da vida adulta: A necessidade de desaprender” diz o seguinte:

“Para os adultos, uma das mais importantes lições a aprender na vida é a necessidade de desaprender. Todos nós pensamos que sabemos algumas coisas que são uma verdade incontestável, mas essas coisas muitas vezes acabam por ser falsas e, até as desaprendermos, elas ficam no caminho de uma nova compreensão.”

Eu já algumas vezes aflorei pensamentos semelhantes em “O que eu pensava que sabia” e de facto a autoconfiança no domínio do conhecimento, que julgamos possuir, deve levar-nos pelo menos à interrogação, ao levantar de questões sobre a pertinência do saber, da sua validade ou da sua realidade.

Existem algumas certezas científicas que foram gentilmente incluídas na nossa bagagem de conhecimento e que eu acho que devemos desaprender ou pelo menos interrogar!

A evolução, a nossa evolução, não acabou como diz Mark Stevenson e ela não é cíclica como alguns economistas querem fazer crer, ela é função da nossa capacidade de adaptação à mudança seja ela no ambiente, nas condições sociais ou na forma de pensar.

“Tecnologia, Comunicação e concorrência funcionam no mundo de hoje como um processo semelhante ao da selecção natural. Tecnologia actua como um mecanismo em constante mutação que gera novas possibilidades. Comunicação e conectividade permitem a combinação de ideias, semelhante a um mecanismo perfurador. E, finalmente, a concorrência no mercado age como um processo de selecção que decide o que sobrevive e passa para a próxima geração. Uma dinâmica que é capaz de nos manter em constante revolução e criar a diversidade de ideias, produtos, serviços e experiências que estamos a presenciar.

Darwin nunca disse que o mais forte ou o mais inteligente é aquele que sobrevive, o que ele realmente disse foi que o único que sobrevive é quem está melhor preparado para a mudança, em outras palavras, o mais adaptável. Num mundo de competição extrema como vivemos, as pessoas e as organizações precisam aprender a se adaptar mais rápido.” – Charles Bezerra

O futuro não poder ser visto com um pensamento linear.

O futuro constrói-se como se estivéssemos a realizar uma dança de espaços com aquilo que é possível, com o que funciona e com o que é desejável.

As organizações devem procurar a inovação como a construção do futuro onde a busca de diferenciação passa por deixar de fazer parte de um rebanho e procurar novas alternativas.

O futuro hoje abarca várias gerações, mais do que seria previsível há poucos anos, onde cada uma delas já foi, é ou será a bandeira da (r) evolução. O futuro não depende das ferramentas ou produtos tecnológicos mas sim da mente de cada um de nós independentemente das nossas características como pessoas.

– O pensamento não funciona de cima para baixo.

O conhecimento e a criatividade são as chaves para abrir as portas da inovação e são cada vez mais partilhados ou realizados em colaboração.

Para inovar as organizações precisam de criar um ambiente favorável à inovação com uma cultura que inspire as pessoas e crie abertura para o desenvolvimento do potencial de cada um.

As hierarquias tendem a desaparecer e as estruturas tornam-se mais planas, mas é nas pessoas que o maior investimento deve ser feito, pois sem elas qualquer ferramenta deixa de ser investimento.

“E o que virá depois será ainda mais diferente, à medida que as pessoas usam a Internet para compartilhar e trocar, e à medida que as corporações se transformam em rápida mutação de redes virtuais de colaboração temporária, em vez de executores centralmente dirigida de planos fixos e em locais fixos.” Mat Ridley

Acreditar é fundamental em inovação! Acredita no que leu? Gostava de ler os seus comentários!

 

 

Por trás da criatividade e inovação

Em jeito de pensamento corrido e recorrendo às memórias de algumas experiências, mesmo contando com algumas deformações, porque há alguma coisa não quer que eu escreva como deve ser.

A autoconfiança no domínio do conhecimento, que julgamos possuir, deve levar-nos pelo menos à interrogação, ao levantar de questões sobre a pertinência do saber, da sua validade ou da sua realidade.

Em dado momento aquilo que, pensamos saber e nos parece interessante abordar, até numa pequena conversa ao jantar, pode muitas vezes transformar-se em fósforo para incendiar irritações, criar aborrecimentos ou ser entendido como falta de respeito.

Da mesma forma aquilo que em dado momento seria uma atitude assertiva e, sendo colocada com aquela “certeza”, a que muitas vezes nos habituamos mal, transforma-se em arrogância e, não menos grave, sendo de pai para filho em autoridade desusada e sem crédito ou proveito para o futuro de ambos.

Aquela verdade que, não sendo apodíctica, nos soava a conforto quando a proclamávamos, aquela verdade que serviu de alicerce a tantas realizações, treme de ansiedade ao ser posta à prova naquele, tão não apetecível momento em que me confronto com “este não é o meu tempo”.

É que o tempo “corre”, a velocidades, cada vez mais difíceis de controlar.

O meu tempo, esse meu tempo com aroma a ”já era”, só o é porque, eu não parei para me inscrever nessa maratona.

O meu tempo é o tempo que eu conseguir, a cada momento, enquadrar nos propósitos que pretendo atingir.

Quero ter tempo para estar no ambiente que escolhi quando quis crescer.

