(Texto em Português depois deste)

The fear of not sharing

 

In a recent article in this blog Creative profile embedded in a context!, I have listed some of the fears that the collaborators of a company can have and which prevent their participation in the generation and development of ideas. 

In later articles I wrote my perspective to two of the reasons why we fear talk of our ideas and this one here is the third of these five.

The fear that my purpose is not shared by others or not meeting their needs. Often our purpose, or meaning to the idea we have, does not meet the expectations of third parties or partners. But just the fact that you have found a meaning makes me and the idea a value-added and that’s why I should tell my story so it can be integrated by others.”

 

When we participate in a discussion in a group there is an innate desire of social approval that fuels our hope to present a wise idea to a problem, but this can block our creative flow.

This could happen in brainstorming group, where, often clouds and storms do not happen in our brain.

It can however be enough to say that there are no bad ideas and create a comfort zone for creativity or have someone take the kick-off that infuses the remaining members of the group.

Human thought naturally focuses around existing knowledge and the best way to generate new ideas is to add something new. This can happen through analogies, short phrases, images, or combinations of a cultural nature.

So that my ideas are shared by other elements of the group or organization I have to find the points of common interest to the group and myself.

Often when we add anyway a significant stimulus it provokes a process of generating ideas and offer the opportunity to look at the problems differently and our idea is shared, discussed and eventually considered valid and relevant. This stimulus can be a meaning that was masked in our idea or a purpose that others would like to have and serves as anchor.

The problem, which is not the fear that the idea will not be shared, is that often we help ourselves with heuristics (mental shortcuts to simplify problems) to give us a quick help in solving problems.

When we use these shortcuts on the basis of an anchor and we want to expose our idea adjusting it successively this starting point, we run the risk of being unable to exhibit in its entirety and with what we wanted.

So that our idea is shared we have to realize that we tend to make judgments and make decisions based on what is known and what are our anchors.

However, with our ideas is not the same. We can’t easily create something new and stuck to the old knowledge.

To finish with our fear that the idea is not shared by others, we need  not only to create the environment of “understanding” and verification of possibility, but it also to find a source of energy that would allow me to develop this idea.

 

Have an idea shared means often have acceptance in a group and be recognized as a value, which entails motivation.

Have a purpose with our idea means having power to overcome any obstacle.

 

 

Criatividade – Ancoragem e ajustamento de ideias.

O receio da não partilha

Num artigo recente artigo deste blog Perfil criativo integrado num contexto! , eu enumerei alguns dos receios que os colaboradores de uma empresa podem ter e que impedem a sua participação na geração e desenvolvimento de ideias.

Em artigos posteriores alarguei a minha perspectiva a duas das razões porque tememos falar das nossas ideias e esta é a terceira dessas cinco.

“O receio de que o meu propósito não seja partilhado por outros ou que não satisfaça as suas necessidades. Muitas vezes o nosso propósito, ou o significado que para nós a ideia tem, não corresponde às expectativas de terceiros ou parceiros. Mas, só o facto de ter encontrado um propósito faz da ideia e de mim um valor acrescentado e por isso devo contar bem a minha história para que seja integrada pelos outros.”

Quando participamos numa discussão num grupo, existe um desejo inato de aprovação social que alimenta a nossa esperança de apresentar uma ideia acertada para um problema, mas isto pode bloquear o nosso fluxo criativo.

Isto pode acontecer com frequência em grupos de brainstorming onde muitas vezes nem nuvens nem tempestades acontecem no nosso cérebro.

Pode no entanto ser suficiente afirmar que não há más ideias e criar uma zona de conforto criativo ou fazer com que alguém dê o pontapé de saída que contagie os restantes membros do grupo.

O pensamento humano centra-se naturalmente à volta de conhecimentos existentes e a melhor maneira de gerar novas ideias é adicionar algo de novo. Isto pode acontecer por meio de analogias, pequenas frases, imagens ou combinações de cariz cultural.

Para que as minhas ideias sejam partilhadas pelos outros elementos do grupo ou organização eu tenho de encontrar os pontos de interesse comuns ao grupo e a mim próprio.

Muitas vezes ao adicionar uma qualquer forma de estímulo significativo provocamos um processo de geração de ideias e oferecemos a oportunidade de olhar para os problemas de forma diferente, fazendo com que a nossa ideia seja partilhada, discutida e eventualmente considerada válida e pertinente. Esse estímulo pode ser um significado que estava mascarado na nossa ideia ou um propósito que outros gostariam de possuir e que serve de âncora.

O problema, que não é o receio de que a ideia não seja partilhada, é que muitas vezes nós socorremo-nos das heurísticas (atalhos mentais para simplificar problemas) para nos darem uma ajuda rápida na resolução de problemas.

Quando nós utilizamos esses atalhos com base numa âncora e pretendemos expor a nossa ideia ajustando-a sucessivamente a esse ponto de partida, corremos o risco de sermos incapazes de a expor na totalidade e com o significado que pretendíamos.

Para que a nossa ideia seja partilhada nós temos que ter consciência de que tendemos a fazer acórdãos e a tomar decisões com base no que é conhecido ou aquilo que são as nossas âncoras.

No entanto, com as nossas ideias não se passa o mesmo. Nós não podemos facilmente criar algo de novo estando presos ao velho conhecimento.

Acabar com o nosso receio de que a ideia não seja partilhada pelos outros, não passa só por criar o ambiente de “compreensão” e da verificação da possibilidade,  também passa por encontrar uma fonte de energia que me permita desenvolver essa ideia.

Ter uma ideia partilhada, significa muitas vezes ter aceitação num grupo e ser reconhecido como um valor, o que acarreta motivação.

Ter um propósito com a nossa ideia significa ter energia para vencer qualquer obstáculo.

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2 Responses to Creativity – Anchoring and the adjustment of ideas

  1. Hi Jose,

    There’s obviously something here you understand, but I am not quite understanding it. What’s the significance and meaning of an anchor here?

    Thanks for the continuous insight and exploration of the creative process!

    • Jose Baldaia diz:

      Hello Simon!
      Thanks for the comment and sorry for late reply!
      The idea that I intended to convey with the anchor is something that we’re stuck as if we were a boat at a port of refuge. We become constrained to what we consider valid knowledge and little explored from the open sea. For example the use of a confirmation bias leads us looking for justifications or ideas that fit in our assumption.
      I hope I have added something!
      Greetings
      Jose

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