From the monthly archives: Outubro 2009

 

 

Quando se fala em formação fala-se de mudança de comportamentos.

Quando se fala de Inovação fala-se de criar valor.

Veja este vídeo e divirta-se!

A ideia já foi transmitida pelo cinema mas não aplicada desta forma. Como na maior parte dos casos não é a invenção que é Inovação (veja-se o  caso do”laser”) mas a sua aplicação!

 

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Faça exercício físico e já agora : ” Pensar não cansa”.

Pensar em Inovação não é a mesma coisa que pensar de forma inovadora!

 

Sonhei que vivia num País extremamente desenvolvido , com Responsabilidade Social interiorizada por todos e onde as novas tecnologias não só eram facilitadoras como havia oportunidade de as adquirir e usufruir.

Nesse País ninguém tinha receio de  sofrer da Tragédia dos Comuns (ver Hutch Carpenter) e ser abalroado por centenas de Twitters ou posts “Faceanos” ou ainda sem receio de participar em foruns de discussão onde só existem convites para workshops ou seminários ou anúncios de Livros que vão descodificar todas as verdades.

Ainda estava a sonhar quando me apercebi que me tinha sido dada a possibilidade de construir o meu plano curricular e prosseguir a minha carreira de estudante ao longo da vida.

Recordo-me que as primeiras matérias que eu queria abordar eram:

  1. Filosofia – Adorava poder voltar a uma discussão, daquelas a sério, onde não se chega a lado nenhum mas se fica a conhecer o interlocutor e se sai com a auto-estima bem em cima. Conhecer a história do pensamento e criar habilidades para questionar!
  2. Matemática– Gostava de reiniciar uma apredizagem e conseguir explicar o que são algoritmos e para que servem. Toda a gente os usa mas ninguém lhes liga. Treinar a agilidade mental é fundamental.
  3. Mandarim – Impressionante aquilo a que eu teria acesso. Biliões de Tweets e amigos parecidos com alguém que eu conheço. Milhões de experiências e contactos para eu poder vender os meus legumes. Colher experiências de um País com uma riqueza cultural extraordinária.
  4. Português – Relembrar Gil Vicente e o Auto das Barcas e pedir a Manoel de Oliveira que realizasse um fime sobre elas. Estudar o português dos SMS e dos tweets para traduzir  o Ensaio sobre a Cegueira de Saramago. Verificar que a literatura portuguesa encerra um património impressionante e que não foi digitalizado.
  5. Jogos – Era a matéria que eu mais queria! Todas as outras abordagens da ciência e afins passavam por “jogos de vida”. Só de vida! Xadrez para a cena politica. Gamão para a Economia . Damas para o Desenho. Póquer para a àrea financeira. Rumminkub para Biologia, etc. Era lindo!! Os jogos poderão ter um papel importante na dimensão da aprendizagem.

 

Quando acordei entrei num pesadelo! A realidade é outra. Passamos (eu, ele e outros) tantos anos a aprender coisas, e quando já sabiamos fazer… “Pimba”!. Agora vais aprender, ao longo da vida, novas coisas!

E tudo o que era não formal ou informal ficou sem registo, sem qualificação. Consta do meu curriculum que eu fiz …e que portanto como tenho um documento a comprovar eu sou…!

Mas o que não consta é que eu fiz mas que agora não faço. Consta que eu realizei com sucesso e muito, mesmo muito, uma panóplia de disciplinas, cadeiras ou  acções. Mas não diz que com elas eu sou competente.

 

 

Competência? Competente mas não Qualificado!!Qualificação?

Talvez o meu curriculum de sonho me ajude um dia a não ter dúvidas! Há qualquer coisa neste País que não bate certo!

Ao andar por aí li um post de Paul Sloane, no Blogging Innovation,  intitulado “When it comes to innovation, trust your intuition”.

É uma abordagem reflexiva sobre a via cientifica e a intuição onde se apontam alguns exemplos.

Vale a pena ler!

Deixo aqui o meu comentário feito nesse blog que espero seja também comentado!

José Baldaia said…

My experience as an Organizational Director in the past and as a Consultant in our days, tells me that the passion and commitment are the fundamental environment to innovation.
On the other hand intuition is to me, in fact, the lever to innovation. It may be as Isabelle said “…the result of the brain past processing experience.”, and I agree.
As a Psychologist I also like to remind Eric Berne, a little less recent, wich allows me to justify my attitude of “child”, as the most creative and dreamer, leaving the role of “adult and father” to more appropriate times.
I think that by accepting that I teach as I learn, often loose the opportunity to turn those (as Uwe) said) “…rare moments to produce art work or drama.”, into, perhaps, an “Organizational Culture”.

Intuitivamente ,

JB

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[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=kFf-KLbAhxc&feature=fvst]

É minha intenção reportar neste blog as minhas leituras e comentários publicados em blogs que visito bem como referenciar e comentar artigos ou notícias que me pareçam interessantes.

Vou procurar dar a volta por aí e esperar ser útil para os meus propósitos e já agora, porque isto é um Blog, a quem os ler.

Em Portugal fala-se pouco de Inovação, fala-se pouco da apredizagem não-formal e informal. Previlegia-se a qualificação em detrimento da competência talvez porque ainda não se encontrou forma de certificar o informal.

Quando se fala de Inovação quase sempre se abordam as novas tecnologias e esquecem-se outras paragens.

Sendo que Inovação pressupõe acrescentar valor a uma invenção ou criação (discussão aberta) é muitas vezes difícil quantificar o valor de inovações nos processos ou suportes da “arte final” (produto).

Vamos abrir caminho!

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O blog já a seguir vale a pena ser seguido!

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