Agora que sou grande também quero ter tempo para ser criança, para ensinar aquilo que achava que sabia e que, sirva pelo menos para que se discuta qual a verdade que dá mais jeito nesta ou naquela circunstância.

O que eu sabia era que havia valores, cultura (hábitos e costumes), saber, felicidade e dor, riso e alegria, bem-estar e incómodos, certezas e inverdades, dúvidas e realidade.

Aquilo que eu sei é que vale a pena tentar pensar sobre o que aprendi e como vou utilizar isso com os outros.

Por vezes pensar, sem limites temporais ou sem local escolhido para o efeito, traz algumas novidades que eventualmente já experimentamos, mas que agora nos parecem mais úteis.

Também sem posturas pré-concebidas, como “preciso do meu canto para pensar”, ou com atitudes peripatéticas, sem julgar ser Aristóteles ou ainda com dúvidas metódicas, deambulamos, provocando a incerteza à procura de uma resposta. Quase sempre não sabemos a que questão mas que importa seja de modo a não nos incomodar.

Que bom pensar por simples prazer, fantasia, imaginar um qualquer cenário, afastando tudo o que se prevê portador de ansiedade ou angústia.

É o medo do desconhecido, do receio de não ser capaz de aguentar a pressão, o medo de ser apontado, qual caricatura do desajeitado, ou pior, ignorado, ou será que pensar cansa?

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A paixão não é fruto do acaso

Criatividade é como uma ave recém-nascida, que requer um período de incubação. As pessoas precisam de tempo, para se embrenharem num problema, e deixar que as ideias resplandeçam.

Quando estamos motivados para a realização de determinadas tarefas e se esse é o nosso quotidiano, é muito provável que depois de passar um dia satisfeito e feliz, o dia seguinte seja semelhante a uma floresta de ideias.

Se fazemos parte de uma equipa, uma equipa “quente”, a criatividade flui com maior felicidade quando se compartilham ideias e o debate se torna emotivo, sem conflitos de personalidade. Mas quando as pessoas entram em competição pelo reconhecimento, não partilham informações e a fluidez da criatividade baixa muito. A floresta passa a ter um ninho pequeno para albergar toda a criação.

Nas organizações a criatividade é fortemente influenciada pelas flutuações do negócio, no entanto, as pequenas e médias empresas, muitas vezes, ultrapassam essas adversidades com criatividade. Nestas alturas as aves mais audazes aprendem a conquistar o seu espaço e abandonam o ninho.

A estrutura da criatividade é construída com o conhecimento, a experiência, talento, atitudes proactivas, e a capacidade de explorar o lado oculto das coisas. Para que as asas, sejam robustas e capazes é necessário muita motivação intrínseca, isto é, a energia gerada pela responsabilidade e gosto pelo trabalho. O primeiro voo requer coragem, os outros advêm da persistência.

A criatividade depende de muitas coisas, tais como: a experiência, incluindo conhecimento e habilidades técnicas, do talento, de uma capacidade de pensar em novas formas, e de avançar com rumo desconhecido. Nos últimos anos, as organizações têm dado mais atenção à criatividade e à inovação do que em qualquer outro momento. Parece que a floresta está em transformação.

No entanto ainda há necessidade de fazer alguma limpeza nessa floresta. Por exemplo, as recompensas financeiras por desempenho criativo não são uma boa aposta. Desde que as pessoas tenham uma remuneração adequada, isto é, correspondente ao normal desempenho, é, criando condições para a motivação intrínseca, com responsabilização, autonomia e respeito, que a criatividade floresce.

Quando cai a penugem, surgem as penas e as asas ficam prontas para voar.

Howard Gardner, diz : “Cada pessoa tem determinadas áreas em que ele ou ela tem um interesse especial”… “Poderia ser o seu modo de ensinar uma lição ou vender algo. Depois de algum tempo, eles conseguem ser tão bons, como qualquer outro.”

Há outras pessoas para quem simplesmente ser bom, nalguma coisa, não é suficiente, eles sentem necessidade de serem criativos. Nesses casos o melhor, para facilitar a criatividade e alavancar motivação é, definirmos pequenos desafios para nós próprios.

Grande parte dos empresários tem sacos cheios de ideias e com alguma sorte, entram em competição no mercado. Contudo, com frequência, ou pela comodidade que o sucesso traz, ou porque não conhecem a noção de sustentabilidade, muitos empresários assumem o papel mecânico de gestores de coisas já realizadas.

Quando isso acontece, uma boa ideia é convertida rapidamente numa lista interminável de razões, pelas quais ela nunca vai funcionar.

Se o empresário responde com uma lista de razões pelas quais a ideia irá falhar, então é melhor esquecer a ideia. As ideias precisam de ser acarinhadas, mesmo que adoptadas, e precisam de uma boa dose de atenção e respeito. Por vezes as ideias são como algumas aves que falham o primeiro voo. Elas requerem dedicação constante e refinamento, elas são o futuro com quem vamos viver! Isso é paixão!

Essa paixão é o denominador comum dos empreendedores de sucesso!

