From the monthly archives: Julho 2009

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Ao longo dos útimos meses gerei ideias, recebi colaboração em casa e dos amigos, seleccionei e desenvolvi coisas. Está na hora de dissiminar!!

As fotos abaixo representam parte do resultado obtido. São variedades de frutos e fruta que produzimos na horta e pomar (micros).

Têm três características fundamentais:

  • São lindos e saborosos
  • São resultado, logo competência
  • São mais valia…

…estar calado!!

  fruta frutos e fruta 004

 

 FRUTA……………….TOMATE …………………….E  TOMATES

 

frutos

 

Todo o caminho percorrido, (não o trajecto da horta até à cozinha que são apenas uns metros),  desde a criação até à colheita foi planeado, trabalhado e controlado. Tal e qual como outro qualquer produto.

A riqueza está na aprendizagem que se faz com a analogia: Gerar ideias, Converter e Difundir.

Para quem se interessa pelas razões porque as coisas acontecem, porque se inova, tem aqui matéria de reflexão e acção.

Seamus Clifford num artigo intitulado “The Seven Habits of Remarkbly Sucessful Innovators”, dizia (tradução minha), que a eficácia só se atinge quando determinados hábitos fazem parte da engenharia das nossas competências.

Sobre esta matéria, lá vai uma dica: Guy Boterf – “L´ingénierie des compétences” – Editions de L`Organization.

De entre esses hábitos convém referir alguns:

  • Jogar tem piada! – Como hábito é só alegria!
  • Ser campeão e empreendedor. Como o Inter!
  • Criatividade (como hábito) é futuro sucesso.
  • A acção leva-nos lá…! Das poucas rotinas a aplaudir!
  • Trabalhar em equipa (colaborar) é sinergia.
  • Quem não arrisca…não petisca!

O que aconteceu e está a acontecer na minha horta, pode acontecer noutro lado com outra matéria, até mesmo na forma como as pessoas se organizam e tomam decisões.

 

POIS É!!  ELES FALAM, FALAM E NÃO DIZEM NADA!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Estava a ler um artigo intitulado “How to reinvent yourself”, e rápidamente me surgiu uma imagem guardada desde 2004. A Família

São alguns… …descendentes da minha avó paterna.

Se reinventar um indivíduo é uma actividade complexa imagine- se um grupo.

Bom! Talvez não seja assim tão difícil. Se começarmos por reflectir porque é que, muitas vezes, não somos criativos (acrescentado mais valia, inventamos), encontramos um obstáculo a que podemos chamar “fixação cognitiva”.

A tendência a perceber as coisas de uma determinada maneira, foi, talvez, a associação mais pronta que eu fui capaz de fazer.

Pertenço a esta família.

E não por ser esta em especial, mas porque as famílias, de uma forma geral ou por definição, tem aspectos em comum que nos ligam ou prendem, até na impossibilidade de reconhecer outras facetas nas coisas.

Há alguns, bastantes ou não, anos atrás, esta fixação não seria tão relevante no crescimento das pessoas.

da-vinci-2

Hoje com a gama e quantidade de informação disponível e com a necessidade de adquirir novas competências que não exclusivamente técnicas, mas também sociais, quanto mais usamos presunções e preconceitos, mais nos habituamos a eles.

E não são só em relação aos outros mas sobretudo em relação a nós próprios.

Não gostamos de ambiguidades e tememos incertezas ou correr riscos (desde que estimados). Estamos orientados fixamente para o já experimentado e esquecemo-nos que estamos inseridos num meio ambiente que muda a cada momento (velocidade não contolável?).

Para combater e resolver esta tendência à fixação tento separar-me em partes e analisar as que posso melhorar.

Como diz Idit Biton : “If you cannot predict the future, invent it”

 

 

Quando  neste quintal não chove…

 

…há momentos de verdade e…

 

 

 

 

parelhaHoje chove, sem parar, desde que acordei!

 

 

 

 

 

Hoje não precVietnameiso regar o jardim, o pomar e a horta. Hoje posso cultivar este blog.

Numa escapadinha recente fui visitar uns amigos que, como sempre, tem algo de novo e que me dá que pensar.

O conceito, o significado de estética e a sua representação são fácilmente pessoalizáveis e que ao mesmo tempo identificámos como comum a um grupo vasto de pessoas.

A minha necessidade de pertencer a um  grupo específico de pessoas leva-me a assimilar as suas preferências e a procurar incorporá-las no meu portfólio de objectos de apreciação.

Enquanto que a parelha acima representada se divertia em Fernão Ferro, esperando que a atrelassem a uma charrete para um passeio, a porca vietnamita observa-me curiosa em Paio Pires imaginando-se no meu prato convertida em enchidos ou numa pá assada com arroz de forno.

Qualquer destes animais representa uma visão deslumbrante!pergola 363Não tendo metrs quadrados, como os que são necessários para cuidar daqueles animais, ao longo destes últimos meses fui recolhendo as pedras do meu quintal e tentando criar um espaço com alguma “estética”pergola 079

pergola 078Comecei por definir as direcções possíveis. Imaginei o amanhã e descobri que em cada passo há sempre qualquer coisa de maravilhoso.

Quer em direcção ao céu quer em direcção à terra.

Só é pena que hoje não pare de chover!pergola 086

Como dizia Leonarda Da Vinci : “Não passes a outro pormenor sem antes te demorares tempo suficiente com aquele que estás a observar”.

Este foi o ponto de partida:

Braga 2007pergola Este é um ponto de chegada!

Com criatividade, estética e muito trabalho. É lindo. Fomos nós, sózinhos, que fizemos!!