 “Quero  meus filhos a compreender o mundo, mas não só porque o mundo é fascinante e porque a mente humana é curiosa. Eu quero que eles entendem de modo a que eles fiquem posicionados para torná-lo um lugar melhor. O conhecimento não é o mesmo que moralidade, mas precisamos entender se quisermos evitar erros do passado e movermo-nos em direcções produtivas. Uma parte importante do que a compreensão é saber quem somos e o que podemos fazer… Finalmente, devemos sintetizar a nossa compreensão de nós mesmos. O desempenho de entender essas questões de tentar é o que os realizam como seres humanos num mundo imperfeito que pode afectar para o bem ou para o mal. Howard Gardner

Ainda sente essa paixão? Então porquê?

(Texto em Português depois deste)

Thinking about T

Today, May 1st, I received via twitter (curious note the spelling checker in Word underlined in red the word twitter and gave as a suggestion to fix “Hitler” , Portuguese version), sent by Ralph-Christian Ohr, a document titled “Innovation that Matters”.

Some time ago I had written a post on the subject “people with T-shaped” and have been written only in Portuguese. I rebuild today with some notes of the abovementioned article by Nicholas M. Donofrio.

Donofrio begins by saying that the nature of innovation is changing and that most people have not realized that.

Adds: “The innovation that matters now—the innovation that we’re all waiting for, even if we don’t know it—is the one that unlocks the hidden value that exists at the intersection of deep knowledge of a problem and intimate knowledge of a market, combined with your knowledge, your technology, and your capability … whoever you are, whatever you can do, whatever you bring to the table.

The good news for innovators and potential innovators is that, given the incredible complexity and diversity of the world today, opportunities for innovation abound.

The kind of people who will be best able to seize these opportunities are those I call “T-shaped” as opposed to “I-shaped.” I-shaped people have great credentials, great educations, and deep knowledge—deep but narrow. The geniuses who win Nobel prizes are “I-shaped,” as are most of the best engineers and scientists. But the revolutionaries who have driven most recent innovation and who will drive nearly all of it in the future are “T-shaped.”

These words remind me that it was worth talking about the penalty Skills of a design thinker that I think fit perfectly with this speech.

To operate within an interdisciplinary environment, the individual needs to join forces in two dimensions:

The “T shaped person”.

On the vertical axis, each team member must possess a depth of skills that permit he or she give practical contributions to the result.

The upper “T” is where the thinker design is done. It is empathy with people and with the disciplines, in addition to with himself.

This tends to be expressed as openness, curiosity, optimism, a tendency to learn by doing, and experimentation. “- ssireview

The creative powers, is a set of tools and methods to understand the uncertainty and propose new options and quickly make the right choices.

Some thinkers say that in organizations is too late to learn and develop creativity. I do not think so. The creativity does not choose, neither time nor age!

Being equipped with the capacity for integration, deployment and operation, together with skills in critical thinking, you can begin drawing the profile of design thinker. The big T!

Mr. T is an abductor in nature. He is able to visualize what could be something in a desired future, and build a path to its realization.

Mr. T looking for new opportunities emerging and opportunistic as it is grab them.

Mr. T uses a dialectical thinking, and sees the conflicts and challenges. Recognizes the limitations of today and the uncertainties of the future and sees the possibilities.

According to De Bono, “New Millennium Thinking” design is much more than classical synthesis, where thesis and antithesis, are combined.

Above all it is thinking. You must learn to think. Does not matter what it is, but what can be! We need more thinking.

Develop thinking on the basis of perceptions, especially visual, and apply more technology to produce value.

The design thinking can become the privileged tool of health professionals, for example. The text below shows the need.

You have to think design.  

“Working together as a team, professionals must balance responsibilities, values, knowledge, skills and even the goals of patient care, versus its role as a team member in shared decision making. Because many physicians, in particular, are accustomed to an environment of practice, in which decisions are “made” by the doctor, and “held” by other professionals, it is difficult sometimes that doctors adjust to a team approach in which the majority opinion prevails over the opinion of experts, unanimity or consensus may be more appropriate than the autocratic decision-making process. In addition, physicians who maintain a hierarchical concept of medical care, they could face serious problems when disagreements arise with other physicians to “equal” status with the medical team. Interdisciplinary conflicts are seen in all areas of medicine, but the environment of the operating room, is particularly rich in examples where patient care involves interdisciplinary cooperation, conflict and compromise. “- ETHICS IN MEDICINE -University of Washington School of Medicine

There is sometimes a future with more comprehensive perspective for people shaped into T:

“… I agree with the essential nature of meeting needs, but I could expand the idea of taking responsibility beyond employees to include the community in which business is practiced, which for the largest companies includes most of the planet”. Design Thinking – Thoughts by Tim Brown 

Will the MBA today be able to form “T” People?

A pensar em T

 

Hoje, 1º de Maio, recebi via twitter, (nota curiosa o corrector ortográfico do Word sublinhou a vermelho a palavra twitter e deu como sugestão de correcção “Hitler”), enviado por Ralph-Christian Ohr, um documento com o título Innovation that Matters.

Há uns tempos atrás tinha escrito um post a propósito do das “pessoas com forma de T” e por ter sido escrito apenas em Português hoje reconstruo com algumas notas do artigo acima referido da autoria de Nicholas M. Donofrio.

Donofrio começa por dizer que a natureza da inovação está a mudar e que a maior parte das pessoas ainda não se apercebeu disso.  

Diz ainda: “A inovação que importa agora, a inovação de que estamos todos à espera, mesmo não sabendo isso, é o que desbloqueia o valor oculto que existe na intersecção de um profundo conhecimento de um problema e um profundo conhecimento do mercado , combinado com seu conhecimento, a sua tecnologia e sua capacidade de quem … quem quer que seja, o que você pode fazer, o que quer que seja que traga para a mesa.

A boa notícia para os inovadores e os inovadores potenciais é que, dada a incrível complexidade e diversidade do mundo de hoje, as oportunidades para inovação são abundantes.

O tipo de pessoas, que serão mais capazes de aproveitar essas oportunidades, são aqueles que eu chamo de “T-shaped” em oposição a “I-shaped”. Pessoas que têm credenciais em forma grande, grandes educações  e profundo conhecimento, mas estreito. Os gênios que ganham prémios Nobel são “I-moldado”, como são a maioria dos melhores engenheiros e cientistas. Mas os revolucionários que têm impulsionado a inovação mais recente e que irá conduzir quase toda ela no futuro são “T-shaped”.

Foram estas palavras que me lembram que valia pena falar das Competências de um pensador design que acho que se enquadram perfeitamente neste discurso.

“Para operar dentro de um ambiente interdisciplinar, o indivíduo precisa de reunir forças em duas dimensões:

A “pessoa em forma de T”.

No eixo vertical, cada membro da equipa deve possuir uma profundidade de competências, que permitam, que ele ou ela, dêem contribuições concretas para o resultado.

A parte superior do “T” é onde o pensador design é feito. Trata-se de empatia com as pessoas e com as disciplinas, para além de com ele próprio.

Isso tende a ser expresso como a abertura, a curiosidade, o optimismo, uma tendência para o aprender fazendo, e da experimentação.”- ssireview

A competência criatividade, é um conjunto de ferramentas e métodos para entender a incerteza, propor novas opções e rapidamente fazer as escolhas acertadas.

Alguns pensadores dizem, que nas organizações é tarde de mais para aprender e desenvolver a criatividade. Eu não penso assim. A criatividade não escolhe, nem hora nem idade!

Estando apetrechado com, capacidade de integração, de projecção e de exploração, juntamente com habilidade no pensamento crítico, é possível começar a desenhar o perfil do pensador design. O grande T!

O Senhor T é um abdutor por natureza. Ele é capaz de visualizar o que poderia ser algo, num futuro desejado, e construir um caminho para a sua realização.

O Senhor T procura novas possibilidades emergentes e como oportunista que é, agarra-as.

O Senhor T usa um pensamento dialéctico, e vê os conflitos como desafios. Reconhece as limitações de hoje e as incertezas do futuro, e visualiza as possibilidades.

Segundo De Bono, em “Novo Pensamento do Milénio” Design é muito mais do que síntese clássica, onde, tese e antítese, se combinam.

Acima de tudo trata-se de pensar. É preciso aprender a pensar. Já não importa o que é, mas o que poderá ser! Precisamos de mais pensar.

Desenvolver pensamento com base nas percepções, principalmente visuais, e aplicar mais tecnologia para produzir valor.

O pensar design pode tornar-se na ferramenta privilegiada dos profissionais de saúde, por exemplo. O texto abaixo, mostra a necessidade.

É preciso pensar design.  

“Trabalhando juntos como uma equipa, os profissionais devem equilibrar as responsabilidades, valores, conhecimentos, habilidades e até mesmo, as metas de assistência ao paciente, contra o seu papel como um membro da equipa na decisão compartilhada. Porque muitos médicos, em particular, estão acostumados a um ambiente de prática, na qual as decisões são “feitas” pelo médico, e “realizadas” por outros profissionais, é difícil, por vezes, que os médicos se ajustem a uma abordagem de equipa, em que a opinião da maioria , prevalece sobre a opinião de especialistas, a unanimidade ou consenso pode ser mais adequado do que, o processo de decisão  autocrático. Além disso, os médicos que mantêm um conceito hierárquico de atendimento médico, poderão enfrentar sérios problemas, quando surgem desentendimentos com outros médicos de “igual” estatuto na equipe médica. Os conflitos interdisciplinares são vistos em todas as áreas da medicina, mas o ambiente da sala de operações, é particularmente rico em exemplos, em que o cuidado do paciente envolve a cooperação interdisciplinar, o conflito e o compromisso.” – ETICA EM MEDICINA –University of Washington School of Medicine

Há ainda quem perspective um futuro mais abrangente para as pessoas moldadas em forma de T:

“…Concordo com a natureza essencial de satisfazer necessidades, mas eu poderia expandir a ideia de assumir a responsabilidade para além de funcionários, para incluir a comunidade em que o negócio é praticado, o que para as maiores empresas  inclui a maior parte do planeta”. Design Thinking – pensamentos por Tim Brown 

Será que os MBA de hoje são capazes de forma Pessoas “T”?

 

Places of reflection

Open Innovation is now a very relevant subject to the management of innovation. However we have little empirical research on the international implementation of Open Innovation as well as assessments of the acceptance at regional levels.

As a starting point for reflection we should address some thematic areas which later give rise to broader contextual perspectives and contextual culture and geographical location, about Open Innovation.

Innovation involves more than just R & D.

Today, companies that conseguir innovative breakthroughs, using products focused on users, combined with cutting edge technologies and adaptability in organizational behavior and processes have a higher level of efficiency and profitability than its competitors. These companies not only provide a higher level of employment but they also contribute to regional and global economic growth.

This type of companies is not confined to R & D. Some industrial sectors that are not dedicated to the investigation also have a development in innovation through new channels or new business models.

If there is not sufficient internal innovation it is necessary to look abroad.

The move towards R & D internal to external streamlines connectivity and opens the door for large and small companies seeking outside its borders, keeping the company competitive and able to cope with uncertainty in an environment of constant change. The exterior is closer to reality – the users.

There are many cultural challenges to be faced abroad when looking new products and methods, but there is no other possible choice.

Intelligence and the collective knowledge

The collective intelligence is a powerful reality in the development of organizations. The convergence of various cognitive skills from the use of social networking tools internally and externally, creates new opportunities in business to accompany the change with a collective expertise that supports the principle that “the whole is greater than the sum of its parts”.

There are a path to development and open innovation is part of it with input from consumers and users.

Innovation is not restricted to a core group of designer’s affairs, or the validation of experts in the subject.

Ideas are rough diamonds and require cutting and management

In open innovation ideas that emerge can be valuable, but only if companies will possess skills and technology to work. This depends on good management of diversity of ideas available to receive or be offered. This includes management’s assessment of the ripeness of the ideas to meet when they should be integrated or waived.

The outside ideas can often be implemented more quickly and at lower cost from within.

New technologies and connectivity facilitated by social networks are excellent management tools, both in generation and in the development of ideas.

Innovating the innovation process

Somehow all companies have to innovate to be competitive. Some will make you better than others, either by trying the tips of online shoppers, new ways to rapid prototyping, and new physical environments for experimentation and testing, adjusting or reality of their time to the requirements of organizational maturity.

This means that more companies change the way they innovate, and spend more time to implement appropriate systems to do so. Good social interaction and creative thinking skills enable them to generate good ideas through the differences of perspective and opinion.

You have to take the difference as an opportunity to innovate, and it is maturity.

With the knowledge of the types of synergy when working in an environment of open innovation, innovation convergence between smooth and heavy (with origin in R & D) easily reach good results in innovation.

Human resources in innovation

Companies have to have people engaged in full-time innovation. There can be no half-time.

In open innovation concern should focus on maintaining an internal balance of satisfaction and motivation as the interactions with the external environment can be established and develop.

There is scope for a management culture of innovation that should be taken as a commitment of the entire company, respecting the cultures of the external systems and subsystems.

More than ever employees of companies aiming at the innovation should benefit from training to acquire new skills, enabling a common language and using similar methodologies. There is room for compatibility.

Any sugestion?

 

Lugares de reflexão

A Inovação Aberta é actualmente um assunto muito pertinente e novo ao nível da gestão da inovação. Contudo, existem poucas análises empíricas internacionais sobre a implementação da Inovação Aberta bem como apreciações sobre a aceitação a níveis regionais.

As a starting point for reflection should address some areas which later give rise to broader perspectives and contextual culture and geographical location, on open innovation.

A Inovação envolve mais do que apenas a I & D.

Hoje, as empresas que conseguem avanços inovadores, utilizando produtos centrados nos utilizadores, combinados com tecnologias de vanguarda e adaptabilidade no comportamento e processos organizacionais apresentam um nível de eficácia e rentabilidade superiores aos seus concorrentes. Estas empresas não só proporcionam um nível superior de empregos como contribuem para o crescimento económico regional e global.

Este tipo de empresas não se confina à I&D. Alguns sectores industriais que não são tão dedicados à investigação também apresentam um desenvolvimento em inovação quer através de novos canais, quer de novos modelos de negócio. — 

Se não é suficiente a inovação interna é necessário olhar para o exterior.  

O movimento no sentido da I&D interno para externo dinamiza a conectividade e abre portas para as grandes ou pequenas empresas, procurarem além das suas fronteiras, mantendo-as competitivas empresas e capazes de enfrentar a incerteza num ambiente de mudança constante. O exterior está mais próximo da realidade que são os utilizadores.

There are many cultural challenges to be faced abroad when looking for new products and methods, but there is another possible choice.

Inteligência e o conhecimento colectivo

The collective intelligence is a powerful reality in the development of organizations. The convergence of various cognitive skills, from the use of social networking tools internally and externally, creates new opportunities in business to accompany the change with a collective expertise that supports the principle that the whole is greater than the sum of its parts.

Existem um caminho para o desenvolvimento de que faz parte a inovação aberta com contribuição dos consumidores e utilizadores.

A inovação não se restringe nem, a um núcleo duro de criadores internos, nem à validação de peritos em determinada matéria.

Ideias são diamantes brutos e precisam de lapidação e de gestão

Em inovação aberta surgem ideias que podem ser valiosas, mas só o serão se as empresas possuírem habilidades e tecnologia para as trabalhar. Isso passa por uma boa gestão da diversidade de ideias disponíveis a receber ou a disponibilizar. Essa gestão engloba ainda a apreciação do estado de maturação das ideias para conhecer o momento em que elas devem ser integradas ou dispensadas.

As ideias externas podem, muitas vezes, ser executas mais rapidamente e com custos inferiores às de origem interna.

As novas tecnologias e a conectividade facilitada pelas redes sociais são óptimas ferramentas de gestão, quer na geração, quer no desenvolvimento das ideias.

 Inovar os processos de inovação

De alguma forma todas as empresas têm de inovar para serem competitivas. Umas fá-lo-ão melhor que outras, ora, experimentando as dicas de consumidores online, novos meios de fazer protótipos rápidos, e novos ambientes físicos para experimentação ou teste, ora adaptando a sua realidade de momento a exigências de maturidade organizacional.

Isto significa que mais empresas mudam a maneira como inovam, e passam mais tempo a implementar sistemas adequados para o fazer. Uma boa interacção social e habilidades de pensamento criativo permitem gerar boas ideias através das diferenças de perspectiva e de opinião.

É preciso encarar a diferença como uma oportunidade para inovar, e isso é maturidade.

Com o conhecimento dos tipos de sinergia possível ao trabalhar num ambiente de inovação aberta, a convergência entre inovação suave e pesada (com origem na I&D) facilmente se atingem bons resultados em inovação.

Os recursos humanos em Inovação

As empresas têm de ter pessoas que se dediquem à inovação em tempo integral. Não pode haver lugar a tempo parcial

Em inovação aberta a preocupação deve centrar-se em manter um equilíbrio interno de satisfação e motivação à medida que as interacções com o ambiente externo se estabelecem e desenvolvem.

Há lugar a uma gestão de cultura de inovação que deve ser assumida como um compromisso de toda a empresa, respeitando as culturas dos sistemas e subsistemas externos.

More than ever employees of companies aiming at the innovation should benefit from training to acquire new skills, enabling a common language and using similar methodologies. There is room for compatibility.

 

Dê sugestões!

A seguir: O futuro é mais barato com Inovação aberta.

(Texto em Português depois deste)

 

Living Open Innovation

Living Lab” is about experimentation and co-creation with real users in real-life settings.

In these environments users together with researchers, companies and institutions seek new solutions to meet another set of needs, through new products, services or business models.

A practical implementation of “Living Lab” can and should be established as an environmental project in Open Innovation, with thematic communities in Open Innovation and with a process to put the work and management of facilities infrastructure of the Living Lab in an environment that generates innovative projects.

These  infrastructure facilities can be:

Aid to the patenting

Facilitating communication

Interaction with participants and constituents through the use of Web 2.0

The Living Labs address the involvement of civil society on the promotion of innovation on the basis of society, involving universities, SMEs, public institutions and large companies in a process of open innovation, and because it happens in real environments, it has an immediate impact.

The Living Labs look for gaps and as ecosystems that are flexible can provide a substantial demand for innovation by engaging by interactions a range of actors in which the driver of the process is the user.

The Living Lab concept plays a crucial role in keeping users continuously involved, so that their expectations are monitored and can help develop better products and services.

One of the cases that can be inserted in this approach is the creation of a new (2009) Living Lab European network focused on open innovation in the field of lighting, with emphasis on energy efficiency. The creators of this Living Lab are the Portuguese city of Aveiro, the University of Aveiro and several companies.

User participation is one of the most important sources of innovative ideas.

These ideas are enshrined not only in documents of the European community and in other documents which I leave here an example.

“As the adoption (or integration) of the living labs approach has important implications, for its implementation into existing regional instruments of innovation it should be taken into account the specific situation in particular regions. Implementing the living lab concept into the existing instruments and policies requires the collaboration among key stakeholders at the regional level and cities, such as public administrations, regional and city development agencies, research institutes and companies as well as the cities end-users and also co -creators of innovations. Such collaboration could very well be agreed in a public-private partnership program for regional innovation. Such a structure would already avoid the fragmentation of projects and difficulties to pass the phases of applications development and prototyping, often found in current innovation programs. The region-wide collaboration and coordination would at least establish the conditions for systematic networking and exchange, reuse and sharing of knowledge and technologies, and scaling up and roll out. “- LIVING LABS AND OPEN INNOVATION POLICY IN REGIONS FOR THE BENEFIT OF SMES

Tell me your experiences or cases that you meet on Open Innovation! Thank you!

 

Viver a Inovação Aberta

Living Lab” trata de experimentação e de co-criação com utilizadores reais em ambientes da vida real.

Nestes ambientes os utilizadores juntamente com investigadores, empresas e instituições procuram em conjunto novas soluções para satisfazer outro conjunto de necessidades, através de novos produtos, serviços ou modelos de negócio.

Uma implementação prática de “Living Lab” pode e deve ser estabelecida como um projecto de ambiente em Inovação aberta, com comunidades temáticas em Inovação aberta e num processo para colocar o trabalho e a gestão das facilidades de infra-estruturas dos Living Lab num ambiente que gere projectos inovadores.

Essas facilidades existentes nas infra-estruturas podem ser:

Ajudas para o registo de patentes

Facilitação da comunicação

Interacção com os participantes ou constituintes através do uso de Web 2.0

Os Living Labs abordam o envolvimento da sociedade, sobre a promoção da inovação numa base da sociedade, envolvendo universidades, PME, instituições públicas e grandes empresas num processo de inovação aberta, e porque acontece em ambientes reais, tem um impacto imediato.

Os Living Labs procuram colmatar lacunas e como ecossistemas flexíveis que são, podem fornecer uma procura substancial de inovação por envolver de forma interactiva uma série de actores em que o condutor do processo é o utilizador.

O conceito de Living Lab desempenha um papel crucial em manter os utilizadores continuamente envolvidos, para que as suas expectativas sejam acompanhadas e possam participar na construção melhores produtos e serviços.

Um dos casos que pode ser inserido nesta abordagem é a criação de um novo (2009) Living Lab da rede europeia focado na inovação aberta no campo da iluminação, com destaque para a eficiência energética. Os criadores deste Living Lab português são o município de Águeda, a Universidade de Aveiro e várias empresas.

A participação dos utilizadores é uma das mais importantes fontes de ideias inovadoras.

Estas ideias estão consagradas não só em documentação da comunidade europeia, como noutros documentos dos quais deixo aqui exemplo.

“As the adoption (or integration) of a living labs approach has important implications, for its implementation into existing regional instruments of innovation it should be taken into account the specific situation in particular regions. Implementing the living lab concept into the existing instruments and policies requires the collaboration among key stakeholders at the regional and cities level, such as public administrations, regional and city development agencies, research institutes and companies as well as cities as end-users and also co-creators of innovations. Such collaboration could very well be agreed in a public-private partnership programme for regional innovation. Such a structure would avoid already the fragmentation of projects and difficulties to pass the phases of applications development and prototyping, often found in current innovation programmes. The region-wide collaboration and coordination would at least establish the conditions for systematic networking and exchange, reuse and sharing of knowledge and technologies, and scaling up and roll out.” – LIVING LABS AND OPEN INNOVATION POLICY IN REGIONS FOR THE BENEFIT OF SMES  

Conte-me as suas experiências ou casos que conheça em Inovação Aberta! Obrigado!

Just read and enjoy it!

 

Begin with…

 

Thinking the Unthinkable

The New Leadership Imperative

Here we have one of the largest, most successful, most respected companies in the world. And now it faces a crisis that is not just destroying its hard-earned reputation, but could well put it out of business.


by Holly G. Green – Blogging Innovation

Than…

 

5 Brainpowered Freefall Stoppers

A panel of experts on NPR just warned us again that US organizations free fall daily, while developing countries advance emerging takeovers.

with Dr. Ellen Weber – brainleadersandlearners

and…

 

Freewriting – a method for unblocking creativity

Freewriting is a personal creativity technique that is particularly useful when you have hit a mental roadblock.  You simply write the challenge or topic at the top of a large piece of paper and then start writing.  You can write anything related to the topic.  Here are the rules of freewriting as given by Natalie Goldberg: 

By Paul Sloane  -bqf

 

Innovation and the Future

It would seem logical that innovators would be concerned about the future, given that spotting new opportunities or markets before your competitors would provide an innovation advantage. 

Jeffrey Phillips – innovateonpurpose

,

Learning to be genuine

We generally have a disconnect between the person, business, or agency that we want to be and the reality of who or what we are today.  This disconnect is a great thing, an opportunity for growth an opportunity for improvement.  However, when not understood, it is also a major pain point, something that leads your customers, your citizens, to lack faith in your words and actions.

by John Moore customerthink

,

 

Business Model Innovation for News

We’ve talked quite a bit about the situation in which the news industry currently finds itself. It is interesting because it is an industry in the middle of massive disruption, which makes it a great case study. Consequently, lots of other people are talking about it as well.

by Tim Kastelle Innovation Leadership Network

,

Open Innovation Perspectives from Small Company CEO

 

Finn Houengaard is CEO of Kavli, a 100 person strong company that provides wholesaling distribution of food products. He wants Kavli to become more innovative and in a company with scarcer resources than the big multinationals, it is obvious to look into how they can tap into other sources.

 By Stefan Lindegaard 15inno.com

 

And …

 

Is Crowdsourcing Disrupting the Design Industry?

The past couple years have seen an increase in the use of crowdsourcing by companies to procure design assets. It works like this:

By Hutch Carpenter – bhc3

 

At the end visit

WENOVSKI design thinkers network

Have a nice week with Great readings.

A contingência de conflitos em Inovação Aberta

Numa abordagem de contingência, o ambiente no qual uma organização opera determina a melhor maneira para se organizar.

Num modelo de Inovação aberta, as organizações, em vez de, exclusivamente, confiarem nos seus recursos, que são naturalmente limitados, as organizações são encorajadas a compartilhar conhecimentos através das suas fronteiras para aumentar o seu potencial inovador.

Podem-se, desde já apontar algumas consequências possíveis, dessa atitude por parte das organizações:

O número de inovações internas pode diminuir.

Passa a haver a necessidade de identificar a capacidade de absorção das propostas externas.

Surgem novos recursos extraordinários implicados.

Há um novo jogo a disputar.

E nesse jogo, como aliás em qualquer jogo, frequentemente surgem conflitos. Estes conflitos, que no caso são organizacionais, são complexos, situam-se em contextos específicos e apresentam dimensões variadas.

 

Acresce o facto de os conflitos organizacionais, são de uma forma geral, identificados como de personalidades, neste caso quase sempre destrutivos, e os conflitos de conhecimento que normalmente são construtivos.

Partindo destas premissas, é com relativa facilidade que imaginamos as zonas onde esses conflitos podem surgir. Note-se que estamos perante uma intersecção de factores internos e externos.

As zonas de marketing e de I&D são zonas onde se podem prever situações mais vulneráveis ao conflito. São constituídas por grupos de pessoas, vinculadas ao seu estatuto e princípios, o que torna difícil a partilha e a colaboração. Há uma imagem e um trabalho desenvolvido que não pode ser posto em causa.  

Apesar desses possíveis conflitos, as PME’s oferecem uma abertura maior à Inovação aberta, pois ao iniciarem a sua actividade não se deparam com os obstáculos das grandes organizações.

Para além disso essas pequenas empresas podem compensar as bases de recursos de grandes empresas com a combinação de conhecimento a partir de uma ampla rede de agentes externos.

Outra possível forma de cooperação, é o caso de uma empresa que pode juntar-se a outras pequenas empresas para construir algo de surpreendente e que venha a servir de base a grandes empresas já estabelecidas.

Nesta altura os conflitos organizacionais já não apresentam a mesma intensidade e duração que os previstos numa integração de trabalho de uma pequena empresa noutra de maior dimensão.

Mas ao apreciarmos, os mecanismos e processos de Inovação Aberta, não podemos esquecer o nosso ponto inicial que é a contingência e especificamente a localização dos acontecimentos.

A abordagem não pode estar isenta da cultura, quer das organizações em jogo, quer das populações que enfrentam o hipotético choque. Os conflitos emergentes de questões culturais não podem deixar de ser resolvidos, e isso implica uma compreensão clara dos valores em causa e a consequente temporização para uma absorção recíproca.

È nestas alturas, que uma liderança forte e com confiança demonstrada, vai alavancar uma nova forma de pensar internamente, para poder absorver as propostas externas.

Não é possível realizar um trabalho colaborativo, mantendo as estruturas internas de pensamento fechadas a novas ideias do exterior.

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eLiderança!

“A liderança mediada pelas tecnologias de informação pode apresentar os mesmos resultados que a liderança presencial e naturalmente mais eficazes com a utilização de interacções virtuais.” Avolio e Kahai

As diferenças mais significativas prendem-se com as implicações de “sentir a presença do líder” e com o que isso acarreta na percepção dos processos de comunicação, nomeadamente o tipo de discurso quanto à sua riqueza de conteúdo, intensidade e velocidade.

Inovar a liderança!

Mas não será por aí que a eficácia de um líder deixará de se fazer sentir. Outras características estarão presentes como o relacionamento com as equipas e a confiança.

Os novos líderes devem procurar desenvolver as suas competências, nos novos ambientes, de forma a manterem os níveis de confiança elevados e facilitarem a motivação intrínseca.

 

De facto, a e-liderança não é muito diferente de qualquer outra forma de liderança eficaz, excepto que em e-liderança não existe outra opção, que não seja “ser muito bom líder”.

A liderança mediada pelas tecnologias de informação, exige um alto nível de liderança transformacional, face à riqueza de natureza participativa do mundo em interacção. E esse mundo é, composto pelas  organizações, as do líder e as outras, os consumidores ou utilizadores e a interligação entre o líder e o seguidor com a intervenção do mundo oculto entre os dois.

A nova liderança tem de voltar a aprender e, deve ter consciência que, segundo Jonathan Ive, 90% das empresas, que têm problemas on-line, são criados pela gestão e não pela tecnologia.  

De facto a idade da internet criou a necessidade de um novo paradigma para a formação de competências e para a aprendizagem – o de aprender a aprender.

Para integrar a gestão e a tecnologia, aprender a aprender implica também aprender a desaprender o passado e algumas teorias de gestão e de práticas que já não são adequadas ao mundo global e podem mesmo, ser destrutivas para as organizações.

Porque o novo mundo, baseado nas interacções e conectividade é, um sistema de colaboração, o estilo de liderança necessário é de colaboração total. O líder tem de ser um facilitador dos subsistemas humano e tecnológico face ao novo cliente integrado no próprio sistema.

Como dizia Norman Chorn num artigo intitulado”Criando Valores Femininos as Organizações ” argumenta que, os valores femininos, “valores de comportamento colaborativo, exploratório de tomada de decisão e uma atitude de abertura à aprendizagem, estão mais alinhados com o desenvolvimento integrado, das capacidades multifuncionais da organização moderna “

Os consumidores e/ou utilizadores esperam lealdade por parte das organizações e nesse sentido a liderança terá de ser verdadeira, resultante de colaboração e com produtos e serviços adequados às suas necessidades.

As questões que se levantam, prendem-se coma adaptabilidade das organizações e com a capacidade transformacional dos seus líderes.  

Será que houve evolução do “estilo” de liderança capaz de alinhar com a evolução tecnológica e com a conectividade?

Será que facilita ou a liderança que desenvolve só complica?

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